bold-photography foi accionado demasiado cedo. Isto é normalmente um indicador de que algum código no plugin ou tema está a ser executado demasiado cedo. As traduções devem ser carregadas na acção init ou mais tarde. Por favor veja Depuração no WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home2/cienc927/public_html/wp-includes/functions.php on line 6260A palavra “Reiki” é composta por dois kanjis: “Rei” que significa “universal” e “Ki” que significa “energia vital”. Portanto, o Reiki é a prática de canalizar essa energia universal para promover cura e equilíbrio. Os praticantes de Reiki usam suas mãos para transmitir essa energia, seja por contato direto ou à distância, para ajudar a restaurar o fluxo de energia no corpo do receptor.
O Reiki é considerado uma terapia complementar, o que significa que pode ser utilizado em conjunto com tratamentos médicos tradicionais. É uma técnica que não envolve manipulação física e pode ser aplicada a qualquer pessoa, independentemente de sua condição física ou emocional.
Para entender como o Reiki ajuda na cura emocional e física, é importante compreender a relação entre energia e emoções. Emoções são formas de energia que podem impactar nosso bem-estar. Quando experimentamos emoções negativas, como estresse, raiva ou tristeza, essa energia pode se acumular, resultando em bloqueios e desarmonias nos corpos sutis — os campos energéticos que envolvem nosso corpo físico.
Esses bloqueios podem se manifestar como sintomas físicos, como dores, doenças ou condições crônicas, além de afetar nosso estado emocional e mental. O Reiki visa dissolver esses bloqueios, permitindo que a energia flua livremente, promovendo assim a cura e o equilíbrio.
Uma das principais aplicações do Reiki é a redução do estresse e da ansiedade. As sessões de Reiki ajudam a acalmar a mente e a promover um estado profundo de relaxamento, o que pode ser extremamente benéfico em tempos de tensão emocional. Durante a prática, os receptores frequentemente relatam uma sensação de paz interior e tranquilidade.
O Reiki também pode facilitar a liberação de emoções reprimidas. Muitas vezes, sentimentos de dor, raiva ou tristeza são armazenados no corpo, causando bloqueios energéticos. Através do Reiki, essas emoções podem ser liberadas, permitindo uma cura mais profunda e um maior espaço para emoções positivas.
O Reiki pode ajudar a aumentar a autoconfiança e a autoestima, promovendo uma conexão mais forte com o eu interior. A energia do Reiki pode ajudar as pessoas a se sentirem mais centradas e equilibradas, incentivando uma autoimagem mais positiva e uma maior aceitação de si mesmas.
O Reiki também promove a conexão espiritual, ajudando os indivíduos a se sentirem mais alinhados com seu propósito e intuições. Esta conexão pode trazer clareza e paz mental, facilitando a compreensão de experiências emocionais e a superação de desafios.
Muitas pessoas que recebem tratamentos de Reiki relatam alívio da dor. O fluxo de energia durante a sessão pode ajudar a relaxar músculos tensionados e reduzir a inflamação, promovendo um estado de cura.
O Reiki pode acelerar o processo de recuperação de doenças e cirurgias. Aumentando a capacidade do corpo de se curar, o Reiki ajuda a restaurar a energia vital, permitindo que o sistema imunológico funcione de maneira mais eficiente.
Os chakras são centros de energia no corpo que, quando bloqueados, podem causar problemas físicos e emocionais. O Reiki pode ajudar a equilibrar esses centros de energia, restaurando a harmonia e promovendo o bem-estar físico.
Muitas pessoas que experimentam o Reiki relatam melhorias significativas na qualidade do sono. A redução do estresse e a promoção do relaxamento durante as sessões podem ajudar a combater a insônia e outros distúrbios do sono.
Os corpos sutis, que incluem o corpo emocional, mental e espiritual, são aspectos essenciais da nossa existência. O Reiki atua em todos esses níveis, promovendo a harmonização dos corpos sutis e permitindo que a energia flua livremente. Isso resulta em um estado de equilíbrio que pode melhorar não apenas a saúde física, mas também a saúde emocional e espiritual.
O Reiki ajuda a integrar o corpo e a mente, promovendo uma maior consciência sobre o que está acontecendo em nosso interior. Essa consciência é fundamental para o autoconhecimento e para o processo de cura.
O Reiki fortalece o campo energético de uma pessoa, protegendo-a contra influências negativas. Um campo energético fortalecido ajuda a prevenir doenças e a manter o equilíbrio emocional.
Ao promover a cura emocional, o Reiki pode ajudar a harmonizar relacionamentos interpessoais. Quando uma pessoa está em paz consigo mesma, essa paz se irradia para os outros, promovendo relações mais saudáveis e equilibradas.
O Reiki é uma poderosa ferramenta para a cura emocional e física, permitindo que as pessoas se reconectem com sua energia vital e promovam o equilíbrio em seus corpos sutis. Seus benefícios vão muito além do alívio imediato de sintomas; eles envolvem uma transformação profunda que pode levar a uma vida mais plena e harmoniosa.
À medida que mais pessoas se voltam para práticas holísticas e complementares, o Reiki continua a ganhar reconhecimento como uma forma eficaz de cura. Seja como um tratamento independente ou como um complemento a outras abordagens terapêuticas, o Reiki oferece uma maneira de restaurar a saúde, promover a paz interior e realinhar-se com a energia universal que flui através de todos nós.
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Os nativos possuíam um profundo conhecimento das “energias emanadas da sagrada terra”. Além do aterramento, eles compreendiam que as orações, meditações e as propriedades curativas das plantas medicinais os curavam de todos os males físicos e espirituais. Essas eram dádivas da mãe-natureza.
Em 1891, Louis Kuhne publicou “A Nova Ciência da Cura” e, em 1896, escreveu “Retorno à Natureza”, incentivando as pessoas a caminharem descalças ao ar livre. Esse movimento de “retorno à natureza” surgiu na Alemanha. Na época, embora a teoria carecesse de fundamentos científicos sólidos, acredita-se que andar descalço na natureza trazia diversos benefícios à saúde.
Algumas décadas depois, o médico americano George Starr White começou a estudar os efeitos do sono enquanto conectado ao solo por fios de cobre fixados em tubulações residenciais. White comprovou que os elétrons da Terra poderiam reequilibrar a corrente elétrica do corpo e melhorar sua qualidade.
Considerado o pioneiro da nova era do aterramento, o americano Clint Ober trabalhou por 25 anos na indústria de telecomunicações, no setor de aterramento elétrico, que garante o funcionamento adequado de instalações e equipamentos. Após ser acometido por uma doença grave que quase lhe tirou a vida e ao perceber que ficar descalço lhe fazia bem, Ober convidou pesquisadores da área para comprovar sua tese.
Os resultados dos efeitos do aterramento na saúde física e mental daqueles que estão em contato direto com a Terra foram surpreendentes. Como resultado desse trabalho, Ober escreveu “Earthing: The Most Important Health Discovery Ever”.
Na indústria eletrônica e de telecomunicações, o aterramento é crucial para evitar descargas elétricas que podem ter consequências graves.
Em 1836, o cientista alemão Karl August Steiheil fez uma descoberta revolucionária ao perceber que a terra poderia servir como um caminho de retorno na telegrafia, desde que os terminais do cabo fossem enterrados no subsolo. Apesar da desconfiança inicial, Steiheil comprovou empiricamente sua teoria e assim surgiu o conceito de aterramento elétrico.
O aterramento desempenha um papel fundamental na proteção contra cargas elétricas indesejadas e interferências. Ele evita danos em televisores, aparelhos eletrônicos e nos sistemas de controle das torres de telefonia celular.
Graças ao aterramento, é possível alcançar uma transferência perfeita de dados na era atual da indústria de telecomunicações, utilizando a internet, cabos e telefones. Isso permite a complexidade necessária para a transmissão eficiente de informações.
EFEITOS DO ATERRAMENTO NO CÉREBRO HUMANO
O aterramento, cientificamente conhecido como “neuromodulação”, é um processo terapêutico que inibe, estimula, modifica e regula as atividades elétricas e químicas nos sistemas nervosos periféricos, centrais e autônomos. Ao estabelecer uma conexão direta entre o organismo humano e a Terra, ocorrem alterações tanto na superfície como no interior do corpo, aumentando seu potencial eletromagnético. Essa é uma síntese do artigo publicado pela National Library of Medicine intitulado “The Neuromodulative role of Earthing”.
Em termos simples, o aterramento restaura o estado natural do ambiente elétrico do organismo e do sistema nervoso, o que se reflete na atividade elétrica do cérebro. Esse “aumento sináptico” auxilia na redução da dor, tanto aguda quanto crônica, e dos processos inflamatórios, fortalecendo assim o sistema imunológico.
Os seres humanos são seres elétricos compostos por átomos com carga líquida positiva, negativa ou neutra. Assim como ocorre com equipamentos elétricos, se o corpo humano não estiver aterrado, ocorre um acúmulo de íons positivos que causa desequilíbrios orgânicos, incluindo os processos inflamatórios mencionados anteriormente.
Mas como ocorre a inflamação? Principalmente, ela é causada pelos neutrófilos, um tipo de glóbulo branco que o corpo libera quando detecta uma célula danificada. Quando ocorre o dano, os neutrófilos são ativados para resolver o problema, encapsulando a célula danificada e liberando moléculas de oxigênio reativas, que possuem uma deficiência de elétrons.
Essa deficiência de elétrons ocorre porque eles são roubados de células saudáveis. Como resultado, o sistema imunológico entra em ação, liberando mais neutrófilos para tratar as células doentes. Isso cria um ciclo vicioso que resulta em uma inflamação silenciosa, que pode se tornar crônica e durar por vários anos sem ser percebida. O aterramento pode prevenir essa ocorrência.
Alguns sintomas que podem ser aliviados pelo aterramento, juntamente com o acompanhamento médico adequado, incluem ansiedade ou depressão, fadiga crônica, alterações cardiovasculares, transtorno de estresse pós-traumático ou memórias traumáticas, além de dores e inflamações.
O aterramento oferece uma série de benefícios, tais como:
A Terra conecta todas as células através de uma matriz viva que é mantida e unida pela condutividade elétrica. Isso funciona de maneira semelhante aos antioxidantes, que atuam como um sistema de defesa para restaurar a imunidade natural do corpo.
É claro que sempre haverá aqueles que criticam o aterramento como uma forma eficaz de cura, alegando que é apenas um efeito placebo. Mas e daí? Será que esse efeito não é simplesmente uma maneira de encobrir a realidade incontestável do poder da natureza em harmonia com a mente?
Não há como negar. Indivíduos conscientes estão em um nível de conhecimento mais elevado, reconhecendo que a natureza é o melhor remédio. A tendência atual é clara e evidente: a sustentabilidade planetária ocorrerá naturalmente, quer os menos interessados queiram ou não.
]]>Diversos autores já abordaram esse assunto em seus livros, cada um com sua abordagem particular. Vamos conhecer alguns deles:
A história do Cordão de Prata remonta a antigas tradições espirituais, como a filosofia hindu e o espiritismo. Essas tradições acreditam que o Cordão de Prata é formado por um tipo de energia sutil que une o corpo físico ao corpo astral. Durante a projeção astral, o Cordão de Prata se estica e se dilata, permitindo que a consciência se expanda para além dos limites do corpo físico.
A descoberta do Cordão de Prata e da projeção astral despertou o interesse de muitas pessoas ao redor do mundo, principalmente daquelas que buscam uma compreensão mais profunda da natureza da consciência e da existência humana. A projeção astral também desperta o interesse de pessoas que buscam experiências fora do corpo e contato com outras dimensões e seres espirituais.
A mediunidade é outro assunto que está relacionado ao Cordão de Prata. Acredita-se que os médiuns são capazes de se conectar com espíritos desencarnados por meio do Cordão de Prata. Essa conexão é fundamental para a transmissão de mensagens e informações entre o plano físico e o plano espiritual. Alguns médiuns possuem uma capacidade natural de se conectar com o mundo espiritual, enquanto outros desenvolvem essa habilidade por meio de treinamento e prática.
Além da projeção astral e da mediunidade, existem outros assuntos interessantes que abrangem o tema do Cordão de Prata, como a neurociência e a física quântica. Pesquisas recentes mostram que o cérebro humano é capaz de produzir ondas eletromagnéticas que podem ser medidas por meio de equipamentos de neurofeedback. Essas ondas estão relacionadas ao estado de consciência do indivíduo e podem ser influenciadas por práticas de meditação e projeção astral.
Na física quântica, a ideia de uma realidade multidimensional é cada vez mais aceita pelos cientistas. Acredita-se que existam outras dimensões além das quatro que conhecemos (comprimento, largura, altura e tempo) e que essas dimensões podem ser acessadas por meio da projeção astral. O Cordão de Prata seria então a conexão energética que permite essa expansão da consciência para além dos limites do corpo físico.
Em resumo, o Cordão de Prata é um tema fascinante e complexo que abrange diversos campos do conhecimento humano, como a espiritualidade, a parapsicologia, a neurociência e a física quântica. A projeção astral e a mediunidade são apenas algumas das habilidades que estão relacionadas a esse elo energético, que conecta o corpo físico ao corpo astral e permite a expansão da consciência para além dos limites da matéria. Seja qual for a sua abordagem ou interesse, o Cordão de Prata certamente é um assunto que merece ser explorado com curiosidade e mente aberta.
]]>Os chakras são sete centros de energia localizados no corpo humano, que regulam diferentes aspectos da nossa vida. Cada chakra é associado a uma cor, elemento e função específica. Por exemplo, o chakra raiz é vermelho e está associado à terra e à sobrevivência, enquanto o chakra do coração é verde e está associado ao amor e às emoções. A proporção áurea está presente na disposição dos pétalas dos chakras, que geralmente são dispostas em um número que corresponde à sequência da proporção áurea.
Os planetas também estão associados aos chakras. Cada planeta é regido por um dos sete chakras, e suas características e energia estão relacionadas ao chakra correspondente. Por exemplo, o planeta Vênus está associado ao chakra do coração, que governa as emoções, o amor e a compaixão. Já o planeta Saturno está associado ao chakra da coroa, que governa a consciência e a espiritualidade.
Ao explorar a relação entre a proporção áurea, os chakras e os planetas, podemos acessar uma fonte de autoconhecimento e crescimento espiritual. Ao meditar sobre cada chakra e sua correspondência com os planetas, podemos nos conectar com as energias que governam nossas emoções, pensamentos e ações. Podemos também explorar as correspondências com as cores e elementos associados a cada chakra e planeta, incorporando essas qualidades em nossas vidas.
Além disso, a proporção áurea está presente em muitas formas de arte, como a música e a arquitetura. Ao criar e apreciar obras de arte que incorporam a proporção áurea, podemos acessar um estado de harmonia e beleza que nos ajuda a nos conectar com nossa própria essência espiritual.
Por fim, a exploração da relação entre a proporção áurea, os chakras, os planetas e o autoconhecimento é uma jornada pessoal que pode trazer inúmeros benefícios. Ao nos conectarmos com as energias sutis que governam nosso ser, podemos nos tornar mais conscientes de nossos pensamentos, emoções e comportamentos, e assim, transformá-los em algo mais positivo e significativo em nossas vidas.
]]>Todos os nadis acabam na coluna vertebral, que é o canal de energia por excelência. Aqui a energia flui através dos três principais nadis: ida, pingala e sushumna. Os chakras estão na coluna e são centros onde a energia é armazenada e redistribuída.
A meditação e o yoga derivam do entendimento do fluxo de energia entre os principais chakras. A consciência individual está espalhada por todos os sete chakras e alinhar todos eles traz um estado de harmonia e bem-estar. Nesse sentido, alinhar seus chakras é como estar em um estado de meditação o tempo todo, permitindo que alcance a calma sem esforço e tenha uma vida rica em beleza e felicidade.
Dedicando alguns minutos todos os dias para focar sua consciência em cada um dos sete chakras, você promove sutilmente, mas seguramente, os atributos que ele representa.
O ideal é que a gente consiga manter os nossos chakras em equilíbrio. Porém, algumas situações da nossa vida como, alimentação, pensamentos e outros fatores podem deixar os chakras em desarmonia. Cada chakra tem uma cor diferente e possui uma função.
Entender as características de cada chakra nos ajuda em um processo de autoconhecimento e por consequência, nos ajuda a saber qual área da nossa vida precisa de mais atenção.
Chakras
Chakra Base (MULADHARA):
Muladhara significa “o suporte da raiz”, “o responsável pelas origens” ou “o portador dos alicerces”. As necessidades do primeiro chakra são instintivas: abrigo e alimento e a procriação. Os atributos positivos do Muladhara nos propiciam capacidade de sobreviver em situações extremas.

Mudras:

Chakra Muladhara – Básico
Localização: Base da Coluna Vertebral
Coloração: Vermelha
Mantra: LAM
Elemento: Terra
Planetas: Marte e Saturno
Aroma: madeira de cedro, patchouli, mirra.
Alimentos: alimentos de cor vermelho como tomates, beterrabas, cerejas, romãs, morangos e maçãs vão ajudar a equilibrar este chacra. Também comer raízes como rabanetes, nabos, cenouras, alho e cebola, aipim, batata.
Função: Representa a conexão do ser humano com o planeta Terra, mundo material e físico. Tem a função de trazer vitalidade e saúde para o corpo físico e está relacionado com a sobrevivência.
Equilíbrio: Coragem, paciência, saúde, sucesso e segurança.
Desequilíbrio: Problemas sexuais, insegurança, medo, raiva, tensão e violência.
Chakra Sacral (SVADHISTHANA):
Por ele penetram as energias cósmicas mais sutis, que a seguir são distribuídas pelo corpo. Quando esse chakra é estimulado, propicia uma boa captação energética.
As imagens de nossa existência, de vidas passadas e traumas ficam guardadas nesse Chakra. A capacidade de dissipar antigas emoções também está ligada a ele. A palavra Svadhisthana também é traduzida como a “doce casa”, e é ali que está abrigado aquela potência, aquela força que chamamos desejo. O ímpeto criativo de semear uma vida, ou o desejo de concretizar sonhos.

Mudras:

Chakra Svadhistana – Sacral
Localização: Dois dedos abaixo do umbigo
Coloração: Laranja
Mantra: VAM
Elemento: Água
Planetas: Lua, Vênus e Urano
Aroma: sândalo, ylang-ylang, amêndoa amarga, jasmim e óleo de rosa
Alimentos: reforçar a ingestão de líquidos.
Função: Chakra da reprodução. Está relacionado com a sexualidade, curiosidade e prazer material.
Equilíbrio: Favorece aspectos como força, vitalidade física e reprodução; assim como assimilação de novas ideias, desejo, emoções, mudanças, prazer, saúde e tolerância.
Desequilíbrio: Podem ocorrer problemas sexuais e de bexiga. Pode gerar falta de inspiração e dificuldade nos relacionamentos; e se estiver aberto demais, pode levar a confusão, ciúmes e impotência.
Chakra Umbilical ou Plexo Solar (MANIPURA):
O chakra Manipura é também conhecido como chakra do plexo solar e em algumas tradições Indianas e Tibetanas, ele é chamado de “lugar das gemas” ou “cidade das jóias”. Pense no Manipura como o Sol em seu corpo. Ele recolhe radiação solar como se fosse um tipo de prana (energia vital) e converte-a num estado que permite a regulação do fluxo de energias vitais por todo o corpo físico. Ele é um ponto de união das linhas de energia sutil (as nadis) que controlam todas as funções corporais e ao mesmo tempo é um plexo nervoso poderoso.

Mudras:

Chakra Manipura – Plexo Solar
Localização: Boca do Estomago
Coloração: Amarelo
Mantra: RAM
Elemento: Fogo
Planetas: Sol, Júpiter e Marte
Alimentos: Balancear a ingestão de alimentos ricos em amido e carboidratos, bem como os alimentos de cor amarela: milho, batata salsa, batata doce, cenoura, abóbora, manteiga, gema de ovo, banana, abacaxi, melão, pêssego, manga;
Aroma: de lavanda e bergamota, sálvia e gerânio. Pode-se usar a planta na forma de erva (fortalecendo corpo físico) ou como essência floral fortalecendo o campo energético.
Função: Representa a personalidade do ser humano. Está relacionado com as qualidades da mente, vitalidade, saber aprender, comunicar. Esse Chakra possui importante papel na digestão, nas emoções e no metabolismo.
Equilíbrio: Quanto mais alinhado esse chakra está, mais ele contribui para o reforço de qualidades como autocontrole, autoridade, energia, humor, vontade e poder pessoal.
Desequilíbrio: Pode acarretar problemas estomacais e digestivos. A sua ausência pode gerar medo e o seu excesso pode desencadear ódio e raiva.
Chakra Cardíaco (ANAHATA):
Também conhecido como Chakra cardíaco, ele é o ponto de equilíbrio, um intermediário entre as energias terrenas e espirituais. O Anahata é também conhecido como chakra cardíaco. Dentro da tradição Hindu ele é dito “o Intocado” ou “invicto”. Ele é o ponto de equilíbrio entre os chakras inferiores e superiores.

Mudras:

Chakra Anahata – Cardíaco
Localização: Região Cardíaca
Coloração: Verde ou Rosa
Mantra: YAM
Elemento: Ar
Planetas: Sol, Vênus e Mercúrio
Alimentos: folhas e legumes são os alimentos mais indicados! Frutas como maça, morango e romã.
Aroma: Florais, rosa, melissa, camomila, flor de laranjeira, flor de pêra.
Função: Tem como função energizar o sangue e o corpo físico. Elo de ligação de energia dos chakras inferiores e superiores. Chakra onde passa toda a nossa energia.
Equilíbrio: Mais qualidades de amor incondicional, compaixão, equilíbrio, harmonia e paz são evidenciadas.
Desequilíbrio: Instabilidade emocional, problemas de coração e circulação. A ausência pode causar baixa autoestima e o excesso pode causar preocupação demasiada com os outros.
Chakra Laríngeo (VISHUDDHA):
O chacra Vishuddha é também conhecido como chacra laríngeo, em sânscrito significa “o purificador”. Conhecido ainda pelo nome de Akasha, ele governa o pescoço, os ombros, os brônquios, além da voz. Se constantemente alinhado, auxilia no tratamento às disfunções digestivas. É de frequência vibratória superior.

Mudras:

Chakra Visuddha – Laríngeo
Localização: Garganta
Coloração: Azul Claro
Mantra: HAM
Elemento: Éter
Planetas: Marte, Vênus e Urano
Alimentos: comer todos os tipos de frutas, das mais variadas cores.
Aroma: qualquer óleo essencial que ajude na auto expressão são adequados para o chacra laríngeo. Camomila romana, camomila alemã, raiz de angélica, pau rosa e tomilho são especialmente eficazes. Alecrim, lavanda e hortelã-pimenta também são excelentes opções.
Função: Representa a comunicação, criatividade, som, vibração e capacidade de receber e assimilar. Relaciona-se com o paladar, audição e olfato.
Equilíbrio: Favorece qualidades de comunicação, criatividade, conhecimento, honestidade, integração, lealdade e paz.
Desequilíbrio: Quando em desequilíbrio pode causar depressão, ignorância e problemas na comunicação. Pode causar dificuldade na comunicação e no receber benefícios. E estiver aberto em demasia, pode causar inquietação e ansiedade.
Chakra Frontal ou 3º Olho (AJNA):
Este chacra está intimamente ligado à nossa intuição, também chamada visão interior. O sexto chacra, também conhecido por ajña que em sânscrito, significa o chacra do comando. Este é o famoso “terceiro olho”, que os hindus destacam através do uso de joias ou tatuagens no meio da testa.
Recebe dos olhos informações ativadas pela luz exterior através do hipotálamo e envia mensagens hormonais, que afetam a mente e permitem que o corpo se adeque ao meio ambiente. Funciona como glândula e como órgão e secreta a melatonina.

Mudras:

Chakra Ajna – Frontal ou Terceiro Olho
Localização: Entre as sobrancelhas
Coloração: Azul Índigo
Mantra: Om
Elemento: Éter
Planetas: Mercúrio, Vênus e Urano
Aroma: Todos os óleos essenciais que ajudem na concentração, visão e intuição são apropriados para o chacra do terceiro olho. Helichrysium, alecrim, manjericão, junípero, olíbano, mirra e tomilho são especialmente eficazes. Você pode usar o óleo essencial associado com o chacra do terceiro olho parafortalecer qualquer fraqueza ou para corrigir desequilíbrios energéticos. Por exemplo, uma pessoa espiritualmente não evoluída, que está preocupado com o materialismo, pode amadurecer espiritualmente através da cura do chacra do terceiro olho.
Alimentos: os alimentos responsáveis por sua harmonia são aqueles ricos em vitamina B e frutas como framboesa, figo, uva roxa, jabuticaba, amora.
Função: Chakra dos sentidos. Relaciona-se com a intuição, vidência, audiência no campo da paranormalidade. Dentre suas funções, ele é responsável por revitalizar o sistema nervoso e a visão.
Equilíbrio: Evidencia qualidades como concentração, devoção, intuição, imaginação, realização da alma e sabedoria.
Desequilíbrio: Quando em desequilíbrio, pode causar dores de cabeça, falta de concentração, problema nos olhos, pesadelos e tensão. A ausência pode causar falta de inteligência e pensamentos depressivos e o excesso pode causar estresse e desequilíbrio psíquico.
Chakra Coronário (SAHASRARA):
Sahasrara é o lugar da pura consciência, a sede da espiritualidade e está ligado ao funcionamento do cérebro. O Chakra Sahasrara ou da coroa ou ainda coronário é também conhecido como o “Lótus, das mil pétalas”.

Mudras:

Chakra Sahasrara – Coronário
Localização: Topo da Cabeça
Coloração: Branco / Dourado / Violeta
Mantra: Ahm
Elemento: Éter
Planetas: Saturno e Netuno
Aroma: em forma de óleo essencial pode-se usar o de lótus, Ylang-ylang, paurosa, tília ou flor do limoeiro. Na forma de ervas: hamamélis, o confrei, a espinheira e a lavanda.
Alimentos: o alimento é o espiritual: oração, meditação, leituras e filmes edificantes.
Função: Chakra da luz do conhecimento, consciência, visão do Universo. Chakra complexo que permite a ligação do ser às energias Superiores. Suas principais funções é revitalizar o cérebro e a conexão com o Divino.
Equilíbrio: Favorece a percepção além do tempo e espaço e a abertura da consciência para o infinito.
Desequilíbrio: Pode provocar alienação, confusão, depressão e falta de inspiração. Com sua ausência pode haver falta de fé e com seu excesso, fanatismo religioso.
Como alinhar os Chakras
De acordo os diversas referências e estudos, para a ativação dos Chakras e seu alinhamento é necessário a concentração e o sentir da energia de cada cor específica, em suas respectivas localizações.
Realinhar os chakras proporciona a livre circulação de energia no corpo, isso engloba corpos sutis, energéticos, áurea e corpo físico. Com o desbloqueio, a energia consegue fluir por todos os chakras livremente e cada um pode então cumprir a sua função.
O alinhamento dos Chakras pode ser feito sozinho ou com o auxílio de um terapeuta especializado, por meio da Meditação, de pedras ou cristais, florais, ou técnicas como Reiki, Radiestesia, Mesa Radiônica e etc.
Para te ajudar separamos mais informações sobre alguns deles:
Pedras ou cristais além de servirem como ótimos amuletos, possuem a função de revigorar e equilibrar os chakras e estimular o poder de auto-cura. Eles emitem vibrações e interagem por eletromagnetismo.
Isso porque a natureza trabalha naturalmente e consegue afetar certas frequências energéticas, respondendo através dos espectros coloridos.
Muitos terapeutas holísticos, trabalham o alinhamento dos chakras pelo o uso desses elementos.
É sempre importante observar sua cor. Cada uma corresponde a um chakra diferente. Veja só:
• Chakra da Terra (Básico): Rubi, Turmalina Vermelha, Granada Vermelha e Quartzo Vermelho.
• Chakra da Água (Umbilical): Topázio Imperial, Pedra do Sol e Cornalina
• Chakra do Fogo (Plexo solar): Jaspe Amarelo, Topázio Amarelo e Âmbar
• Chakra do Ar (Cardíaco): Quartzo Verde, Esmeralda e Turmalina Verde
• Chakra do Éter (Laríngeo): Água Marinha, Turquesa, Quartzo Azul e Quartzo Lavanda
• Chakra frontal: Safira, Sodalita, Quartzo Azul Intenso
• Chakra coronário: Ametista, Lolita e Flurolita
Para utilizar as pedras ou cristais, basta posicioná-los perto dos chakras por alguns minutos. Feito isso, ao sentar para meditar, coloque-as ao redor de você, como se fossem o centro de energia que te dão a força desejada. É por meio delas que os chakras receberão a carga que precisam para se reconstruírem e agirem sobre nós.
Lembre-se que essas pedras e cristais precisam ser limpos e energizados para que possam ser utilizados. Na limpeza basta lavá-los em água corrente juntamente com sal grosso ou marinho. A fim de recarregá-los, os deixe descansando no sol entre 30 minutos a 1 hora.
Conectar-se com a natureza é uma forma de se manter equilibrado. Sentar na grama ou andar descalço são ótimas maneiras de se sentir mais conectado e absorver a energia curativa vinda da natureza. Outra opção também é colocar flores e plantas pela casa.
Limpar a mente de conversas negativas é o primeiro passo para uma visualização bem-sucedida. Quando sua mente estiver clara, tente visualizar imagens que representam felicidade ou amor. Por exemplo, você pode visualizar uma abertura de flor ou um coração abençoando cada um dos seus chakras.
Respirar com uma intenção é uma das maneiras mais fáceis e eficazes de restaurar seus chakras.
Para ajudar a trazer seus chakras para o equilíbrio natural e harmônico, toda vez que for inspirar, direcione a energia da respiração para um dos chakras. Ao expirar, permita que a consciência foque no chakra escolhido.
Nenhuma dos modos citados é melhor ou pior que outro. Basta identificar aquele que mais combina com o seu estilo de vida e com o que busca.
]]>Chakra Base (MULADHARA- “Raiz de Suporte “): localizado na base da coluna vertebral. Cor simbólica: Vermelho. Representa a conexão do ser humano com o planeta terra, mundo material e físico. Quando aberto ou alinhado, são ativadas qualidades como coragem, paciência, saúde, sucesso e segurança.
Chakra Umbilical (SVADISTHIANA – “Fundamento de si próprio”): localizado dois dedos abaixo do umbigo. Cor simbólica: Laranja. Chakra da reprodução. Está relacionado com a sexualidade, força, vitalidade física, curiosidade e prazer material.
Chakra Umbilical ou Plexo Solar (MANIPURA – “Cidade das Jóias”): localizado no abdômen. Cor simbólica: Amarelo. Representa a personalidade do ser humano. Está relacionado com o autocontrole, autoridade, energia, humor, vontade e poder pessoal.
Chakra Cardíaco (ANAHATA – “Invicto”; “Inviolado”): localizado na região cardíaca. Cor simbólica: Verde ou Rosa. Representa o amor incondicional, compaixão, equilíbrio, harmonia e paz. Elo de ligação de energia dos chakras inferiores e superiores, onde passa toda a nossa energia.
Chakra Laríngeo (VISHUDDHA- “O purificador”): localizado na garganta. Cor simbólica: Azul claro. Representa a comunicação, criatidade, honestidade, som, vibração e capacidade de receber e assimilar. Relaciona-se com o paladar, audição e olfato.
Chakra Frontal ou 3º Olho (AJNA – “O Centro de comando”): localizado entre as sobrancelhas. Cor simbólica: Azul índigo. Chakra dos sentidos, representa a concentração, devoção, imaginação, realização da alma e sabedoria. Relaciona-se com a intuição, vidência, audiência no campo da paranormalidade.
Chakra Coronário (SAHASRARA – “O Lótus das mil pétalas”): localizado no topo da cabeça. Cor simbólica: Violeta e Branco. Chakra da Luz do conhecimento, consciência, visão do Universo, favorece a percepção além do tempo e espaço e a abertura da consciência para o infinito. Chakra complexo que permite a ligação do ser às Energias Superiores.
De acordo os diversas referências e estudos, para a ativação dos Chakras e seu alinhamento é necessário a concentração e o sentir da energia de cada cor específica nas suas respectivas localizações.
Algumas literaturas acrescentam a emanação dos mantras e a utilização de mudras de cada chakra para potencializá-los: Chakra Base (Lam), Chakra Umbilical (Vam), Plexo Solar (Ram), Chakra Cardíaco (Yam), Chakra Laríngeo (Ham), Chakra Frontal (Ohm) e Chakra Coronário (Hm).
Informações básicas sobre os Chakras servem para que se tome conhecimento quanto a necessidade de prestar melhor atenção no campo energético.
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Realinhar os chakras proporciona a livre circulação de energia no corpo, isso engloba corpos sutis, energéticos, áurea e corpo físico. Com o desbloqueio, a energia consegue fluir por todos os chakras livremente e cada um pode então cumprir a sua função.
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Além da concentração nos pontos energético, há diversas terapias que podem auxiliar no reequilíbrio, como: reiki, mesa radiônica, jorei, barra de access, terapia com cristais, dentre outros; comumente vemos a prática da meditação e do yoga para os devidos fins.

A palavra Kundalini é derivada do sânscrito e significa “enrolado como uma cobra” ou “aquela que tem a forma de uma serpente”. O nome faz alusão à Energia Cósmica que se concentrada em cada existência.
Quando uma pessoa desperta a Kundalini, ativa um fluxo de energia, semelhante a uma serpente, que começa no chakra básico, na base da coluna, e sobe pela medula espinhal, aumentando assim a rotação dos chakras, onde sentidos e faculdades surgem ou se acentuam.
A ativação de Kundalini faz subir a energia ígnea, partindo do Chakra Muladhara, passando por cada um dos 6 chakras: Swadisthana, Manipura, Anahata, Vishuddhi, Ajna e Sahasrara.
Desde os tempos antigos, em escolas e templos iniciáticos no Egito e na Índia, tem havido uma prática de vigor e desenvolvimento espiritual dessa poderosa energia chamada Kundalini.
Quando sobe para a coluna, a energia Kundalini atinge o sétimo chakra, que tem um efeito esclarecedor no discipulado dando a iluminação (Samadhi ou Nirvana) ou ativação da glândula pineal e liberação de endorfinas, trazendo uma forte consciência, Iluminação, poder, espiritual habilidade, onisciência, intuição, clarividência, telepatia, etc. A cobra encapuzada simboliza a expansão da consciência, que é o resultado da ascensão da serpente.
A subida gradativa da Kundalini vai mexer no seu campo emocional e energético. Muitas memórias arquivadas em seu inconsciente e sub-consciente vêm à tona, trazendo consigo fortes cargas emocionais, positivas ou negativas, que precisarão ser observadas, enfrentadas, resignificadas e purificadas, para que continuemos caminhando em direção ao conhecimento integral do ser Divino que somos.
Aqueles que são bem sucedidos na elevação da energia serpentina tornam-se aptos a mais facilmente adentrar níveis espirituais mais elevados e transcendentes e iluminarem-se.
Ao longo do corpo temos dutos energéticos, Nadis, é uma espécie de sistema circulatório do duplo etérico.

Há inúmeros nádis, mas os principais para fins de kundalini, são o IDA e o PINGALA (transportam o prana – energia até o chakra básico – Muladhara) e o SUSHUMNA (transforma a Shakti-Kundalini ativada , do chakra básico ao coronário, no raro processo que se chama de ascensão da kundalini, e que provoca o SAMADHIS, que promove a re-integração com a divindade e plenitude). O Sushumna é considerado o nádis mais importante, pois representa a energia neutra e pura.
Ida e Pingala correm num movimento de espiral ascendente ao longo do canal central, Sushumna, se unem no chakra Ajna, localizado entre as sobrancelhas na região do terceiro olho, entrando através das narinas esquerda e direita. Ida é a narina esquerda e Pingala é a narina direita. Partindo do chakra básico, Ida e Pingala se cruzam 4 vezes ao longo da coluna, na região de encontro ao segundo, terceiro, quarto e quinto chacras.
Existem dois tipos de kundalini: inferior e superior. A kundalini inferior é a energia cósmica criadora e feminina Shakti, e sua porta de entrada é o chakra básico. Esta energia flui normalmente de forma moderada através do Sushumna. Entretanto, com o aumento do desenvolvimento consciente (expansão da consciência), através de diversas práticas físicas ou meditativas, Shakti sobe num fluxo crescente, ativando os diversos chakras pelo seu caminho, levando-nos ao máximo desenvolvimento espiritual e consciencial.
A kundalini superior – a energia do ser puro – flui a partir do chakra coronário para baixo através do sushumna e dissolve bloqueios nos demais chakras. Na doutrina hindu, essa energia é denominada Shiva, a divindade masculina que aniquila a ignorância. Assim, Shiva e Shakti são as principais energias que atuam em prol do desenvolvimento espiritual do ser humano.
BÁSICO (1°) ou Múládhára – Conexão com à Terra
SACRO (2°) ou Swádhisthána – Sexualidade e Alegria
PLEXO SOLAR (3°) ou Manipura – Emoção e Poder
CARDÍACO (4°) ou Anáhata – Sentimentos
LARÍNGEO (5°) ou Vishuddha – Comunicação e Criatividade
FRONTAL (6°) ou Ájña – Intelecto e Intuição
CORONÁRIO (7°) ou Saháshara – Conexão com o Divino
]]>A princípio, na rica tapeçaria das tradições orientais, os chakras ocupam um lugar central como centros dinâmicos de energia que influenciam profundamente nosso bem-estar. Originários da cultura hindu, esses vórtices de energia são descritos como “rodas” ou “discos” em sânscrito, o que representa o fluxo contínuo e rotacional da energia vital que permeia nosso ser. Dessa forma, essa metáfora destaca a importância dos chakras na manutenção do equilíbrio e da vitalidade em nossa vida. Portanto, os chakras desempenham um papel essencial na nossa compreensão da energia e do equilíbrio vital.
Além disso, segundo estudos, o alinhamento e o equilíbrio desses centros são fundamentais para alcançar uma vida mais plena e harmoniosa. Portanto, este artigo se propõe a explorar a essência dos chakras, suas funções e a importância de sua integração para promover uma vida mais saudável e em sintonia com o nosso eu interior.

É uma região onde o fluxo gira em espiral ao redor de um eixo, que pode ser reto ou curvo. Esse processo ocorre em um nível vibratório, na forma de energia, que alimenta o corpo e a alma. Além disso, é onde ocorre a troca energética e a conexão com o espiritual.
Por sua vez, os chakras funcionam como uma porta de entrada para a elevação dos níveis de consciência, proporcionando ao indivíduo novos conhecimentos. Assim, eles estão distribuídos verticalmente ao longo do corpo, desde o topo da cabeça até o final da coluna vertebral. Especificamente, há um total de 7 chakras principais, conhecidos como Muladhara, que governam órgãos ou glândulas correspondentes. Adicionalmente, cada chakra possui uma cor que corresponde à sua frequência vibratória. Em ordem, de baixo para cima, começando na base da coluna e indo até o topo da cabeça, as cores são: vermelha, laranja, amarela, verde, azul e índigo.
Os chakras são centros de energia que afetam o bem-estar físico, emocional e espiritual. Na tradição hindu, há sete chakras principais localizados ao longo da coluna vertebral, desde a base até o topo da cabeça. Além disso, cada chakra está associado a diferentes funções e aspectos da vida.
O primeiro chakra é o chakra básico ou raiz, em sânscrito Muladhara, que corresponde à cor vermelha. Localizado na base da coluna, ele está relacionado com a glândula adrenal e está ligado à nossa energia física, aos prazeres sexuais, aos sentidos e às funções básicas, como comer, dormir e aprender, entre outros.
Em seguida, o segundo chakra corresponde ao umbilical, ou Swadhistana, localizado acima dos genitais. Sua coloração é laranja e está relacionado aos órgãos reprodutores, bexiga, baixo ventre e vesículas. Além disso, esta região está associada à criatividade, alegria de viver, sexualidade e entusiasmo, além de influenciar o emocional e o contato com o inconsciente.
O terceiro chakra, por sua vez, é o plexo solar, ou Manipura, localizado dois dedos acima do umbigo. Na cor amarela, ele representa a parte digestiva e é responsável pela distribuição da energia vital para os outros chakras. Adicionalmente, relaciona-se com a energia pessoal, vitalidade, força, poder, abundância e realizações.
No quarto chakra, chamado de cardíaco ou Anahata, localizado no centro do peito e de cor verde, encontramos a ligação com a glândula timo. Esse chakra representa a empatia, o amor, a compaixão, a gratidão, o afeto e a generosidade.
Finalmente, o quinto é o laríngeo, ou Vishuddhi, localizado na garganta e com a cor azul-claro. Relacionando-se com a glândula tireoide, ele é responsável pela nossa fala, capacidade de expressão e comunicação.
O sexto chakra, conhecido como frontal, o terceiro olho ou Ajna, está localizado entre as sobrancelhas e possui a cor azul-índigo. Este chakra está relacionado à glândula pituitária e está associado à nossa intuição. Ele é responsável pelo aprimoramento da nossa visão interior, intuição, raciocínio, compreensão e entendimento.
E por último, o sétimo, coronário ou Sahasrara, localizado no topo da cabeça. Com a cor violeta, ele representa a glândula pineal e está associado à nossa conexão com o “DIVINO” e o “EU SUPERIOR”. Este chakra relaciona-se com o nosso propósito de alma, nossa unicidade com o “TODO” e nossa paz de espírito.
Para o alinhamento dos chakras, é fundamental trabalhar e equilibrar cada um deles visualizando seus pontos e cores, conforme suas respectivas funções. Além disso, diversas técnicas podem ser usadas para esse fim, como energização com reiki, meditação, visualização, técnicas vibratórias, pedras, sons e aquecimento dos pontos, como no caso das pedras quentes. É importante ressaltar que nenhuma técnica é considerada melhor ou pior; em vez disso, todas são vistas como complementares.
Enfim, os chakras são uma parte fascinante e complexa do sistema energético humano, com profundas raízes na tradição espiritual e crescente interesse na pesquisa científica. Embora a ciência ainda esteja explorando as nuances desses centros de energia, muitas pessoas encontram valor nas práticas associadas aos chakras para promover uma vida mais equilibrada e satisfatória. Nesse sentido, ao integrar práticas de meditação, yoga e consciência dos chakras, é possível cultivar uma vida mais harmoniosa e em sintonia com nosso eu interior.
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