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Alice Bailey teve uma infância infeliz, ficando órfã desde pequena e sendo criada por parentes. Na adolescência, teve uma experiência espiritual aos 15 anos, que a afetou consideravelmente e moldou as linhas mestras de sua vida. Ela foi para os Estados Unidos em 1907, onde continuou seu trabalho espiritual e se casou com Foster Bailey, um conhecido associado, seu segundo marido.
Unidos, Alice e Foster Bailey estabeleceram a Escola Arcana, um grupo que pesquisou e implementou os princípios esotéricos. Alice era autora de numerosos tópicos relacionados à espiritualidade, como meditação, cura, astrologia e o destino espiritual do homem. Todos os seus mais de vinte livros foram em grande parte feitos em cooperação com o mestre tibetano Djwhal Khul.
Baseada nos seus escritos, Alice Bailey é famosa por ser a profetisa da Nova Era, o tempo de uma crescente revelação espiritual e renovação global. Nesse sentido, ela abriu o caminho para muitos movimentos religiosos e espirituais modernos e é uma inspiração para todos os buscadores espirituais em todo o mundo ainda hoje.
Em resumo, a vida de Alice Bailey foi toda sobre a busca contínua de uma espiritualidade autêntica e a instrução da sabedoria esotérica. Seu trabalho monumental e abundantes escritos são lembrados e lidos mesmo agora, e ela é reconhecida como uma lenda na longa tradição de pensamento em espiritualidade contemporânea.
Segundo esta teoria, existe uma energia (mônada), que se divide em 12 extensões, chamada ‘alma’. Cada alma se subdivide em outras 12 extensões da alma que experienciam a densidade, seja na Terra, seja em outro plano material (outro planeta); assim sendo, cada um de nós, que experiencia a vida na Terra, é uma extensão de uma energia Superior (que por si só também é completa).
Assim como um imã quando cortado ao meio, as duas partes subdivididas possui pólos: negativo e positivo como o imã inteiro; assim é com a mônoda, ao se subdividir permanece inteira por si só. Poderíamos exprimir que cada mônada é um espelho vivo e perpétuo do universo, e este é regulado uma ordem perfeita.
Mônadas são substâncias indivisíveis; não foram formados a partir de outros elementos mais básico nem podem ser destruídos (decompostos), elementos simples que compõem todas as coisas. Conhecida também como Centelha Divina, ou presença do Eu Sou (Eu Superior).
Cada mônada apresenta-se, neste sentido, como um mundo distinto, à parte, próprio – mas também como unidade primordial que compõe todos os corpos.
Uma mônada é assim constituída por um total de 144 extensões, que constantemente partilham experiências entre si, na sua ligação com todas as outras mônadas, evoluindo e fazendo evoluir cada alma e consequentemente cada mônada.

Em Filosofia, ‘mônoda’ designa a união perfeita do espírito e da matéria, conforme teoria que remonta a Pitágoras, ou, de acordo com as ideias de Leibnitz, a substância simples, criada desde o princípio, inacessível a quanto existe e incorruptível, mas sujeita a evoluções e desenvolvimento até alcançar o intelectual.
Termo também utilizado por André Luiz em sua obra intitulada ‘Evolução em Dois Mundos’, psicografada pelos médiuns Waldo Vieira e Francisco Cândido Xavier: “Sob a orientação das Inteligências Superiores, congregam-se os átomos em colmeias imensas e, sob a pressão, espiritualmente dirigida, de ondas eletromagnéticas, são controladamente reduzidas as áreas espaciais intra-atômicas, sem perda de movimento, para que se transformem na massa nuclear adensada, de que se esculpem os planetas, em cujo seio as mônadas celestes encontrarão adequado berço ao desenvolvimento.” (Evolução em Dois Mundos – Primeira Parte: cap. 1 – Fluido Cósmico.)

A centelha divina, também chamada de espírito, é a nossa identidade verdadeira. A mônoda, ou Centelha Divina, decidiu com seu livre-arbítrio que queria experienciar uma forma no universo material. Criando com sua mente as doze almas, conhecidas como Eu Superior, que por sua vez, cada alma querendo experimentar uma forma mais densa do universo material deu origem a 12 personalidades, ou extensoes da alma. Atraves dessa divisão, o objetivo era experienciar o plano físico e a evoluação através desse processo. Assim considerando, o homem é um fragmento de 144 almas, surgindo então o termo “almas-gêmeas”, que por assim dizer são personalidades partes de uma mesma mônoda.
As outras onze extensões de alma podem estar encarnadas aqui ou em algum lugar no infinito universo de Deus. As outras extensões de nossa alma podem não estar num corpo físico neste momento, podendo estar habitando um de outros planos espirituais de existência.
Esta teoria explica também determinadas dores ou efeitos físicos sem causa aparente, que acontecem inexplicavelmente e desaparecem conforme surgiram. Por exemplo, se uma das extensões da Alma está a experienciar uma morte traumática, ou dolorosa fisicamente, essa dor pode ser experienciada, ainda que a um nível subtil, pelas outras 11 extensões da mesma alma, ou mesmo, por todas as outras 132 extensões das outras 11 almas pertencentes à mesma mônada.
Esta teoria diz-nos ainda que, quando se entra em processo de regressão, está-se não só a aceder aos nossos registos akáshicos, mas, se necessário, aos registos das outras 143 extensões da mônada, caso por exemplo, se uma experiência doutra extensão influenciou duma forma marcada, a nossa vida atual.
Quando esta alma se divide, para que tenham suas experiências independentes em suas jornadas, acabam ganhando níveis de consciência e evolução diferentes, principalmente, porque, podem ou não, estarem encarnadas ao mesmo tempo e a reunião das duas partes é extremamente dificultosa, justamente, porque pode haver um abismo consciencial entre elas, dentro de suas experiências no “período do esquecimento”, ou seja, quando não lembramos quem somos e nossa origem, que é o que acontece no processo de reencarnação e então essas almas passam por sete etapas até sua reunião e então “fusão”, pra que possam voltar para a mônada superior.
Teoricamente, as almas que decidem ter a experiência de chama gêmea, são almas antigas, já com muitas vivências e evolução, que partem pra esse desafio. Elas se encontram, com o objetivo de fusão, geralmente na fase de suas últimas vidas no ciclo reencarnatório.
Alguns defendem que existe uma espécie de contrato entre elas, ajuizada pela consciência superior, que pode ser a mônada matriz ou o próprio criador, onde ambas acordam uma série de experiências, pré determinadas, antes do nascimento, no caminho da evolução e não é um caminho fácil.
As chamas gêmeas, têm o grande desafio de passar por uma árdua compreensão de si, curar as feridas psíquicas e emocionais de muitas vidas, zerar seus karmas e fechar o ciclo reencarnatório, quando alcançam a expansão da consciência na transcendência do ego, o que pode ser o desafio de muitos aqui na Terra, independente de suas missões ou origens. No caso das chamas gêmeas, muito dessa transformação, ocorre justamente quando se encontram, porque as questões a serem resolvidas estão intrinsecamente co-relacionadas, é quando começam os maiores desafios individuais, pois, apesar de serem complementares, são absolutamente opostas e uma, é um grande catalisador na vida da outra, tudo muda e se transforma depois do encontro, porque, o que existe entre elas. É um amor incondicional e um magnetismo incontrolável, porém, as centenas de desafios, as separam, propositalmente, de forma acordada, como mencionado antes.
Por fim, essa Teoria nos mostra que somos todos um, porque todas as mônadas estão também ligadas entre si, evoluindo e trabalhando constantemente para a evolução e expansão do Todo, como o chamado Entrelaçamento Quântico. Desta forma, temos uma visão geral de que todos fazemos parte do Todo e um dia voltaremos ao seu seio, podendo ser um processo é longo e lento. Por isso somos eternos e somos deuses também, pois afinal somos sua centelha em ação e que nos dá a responsabilidade de co-criadores.
]]>Helena Blavatsky foi a primeira pessoa a transmitir e espalhar os ensinamentos pelo Ocidente. Iniciado em 1876, quando o mestre chamado El Morya que trabalhou com Helena na fundação da Teosofia, que inspirou muitas ideias sobre Karma e Reencarnação, levando outras doutrinas e religiões no mundo todo a surgirem a partir dos ensinamentos e ações da grande fraternidade branca.
Não são simplesmente médiuns ou pessoas com poderes psíquicos, mas humanos escolhidos especialmente para levarem mensagens cósmicas para as pessoas.
Na doutrina da Grande Fraternidade Branca, existem sete raios, cada qual com sete cores e que se relacionam aos sete chakras do corpo humano. Cada raio tem um mestre ascensionado responsável e um arcanjo, refletindo na guia de aspectos específicos do espírito humano.
1º raio – Direcionado ao chakra da garganta e seu mestre ascensionado é El Morya, representando força de vontade, fé, proteção, poder. Foi encarnado em Abraão, Rei Artur e Thomas More. A religião que surge desse raio é o Judaísmo.
2º raio – Direcionado ao chakra da coroa e seu mestre ascensionado é Lanto, caracterizado a compreensão, a sabedoria, conscientiza-nos que somos mestre da própria vida. Encarnado como o “Imperador Amarelo”, o Duque de Chou da China. A religião que surge desse raio é o Budismo.
3º raio – Direcionado ao chakra do coração e sua mestra ascensionada é Rowena, ser ligado ao planeta Vênus, ao amor divino e a compreensão dos problemas mundanos, da caridade e paciência. Encarnado no pintor Paolo Veronese em 1528. A religião que surge desse raio é o Cristianismo.
4º raio –Direcionado ao chakra da base da espinha. Seu mestre ascensionado é Serapis Bey, ligado a pureza, harmonia e a disciplina. Encarnado no rei de Esparta, Leônidas. A religião que surge desse raio é o Hinduísmo.
5º raio – Direcionado ao chakra do terceiro olho. Ligado à visão e a abundância do mundo espiritual e invisível, também associado ao poder da cura. O mestre ascensionado é Hilarion, o mais alto sacerdote do templo de Atlantis e também encarnou em Paulo, um dos apóstolos de Jesus. A religião que surge desse raio é o Confucionismo.
6º raio – Direcionado ao chakra do plexo solar. Ligada à uma forma especial de paz, que nos coloca em um lugar de refúgio e calma entre forças conflituosas ou contrastantes, possibilitando agir sem a influência do ego. A mestra ascensionada desse raio é chamada Mestra Nada. Diz-se que ela sucedeu Jesus como mestre desse raio, incorporando os valores da devoção ao amor e ao serviço. A religião que surge desse raio é o Islamismo.
7º raio – Direcionado ao chakra da base da espinha. Suas qualidades são expressas por sentimentos como perdão, piedade e liberdade espiritual. Seu mestre ascensionado é Saint Germain, símbolo da nova era de Aquário, uma figura ligada a libertação da luz da alma, da alquimia que transforma nossa sombra em raios de existência livre. A religião que surge desse raio é o Taoísmo.
Em estudos, diz existir um 8º raio, o qual surgiu o Zoroastrismo, religião e filosofia fundada na antiga Pérsia. Um chakra da câmara secreta do coração. Este é um raio intermediário, que ativa os dos cinco chakras secretos.
Várias outras sociedades hoje se proclamam descendentes dessa Fraternidade, dentre elas a Ordem Rosacruz, Maçonaria, Movimento Eu Sou, Agni Yoga, Movimento da Consciência Suprema Una, a Summit Lighthouse.
De acordo com informações reveladas por Koot Hoomi, interessante saber que os membros de alto nível das organizações místicas na Índia e Tibet mantinham contato telepático regular entre si, sem a necessidade de comunicações escritas ou orais, e de uma maneira semelhante à forma como o meio espiritual afirmou se comunicar com os espíritos dos mortos. Para quem acompanha nossos posts, Koot Hoomi foi um Mahatma que inspirou a fundação da Sociedade Teosófica. No livro “Isis sem véu”, Blavatsky revela os ensinamentos dos Mahatmas, os chamados “Mestres da Irmandade Oculta”. Afirma no livro ter feito contato físico com os representantes desses adeptos no Tibete; mas também, que ela continuou a receber ensinamentos a partir deles através de canais psíquicos.
Em resumo, A Grande Fraternidade Branca, atuaram na Terra como mensageiros a fim de ajudar na evolução/salvação da raça humana. Entendam a ‘evolução/salvação’ como algo espiritual e, não, físico.
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