bold-photography foi accionado demasiado cedo. Isto é normalmente um indicador de que algum código no plugin ou tema está a ser executado demasiado cedo. As traduções devem ser carregadas na acção init ou mais tarde. Por favor veja Depuração no WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home2/cienc927/public_html/wp-includes/functions.php on line 6260No Budismo, este conceito representa a extinção definitiva do sofrimento humano por meio do autoconhecimento e consciência individual física e espiritual. Podendo ser alcançado por meio de diferentes práticas e técnicas espirituais, no qual se encontra livre de qualquer tipo de apego, abrindo a porta para uma paz integral, alheia a qualquer tipo de circunstância externa.
E segundo o Budismo, para alcançar esse status, é preciso se livrar de 3 males psicológicos – Raga (ganância, desejo), Dwesha (raiva) e Moha (ilusão); rompendo os laços com o ciclo de Samsara (ciclos de renascimento e ‘sofrimentos’, fruto do karma, que todas as pessoas do mundo estão sujeitas a passar).
A partir de um ponto de vista psicológico, corresponderia a um estado de calma, de conciliação consigo mesmo, onde o conflito deixa de ser um peso.
No Hinduísmo, encontrado em textos como o Bhagavad Gita, Nirvana é o conhecimento do verdadeiro Eu (Atman) e a aceitação de sua universalidade e unidade com Brahman (o Todo, o Absoluto).
Nas tradições, dentro do hinduísmo, afirmam que existem múltiplos caminhos para moksha (libertação):
– jnana-marga (o caminho do conhecimento);
– bhakti-marga (o caminho da devoção) e
– karma-marga (o caminho da ação).
Diferente do que muitos pensam, qualquer pessoa está apta a acessar o estado de Nirvana. Mas, como se diz, nada é permanente e tudo está em constante movimento; assim acontece com esse estado. Somente com o treino/constância no estado nirvânico é que estradas se formarão, abrindo o caminho para a iluminação.
Como alcançar o estado de Nirvana?
A meditação é a chave para mudar o funcionamento da sua mente, permitindo que você ande pelo caminho da tranquilidade e paz interior, e desperte seu eu interno, trazendo assim diversos outros benefícios. O ato de meditar deve ser diário.
Os ensinamentos são a lente que permite olhar através do mundo. A prática, estudos e aprendizados são a base do caminho.
Comprometa-se a desenvolver uma atitude compatível com o sistema da sua crença. Rejeite pensamentos como o egoísmo, a violência e o ódio. Amor e não violência devem ser imperantes. Na prática: não minta, difame, fofoque, ou fale com agressividade; fale palavras boas e verdadeiras. Suas palavras devem apoiar e animar os outros, mas também é importante saber o momento de ficar em silêncio.
Elimine crenças e pensamentos negativos da sua mente. Pratique o “Mindfulness”: as quatro bases do mindfulness são: contemplação do corpo, sentimentos, estados mentais e fenômenos. Quando você está com a mente plena, você vive o momento e se abre para a experiência completa. Você deve se focar no presente, não no passado ou futuro. Fique atento ao seu corpo, seus sentimentos, pensamentos, ideias e tudo que estiver ao seu redor.
Os estados nirvânicos não fazem a pessoa se tornar um outro ser, e sim, permite o ser se conhecer melhor e fazer escolhas mais adequadas, estando mais consciente das suas emoções, sentimentos e ações tendo aí uma Grande diferença, imperceptível e imensa ao mesmo tempo.
Mahatma Gandhi, nasceu em Porbandar na Índia. Seu pai era primeiro-ministro de uma pequena cidade e a mãe uma devota vigorosa de Vishnu, um dos deuses hindus, que tem como preceito a não violência. Teve um casamento arranjado aos 13 anos de idade, nessa época, a Índia estava sob o domínio britânico. Estudou direito em Londres, organizou um clube vegetariano e adorava debater assuntos teosóficos. Mas infelizmente devido sua timidez, sua carreira não fez sucesso.
Ainda em Londres, teve o primeiro contato com o que viria a ser sua bíblia espiritual: o Bhagavad-Gita, texto religioso que retrata um diálogo de Krishna com um guerreiro.
Em 1893, Mahatma Gandhi mudou-se para a África do Sul, então colônia britânica, onde sentiu pessoalmente a discriminação contra os hindus. Então resolveu adotar uma política de resistência passiva para protestar contra os abusos sofridos pelos negros, indianos e muçulmanos. Um ano depois, ele estabeleceu uma seção do Congresso Nacional Indiano para lutar pelos direitos de seu povo.
Em 1904, Gandhi começou a editar o jornal “Indian Opinion”. Naquela época, além de ler textos religiosos hindus, Gandhi também lia os Evangelhos, o Alcorão e os escritos de Ruskin, Tolstoi e Henry David quando descobriu a base da desobediência civil.
Gandhi desenvolveu a técnica de Satyagraha, a força da verdade, filosofia que pode entendido como o caminho ou a busca da verdade – defende a forma de não violência e o princípio da não agressão.
Depois de 20 anos lutando pelo direito dos indianos na África do Sul, sendo preso várias vezes, conseguiu a revogação da lei que discriminava o seu povo (chamada “ato negro”).
Gandhi, com 45 anos de idade, já era visto como um líder popular, política e espiritual. Foi assim que passou a ser tratado como Mahatma, uma alcunha que significa ‘grande alma’.
Em 1908 ele escreveu “Indian Autonomy”, que discutiu os valores da civilização ocidental.
Com o início da Segunda Guerra Mundial, Gandhi voltou a lutar pela retirada imediata dos britânicos do seu país.
Após o fim da Segunda Guerra Mundial, em 1947, com a Inglaterra enfraquecida, foi declarada a independência indiana, com a nomeação de Jawaharlal Nehru, amigo de Gandhi, como primeiro-ministro e maior líder político do país. Porém, as rivalidades entre hindus e muçulmanos dificultaram o processo de independência, então, houve a separação da Índia em duas nações, uma muçulmana e outra hindu.
O primeiro atentado contra sua vida ocorreu no dia 20 de janeiro de 1948, através de uma bomba jogada em sua direção, mas que não machucou ninguém. Dez dia depois, no entanto, ele foi assassinado a tiros por um extremista hindu chamado Nathuram Godse.
Segundo a tradição, seu corpo foi incinerado e suas cinzas foram jogadas no Rio Ganges, local sagrado para os hindus.
A atividade política de Mahatma (grande alma) esteve sempre ligada ao seu pensamento filosófico da não violência, o único caminho para a conquista da igualdade.
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Opor violência a violência só aumenta o mal. Para ele, a libertação da alma humana, em relação à servidão terrestre, só pode ser alcançada através de uma disciplina diária, uma rigorosa meditação, jejuns e orações que conduz a um completo domínio dos sentidos.
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Gandhi é considerado uma importante referência histórica para os movimentos pacifistas ocorridos no mundo.
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Frase de Gandhi mais difundida e conhecida: “Seja a mudança que você quer ver no mundo”.
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