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O Hinduísmo, religião de origem indiana, acredita na existência de um pouco mais de 33 milhões de deusas e deuses, conhecidos como Deva e Devi.
Em sânscrito, Shiva significa ‘O Auspicioso’, aquele que dá esperança. Também é conhecido como ‘Benigno’ (Shambu), ‘Beneficente’ (Shankara) e ‘Grande Deus’ (Mahadeva). É um dos principais deuses do hinduísmo, que juntamente Brahma (o Criador), Vishnu (o Conservador), Shiva é considerado ‘o Destruidor e Construtor’. Os três formam uma trimúrti, a trindade divina hindu. Shiva desintegra o velho para edificar o novo, representa a morte e dissolução. Enquanto Brahma cria e Vishnu preserva a vida, o papel de Shiva é destruir os mundos para que haja espaço para Brahma criar, mantendo um movimento circular constante.
Shiva é representado na figura de um homem, sentado em posição de lótus em cima de uma pele de tigre simbolizando a força e a vitória. O tridente que aparece nas ilustrações de Shiva é o trishula, arma que destrói a ignorância humana. Suas três pontas representam a inércia (tamas), o movimento (rajas) e o equilíbrio (sattva). Possui um jarro de água em sua cabeça, que representa a força desse elemento natural que foi concedido aos homens, e que segundo os hindus simboliza o rio Ganges, na Índia. A serpente simboliza o kundalini, energia vital. Quando o kundalini é despertado ativa centros de energia ou chakras. Na testa, seu terceiro olho simboliza sabedoria. Ainda há uma lua crescente acima da cabeça de Shiva, indicando que a natureza está em constante renovação.
Sua pele está azul por causa das substâncias tóxicas liberadas nas águas durante o movimento mitológico do oceano causado pelos deuses, e Shiva bebeu o veneno para proteger o planeta. Muitas vezes é representado com quatro braços, o que lhe confere um aspecto desportivo, porque, segundo os hindus, cria a realidade através da dança. A forma representativa original foi a Idade Neolítica (por volta de 4000 aC), que apareceu na forma de Pashupati, o Senhor dos Animais. Acredita-se que este homem divino foi visitado na Terra como um sábio yogi, em forma humana. Hoje, além de mestres e professores praticantes, os yogues também se referem a uma dos caminhos de evolução mental, que significa destruir algo e construir algo novo no mesmo lugar.
A metáfora da dança é usada em várias culturas para descrever o ciclo natural da vida e do Universo. De acordo com o hinduísmo, tudo faz parte do grande ritmo de criação e destruição, morte e renascimento. A dança de Shiva simboliza o ciclo eterno de vida e morte.
Além disso, a dança da criação e da destruição também se baseia na existência da matéria, pois todas as partículas de matéria “se auto-interagem” por meio da emissão e absorção de partículas. O mundo subatômico é um mundo de ritmo, movimento e mudança constante. No entanto, nada realmente perece no Universo, só há mudança de plano e padrão vibracional. A energia não pode viver nem morrer, só pode ser transformada.
A ideia dessa mudança cíclica interminável, que traz consigo a ‘morte’ seguida do ‘renascimento’, sempre esteve presente em todas as culturas tradicionais. Através da sabedoria dos antigos, tudo é cíclico, tudo é fluxo e refluxo, nada está parado, mas tudo é movimento. .De acordo com as ideias de Heráclito, filósofo do século VI, “O mundo é um eterno devir”, onde ‘devir’ significa a mudança que acontece em todas as coisas, é sempre uma alternância entre contrários; nessa harmonia, os opostos coincidem da mesma forma que o princípio e o fim – em um círculo. A realidade se manifesta na mudança.Vemos os mesmos conceitos no Judaísmo, no Islamismo, no Taoísmo e no Budismo. Este último ainda ensina que o sofrimento deriva de nossa tentativa de reter as coisas materiais e que devemos nos adaptar às mudanças à medida que elas vão ocorrendo, para não sofrermos. O desapego é a chave. Sidharta Gautama, o Buda, afirmou que todas as coisas materiais são impermanentes e que o mundo material é SAMSARA, sendo que SAMSARA é o movimento incessante.
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Bert Hellinger nasceu em 16 de dezembro de 1925, na Alemanha. Em primeiro lugar, sua formação acadêmica incluiu estudos em filosofia, teologia e pedagogia. No entanto, sua jornada profissional o levou a um caminho completamente diferente. Após trabalhar como missionário católico na África do Sul por 16 anos, Hellinger começou a se interessar pela psicoterapia. Ele se formou em psicoterapia e, ao longo de sua carreira, se envolveu em uma variedade de abordagens terapêuticas, incluindo psicanálise, terapia primal e terapia de grupo. A princípio, foi através de suas experiências e observações que ele desenvolveu sua abordagem única, conhecida como Constelações Familiares.
Em primeiro lugar, a Terapia das Constelações Familiares parte da premissa de que grande parte dos nossos problemas psicológicos e emocionais têm suas raízes nas dinâmicas familiares e nas lealdades invisíveis entre os membros da família. Hellinger argumenta que as famílias são sistemas complexos, com suas próprias regras e dinâmicas, e qualquer violação dessas normas pode resultar em conflitos e dificuldades emocionais.
Hellinger desenvolveu três leis sistêmicas que são estruturas que contribuem para a harmonia se forem respeitadas. Ele assegura que essas leis são naturais e existem de modo instintivo e automático em qualquer um de nós. São elas a lei da hierarquia, do equilíbrio e do pertencimento, aplicáveis nos mais diversos conflitos da existência humana. Analogamente, esses princípios são observados em outras formas de terapia sistêmica.
Ordens do Amor: Segundo Hellinger, o amor representa a força central que une uma família, enfatizando a importância de respeitar uma ordem natural desse vínculo. Em outras palavras, os filhos devem honrar seus pais, e qualquer desvio dessa ordem pode levar a problemas.
Inclusão e Exclusão: Hellinger observou que, muitas vezes, membros da família são excluídos ou ignorados devido a eventos traumáticos ou segredos familiares. Além disso, isso pode criar desequilíbrios no sistema familiar e causar sofrimento aos envolvidos.
Repetição de Destinos: Segundo Hellinger, as pessoas frequentemente repetem inconscientemente os destinos ou padrões de comportamento de seus antepassados, mesmo que isso seja prejudicial. Sob o mesmo ponto de vista, ele acredita que as Constelações Familiares podem revelar esses padrões e ajudar a interrompê-los.
A constelação familiar é eficaz para abordar conflitos entre diferentes membros da família (pais, filhos, irmãos, tios, avós), assim como é útil para resolver questões entre casais, dificuldades interpessoais, problemas de saúde, finanças, emoções e outros desafios pessoais.
A prática das Constelações Familiares envolve sessões terapêuticas em grupo ou individuais. O cliente, conhecido como “cliente” ou “representante”, traz um problema ou questão para a sessão. Em seguida, o terapeuta facilita a representação simbólica do sistema familiar do cliente, usando outras pessoas para representar membros da família.

Na sessão, as dinâmicas familiares se revelam através das representações, enquanto o terapeuta busca elucidar questões não resolvidas, segredos familiares e lealdades invisíveis que podem impactar o problema do cliente. À medida que essas dinâmicas são reconhecidas e tratadas, o cliente pode sentir um alívio significativo e uma sensação de libertação.
A Constelação Familiar oferece uma abordagem única e provocativa para a compreensão das dinâmicas familiares e dos problemas emocionais. Contudo, apesar das críticas e controvérsias em alguns círculos, ela provou ter um impacto positivo na vida de muitas pessoas ao redor do mundo.
Principalmente, o sucesso das Constelações Familiares depende da disposição para investigar as dinâmicas familiares, identificar lealdades invisíveis e buscar a cura emocional através da compreensão e da reconciliação. O legado de Hellinger na terapia sistêmica perdura, e sua influência se estende além da comunidade terapêutica.
Os nativos possuíam um profundo conhecimento das “energias emanadas da sagrada terra”. Além do aterramento, eles compreendiam que as orações, meditações e as propriedades curativas das plantas medicinais os curavam de todos os males físicos e espirituais. Essas eram dádivas da mãe-natureza.
Em 1891, Louis Kuhne publicou “A Nova Ciência da Cura” e, em 1896, escreveu “Retorno à Natureza”, incentivando as pessoas a caminharem descalças ao ar livre. Esse movimento de “retorno à natureza” surgiu na Alemanha. Na época, embora a teoria carecesse de fundamentos científicos sólidos, acredita-se que andar descalço na natureza trazia diversos benefícios à saúde.
Algumas décadas depois, o médico americano George Starr White começou a estudar os efeitos do sono enquanto conectado ao solo por fios de cobre fixados em tubulações residenciais. White comprovou que os elétrons da Terra poderiam reequilibrar a corrente elétrica do corpo e melhorar sua qualidade.
Considerado o pioneiro da nova era do aterramento, o americano Clint Ober trabalhou por 25 anos na indústria de telecomunicações, no setor de aterramento elétrico, que garante o funcionamento adequado de instalações e equipamentos. Após ser acometido por uma doença grave que quase lhe tirou a vida e ao perceber que ficar descalço lhe fazia bem, Ober convidou pesquisadores da área para comprovar sua tese.
Os resultados dos efeitos do aterramento na saúde física e mental daqueles que estão em contato direto com a Terra foram surpreendentes. Como resultado desse trabalho, Ober escreveu “Earthing: The Most Important Health Discovery Ever”.
Na indústria eletrônica e de telecomunicações, o aterramento é crucial para evitar descargas elétricas que podem ter consequências graves.
Em 1836, o cientista alemão Karl August Steiheil fez uma descoberta revolucionária ao perceber que a terra poderia servir como um caminho de retorno na telegrafia, desde que os terminais do cabo fossem enterrados no subsolo. Apesar da desconfiança inicial, Steiheil comprovou empiricamente sua teoria e assim surgiu o conceito de aterramento elétrico.
O aterramento desempenha um papel fundamental na proteção contra cargas elétricas indesejadas e interferências. Ele evita danos em televisores, aparelhos eletrônicos e nos sistemas de controle das torres de telefonia celular.
Graças ao aterramento, é possível alcançar uma transferência perfeita de dados na era atual da indústria de telecomunicações, utilizando a internet, cabos e telefones. Isso permite a complexidade necessária para a transmissão eficiente de informações.
EFEITOS DO ATERRAMENTO NO CÉREBRO HUMANO
O aterramento, cientificamente conhecido como “neuromodulação”, é um processo terapêutico que inibe, estimula, modifica e regula as atividades elétricas e químicas nos sistemas nervosos periféricos, centrais e autônomos. Ao estabelecer uma conexão direta entre o organismo humano e a Terra, ocorrem alterações tanto na superfície como no interior do corpo, aumentando seu potencial eletromagnético. Essa é uma síntese do artigo publicado pela National Library of Medicine intitulado “The Neuromodulative role of Earthing”.
Em termos simples, o aterramento restaura o estado natural do ambiente elétrico do organismo e do sistema nervoso, o que se reflete na atividade elétrica do cérebro. Esse “aumento sináptico” auxilia na redução da dor, tanto aguda quanto crônica, e dos processos inflamatórios, fortalecendo assim o sistema imunológico.
Os seres humanos são seres elétricos compostos por átomos com carga líquida positiva, negativa ou neutra. Assim como ocorre com equipamentos elétricos, se o corpo humano não estiver aterrado, ocorre um acúmulo de íons positivos que causa desequilíbrios orgânicos, incluindo os processos inflamatórios mencionados anteriormente.
Mas como ocorre a inflamação? Principalmente, ela é causada pelos neutrófilos, um tipo de glóbulo branco que o corpo libera quando detecta uma célula danificada. Quando ocorre o dano, os neutrófilos são ativados para resolver o problema, encapsulando a célula danificada e liberando moléculas de oxigênio reativas, que possuem uma deficiência de elétrons.
Essa deficiência de elétrons ocorre porque eles são roubados de células saudáveis. Como resultado, o sistema imunológico entra em ação, liberando mais neutrófilos para tratar as células doentes. Isso cria um ciclo vicioso que resulta em uma inflamação silenciosa, que pode se tornar crônica e durar por vários anos sem ser percebida. O aterramento pode prevenir essa ocorrência.
Alguns sintomas que podem ser aliviados pelo aterramento, juntamente com o acompanhamento médico adequado, incluem ansiedade ou depressão, fadiga crônica, alterações cardiovasculares, transtorno de estresse pós-traumático ou memórias traumáticas, além de dores e inflamações.
O aterramento oferece uma série de benefícios, tais como:
A Terra conecta todas as células através de uma matriz viva que é mantida e unida pela condutividade elétrica. Isso funciona de maneira semelhante aos antioxidantes, que atuam como um sistema de defesa para restaurar a imunidade natural do corpo.
É claro que sempre haverá aqueles que criticam o aterramento como uma forma eficaz de cura, alegando que é apenas um efeito placebo. Mas e daí? Será que esse efeito não é simplesmente uma maneira de encobrir a realidade incontestável do poder da natureza em harmonia com a mente?
Não há como negar. Indivíduos conscientes estão em um nível de conhecimento mais elevado, reconhecendo que a natureza é o melhor remédio. A tendência atual é clara e evidente: a sustentabilidade planetária ocorrerá naturalmente, quer os menos interessados queiram ou não.
]]>Embora muitas pessoas considerem a clarividência como um dom raro e sobrenatural, a verdade é que todos têm a capacidade de desenvolver essa habilidade, assim como outras habilidades psíquicas, como a telepatia, a precognição e a retrocognição.
A clarividência pode ser desenvolvida por meio de técnicas de meditação, visualização, concentração e outras práticas espirituais. Uma vez que a habilidade é desenvolvida, a pessoa pode usar a clarividência para ajudar a si mesma e aos outros.
A clarividência pode ser classificada em duas categorias principais: a clarividência objetiva e a clarividência subjetiva. A clarividência objetiva é quando a pessoa é capaz de ver eventos, pessoas ou lugares que estão fisicamente distantes dela. Já a clarividência subjetiva é quando a pessoa é capaz de obter informações sobre outras pessoas, lugares ou objetos sem a ajuda dos cinco sentidos físicos.
A clarividência pode ser muito útil para a tomada de decisões, para a resolução de problemas e para a cura emocional e espiritual. Ela pode ajudar a pessoa a ver situações de uma perspectiva diferente, a entender melhor as motivações e intenções dos outros e a tomar decisões mais conscientes e informadas.
No entanto, a clarividência também pode ser um presente difícil de lidar, especialmente se a pessoa não sabe como controlar sua habilidade. Por isso, é importante que a pessoa que deseja desenvolver a clarividência busque a orientação de um profissional experiente e se comprometa a desenvolver sua habilidade com responsabilidade e ética.
A clarividência é uma habilidade psíquica poderosa que pode ser desenvolvida por qualquer pessoa disposta a se dedicar à prática espiritual e ao autoconhecimento. Ela pode ajudar a pessoa a ver o mundo de uma perspectiva mais ampla e consciente e a tomar decisões mais informadas e conscientes. No entanto, é importante que a pessoa que deseja desenvolver a clarividência o faça com responsabilidade e ética.
]]>Diversos autores já abordaram esse assunto em seus livros, cada um com sua abordagem particular. Vamos conhecer alguns deles:
A história do Cordão de Prata remonta a antigas tradições espirituais, como a filosofia hindu e o espiritismo. Essas tradições acreditam que o Cordão de Prata é formado por um tipo de energia sutil que une o corpo físico ao corpo astral. Durante a projeção astral, o Cordão de Prata se estica e se dilata, permitindo que a consciência se expanda para além dos limites do corpo físico.
A descoberta do Cordão de Prata e da projeção astral despertou o interesse de muitas pessoas ao redor do mundo, principalmente daquelas que buscam uma compreensão mais profunda da natureza da consciência e da existência humana. A projeção astral também desperta o interesse de pessoas que buscam experiências fora do corpo e contato com outras dimensões e seres espirituais.
A mediunidade é outro assunto que está relacionado ao Cordão de Prata. Acredita-se que os médiuns são capazes de se conectar com espíritos desencarnados por meio do Cordão de Prata. Essa conexão é fundamental para a transmissão de mensagens e informações entre o plano físico e o plano espiritual. Alguns médiuns possuem uma capacidade natural de se conectar com o mundo espiritual, enquanto outros desenvolvem essa habilidade por meio de treinamento e prática.
Além da projeção astral e da mediunidade, existem outros assuntos interessantes que abrangem o tema do Cordão de Prata, como a neurociência e a física quântica. Pesquisas recentes mostram que o cérebro humano é capaz de produzir ondas eletromagnéticas que podem ser medidas por meio de equipamentos de neurofeedback. Essas ondas estão relacionadas ao estado de consciência do indivíduo e podem ser influenciadas por práticas de meditação e projeção astral.
Na física quântica, a ideia de uma realidade multidimensional é cada vez mais aceita pelos cientistas. Acredita-se que existam outras dimensões além das quatro que conhecemos (comprimento, largura, altura e tempo) e que essas dimensões podem ser acessadas por meio da projeção astral. O Cordão de Prata seria então a conexão energética que permite essa expansão da consciência para além dos limites do corpo físico.
Em resumo, o Cordão de Prata é um tema fascinante e complexo que abrange diversos campos do conhecimento humano, como a espiritualidade, a parapsicologia, a neurociência e a física quântica. A projeção astral e a mediunidade são apenas algumas das habilidades que estão relacionadas a esse elo energético, que conecta o corpo físico ao corpo astral e permite a expansão da consciência para além dos limites da matéria. Seja qual for a sua abordagem ou interesse, o Cordão de Prata certamente é um assunto que merece ser explorado com curiosidade e mente aberta.
]]>Conhecido como o príncipe dos anjos e o defensor da Igreja, é um arcanjo nas doutrinas religiosas judaicas, cristãs e islâmicas. É sincretizado nas religiões afro-brasileiras com o orixá Exu. Em Pernambuco, é sincretizado com o orixá Oxóssi. É uma referência à sua batalha contra o Demônio.
História e Significado
O nome Miguel significa “quem é como Deus?” e é frequentemente interpretado como uma pergunta retórica que reflete a superioridade divina do arcanjo. Na tradição judaico-cristã, Miguel é considerado um dos sete arcanjos que se aproximam do trono de Deus e é frequentemente referido como o líder dos exércitos celestiais. Ele é mencionado em vários textos bíblicos, incluindo o livro de Daniel e o livro do Apocalipse. Na tradição cristã, ele é conhecido por ter liderado a batalha no céu contra Lúcifer e os anjos caídos. Acredita-se que ele tenha sido enviado por Deus para proteger e guiar os fiéis em sua jornada espiritual.
Miguel é frequentemente associado à proteção, justiça e força. Sua espada flamejante é vista como um símbolo de sua habilidade em cortar através da ilusão e da falsidade, e seu escudo é visto como uma proteção contra as forças do mal. Acredita-se que ele seja um guardião do livre-arbítrio e esteja pronto para ajudar aqueles que pedem sua ajuda na batalha contra o mal.
Na tradição espiritual, Miguel também é visto como um guia e conselheiro, e muitos crentes acreditam que ele pode ser chamado para ajudar na tomada de decisões difíceis ou na superação de desafios pessoais. Ele é visto como um símbolo de coragem, determinação e perseverança, e muitas pessoas invocam sua presença para ajudá-las a superar medos e obstáculos em suas vidas.
Representação Visual
A representação visual de Miguel pode variar, mas muitas vezes ele é retratado como um guerreiro celestial com armadura, asas e uma espada flamejante. Ele pode ser mostrado segurando um escudo com o símbolo da cruz ou com o símbolo “IHS”, que significa “Iesus Hominum Salvator” (Jesus Salvador dos Homens).
Miguel também é frequentemente associado à cor azul, que é vista como uma cor de proteção e força espiritual. Muitas vezes, ele é retratado vestindo roupas azuis ou com um manto azul sobre sua armadura. O azul é visto como uma cor calmante e tranquilizadora, e muitas pessoas usam essa cor em sua meditação ou práticas espirituais para invocar a presença do arcanjo.
A devoção a São Miguel Arcanjo remonta aos primeiros séculos do cristianismo, mas foi no século V que sua popularidade cresceu em todo o mundo. Ele é celebrado na liturgia católica em 29 de setembro, juntamente com os arcanjos Gabriel e Rafael.
São Miguel Arcanjo é frequentemente retratado com armadura e uma espada, representando sua batalha contra o mal. Ele também é retratado com uma balança, simbolizando sua função como juiz das almas. Além disso, São Miguel Arcanjo é frequentemente associado ao fogo, como um símbolo de sua luta contra as forças do mal.
São Miguel Arcanjo é invocado em diversas ocasiões, como para proteção e orientação espiritual. Ele é considerado um defensor dos justos e dos pobres e é venerado por aqueles que procuram ajuda em momentos difíceis. É comum encontrar imagens de São Miguel Arcanjo em igrejas, capelas, casas e até mesmo em tatuagens.
Na cidade de São Miguel Arcanjo, localizada no interior de São Paulo, Brasil, a devoção ao santo é muito forte. Todos os anos, no mês de setembro, a cidade realiza a Festa de São Miguel Arcanjo, uma celebração que reúne milhares de fiéis de todo o país. Durante a festa, ocorrem missas, procissões, shows e outros eventos religiosos e culturais.
Além disso, a Igreja Católica atribui a São Miguel Arcanjo várias orações, como a oração a São Miguel Arcanjo e a Ladainha de São Miguel Arcanjo. Essas orações são frequentemente recitadas em busca de proteção e ajuda espiritual.
Príncipe dos anjos e o defensor da Igreja, São Miguel Arcanjo é invocado para proteção e orientação espiritual e é um símbolo de luta contra as forças do mal.
O arcanjo Miguel é um dos arcanjos mais conhecidos e reverenciados nas tradições espirituais. Sua espada flamejante, armadura e asas são símbolos poderosos de proteção, força e coragem espiritual. Como protetor celestial e guerreiro espiritual, ele é invocado por muitas pessoas em busca de orientação, proteção e força interior. Seu papel na tradição espiritual
]]>Metatron é um dos arcanjos mais intrigantes e misteriosos na tradição espiritual, frequentemente associado com a proteção e orientação divina. De acordo com a tradição judaica e cristã, Metatron é o anjo supremo da guarda e o mensageiro celestial, responsável por transmitir as vontades divinas para os seres humanos.
Origens e História
A história de Metatron remonta ao judaísmo antigo. O nome “Metatron” vem do grego “meta” (depois de) e “thronos” (trono), ou metator que significa “o que está atrás” ou do hebraico “matat”, que significa “vigilante” e refere-se ao fato de que Metatron era originalmente um ser humano que foi elevado à posição de anjo. De acordo com algumas tradições judaicas, Metatron foi originalmente o profeta Enoque, que foi transformado em um anjo após ter uma visão divina. Outras tradições afirmam que Metatron foi criado diretamente por Deus para servir como um dos Seus anjos mais poderosos e próximos.
Metatron é frequentemente associado ao Sephirot da Keter, a mais alta das dez esferas da Árvore da Vida, na Cabala. Na Cabala, Metatron é visto como um guardião e protetor dos segredos divinos e um intermediário entre o divino e o humano. Ele é frequentemente retratado segurando um rolo, simbolizando a sabedoria divina e a conexão com o conhecimento secreto.

A Figura de Metatron
Metatron é frequentemente retratado com asas e um livro, que simboliza sua função como guardião da sabedoria divina. Ele também é frequentemente associado com a luz e o fogo, simbolizando sua conexão com a divindade e a proteção divina.
A representação visual de Metatron pode variar em diferentes tradições religiosas e espirituais, podendo ser retratado como um anjo com um corpo humanoide e asas brilhantes. Ele pode ser mostrado com uma variedade de símbolos, incluindo um rolo de pergaminho, uma espada flamejante, uma estrela de seis pontas ou uma coroa de luz. Em algumas tradições, ele é retratado como tendo vários olhos ou uma aparência radiante e imponente.
Aparições em Livros Sagrados
Embora Metatron não seja mencionado explicitamente na Bíblia, ele é referenciado em vários textos religiosos e espirituais. No livro do Talmud, Metatron é mencionado como um anjo que acompanha Moisés até o Céu para receber os Dez Mandamentos. Ele também é descrito como o anjo da presença, que representa Deus diante dos homens.
Em algumas tradições cristãs, Metatron é associado ao profeta Elias e é considerado o anjo que apareceu para Zacarias no Templo. Na tradição cristã gnóstica, Metatron é visto como uma manifestação do Cristo cósmico e um guardião dos mistérios divinos.
No esoterismo ocidental, Metatron é frequentemente associado à Geometria Sagrada e é visto como um guardião das leis universais e dos padrões divinos que governam o universo. Ele também é frequentemente associado à Coroa da Vida e é visto como um intermediário entre o divino e o humano.
Na tradição judaica, Metatron é conhecido como “o jovem”, em referência à sua juventude celestial. Ele é considerado o guardião dos tronos celestiais e o guardião da porta do céu. Além disso, Metatron é associado à árvore da vida e é considerado um guia espiritual para aqueles que procuram iluminação e sabedoria.
Na tradição cristã, Metatron é frequentemente associado com a transfiguração de Jesus, quando ele apareceu aos discípulos ao lado de Moisés e Elias. Alguns acreditam que Metatron foi o profeta Enoque, que foi levado ao céu por Deus e transformado em um anjo.
Significado
Para muitos, Metatron representa a conexão com o divino e a sabedoria divina. Ele é visto como um intermediário entre o céu e a terra, que pode ajudar a iluminar o caminho para aqueles que buscam a verdade espiritual e a conexão com o divino. Alguns também veem Metatron como um protetor e guia, capaz de ajudar a proteger e orientar as pessoas em suas vidas cotidianas.
Para aqueles que praticam a Cabala e outras tradições esotéricas, Metatron é visto como um guia para ajudá-los a alcançar a iluminação espiritual e a compreensão dos segredos divinos. Seu papel como guardião dos padrões divinos e das leis universais também é visto como uma forma de ajudar as pessoas a encontrar seu propósito e direção na vida.
Alguns também acreditam que Metatron é capaz de ajudar a equilibrar as energias masculina e feminina dentro de uma pessoa, permitindo uma maior harmonia e equilíbrio interior. Sua conexão com a Coroa da Vida também é vista como um símbolo de seu papel em ajudar as pessoas a alcançarem a iluminação espiritual e a conexão com o divino.
Os 13 círculos são frequentemente associados à representação simbólica do Metatron, especialmente em tradições esotéricas. Essa imagem é conhecida como o “Círculo de Metatron”, ou a “Flor da Vida”. É uma figura geométrica que consiste em treze círculos que se interconectam, criando uma forma que se assemelha a uma flor. Acredita-se que essa figura contenha os padrões e proporções fundamentais do universo, e que seja um símbolo poderoso da conexão com o divino e da iluminação espiritual.
Alguns crentes acreditam que a imagem dos 13 círculos é uma representação da estrutura do corpo humano, com cada círculo representando um ponto de energia ou chakra. Acredita-se que a meditação na imagem do Círculo de Metatron possa ajudar a equilibrar as energias dentro do corpo e a promover a conexão com o divino.
Metatron é um personagem fascinante e poderoso que tem sido reverenciado em várias tradições religiosas e espirituais ao longo da história. Sua história e aparições em textos sagrados são variadas, mas seu papel como intermediário entre o divino e o humano é uma constante em muitas tradições. Para muitos crentes, Metatron representa a sabedoria divina, a conexão com o divino e a orientação espiritual, tornando-o uma figura importante e significativa na espiritualidade contemporânea.
]]>Para alcançar a verdadeira riqueza, é preciso aprender a lidar com o dinheiro de forma consciente e entender que ele é uma energia que está sempre em movimento. Ser rico não significa apenas ter dinheiro, mas também outros bens que contribuem para a felicidade e realização pessoal. Muitos livros ensinam como transformar dinheiro em mais dinheiro, mas é importante questionar a verdadeira natureza da divindade à qual se sacrifica. O dinheiro é um símbolo de energia que nos liga aos objetos de nossos desejos, mas ele não é uma coisa, e sim uma transação, uma transferência, uma troca. Compreender que o dinheiro é apenas um meio para o intercâmbio de energias e valores humanos é o primeiro passo para resolver o “problema” do dinheiro em nossa vida. A relação com o dinheiro reflete com precisão o nível de nosso desenvolvimento espiritual e pode se tornar um aliado e até um professor no caminho espiritual, se compreendermos sua verdadeira natureza. Como toda energia, o dinheiro não tem consciência moral, e cabe a nós conferir-lhe moralidade através do uso que fazemos dele.
A consciência da prosperidade é a criação e o desenvolvimento de uma nova mentalidade que busca entender que o dinheiro é apenas uma forma de utilização da riqueza. A verdadeira abundância é a consciência da totalidade, da unicidade e da qualidade, e não a consciência da separatividade, da multiplicidade e da quantidade. Uma das primeiras etapas para a conquista dessa consciência é o despertar do sentimento de gratidão por tudo que já possuímos, em vez de nos concentrarmos naquilo que nos falta. Em segundo lugar, devemos entregar nosso projeto de vida a um Poder Maior do que nós mesmos, mas isso não significa que devemos ser passivos em relação a ele. Devemos nos esforçar para alcançar nossos objetivos e estar atentos às oportunidades que surgem. O pensamento positivo também é fundamental para a consciência da prosperidade, pois a qualidade do nosso pensamento determina não só a criatividade, mas também o sucesso ou o fracasso de nossos projetos financeiros.
A técnica de visualização é uma maneira eficaz de transformar padrões mentais negativos e reprogramar a mente inconsciente. Segundo Shakti Gawain em seu livro “Visualização Criativa”, existem quatro passos básicos para a consciência da prosperidade:
Apesar de serem ferramentas poderosas, é importante lembrar do ditado sábio: “Cuidado com o que deseja, pois pode se tornar realidade”. É necessário examinar cuidadosamente as implicações morais de seus desejos e verificar se eles realmente correspondem às suas necessidades. Conseguir algo importante, mas não realmente necessário, pode simplesmente adicionar mais peso ao fardo que você já carrega.
O conceito de viver bem não se resume a ter mais dinheiro ou posses. Caso você não tenha dinheiro suficiente, existem duas soluções: aumentar sua renda ou simplificar sua vida. A tendência atual em países desenvolvidos é seguir a segunda opção.
Richard Gregg, filósofo e discípulo de Gandhi, explica que a simplicidade voluntária envolve tanto condições externas quanto internas. Isso significa ter simplicidade de propósitos, honestidade consigo mesmo, evitar distrações do mundo e posses irrelevantes, além de controlar seus desejos e organizar sua vida para um propósito definido.
Gandhi levou a simplicidade ao extremo, comparecendo a um encontro com o rei da Inglaterra vestido apenas com um pano branco. Ele entendia a verdadeira natureza do dinheiro e sabia usá-lo adequadamente. O problema não é o dinheiro em si, mas o amor desmedido por ele e a crença equivocada de que ele é a chave para a felicidade.
Conforme a sabedoria do Talmude judaico, o verdadeiro homem rico é aquele que está satisfeito com o que possui. Viver bem não se trata de acumular bens, mas de encontrar satisfação e propósito na vida, independentemente do dinheiro que se possui.
O livro “As Sete Leis do Dinheiro” de Mike Phillips apresenta uma abordagem sobre como lidar com o dinheiro de maneira saudável. As sete leis que o autor destaca são fundamentais para uma relação equilibrada com a ilusão monetária:
Para correntes metafísicas, as mudanças são parte das leis cósmicas divinas. Nesta reflexão, vamos falar sobre um tema que tem sido discutido em grupos que falam sobre a Transição Planetária.
Há anos, temos nos atualizado sobre mudanças que podem causar uma grande guinada em comportamentos sociais. Mas gostamos especialmente dos fenômenos que ocorrem “nos bastidores”! E entre as várias possibilidades de elementos que descrevem essa guinada, uma nos chamou muito a atenção: as alterações nos padrões das Ressonâncias Schumann.
Sim, é isso mesmo, estamos presenciando mudanças significativas nos “batimentos cardíacos” do Planeta Terra (ou Gaia, como é conhecido por alguns).
Esse apelido carinhoso foi dado por alguns pesquisadores e canalizadores, porque essa ressonância foi descoberta em 1952 pelo físico alemão Winfried Otto Schumann, que observou o comportamento de ondas em uma camada da atmosfera, a cerca de 100 km da superfície até a parte da ionosfera.
Nessa camada, foi observado um campo elétrico com uma variedade de ondas que, quando combinadas de forma adequada, criam uma ressonância. Desde então, os cientistas descobriram que variações nas ressonâncias correspondem a mudanças em aspectos climáticos e na atividade magnética da Terra. E, especialmente, quando ocorre um evento de mudança de comportamento na atividade solar, isso afeta a ressonância Schumann.

Neste texto, não estamos nos propõe a descrever detalhadamente os aspectos científicos da Ressonância Schumann (que chamaremos de “RS” daqui para frente), mas alguns detalhes são importantes para entender a incrível relação que ela tem com as mudanças que estão acontecendo.
Experimentos mostraram que a frequência fundamental dessa ressonância é de aproximadamente 7,8 Hz (hertz), e as frequências harmônicas superiores são 14, 20, 26, 33, 39, 45 e 51 Hz. Essa frequência fundamental permaneceu praticamente inalterada por um longo tempo, assim como as outras. Entretanto, nas últimas décadas, essas harmônicas começaram a mudar.
Para facilitar a compreensão do que está acontecendo, podemos usar uma metáfora: imagine um coral cantando baixo com a mesma entonação por um longo tempo. Agora, o regente do coral pede para que eles alterem e aumentem a entonação, mas não por um longo período, apenas quando o regente pede, e nem todos os integrantes do coral. Então, nos últimos cinco anos, a RS começou a “cantar” de forma diferente, entoando mais alto e com integrantes entoando mais alto de forma mais frequente.
Podemos verificar isso por meio dos gráficos que mostram os picos de ondas, como o exemplo abaixo. No gráfico, as barras verticais identificam os picos de intensidade em hertz (eixo da esquerda) e a qualidade da amplitude (eixo da direita). A barra horizontal inferior mostra o horário dos picos, dependendo da localidade do instituto no qual foi aferida a medição. Especialmente a partir de 2017, as harmônicas da RS começaram a intensificar-se, principalmente na qualidade das amplitudes, em especial nas harmônicas 2, 3 e 4, que têm picos que chegam a superar, em algumas situações, os 100 Hz.

De acordo com alguns pesquisadores, esse aumento se deve a vários fatores, todos praticamente relacionados com a Transição Planetária, como mudanças climáticas e tectônicas do planeta e atividades solares diferentes. Alguns especialistas, como o Dr. Joe Dispenza, acreditam que o aumento de picos da RS tem um grande impacto na influência do nosso nível de consciência, pois “aumentos na frequência (picos da RS) criam aumentos na consciência”. À medida que a Terra passa por sua metamorfose, talvez tenhamos que passar por um período de intensidade emocional relacionada às ondas cerebrais beta antes de entrarmos em uma nova consciência de estados de ondas cerebrais gama.
Em resumo, quando a Terra “canta” de forma diferente, nosso estado mental e emocional acompanha, o que é espetacular. Podemos até contribuir para cocriar uma “canção” junto com Gaia para mudar a realidade para algo totalmente novo, incrivelmente lindo, harmônico e equilibrado. Na parte 2 do texto, abordaremos as consequências dessa “nova canção” para o mundo atual e o que podemos fazer para “entrar no coral” da “Nova Terra”.
Foi constatado que a Ressonância Schumann (RS) tem apresentado picos de maior amplitude em algumas harmônicas, principalmente nos últimos dois anos. Esses picos estão acompanhados de um aumento da consciência individual e coletiva, de acordo com os estudos do Dr. Joe Dispenza. Grupos espiritualistas, metafísicos e científicos mostram evidências de que estamos no apogeu da Transição Planetária, que é evidenciada por outras alterações além dos aumentos da RS, como anomalias, mudanças climáticas repentinas, dentre outras.
A alteração da RS está afetando o todo e muitos pesquisadores encontraram evidências que a saúde e o comportamento humanos são afetados pelas mudanças nas RS. As variações da RS estão interconectadas com os ciclos biológicos humanos, como as funções do cérebro e do coração, além da melatonina. Nos últimos anos, muitas pessoas têm apresentado sintomas que podem ter origem nestas mudanças planetárias, especialmente na RS, como pressão alta, distúrbios de sono, problemas digestivos, entre outros.
Em resumo, podemos ver que a Ressonância Shumann tem uma grande influência no nosso planeta e em todos os seres vivos que nele habitam. As mudanças na RS podem afetar nosso corpo, mente e espírito, e muitas pessoas ao redor do mundo estão começando a perceber os efeitos dessas mudanças. Mas não precisamos ser vítimas dessas mudanças. Podemos aprender a trabalhar com elas e usar essa energia para aumentar nossa consciência e melhorar nossa saúde e bem-estar.
A ciência tem mostrado que campos magnéticos próximos a 8Hz podem ter um efeito positivo na nossa saúde. Isso significa que podemos nos beneficiar da energia da RS se aprendermos a sintonizar com ela. Existem muitas práticas espirituais e de cura que podem nos ajudar a fazer isso, como meditação, yoga, tai chi, acupuntura e outras.
Além disso, podemos trabalhar juntos como uma comunidade global para elevar a consciência coletiva e ajudar a trazer mais paz, amor e harmonia ao mundo. À medida que nos tornamos mais conscientes das energias sutis que nos cercam, podemos aprender a trabalhar com elas para criar um mundo melhor para todos.
]]>Em seu livro “O Poder do Agora”, o autor Eckhart Tolle descreve o poder metahumano como uma capacidade para transcender nossos estados mentais habituais e entrar em um estado de presença pura. Ele afirma: “Quando você entende e aceita isso, começa a sentir a energia do seu verdadeiro poder metahumano. Ele reside no seu interior, não na sua mente”.
Outro autor que fala sobre o poder metahumano é Tony Robbins, que escreveu o livro “Desperte o Gigante Interior”. Robbins acredita que, como seres humanos, temos um potencial ilimitado para alcançar nossos objetivos e superar desafios. Ele afirma: “A chave para desbloquear o poder metahumano é acreditar em si mesmo e em sua capacidade de realizar grandes coisas”.
Além disso, a neurociência também tem demonstrado que temos um grande poder metahumano. Em seu livro “O Cérebro de Buda”, o autor Rick Hanson explica que podemos treinar nosso cérebro para desenvolver habilidades como compaixão, empatia, resiliência e gratidão. Ele afirma: “Ao cultivar essas habilidades, podemos fortalecer nossas redes neurais positivas e mudar a maneira como nosso cérebro processa informações”.
Outra habilidade que faz parte do poder metahumano é a intuição. Em seu livro “Intuição”, o autor Osho descreve a intuição como uma habilidade que todos possuem, mas poucos sabem como usá-la de forma eficaz. Ele afirma: “A intuição é o poder metahumano que nos permite ver além das aparências e captar a verdadeira essência das coisas”.
Em resumo, o poder metahumano que possuímos como seres humanos é uma habilidade incrível que nos permite transcender nossas limitações e alcançar grandes objetivos. Como afirmam autores como Eckhart Tolle, Tony Robbins, Rick Hanson e Osho, essa habilidade reside em nossa capacidade de acreditar em nós mesmos, cultivar habilidades positivas e aprender a usar nossa intuição de forma eficaz. Ao reconhecer e desenvolver nosso poder metahumano, podemos transformar nossas vidas e o mundo ao nosso redor.
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