bold-photography foi accionado demasiado cedo. Isto é normalmente um indicador de que algum código no plugin ou tema está a ser executado demasiado cedo. As traduções devem ser carregadas na acção init ou mais tarde. Por favor veja Depuração no WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home2/cienc927/public_html/wp-includes/functions.php on line 6260Principalmente, a Merkaba é vista como um campo de luz rotacional composto por formas geométricas sagradas, que eleva a consciência para além do plano físico. Essa capacidade de “construir” ou “ativar” o campo ao nosso redor permite acessar lugares e informações em dimensões além do tempo e do espaço. Além disso, trata-se não apenas de um conceito espiritual, mas também de uma prática que visa equilibrar o corpo físico, tratar doenças e alinhar os corpos sutis.
No que diz respeito à sua origem e significado, no misticismo judaico, especialmente dentro da tradição cabalística, a Merkaba refere-se à “Carruagem Divina” mencionada no Livro de Ezequiel na Bíblia. Nesse relato, o profeta descreve uma visão de uma carruagem celestial composta por quatro criaturas viventes, cada uma com quatro faces e quatro asas, movendo-se de maneira sincronizada. Entende-se como um símbolo que permite alcançar a compreensão divina e a presença de Deus.
Na tradição esotérica, a Merkaba é vista como um veículo de luz espiritual usado para promover a ascensão espiritual e a transformação pessoal. É frequentemente visualizada como uma estrela tetraédrica que gira em alta velocidade ao redor do corpo. Ele cria um campo de energia capaz de transportar a consciência para outros níveis de realidade. Drunvalo Melchizedek que compartilha técnicas específicas de meditação para ativar a Merkaba, com a crença de que ela pode proporcionar proteção, cura e transformação aos praticantes.
A ativação da geometria sagrada dos campos da Merkaba é alcançada através da projeção mental, visualização criativa ou contemplação das formas naturais. Isso permite criar mudanças de luz e frequência ao nosso redor, para nos proteger das baixas vibrações que existem ao redor da Terra.
A geometria sagrada reflete a perfeição universal e contribui para a restauração da harmonia em todos os níveis e dimensões, promovendo a cura. Ela manifesta padrões que buscam equilibrar e harmonizar a experiência humana e cósmica.
A prática da meditação Merkaba envolve visualizações detalhadas e técnicas de respiração destinadas a ativar o campo de energia ao redor do corpo. O objetivo principal é alinhar os chakras, purificar o corpo energético e expandir a consciência. Muitos praticantes relatam experiências de profunda paz, aumento da percepção espiritual e uma sensação de conexão com o universo. As etapas básicas geralmente incluem:
Entretanto, lembre-se que o Amor é a chave mestra, vibre o amor. Tudo é possível com seu coração vibrando em puro amor. Eleve seu amor-próprio, seu amor incondicional total pelo seu eu e por toda vida, e ouça seu coração!
Nesse sentido, a Merkaba é rica em simbolismo, representando a integração de diferentes aspectos do ser humano – o físico, o mental, o emocional e o espiritual. Em diversas tradições, a Merkaba é reconhecida como uma ferramenta para o despertar espiritual e a alcançar um estado elevado de consciência. Além disso, ela está associada à geometria sagrada, um campo que investiga os padrões e formas geométricas fundamentais vistos como a base da criação do universo.
Para encerrar, a Merkaba, vista tanto como uma carruagem divina, um veículo de luz ou uma ferramenta de meditação, oferece uma via para a exploração espiritual e a transformação pessoal.Assim, sua prática requer dedicação e uma mente aberta, permitindo aos praticantes acessarem níveis mais profundos de compreensão e conexão com o divino. Por fim, apesar das variações nas interpretações e métodos, a essência da Merkaba continua a ser um testemunho da busca humana por significado, transcendência e união com o cosmos.
A Pedra Filosofal é, portanto, muito semelhante ao símbolo da rosa e da cruz (onde a cruz representa o corpo e a rosa representa o desdobramento da consciência do indivíduo).
Na idade média ela era tida como o Santo Graal e tornou-se não só a chave para a transmutação dos metais básicos em ouro, mas também guardava o segredo da vida eterna, a cura de todas as doenças e o caminho para a perfeição espiritual.
Acredita-se que a pedra filosofal transforma metal em ouro e curava doenças – seu significado real é a pureza e imortalidade.
Na modernidade, entre outras coisas, a Pedra também ganhou conceitos como “Iluminação”, “Consciência Cósmica”, “Cálice Sagrado”, etc.
Os alquimistas acreditavam que o ouro era um metal perfeito por causa de seu brilho e resistência à ferrugem.
No verdadeiro sentido: ouro significa buscar espiritualidade. Seu símbolo consiste em um triângulo que representam sal, enxofre e mercúrio, o quadrado que representa os quatro elementos e o círculo que representa o conceito de unidade.
Esses termos ― Mercúrio, Enxofre e Sal ― são apenas “códigos” usados para definir o espírito, a alma e o corpo das substâncias.
O Enxofre alquímico é a alma de qualquer material, ou, a consciência da matéria. É o princípio ardente, ativo, solar, masculino que dá a uma substância suas propriedades ativas em relação a outras subtâncias.
Nas obras alquímicas, o Mercúrio é o Espírito das coisas, sejam elas vegetais, metais ou psicológicas. Tendo Espírito como a parte não-física de uma pessoa, sede de suas emoções e caráter. Princípio aguado, passivo, lunar, feminino que representa a essência oculta e fonte criativa de vida que existe em todas as coisas.
Na Alquimia, o Sal simboliza o corpo físico e a matéria do qual a alma e sua força vital funcionam. O Sal representa a fixação, a materialização e a formação de corpos, e incorpora essas características que associamos à ideia de massa ou matérias.
Esta Pedra, uma vez adquirida, daria ao seu dono uma série de “poderes especiais”, entre eles a “transmutação da matéria”, o “elixir da vida eterna”, a “panaceia universa”l e o “poder de criação do homúnculo”.
Transmutação da Matéria: O famoso “transformar chumbo em ouro” é uma forma de descrever a ascensão da consciência a níveis mais nobres. Significa a elevação da consciência vulgar a níveis mais elevados. É equivalente ao processo de iluminação budista ou de santificação cristã.
Panaceia Universal: Também chamado de Azoth, é um remédio que cura todas as doenças físicas, mentais e espirituais. Significa que todo os males do ego são obliterados pela imensidão da Consciência Cósmica.
Uma consciência elevada por definição está acima dos apegos e dos sofrimentos próprios da personalidade abandonada em sua ignorância.
Elixir da Eterna Juventude: Poção da vida eterna. Enquanto a Panaceia Universal garante uma boa vida, o Elixir da Eterna Juventude garante que esta vida não terá fim. Significa que a Consciência Cósmica conduz à percepção da imortalidade na medida em que a identificação vulgar com o corpo e com a mente são transcendidos. Velhice e morte tornam-se conceitos ultrapassados.
Criação do Homúnculo: Criação de uma vida humana no laboratório. Significa a construção de um novo ser com o alquimista como arquiteto da sua própria existência. No processo alquímico, o antigo eu dá origem e lugar a uma nova forma.
A Pedra Filosofal é o objetivo maior por trás da Alquimia. Apesar das lendas atribuírem à Alquimia uma origem mais antiga (Antigo Egito) que os historiadores (Século I e II), a ideia de Pedra Filosofal originou-se com os alquimistas de Alexandria.
A saúde seria o equilíbrio e a doença seria o desequilíbrio de todas as energias presentes no ser humano, tanto no corpo físico como espiritual. Na alquimia não existe matéria morta e todas as substâncias, animal, vegetal ou mineral, são dotadas de vida e movimento, ou seja, possuem suas energias características.
Segundo Hermes Trimegistro em sua frase: “O que está em cima é semelhante ao que está em baixo”. Tudo o que existe material ou espiritual constitui uma unidade. O mundo terreno é constituído pelos mesmos componentes que o mundo celeste.
O símbolo alquímico do ouroboros, que é a figura de uma serpente mordendo a própria calda formando um círculo, representa estas constantes transformações em que nada desaparece nem é criado, tudo é transformado como o princípio da conservação de energia, ou a primeira lei da termodinâmica.
Na maçonaria, no rito chamada Câmara de Reflexão, o candidato à iniciação permanece, em meditação, antes da cerimônia, representa o útero (da terra), do qual o candidato nasce para uma nova vida, representa a “prova da terra”, um dos quatro elementos aristotélicos. Nela, entre diversos símbolos representativos da espiritualidade e do valor da vida honrada, encontram-se as substâncias necessárias à Grande Obra — sal, enxofre e mercúrio — para lembrar, ao candidato, que ele deve percorrer o caminho do conhecimento para chegar ao aperfeiçoamento espiritual e moral, que é a Grande Obra da vida.