bold-photography foi accionado demasiado cedo. Isto é normalmente um indicador de que algum código no plugin ou tema está a ser executado demasiado cedo. As traduções devem ser carregadas na acção init ou mais tarde. Por favor veja Depuração no WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home2/cienc927/public_html/wp-includes/functions.php on line 6260Algumas pessoas têm interpretado alguns princípios da física quântica, como a superposição quântica e a interação quântica, como tendo implicações para a consciência e a espiritualidade. Essas interpretações geralmente são chamadas de “física quântica espiritual” ou “física quântica new age” e não são amplamente aceitas pela comunidade científica.
Em resumo, enquanto a física quântica é uma área da ciência com base em evidências e princípios científicos, o espiritualismo é uma coleção de crenças e práticas baseadas em mitos e superstições. Embora possa haver alguma semelhança superficial entre alguns conceitos dos dois campos, eles não têm relação direta.
Algumas das semelhanças superficiais entre alguns conceitos da física quântica e do espiritualismo incluem:
Fredric W. H. Myers, criador da Sociedade para Pesquisa Psíquica, usou pela primeira vez a palavra ‘telepatia’ em 1882, substituindo expressões como “transferência de pensamento”.
A telepatia é considerada uma forma de percepção extrassensorial ou anomalia cognitiva, e é frequentemente relacionada a vários fenômenos paranormais, tais como premonição, clarividência.
Esta expressão provém do idioma grego – ‘tele’, com o sentido de distância; e ‘patheia’, sentimento.
Na década de 1980, experimentos em física quântica demonstraram a existência de um universo que não é composto apenas de matéria. Este universo mantém um nível em que a energia e a informação não sofrem os limites de espaço e tempo da física clássica.
Na física quântica vemos que as partículas possuem um ‘emaranhamento’, ou uma forma de memória entre si, que as mantém unidas, mesmo a longas distâncias. A presença desse campo de interferência não é nada mais do que a constatação de uma forma ‘material’ de relações psíquicas, o que vem comprovar a possibilidade física de comunicações telepáticas.
Funciona assim: quando duas coisas quânticas (elétrons, fótons) entram em contato, por mais que elas se afastem no espaço, guardam uma conexão entre si. É como se continuassem sendo uma unidade.
A consciência, portanto, pode ser vista como um “campo”, assim como é com a matéria. A telepatia e a psicocinese, portanto, poderiam ocorrer quando um indivíduo desenvolve a capacidade de acessar este campo da consciência de alguma forma, com algum propósito.
Em acréscimo, considerando perspectivas religiosas, a consciência humana pode experimentar a presença de outros seres e comunicar-se com eles, a partir de intuições místicas, o que representa um testemunho concreto de como podemos vivenciar situações telepáticas, sem muitas peripécias de laboratório.
Os efeitos etéricos causados por tais experiências são facilmente comprovados, através das orações e dos supostos `milagres`.
Sem dúvida, a presença da consciência no ser humano é algo extraordinário, foi só as pesquisas se aprofundarem pela mão genial de EINSTEIN, JOHN WHEELER e tantos outros físicos notáveis, viu-se o saber ultrapassar as barreiras da realidade física, passando a considerar o fato de que a consciência é fator responsável pela constituição do Universo.
No hermetismo, toda manifestação do pensamento, emoção, raciocínio, vontade e desejo, qualquer condição ao estado são acompanhados por vibrações. É uma posição das quais expedidas e tende a afetar a mente de outras pessoas por indução, esse é o princípio que produz os fenômenos de telepatia.
Todos os pensamentos, todas as emoções ou estados mentais têm seu grau e padrão de vibração. E pela vontade humana ou pelo esforço de outras pessoas, esses estados mentais podem ser reproduzidos, assim como o tom da música pode ser reproduzido até certo ponto pela vibração de um instrumento musical, assim como as cores podem ser reproduzidas da mesma maneira.
Ao compreender o princípio da vibração e compreender a Lei Hermética aplicada aos fenômenos mentais, você pode polarizar sua mente na extensão que desejar, de modo a dominar perfeitamente seu estado mental, as disposições, etc.
Einstein chamou isso de “efeito fantasmagórico à distância”. Esse efeito, cuja existência é comprovada, ainda é inexplicável pela ciência, e hoje é conhecido como “Entrelaçamento Quântico”.
O conhecimento da geometria permite medir o cosmo e mapear seus movimentos, como uma dança de esferas e espirais.
Fica estabelecido que existe uma harmonia entre o plano físico, o plano mental e o plano espiritual.
O que encontramos em nosso exterior é um espelho daquilo que temos interiormente; assim como o que temos em nosso interior é refletivo ao nosso redor, exteriormente. Como tal, é importante o controle dos pensamentos conscientes. Desta forma, ao manterem-se pensamentos direcionados para um objetivo, a realidade do mundo exterior refletir-se-á nesse sentido.
Se o micro reflete no macro, as ações diárias pequenas que fizermos refletirão no Todo e na sociedade. Nossas pequenas atitudes tem poder – o poder de mudar o mundo.
A consciência deste fato faz com que nos conheçamos melhor e tomando conhecimento do que está a nossa volta faz com que nos corrijamos automaticamente o nosso interno, caminhado assim, no sentido da evolução. Cada um fazendo sua parte, o planeta se regenera mais rápido, como que em um ‘Efeito Borboleta’ (Teoria do Caos).
Assim, os pensamentos e as imagens que temos em nossa consciência começam a se manifestar, em muitos casos de maneira inconsciente, em nossas circunstâncias externas.
A mente aceita tudo do jeito que é, tem dificuldade para distinguir entre a ilusão, a fé e a substância real. Magnetiza a interpretação com o fato e começa a recriar exatamente aquilo no qual mais nos focamos.
Como nas relações de causa e efeito, que são um dos principais alicerces da física clássica, ou princípio de ação e reação.
O mundo interior é a causa, o mundo exterior é o efeito. Para mudar o efeito, é preciso mudar a causa. Se há desordem e destruição no seu mundo exterior, isso significa que há desordem e destruição no seu mundo interior. Se há pouco amor no seu mundo exterior, é provável que também não haja muito amor no seu mundo interior.
A menos que você aprenda a enfrentar suas próprias sombras, você continuará enxergando-as nos outros, porque o mundo exterior é somente um reflexo do mundo que está dentro de você.
Assim se dá a importância do Autoconhecimento perante todas as vidas e o quão benéfico é sermos seres com consciência, pois devido a tal fator, temos o poder de corrigir nosso erros, assim como corrigir os erros da Terra e de todo o meio a qual vivemos.
O Princípio do Mentalismo é a primeira das 7 Leis Universais de Hermes Trismegistus. O Princípio do Mentalismo, que enuncia que a “matéria emana da mente”, habilita o indivíduo a compreender prontamente todas as leis do Universo Mental e a aplicá-las para a sua própria felicidade e o seu avanço pessoal. O Mentalismo propõe que o indivíduo pode ser levado a conhecer a verdadeira natureza da sua própria Força Criadora, que é inconsciente. Basicamente a ideia de que tudo que está a nossa volta e a nossa própria existência, existe a partir de nós e não do mundo exterior. De acordo com este princípio, o Universo é uma criação mental do Todo, existindo em nossa mente.
De acordo com o Mentalismo Hermético, toda a Energia e a Matéria que compõe o ambiente surgem através da mente do indivíduo (ente), sendo que as mesmas são subordinadas ao Domínio da Mente do Ente. O Ambiente seria o “ambíguo do ente”, ou o espelho desse ente, e seria criado ao ser emanado do mesmo, ou da sua mente. Equivale a dizer, assim como a Tradição, que a “Realidade Material é uma ilusão”.
A alquimia mental, se refere ao ato de mudar e transformar os próprios estados e condições mentais, assim como influenciar os dos outros. Este processo pode alterar nossos pensamentos e crenças, expandindo a mente e mudando nossas vidas.
Ao fazer isso, é possível ter resultados instantâneos e benéficos em sua vida atual, fornecendo recursos para navegar com mais eficiência. Pode ser um desafio mudar suas crenças, mas é um processo que vale a pena.
Toda a realidade externa é baseada em ideias e conceitos. Na vertente da física quântica, o mentalismo significa que o mundo físico se reduz a padrões e conexões potenciais entre concentrações de matéria e energia, que podem ou não se formar – dependendo da introdução da consciência. A Lei do mentalismo coloca a consciência sobre a matéria e a energia. O princípio mental se aplica a todos os planos, pois todos são mantidos na mente do TODO.
Nós vivemos e nos movemos dentro da natureza mental do universo. Sendo então a natureza do universo mental, a mente está na origem de todas as coisas.
Tudo que existe manifestado faz parte da criação mental do Todo, que é a essência de todas as manifestações e aparências que podemos conhecer, além do plano material, de nossos sentidos, dos fenômenos naturais, dos diferentes campos de energia e tudo mais que possa existir no Universo.
O “Todo” engloba tanto aquilo que compreendemos e vemos como o que não compreendemos ou não vemos.
Aquele que estuda este princípio universal pode também aplicá-lo para dominar a sua própria realidade. O poder da mente age como uma “chave-mestra” que pode, portanto, “abrir as diversas portas do templo psíquico e mental do conhecimento” de modo que se alcance a illuminação, o domínio de si mesmo e consequentemente a felicidade.
]]>Após se casar, com 17 anos, com Nikifor Vladimirovich Blavatsky, um oficial militar russo e vice-governador da província de Eriyan, uma área que inclui partes da Armênia, Turquia e Azerbaijão modernos. por formalidade e tradição da família, casou-se porém não encontrou a felicidade que desejava, e através da sua emancipação partiu iniciando uma viagem sozinha. Peregrinou pela Asia, Afria, extreno oriente médio, próximo a Europa e nas Americas.
Em 12 de agosto de 1851, aos 20 anos, Blavatsky teve sua surpresa onde contemplava encantada uma comitiva de príncipes indianos em visita a sede do império britânico, um dos delegados indianos se dirigiu a ela. Ela o reconheceu de suas visões de infancia> o oriental alto de olhos penetrantes. O homem indiano, aparentando uns 40 anos, de aparência venerável de um pouco mais de 2 metros de altura havia nascido em Punjab na India, e era conhecido como Mestre Morya.
Ele Revelou a Blavtsky seu proposito de vida e por que ela havia sido escolhida pela hierarquia oculta, selada desde sua infância. Iniciou um treinamento místico a qual ele foi a razão de suas inúmeras viagens pelo mundo.
Tratando-se de uma fase preparatória, suas faculdades psíquicas e poderosas foram postas sob seu controle e entendimento. Foi treinada nos maiores arcanos do conhecimento esotérico. Encontrou um grupo de adeptos espirituais, os ” Mestres da Sabedoria Antiga”, ou Mahatmas. Se deslocou para o Tibet e Lá, ela permaneceu por 3 anos em treinamentos. Foi considerada a primeira mulher ocidental a entrar no proibido país. Treinada para desenvolver uma compreensão mais profunda da síntese de religião, filosofia e ciência; foi submetida a provas, uma vez que o conhecimento, guardado com muito zelo, não era distribuído abertamente para ‘qualquer um’, pois acreditavam que aquele conhecido em mãos erradas poderia fazer mal não apenas a pessoa quanto a sociedade. Lá, ela e seu “Mestre” indiano, Morya, ficaram com o “Mestre” Koot Hoomi. Ela também afirmou ter estudado com monges NO mosteiro tibetano, E APRENDIDO a misteriosa língua Senzar – que ela associou ao continente perdido de Atlântida.
Estudou manuscritos antigos em sânscrito tibetano, recebeu apoio de seus mestres, de varias nacionalidades da grande fraternidade branca, além de seu mestre pessoal. Considerada pronta, após números anos de preparação, foi enviada de volta ao ocidente, cujo propósito era cumprir com sua responsabilidade e missão.
Depois de voltar para casa e embarcar em novas viagens, Blavatsky chegou à cidade de Nova York em 1873. Ela se tornou amiga do jornalista Henry Steel Olcott e chamou a atenção do público como médium espírita. Dizia ter a missão de divulgar o mundo espiritual para o Ocidente.
Recebeu ordens de mostrar ao publico a verdade sobre os fenômenos espiritas de fato, conseguia reproduzir todos os fenômenos espiritas, mas oferecia explicação esotérica para os fenômenos a qual residia no próprio homem e não nos mortos.
Filosofos viam nela o gênio da filosofia, Ocultistas reconheceram nela uma mestra única. Todas as ciências ocultas não só eram por ela conhecida, como podiam demonstrar por maravilhosos fenômenos tudo que afirmava. Suas inúmeras comparações a uma mesma identidade falava de sufismo como centro do islamismo, da cabala como centro do judaísmo, da dignose como centro do cristianismo, da mística dos vedas como centro do hinduísmo, como o budismo. Explicava ainda o yoga em termos profundos e o comparava com o saber de velhas regioes nórdicas do ocidente.
Seu conhecimento era graças aos mestres que a instruíram e que por sua vez estava na hora de abrir um pouco as portas daquele ocultismo. Desse fato, surgiu a sociedade teosófica em 8 de setembro de 1875 fundada por Blavatsky, Olcot e William. A palavra “teosofia” é baseada nas palavras gregas theos e sophia e, portanto, significa “sabedoria dos deuses” e cujo lema, o qual foi traduzido do sânscrito Satyan nasti para Dharmah – “Nenhuma religião é superior a verdade” A palavra Dharma foi traduzida como religião, mas também significa, entre outras coisas, doutrina, lei, dever, direito, justiça, virtude. Assim, num sentido mais amplo, o lema da Sociedade Teosófica afirma que não há dever ou doutrina superior à Verdade
Construiram sua sede na India. Em 1877, ela publicou “Isis sem veu”, que se tornou um bestseller, um livro cujo proposito foi de delinear sua visão do mundo esotérico. Este enorme volume revelaria os “mistérios antigos” que, ela afirmava, terem sido revelados a ela no Tibete . Associando a estreitamente as doutrinas esotéricas onde explica os sete corpos sutis do ser humano e sua ligação com as sete raças e os sete chakras difundida nos livros de blavatsy que hoje torno-se vários volumes.
Em 1879, Helena começou uma temporada de seis anos vivendo na Índia. Fez tanto sucesso que, em 1885, dos 121 escritórios da sociedade teosófica no mundo, 106 estavam na Índia e nos arredores.
Em 1880, ela e Olcott se mudaram para a Índia, onde a Sociedade se aliou ao Arya Samaj , um movimento reformista hindu . Nesse mesmo ano, ela e Olcott se tornaram as primeiras pessoas dos Estados Unidos a se converter formalmente ao budismo Apesar da oposição da administração britânica, a Teosofia se espalhou rapidamente na Índia, mas experimentou problemas internos depois que Blavatsky foi acusado de produzir fenômenos paranormais fraudulentos. Com a saúde debilitada, em 1885 ela retornou à Europa, estabelecendo a Loja Blavatsky em Londres. Ali, publicou A Doutrina Secreta, um comentário sobre o que ela alegou serem antigos manuscritos tibetanos, bem como dois outros livros, A Chave para a Teosofia e A Voz do Silêncio.
Numa época em que ainda se acreditava que algumas raças eram mais inteligentes que outras, sua doutrina pregava a irmandade universal. Quando ela viveu na Índia, o país era colônia britânica. Pois afrontou as autoridades ao falar a favor das religiões locais. Helena Petrovna Blavtksy morreu em 8 de maio de 1891, na Inglaterra, seu ultimo destino. Helena falava sete idiomas e conheceu dezenas de países. Sua teoria espiritual se apoiou em todas essas tradições diferentes.
Blavatsky foi uma mulher maravilhosa, tinha poderes psíquicos, muita coragem e dedicou sua vida a demonstrar os poderes latentes no ser humano de amor, compaixão, solidariedade, amizade. Fora uma Grande propagadora de conhecimentos ocultos no ocidente.
Uma das obras de relevância da autora é a “Doutrina Secreta”, a qual foi baseada em um dos manuscritos mais antigo do mundo, o “Livro de Dzyan”, Esse livro conta que antes da existência do universo, cerca de 3 bilhoes de anos, existiam seres inteligentes, seres que não possuíam ossos e tinham condições de se replicarem por si só, conhecidos por nossas historias de ficção como ‘gigantes’, mas um dado momento desapareceram. Com o tempo surgiram outros novos seres inteligentes e novos mundos. O conteúdo do livro abrange uma diversidade de conhecimentos de difícil aceitação, porém pode se dizer além de nosso entendimento ou mesmo NÃO COMPROVADOS pela ciência.
Segundo relatos, um investigador retirou fragmentos do livro antes que ele fosse removido para o Tibete, e lá constava que “A raça dos seres vindos das estrelas, os “Iniciados”, denominavam a si mesmos CAINA ou INCA, e chegaram a reger os passos da humanidade. Logo voltaram a seus refúgios sbterraneos para seguir manejando até nossos dias os vacilantes passos de um mundo em decadência que é a Terra.” Coronel Olcott” e coincidentemente, a própria religiao do Incas chamava-se Dzyan. A doutrina Secreta também conta a Origem do Universo e humanidade, atra´ves de 7 raças raízes, onde nossa raça , chamada ariana, formada por 7 corpos: o divino, o espiritual, o intuitivo, o mental, o emocional, o etérico e o físico.
Acredita-se que o livro a Doutrina Secreta foi estudada até por Albert Einstein e utilizada como inspiração para o desenvolvimento da Teoria da Relatividade. Outras pessoas da história que também usufruíram da Teosofia foram Yogananda, Gandhi e Fernando pessoa.
Embora a própria Blavatsky tivesse crenças controversas e se envolvesse em uma ampla gama de atividades psíquicas, a filosofia básica da teosofia (conforme expressa no site da Sociedade Teosófica atual ) é bastante simples:
Uma ideia primária é a unidade essencial de todos os seres. A vida está em todos os lugares do cosmos porque tudo se origina da mesma fonte divina incognoscível. Conseqüentemente, tudo, do subatômico às plantas, animais, humanos, planetas, estrelas e galáxias, está vivo e evoluindo. Cada um é divino em sua raiz e se expressa por meio de faixas espirituais, intelectuais, psicológicas, etéreas e materiais de consciência e substância. A evolução reflete essa auto-expressão emergente de faculdades que se diferenciam em formas materiais; desenvolve aspectos espirituais e conscientes; e, ao longo dos períodos de tempo cósmico, retorna à fonte divina. A vida do indivíduo, da humanidade e de toda a Terra faz parte desse processo cósmico.
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