bold-photography foi accionado demasiado cedo. Isto é normalmente um indicador de que algum código no plugin ou tema está a ser executado demasiado cedo. As traduções devem ser carregadas na acção init ou mais tarde. Por favor veja Depuração no WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home2/cienc927/public_html/wp-includes/functions.php on line 6260O conceito de radiónica surgiu no início da década de 1900, impulsionado por Albert Abrams. No Brasil, a Mesa Radiônica surgiu há aproximadamente 30 anos. O termo radiônica é uma medicina alternativa que alega que as doenças podem ser diagnosticadas e tratadas através de uma forma de energia semelhante às ondas de rádio. Já o termo Radiestesia significa “sensibilidade às radiações”.
Essa ciência se origina de uma prática com longa tradição na Europa, que consiste no uso de ferramentas como pêndulos, varetas duplas (dual rod) ou forquilhas, entre outros instrumentos, para identificar elementos de desequilíbrio provenientes do subsolo.
A Radiestesia era utilizada por povos antigos na tarefa de encontrar o ponto mais abundante de água subterrânea para cavar um poço.
Atualmente, a Radiestesia é muito utilizada em processos terapêuticos, tanto para diagnóstico energético por meio de tabelas para pesquisa, quanto para tratamento por meio de gráficos emissores de frequências e preparação de remédios vibracionais.
Desenvolvida concomitantemente à Radiestesia contemporânea, a Radiônica consiste no uso de aparelhos eletroeletrônicos ou mecânicos para facilitar a sintonização e potencializar a emissão de frequências.
É um equívoco o conceito amplamente difundido de que a Radiestesia serve para medição e a Radiônica para emissão. Ambos os sistemas são dotados de recursos para diagnóstico e tratamento, e podem ser usados de forma independente um do outro.
Como Funciona?
Como um mapa visual e energético, direcionando o foco mental do terapeuta para as frequências necessárias à harmonização do cliente.
Comandos verbais são usados para ativar e direcionar estas informações para o campo energético do cliente ou do imóvel que está sendo tratado.
Embora seja chamada de mesa, essa ferramenta é, na verdade, uma prancha composta por várias formas geométricas e símbolos.
Cada elemento visual que compõe uma Mesa Radiônica afeta sua sintonia vibratória e as emissões promovidas por ela. Diferentes combinações de cores, formas, símbolos e palavras geram diferentes campos vibratórios associados a uma determinada Mesa Radiônica.

A maioria das Mesas Radiônicas é usada com o auxílio de um pêndulo (na imagem ao lado), que tem a função de apontar as ferramentas de reprogramação mais adequadas em cada momento da sessão.
O pêndulo também é usado na Mesa Radiônica para pesquisar frequências e desequilíbrios que deverão ser harmonizados.
]]>Não é apenas vícios de bebidas, fumo (ou entorpecentes) de que estamos falando. Vícios em geral, físicos e morais. São diversos tipos: por comida, por sexo, por redes sociais, por procrastinação…, e os vícios morais (por julgar, por vaidade, orgulho, raiva, egoísmo…).
Os vícios vão contra nossas virtudes, princípios e prejudicam nosso equilíbrio. Existe sempre uma necessidade de que é preciso compreendê-la para que ela não consuma a pessoa.
Os vícios ‘paralisam’ o ser, a fim de que ele ‘pense’ que necessita daquilo para ser feliz, criando-se inconscientemente um sentimento de culpa.
Com vista espiritualista, os vícios atrapalham a evolução da pessoa, criando ‘miasmas’ e prejudicando não somente o corpo físico, como o perispiritual também. Podem ser até ‘carregadas’ pelas reencarnações da pessoa, de acordo com a doutrina espírita.
Os vícios aparecem devido ao nosso sistema de recompensa, que alimenta o ‘prazer’ através do sistema límbico no cérebro, liberando-se a dopamina.
Somos capazes de gerar prazeres somente com o nosso sentir: sentimentos de amor, gratidão, alegria ou no próprio ato de ajudar alguém, que também gera um prazer natural.
Na psicanálise, qualquer vício esconde uma dor emocional não trabalhada, um trauma; assim como um sistema de fuga, uma válvula de escape, se busca algum ponto para ‘esconder’ ou ‘compensar’ aquela dor. Normalmente, são buscados nas partes mais acessíveis dos meios de sobrevivência como, por exemplo, na fase oral e sexual.
A parte externa do mundo são reflexos do que somos por dentro, assim, se enxergamos um mundo cruel, ou sem nenhum escrúpulo é porque temos essa crueldade e ausência de escrúpulos internamente. São ligados aos nossos valores e carácteres que podem ser modificados conforme nossa consciência.
O reconhecimento do vício é o início de um dos passos pra Evolução do Ser. Outro passo é a autopotencialização de alterar esse paradigma e construir uma pessoa melhor dentro de si. Empoderar-se significa ‘dar poder a si’, assim, trabalhar suas dificuldades e acreditar em seu potencial de lhe dar com suas fraquezas.
Todo início, pode não parecer fácil, a combustão e energias geradas devem ser grandes para fazer algo acontecer. Busque grandes razões ou motivações para que seu potencial aconteça, tenha essa grande força interna para fazer acontecer e ‘vencer’ a si próprio.
As pessoas que possuem vícios muitas vezes pensam que tem a ‘liberdade’ para fazerem o que quiserem com o próprio corpo, mas o equívoco da palavra ‘liberdade’ vem junto com a responsabilidade. Sempre pense na dor que você causa para o mundo sendo quem você é. Fazer o que ‘bem entende’ tem consequências para o mundo, pois de acordo com o ‘Emaranhado quântico’ (explicado na Física Quântica), estamos todos conectados. Nós somos responsáveis pelo nível de evolução de nosso mundo.
Busque fortalecer sua força interna e se necessário, busque fazer terapias, locais para desobsessão, ou mesmo tratamentos com psicólogos, médicos. Não deixe de acreditar na força que é natural de cada ser humano.
Somos os paradigmas que nós temos, .Estamos no mundo com um único objetivo que é nossa Evolução.
Possui dúvidas? Sugestões? Mande um direct ou escreva para admin@cienciadoautoconhecimento.com.br
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