bold-photography foi accionado demasiado cedo. Isto é normalmente um indicador de que algum código no plugin ou tema está a ser executado demasiado cedo. As traduções devem ser carregadas na acção init ou mais tarde. Por favor veja Depuração no WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home2/cienc927/public_html/wp-includes/functions.php on line 6260O Triângulo de Pascal (também conhecido em alguns países como Triângulo de Tartaglia) é um triângulo numérico infinito formado por números binomiais. Em grande parte do mundo ocidental, é nomeado em homenagem ao matemático francês Pascal, que o estudou e utilizou suas propriedades na teoria das probabilidades, combinatória e álgebra, embora outros matemáticos tenham estudado séculos antes dele na Índia, Pérsia , China, Alemanha e Itália.
O Triângulo de Pascal é um padrão simples de fazer que envolve preencher as células de acordo com a seguinte regra: cada número é a soma dos dois números diretamente acima dele. Apenas repetindo esse processo simples, um padrão fascinante é construído.
O mais interessante é a quantidade incrível de informações embutidas neste padrão geométrico fractal, que se repete infinitamente. Aqui estão algumas delas:
Depois de quase morrer em um acidente de carruagem em 1654, Blaise Pascal alegou ter passado por uma experiência mística, decidiu trocar de religião e dedicar-se ao cristianismo, a teologia e a filosofia.
Foi durante este período que escreveu os princípios doutrinários de sua filosofia, focada na contraposição de dois dos elementos do conhecimento considerados como básico: a razão e ao lógico e discursivo.
Crítico do racionalismo, Pascal tinha como principal objeto de pesquisa a compreensão do modo de ser do homem e sua condição no mundo. Em ambos objetos de pesquisa está a oposição entre a natureza divina do espírito e a natureza humana.
Para Blaise Pascal, a razão não seria motivo suficiente para provar que Deus existe, levando em conta que os seres humanos estão limitados somente às aparências.
Pascal contribuiu para a criação de duas novas vertentes da matemática: a Geometria Projetiva e a Teoria das probabilidades. Em 1634, através de seus estudos sobre sons, obteve em um pequeno tratado. Já em 1635 conseguiu deduzir 32 proposições de geometria estabelecidas por Euclides. Em 1640 publica “Essay pour les coniques”, obra que formulou a conhecida fórmula do Teorema de Pascal.
Sua obra literária é muito lembrada por conta de sua forte oposição ao racionalismo de René Descartes e da afirmação de que o empirismo também não era suficiente para determinar verdades importantes.
“Ninguém é tão sábio que não tenha algo pra aprender e nem tão tolo que não tenha algo pra ensinar.” – Pascal.
Assim como na matemática, suas obras filosóficas-religiosas influenciaram diversos escritores e cientistas séculos após sua ‘morte’.
Iniciada em 1919, por Theodor Kaluza, e continuando a evoluir até os dias de hoje.Theodor sugeriu que o nosso Universo pudesse ter mais do que 4 dimensões. Outros físicos, como Oscar Klein, que em 1926, propôs que as dimensões do Universo pudessem estar dobradas umas sobre as outras.
Por volta de 1970, os físicos Yoichiro Nambu (1921-2015), Holger Bech Nielsen e Leonard Susskind propuseram que cordas vibrantes pudessem ser descritas por funções matemáticas já conhecidas pelos físicos da época, dando origem à teoria das cordas.
Segundo a Teoria, a matéria é formada por moléculas, essas moléculas possui átomos, compostos por prótons, neutrons e elétrons; que por sua vez, são formados por quarks. Esses quarks são formados por pequenos filamentos de energia semelhantes a pequenas cordas vibrantes. Essas cordas estariam vibrando em diferentes padrões, em diferentes frequências, produzindo as diferentes partículas (matéria) que compõem o nosso mundo.
Em 1984, pelas mãos de Schwartz e Michael B. Green, surgiu a teoria das supercordas, cordas cósmicas ou superstrings, reúne a teoria das cordas à supersimetria (partículas do Universo que se dividem em bóson e férmions).
A última inovação foi proposta por Edward Witten em 1994, o qual sugeriu uma teoria unificada de todas interpretações anteriores, chamando-o de teoria-M. Uma das suposições que emergem dessa teoria é a possibilidade de existirem universos “paralelos” ao nosso.
Atualmente, existem diversos estudos feitos com base na teoria das supercordas. Em alguns deles, existem interpretações que exigem a existência de 11 dimensões, e alguns outros, propõem a existência de 27 dimensões de espaço-tempo.
Multiverso – Segundo essa teoria, nosso universo não é o único. Esta inserido numa membrana paralela a outras membranas que contém outros universos.
O Universo pode ser infinito, é possível que existam outros planetas exatamente iguais a nossa Terra. De acordo com as probabilidades que regem a mecânica quântica, há precedentes que suportem a existência de outros universos coexistentes com o nosso.
Um estudo recente realizado na Antartica, de acordo com dados obtidos através de uma antena, chamada Anita, possibilitou averiguar alguns eventos ‘anômalos’ de neutrinos atravessando o interior da Terra, vindo de um ‘ângulo estranho’.
Explicando melhor, o neutrino é uma partícula subatômica que não possui carga magnética. Isso faz com que ele não seja repelido ou atraído por outras partículas da natureza, sendo inclusive apelidada de ‘partícula fantasma’.