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eu superior – Ciência do autoconhecimento https://cienciadoautoconhecimento.com.br Autoconhecimento * Expansão Consciência * Física Quântica * Espiritualidade Sun, 24 Nov 2024 01:13:15 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.3 https://cienciadoautoconhecimento.com.br/wp-content/uploads/2021/05/cropped-logo_branco_arvore-removebg-preview-1-1-32x32.png eu superior – Ciência do autoconhecimento https://cienciadoautoconhecimento.com.br 32 32 Véu de Maya https://cienciadoautoconhecimento.com.br/veu-de-maya/ https://cienciadoautoconhecimento.com.br/veu-de-maya/#comments Tue, 08 Jun 2021 10:57:00 +0000 https://cienciadoautoconhecimento.com.br/?p=897 Continue lendo...Véu de Maya

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A palavra “Maya” é chamada de “ilusão”, então o véu de maya é um véu que cobre a realidade. A medida que tomamos consciência, vemos a coisa como realmente são.

Este conceito foi criado pelo filósofo indiano Adi Shankara no século IX e absorvido pelas religiões e filosofias orientais. A partir daí, foi introduzido no Ocidente no século XIX e tornou-se parte da linguagem atual entre os devotos às religiões orientais e círculos esotéricos. Sob essas idéias, Maya se tornou o principal obstáculo para escapar da tentação do mundo sensorial, superar os erros causados ​​pelo dualismo e alcançar a verdadeira iluminação.

De acordo com a filosofia oriental, é o véu de Maya, o véu da ignorância que nos mantém em Dukkha: sofrimento, insatisfação.

Por meio de sua meditação, o Buda ensinou algumas nobres verdades para eliminar Dukkha: “Sabedoria correta: Desenvolver completa consciência de todas as ações do corpo, fala e mente para evitar atos insanos, através da contemplação da natureza verdadeira de todas as coisas.”

O ato de nos autoconhecer é prestar atenção às nossas ações, fatos e pensamentos; assim, com o Autoconhecimento podemos exercer o Autocontrole. No próprio budismo, o véu maia está relacionado ao esquecimento de reencarnações passadas quando nascemos.

De acordo com os Vedas, Maya é o nome da deusa indiana que representa o mundo fictício e ilusório, onde esta lançou um véu sob o deus Brahma, considerado pelos hindus, a representação da força criadora ativa no universo.

Os hindus estabeleceram a noção de que nosso mundo não é exatamente o que vemos e que somos levados a acreditar. Segundo eles, o mundo real seria algo escondido aos olhos das pessoas comuns, e dando acesso somente aqueles que conseguirem ultrapassar o “véu de maya”.

Arthur Schopenhauer foi um dos primeiros pensadores da filosofia ocidental a compartilhar e afirmar dogmas significativos da filosofia indiana, como ascetismo , negação de si mesmo e a noção do mundo como aparência.

Desenvolveu uma teoria com base nesses pensamentos de que algo impede a compreensão dessa realidade e tudo o que nos rodeia, só podem ser ilusões e aparências.

De acordo com Samādhi, no hinduísmo, jainismo, budismo, sikhismo e escolas de ioga, somos a causa e, através do samadhi, a solução para todo o nosso sofrimento.

A palavra Samadhi é a representação de um estado místico humano que é a raiz de toda espiritualidade e auto questionamento. Muitas vezes, é o estado que muitos buscam como o objetivo final da meditação.

Muitas pessoas não se veem como seres espirituais, não dedicam um tempo para explorar seu mundo interior, ou se importam em entender a verdadeira razão de sua existência. Em vez disto, eles estão envolvidos somente em suas vidas diárias e distraídos com o mundo exterior. Como resultado, coloca-se todos os tipos de limitações em si mesmos e ficam envolvidos na construção e manutenção do ego, inconscientemente conectados pela história da humanidade e pelo condicionamento cultural.

Nós definimos nossa existência, nosso “ser”, por nossas ações e pensamentos. No entanto, na maioria das vezes, os desejos e medos mundanos controlam estas ações e pensamentos. Por causa da ilusão do eu, ou nos véus de Maya, muitos vivem no sofrimento. Muitos caem na depressão ou acham que seus desejos nunca estão saciados. Consequentemente, as pessoas buscam respostas em coisas externas, seja através da religião ou de outras práticas espirituais.

As ideias que nos são apresentadas por influências externas ou pela mente humana, não podem resolver o sofrimento sozinhas. Elas não são a nossa vontade maior, a vontade verdadeira do nosso EU superior. Em vez disto, elas são a vontade das construções condicionadas do ego.

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Trabalhando os Chakras https://cienciadoautoconhecimento.com.br/trabalhando-os-chakras/ https://cienciadoautoconhecimento.com.br/trabalhando-os-chakras/#respond Sun, 25 Oct 2020 17:10:50 +0000 https://cienciadoautoconhecimento.wordpress.com/?p=24 Continue lendo...Trabalhando os Chakras

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Claro! Aqui está o texto com uma palavra de transição no início:

A princípio, na rica tapeçaria das tradições orientais, os chakras ocupam um lugar central como centros dinâmicos de energia que influenciam profundamente nosso bem-estar. Originários da cultura hindu, esses vórtices de energia são descritos como “rodas” ou “discos” em sânscrito, o que representa o fluxo contínuo e rotacional da energia vital que permeia nosso ser. Dessa forma, essa metáfora destaca a importância dos chakras na manutenção do equilíbrio e da vitalidade em nossa vida. Portanto, os chakras desempenham um papel essencial na nossa compreensão da energia e do equilíbrio vital.

Além disso, segundo estudos, o alinhamento e o equilíbrio desses centros são fundamentais para alcançar uma vida mais plena e harmoniosa. Portanto, este artigo se propõe a explorar a essência dos chakras, suas funções e a importância de sua integração para promover uma vida mais saudável e em sintonia com o nosso eu interior.

Trabalhando os Chakras

Mas o que são vórtex ou vórtice do nosso corpo?

É uma região onde o fluxo gira em espiral ao redor de um eixo, que pode ser reto ou curvo. Esse processo ocorre em um nível vibratório, na forma de energia, que alimenta o corpo e a alma. Além disso, é onde ocorre a troca energética e a conexão com o espiritual.

Por sua vez, os chakras funcionam como uma porta de entrada para a elevação dos níveis de consciência, proporcionando ao indivíduo novos conhecimentos. Assim, eles estão distribuídos verticalmente ao longo do corpo, desde o topo da cabeça até o final da coluna vertebral. Especificamente, há um total de 7 chakras principais, conhecidos como Muladhara, que governam órgãos ou glândulas correspondentes. Adicionalmente, cada chakra possui uma cor que corresponde à sua frequência vibratória. Em ordem, de baixo para cima, começando na base da coluna e indo até o topo da cabeça, as cores são: vermelha, laranja, amarela, verde, azul e índigo.

Como trabalhar os Chakras?

Os chakras são centros de energia que afetam o bem-estar físico, emocional e espiritual. Na tradição hindu, há sete chakras principais localizados ao longo da coluna vertebral, desde a base até o topo da cabeça. Além disso, cada chakra está associado a diferentes funções e aspectos da vida.

Os Chakras

O primeiro chakra é o chakra básico ou raiz, em sânscrito Muladhara, que corresponde à cor vermelha. Localizado na base da coluna, ele está relacionado com a glândula adrenal e está ligado à nossa energia física, aos prazeres sexuais, aos sentidos e às funções básicas, como comer, dormir e aprender, entre outros.

Em seguida, o segundo chakra corresponde ao umbilical, ou Swadhistana, localizado acima dos genitais. Sua coloração é laranja e está relacionado aos órgãos reprodutores, bexiga, baixo ventre e vesículas. Além disso, esta região está associada à criatividade, alegria de viver, sexualidade e entusiasmo, além de influenciar o emocional e o contato com o inconsciente.

O terceiro chakra, por sua vez, é o plexo solar, ou Manipura, localizado dois dedos acima do umbigo. Na cor amarela, ele representa a parte digestiva e é responsável pela distribuição da energia vital para os outros chakras. Adicionalmente, relaciona-se com a energia pessoal, vitalidade, força, poder, abundância e realizações.

No quarto chakra, chamado de cardíaco ou Anahata, localizado no centro do peito e de cor verde, encontramos a ligação com a glândula timo. Esse chakra representa a empatia, o amor, a compaixão, a gratidão, o afeto e a generosidade.

Finalmente, o quinto é o laríngeo, ou Vishuddhi, localizado na garganta e com a cor azul-claro. Relacionando-se com a glândula tireoide, ele é responsável pela nossa fala, capacidade de expressão e comunicação.

O sexto chakra, conhecido como frontal, o terceiro olho ou Ajna, está localizado entre as sobrancelhas e possui a cor azul-índigo. Este chakra está relacionado à glândula pituitária e está associado à nossa intuição. Ele é responsável pelo aprimoramento da nossa visão interior, intuição, raciocínio, compreensão e entendimento.

E por último, o sétimo, coronário ou Sahasrara, localizado no topo da cabeça. Com a cor violeta, ele representa a glândula pineal e está associado à nossa conexão com o “DIVINO” e o “EU SUPERIOR”. Este chakra relaciona-se com o nosso propósito de alma, nossa unicidade com o “TODO” e nossa paz de espírito.

Alinhamento dos Chakras

Para o alinhamento dos chakras, é fundamental trabalhar e equilibrar cada um deles visualizando seus pontos e cores, conforme suas respectivas funções. Além disso, diversas técnicas podem ser usadas para esse fim, como energização com reiki, meditação, visualização, técnicas vibratórias, pedras, sons e aquecimento dos pontos, como no caso das pedras quentes. É importante ressaltar que nenhuma técnica é considerada melhor ou pior; em vez disso, todas são vistas como complementares.

Curiosidades e Práticas Relacionadas aos Chakras

  1. História e Cultura: O conceito de chakras não se limita apenas à tradição hindu. Várias culturas antigas, incluindo o budismo tibetano e o taoísmo, têm sistemas semelhantes de centros de energia e práticas associadas.
  2. Cristais e Chakras: Muitos praticantes utilizam cristais específicos para ajudar a equilibrar os chakras. Por exemplo, o quartzo rosa é associado ao chakra do coração e é usado para promover o amor e a cura emocional.
  3. Posturas de Yoga: Certas posturas de yoga são projetadas para abrir e equilibrar os chakras. A prática do yoga pode ajudar a alinhar os centros de energia e promover um fluxo mais harmonioso de energia.
  4. Despertar da Kundalini: processo profundo e transformador que está intrinsecamente ligado ao alinhamento e à ativação dos chakras. A Kundalini é uma energia adormecida na base da coluna vertebral. Descrita como uma serpente que, ao ser despertada, sobe pelos chakras, expandindo a consciência e promovendo realização espiritual. À medida que a Kundalini sobe, ela ativa e harmoniza cada um dos chakras, desde o Muladhara (chakra raiz) até o Sahasrara (chakra da coroa), promovendo um fluxo equilibrado de energia que facilita o autoconhecimento e a integração do eu espiritual. Este processo de despertar não apenas energiza os centros de energia do corpo, mas também proporciona uma transformação profunda na percepção e na conexão com o cosmos, evidenciando a interdependência entre o trabalho com os chakras e a realização espiritual através da Kundalini. (Leia mais).

Integrando a percepção dos chakras

Enfim, os chakras são uma parte fascinante e complexa do sistema energético humano, com profundas raízes na tradição espiritual e crescente interesse na pesquisa científica. Embora a ciência ainda esteja explorando as nuances desses centros de energia, muitas pessoas encontram valor nas práticas associadas aos chakras para promover uma vida mais equilibrada e satisfatória. Nesse sentido, ao integrar práticas de meditação, yoga e consciência dos chakras, é possível cultivar uma vida mais harmoniosa e em sintonia com nosso eu interior.

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