bold-photography foi accionado demasiado cedo. Isto é normalmente um indicador de que algum código no plugin ou tema está a ser executado demasiado cedo. As traduções devem ser carregadas na acção init ou mais tarde. Por favor veja Depuração no WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home2/cienc927/public_html/wp-includes/functions.php on line 6260Segundo esta teoria, existe uma energia (mônada), que se divide em 12 extensões, chamada ‘alma’. Cada alma se subdivide em outras 12 extensões da alma que experienciam a densidade, seja na Terra, seja em outro plano material (outro planeta); assim sendo, cada um de nós, que experiencia a vida na Terra, é uma extensão de uma energia Superior (que por si só também é completa).
Assim como um imã quando cortado ao meio, as duas partes subdivididas possui pólos: negativo e positivo como o imã inteiro; assim é com a mônoda, ao se subdividir permanece inteira por si só. Poderíamos exprimir que cada mônada é um espelho vivo e perpétuo do universo, e este é regulado uma ordem perfeita.
Mônadas são substâncias indivisíveis; não foram formados a partir de outros elementos mais básico nem podem ser destruídos (decompostos), elementos simples que compõem todas as coisas. Conhecida também como Centelha Divina, ou presença do Eu Sou (Eu Superior).
Cada mônada apresenta-se, neste sentido, como um mundo distinto, à parte, próprio – mas também como unidade primordial que compõe todos os corpos.
Uma mônada é assim constituída por um total de 144 extensões, que constantemente partilham experiências entre si, na sua ligação com todas as outras mônadas, evoluindo e fazendo evoluir cada alma e consequentemente cada mônada.

Em Filosofia, ‘mônoda’ designa a união perfeita do espírito e da matéria, conforme teoria que remonta a Pitágoras, ou, de acordo com as ideias de Leibnitz, a substância simples, criada desde o princípio, inacessível a quanto existe e incorruptível, mas sujeita a evoluções e desenvolvimento até alcançar o intelectual.
Termo também utilizado por André Luiz em sua obra intitulada ‘Evolução em Dois Mundos’, psicografada pelos médiuns Waldo Vieira e Francisco Cândido Xavier: “Sob a orientação das Inteligências Superiores, congregam-se os átomos em colmeias imensas e, sob a pressão, espiritualmente dirigida, de ondas eletromagnéticas, são controladamente reduzidas as áreas espaciais intra-atômicas, sem perda de movimento, para que se transformem na massa nuclear adensada, de que se esculpem os planetas, em cujo seio as mônadas celestes encontrarão adequado berço ao desenvolvimento.” (Evolução em Dois Mundos – Primeira Parte: cap. 1 – Fluido Cósmico.)

A centelha divina, também chamada de espírito, é a nossa identidade verdadeira. A mônoda, ou Centelha Divina, decidiu com seu livre-arbítrio que queria experienciar uma forma no universo material. Criando com sua mente as doze almas, conhecidas como Eu Superior, que por sua vez, cada alma querendo experimentar uma forma mais densa do universo material deu origem a 12 personalidades, ou extensoes da alma. Atraves dessa divisão, o objetivo era experienciar o plano físico e a evoluação através desse processo. Assim considerando, o homem é um fragmento de 144 almas, surgindo então o termo “almas-gêmeas”, que por assim dizer são personalidades partes de uma mesma mônoda.
As outras onze extensões de alma podem estar encarnadas aqui ou em algum lugar no infinito universo de Deus. As outras extensões de nossa alma podem não estar num corpo físico neste momento, podendo estar habitando um de outros planos espirituais de existência.
Esta teoria explica também determinadas dores ou efeitos físicos sem causa aparente, que acontecem inexplicavelmente e desaparecem conforme surgiram. Por exemplo, se uma das extensões da Alma está a experienciar uma morte traumática, ou dolorosa fisicamente, essa dor pode ser experienciada, ainda que a um nível subtil, pelas outras 11 extensões da mesma alma, ou mesmo, por todas as outras 132 extensões das outras 11 almas pertencentes à mesma mônada.
Esta teoria diz-nos ainda que, quando se entra em processo de regressão, está-se não só a aceder aos nossos registos akáshicos, mas, se necessário, aos registos das outras 143 extensões da mônada, caso por exemplo, se uma experiência doutra extensão influenciou duma forma marcada, a nossa vida atual.
Quando esta alma se divide, para que tenham suas experiências independentes em suas jornadas, acabam ganhando níveis de consciência e evolução diferentes, principalmente, porque, podem ou não, estarem encarnadas ao mesmo tempo e a reunião das duas partes é extremamente dificultosa, justamente, porque pode haver um abismo consciencial entre elas, dentro de suas experiências no “período do esquecimento”, ou seja, quando não lembramos quem somos e nossa origem, que é o que acontece no processo de reencarnação e então essas almas passam por sete etapas até sua reunião e então “fusão”, pra que possam voltar para a mônada superior.
Teoricamente, as almas que decidem ter a experiência de chama gêmea, são almas antigas, já com muitas vivências e evolução, que partem pra esse desafio. Elas se encontram, com o objetivo de fusão, geralmente na fase de suas últimas vidas no ciclo reencarnatório.
Alguns defendem que existe uma espécie de contrato entre elas, ajuizada pela consciência superior, que pode ser a mônada matriz ou o próprio criador, onde ambas acordam uma série de experiências, pré determinadas, antes do nascimento, no caminho da evolução e não é um caminho fácil.
As chamas gêmeas, têm o grande desafio de passar por uma árdua compreensão de si, curar as feridas psíquicas e emocionais de muitas vidas, zerar seus karmas e fechar o ciclo reencarnatório, quando alcançam a expansão da consciência na transcendência do ego, o que pode ser o desafio de muitos aqui na Terra, independente de suas missões ou origens. No caso das chamas gêmeas, muito dessa transformação, ocorre justamente quando se encontram, porque as questões a serem resolvidas estão intrinsecamente co-relacionadas, é quando começam os maiores desafios individuais, pois, apesar de serem complementares, são absolutamente opostas e uma, é um grande catalisador na vida da outra, tudo muda e se transforma depois do encontro, porque, o que existe entre elas. É um amor incondicional e um magnetismo incontrolável, porém, as centenas de desafios, as separam, propositalmente, de forma acordada, como mencionado antes.
Por fim, essa Teoria nos mostra que somos todos um, porque todas as mônadas estão também ligadas entre si, evoluindo e trabalhando constantemente para a evolução e expansão do Todo, como o chamado Entrelaçamento Quântico. Desta forma, temos uma visão geral de que todos fazemos parte do Todo e um dia voltaremos ao seu seio, podendo ser um processo é longo e lento. Por isso somos eternos e somos deuses também, pois afinal somos sua centelha em ação e que nos dá a responsabilidade de co-criadores.
]]>À medida que atinge o nível de evolução necessário, pode-se entender o significado das dimensões e compreender toda a complexidade e essência da vida. Seu propósito no mundo, seu relacionamento com outras criaturas e todo o universo, e o significado da vida.
As dimensões espirituais não são locais físicos, mas níveis evolutivos crescentes da consciência, numa escala de um a sete.
1ª e 2ª dimensões espirituais: A 1ª dimensão é formada por átomos, moléculas, códigos genéticos, água, solo, minerais, estruturas físicas. Já na 2ª dimensão é possível encontrar os reinos vegetal e animal. Nela se encontra toda a matéria orgânica com seres uni ou multicelulares.
Na 1ª dimensão os seres se comunicam pela sensação, enquanto que na 2ª se comunicam também por meio dos cinco sentidos (olfato, visão, audição, paladar e tato) com exceção do ser humano, que se comunica pela linguagem, raciocínio e consciência.
3ª Dimensão: A 3ª dimensão é onde o ego prevalece no estado de consciência e onde o ser humano busca se conectar ao Eu Superior por meio da espiritualidade, contudo sem compreender ser um ser espiritual.
Estão na 3ª dimensão, os seres encarnados/corpo físico.
Aqui a mente é racional, precisa resgatar a ligação com o divino e a comunicação é estabelecida por meio das sensações, dos sentidos e do pensamento. Nessa dimensão podemos notar medo, doenças, vitimismos, culpas, carências, rigidez e crueldades. O processo atual pelo qual passa a humanidade é de transição desse nível de consciência para a que é conhecida como a 5ª dimensão, na qual o ser humano passa a entender a sua espiritualidade, a sua origem e a unidade com o Universo.
Nesta dimensão as pessoas começam a ter consciência sobre viver uma sociedade mais igualitária, mais justa e voltada ao bem comum, na qual a tecnologia pode ser útil para apoiar a vida na face da Terra e desvendar outras dimensões espaciais e espirituais.
4ª Dimensão: Conhecida como mundo astral, é também chamada de mundo etérico ou Paraíso e representa um estado de consciência mais elevado. Na 4ª dimensão, é possível se conectar a outras dimensões. Ela coexiste com a 3ª dimensão, numa realidade paralela, onde tudo não tem a densidade da matéria, ou seja, é possível atravessar corpos físicos (Ex.: uma parede). Aqui estão os seres puramente espirituais (sem corpo físico), divididos em duas regiões:
Inferior – onde estão os seres de baixa vibração e o que conhecemos por inferno ou umbral.
Superior – onde estão os seres elementais da natureza, como as fadas, as salamandras, os duendes, os gnomos e onde estão as colônias espirituais, sendo uma delas o chamado ‘Nosso Lar’.
Há pessoas que trabalham com essa dimensão para criar possibilidades e buscar o bem-estar, a valorização, a alegria, a paz interior e o amor para os outros, exercendo a cooperação.
5ª Dimensão: Nesta dimensão é onde tudo é eterno e a noção de tempo não existe, pois se pode transitar no que seria o passado/ presente/ futuro por meio dos corpos mental e astral. Nela é possível assumir a forma física se houver desejo e necessidade. É onde estão os seres de luz, os mestres de consciência multidimensional. Essa é a dimensão para onde a humanidade caminha, o objetivo da transição planetária. Nesta dimensão se admite a existência de extraterrestres, de fenômenos paranormais, de forças misteriosas que governam o Universo.
Nesse nível de consciência, o ser é capaz de perceber que todos estão unidos pelo amor, podem se conhecer profundamente e viver de maneira plena e harmoniosa, respeitando e compreendendo os demais seres.
6ª Dimensão: Dimensão que está além da eternidade e divide-se em dois mundos: causal (onde estão as almas dos seres humanos) e búdico, onde está a alma divina. É a consciência das infinitas versões que coexistem simultaneamente e podem ser acessadas a qualquer tempo no espaço. Se sabe que há muitas outras dimensões, outros seres em diferentes níveis evolutivos e outros universos. Acessamos essa dimensão enquanto dormimos e nela estudamos e trabalhamos para que o nosso espírito se aperfeiçoe.
7ª Dimensão: Nela está o absoluto, sem forma, o Pai. Há a total eliminação do ego. Ela permite a renovação espiritual.
Nesta dimensão há a compreensão de que da mesma forma que os seres podem ter várias versões, assim também ocorre com o Universo, começando pelo “Big Bang”, que teria dado início a tudo e que pode ter ocorrido de formas diferentes nos vários universos que compõem o Todo.
É a consciência de que existem universos alternativos e que o nosso ‘big bang” conhecido é apenas uma possibilidade. É a ideia de que o Universo, como o (des)conhecemos, pode ser infinitamente amplo.
Ela representa o amor puro, o “estado desperto”, sempre consciente, a verdade elevada e a conexão com a fonte criadora de todas as dimensões.
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À medida que atinge o nível de evolução necessário, pode-se entender o significado das dimensões e compreender toda a complexidade e essência da vida. Seu propósito no mundo, seu relacionamento com outras criaturas e todo o universo, e o significado da vida.
As dimensões espirituais não são locais físicos, mas níveis evolutivos crescentes da consciência, numa escala de um a sete.
1ª e 2ª dimensões espirituais: A 1ª dimensão é formada por átomos, moléculas, códigos genéticos, água, solo, minerais, estruturas físicas. Já na 2ª dimensão é possível encontrar os reinos vegetal e animal. Nela se encontra toda a matéria orgânica com seres uni ou multicelulares.
Na 1ª dimensão os seres se comunicam pela sensação, enquanto que na 2ª se comunicam também por meio dos cinco sentidos (olfato, visão, audição, paladar e tato) com exceção do ser humano, que se comunica pela linguagem, raciocínio e consciência.
3ª Dimensão: A 3ª dimensão é onde o ego prevalece no estado de consciência e onde o ser humano busca se conectar ao Eu Superior por meio da espiritualidade, contudo sem compreender ser um ser espiritual.
Estão na 3ª dimensão, os seres encarnados/corpo físico.
Aqui a mente é racional, precisa resgatar a ligação com o divino e a comunicação é estabelecida por meio das sensações, dos sentidos e do pensamento. Nessa dimensão podemos notar medo, doenças, vitimismos, culpas, carências, rigidez e crueldades. O processo atual pelo qual passa a humanidade é de transição desse nível de consciência para a que é conhecida como a 5ª dimensão, na qual o ser humano passa a entender a sua espiritualidade, a sua origem e a unidade com o Universo.
Nesta dimensão as pessoas começam a ter consciência sobre viver uma sociedade mais igualitária, mais justa e voltada ao bem comum, na qual a tecnologia pode ser útil para apoiar a vida na face da Terra e desvendar outras dimensões espaciais e espirituais.
4ª Dimensão: Conhecida como mundo astral, é também chamada de mundo etérico ou Paraíso e representa um estado de consciência mais elevado. Na 4ª dimensão, é possível se conectar a outras dimensões. Ela coexiste com a 3ª dimensão, numa realidade paralela, onde tudo não tem a densidade da matéria, ou seja, é possível atravessar corpos físicos (Ex.: uma parede). Aqui estão os seres puramente espirituais (sem corpo físico), divididos em duas regiões:
Inferior – onde estão os seres de baixa vibração e o que conhecemos por inferno ou umbral.
Superior – onde estão os seres elementais da natureza, como as fadas, as salamandras, os duendes, os gnomos e onde estão as colônias espirituais, sendo uma delas o chamado ‘Nosso Lar’.
Há pessoas que trabalham com essa dimensão para criar possibilidades e buscar o bem-estar, a valorização, a alegria, a paz interior e o amor para os outros, exercendo a cooperação.
5ª Dimensão: Nesta dimensão é onde tudo é eterno e a noção de tempo não existe, pois se pode transitar no que seria o passado/ presente/ futuro por meio dos corpos mental e astral. Nela é possível assumir a forma física se houver desejo e necessidade. É onde estão os seres de luz, os mestres de consciência multidimensional. Essa é a dimensão para onde a humanidade caminha, o objetivo da transição planetária. Nesta dimensão se admite a existência de extraterrestres, de fenômenos paranormais, de forças misteriosas que governam o Universo.
Nesse nível de consciência, o ser é capaz de perceber que todos estão unidos pelo amor, podem se conhecer profundamente e viver de maneira plena e harmoniosa, respeitando e compreendendo os demais seres.
6ª Dimensão: Dimensão que está além da eternidade e divide-se em dois mundos: causal (onde estão as almas dos seres humanos) e búdico, onde está a alma divina. É a consciência das infinitas versões que coexistem simultaneamente e podem ser acessadas a qualquer tempo no espaço. Se sabe que há muitas outras dimensões, outros seres em diferentes níveis evolutivos e outros universos. Acessamos essa dimensão enquanto dormimos e nela estudamos e trabalhamos para que o nosso espírito se aperfeiçoe.
7ª Dimensão: Nela está o absoluto, sem forma, o Pai. Há a total eliminação do ego. Ela permite a renovação espiritual.
Nesta dimensão há a compreensão de que da mesma forma que os seres podem ter várias versões, assim também ocorre com o Universo, começando pelo “Big Bang”, que teria dado início a tudo e que pode ter ocorrido de formas diferentes nos vários universos que compõem o Todo.
É a consciência de que existem universos alternativos e que o nosso ‘big bang” conhecido é apenas uma possibilidade. É a ideia de que o Universo, como o (des)conhecemos, pode ser infinitamente amplo.
Ela representa o amor puro, o “estado desperto”, sempre consciente, a verdade elevada e a conexão com a fonte criadora de todas as dimensões.
]]>Tudo o que compõe a realidade que estamos vivendo são ondas colapsadas, ou seja, existiam como possibilidades no Universo e foram trazidas para a realidade física no momento do colapso da função de onda.
A realização de um desejo nada mais é do que o colapso de todas as ondas que envolvem a realização desse desejo.
A Árvore Sagrada representa a estrutura do universo: seus galhos simbolizam a conexão com as dimensões superiores da existência, ao passo que a raiz evoca o vínculo com os aspectos mais primitivos e funcionais de nossas vidas. Da mesma forma, as múltiplas dimensões da Árvore e seus frutos representam os atributos positivos do Eterno.
A Árvore perpassa pelo significado da fecundidade e imortalidade. Diz-se que quem comesse dos frutos dessa árvore – que cresceu no Paraíso – adquiria a imortalidade.
Representando a ligação entre vários planos como a terra, o céu e o submundo, ela está associada à criação do universo.
Esses frutos podem ser interpretados tanto como estado do todo, do Universo, como podem ser lidos como estados de consciência.
Na literatura cristã e judaica através da Bíblia, fornecia a imortalidade por meio de seus frutos. No Egito, encontramos o sicômoro sagrado e o Djed, que desempenham um papel importante no esoterismo egípcio.
Chamada de Asvattha na Índia; temos a Árvore Boddhi na figueira budista; a Árvore do mundo Yggdrasil dos povos nórdicos, que contém em si diferentes mundos, diferentes planos da realidade, a Asherah original dos assírios.
As culturas fenícia, japonesa, persa, maia e azteca também conheciam e utilizavam o símbolo para representar força e capacidade de ultrapassar dificuldades.
Na cabala é vista como um processo de criação que Deus coloca em ação, tanto no Macrocosmo (Universo) quanto no Microcosmo (Ser Humano). Essas energias ou poderes criativos emanam do Criador, a partir da essência infinita.
Esta Árvore da Vida é igualmente empregada na magia hermética.
A símbolo da Árvore da Vida existe e existiu em diversas gerações e culturas, orientais e ocidentais, celtas, gregos, romanos, persas; no judaísmo, no budismo, no hermetismo, no cristianismo, na cabala; na cultura chinesa, japonesa, indiana…
Com um significado de sempre estar em movimento e fortalecer suas raizes antes de espalhar galhos e ramos em direção ao céu; a árvore representa o conhecimento, força, crescimento e renovação para um novo ciclo de vida.
Um eterno giro entre ciclos de renovações para a evolução, assim é a vida.
Se conheça, evolua, se desenvolva, tenha novos aprendizados e busque o autoconhecimento.
Você não imagina o poder que tem.