bold-photography foi accionado demasiado cedo. Isto é normalmente um indicador de que algum código no plugin ou tema está a ser executado demasiado cedo. As traduções devem ser carregadas na acção init ou mais tarde. Por favor veja Depuração no WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home2/cienc927/public_html/wp-includes/functions.php on line 6260Diversos autores já abordaram esse assunto em seus livros, cada um com sua abordagem particular. Vamos conhecer alguns deles:
A história do Cordão de Prata remonta a antigas tradições espirituais, como a filosofia hindu e o espiritismo. Essas tradições acreditam que o Cordão de Prata é formado por um tipo de energia sutil que une o corpo físico ao corpo astral. Durante a projeção astral, o Cordão de Prata se estica e se dilata, permitindo que a consciência se expanda para além dos limites do corpo físico.
A descoberta do Cordão de Prata e da projeção astral despertou o interesse de muitas pessoas ao redor do mundo, principalmente daquelas que buscam uma compreensão mais profunda da natureza da consciência e da existência humana. A projeção astral também desperta o interesse de pessoas que buscam experiências fora do corpo e contato com outras dimensões e seres espirituais.
A mediunidade é outro assunto que está relacionado ao Cordão de Prata. Acredita-se que os médiuns são capazes de se conectar com espíritos desencarnados por meio do Cordão de Prata. Essa conexão é fundamental para a transmissão de mensagens e informações entre o plano físico e o plano espiritual. Alguns médiuns possuem uma capacidade natural de se conectar com o mundo espiritual, enquanto outros desenvolvem essa habilidade por meio de treinamento e prática.
Além da projeção astral e da mediunidade, existem outros assuntos interessantes que abrangem o tema do Cordão de Prata, como a neurociência e a física quântica. Pesquisas recentes mostram que o cérebro humano é capaz de produzir ondas eletromagnéticas que podem ser medidas por meio de equipamentos de neurofeedback. Essas ondas estão relacionadas ao estado de consciência do indivíduo e podem ser influenciadas por práticas de meditação e projeção astral.
Na física quântica, a ideia de uma realidade multidimensional é cada vez mais aceita pelos cientistas. Acredita-se que existam outras dimensões além das quatro que conhecemos (comprimento, largura, altura e tempo) e que essas dimensões podem ser acessadas por meio da projeção astral. O Cordão de Prata seria então a conexão energética que permite essa expansão da consciência para além dos limites do corpo físico.
Em resumo, o Cordão de Prata é um tema fascinante e complexo que abrange diversos campos do conhecimento humano, como a espiritualidade, a parapsicologia, a neurociência e a física quântica. A projeção astral e a mediunidade são apenas algumas das habilidades que estão relacionadas a esse elo energético, que conecta o corpo físico ao corpo astral e permite a expansão da consciência para além dos limites da matéria. Seja qual for a sua abordagem ou interesse, o Cordão de Prata certamente é um assunto que merece ser explorado com curiosidade e mente aberta.
]]>Os chakras são sete centros de energia localizados no corpo humano, que regulam diferentes aspectos da nossa vida. Cada chakra é associado a uma cor, elemento e função específica. Por exemplo, o chakra raiz é vermelho e está associado à terra e à sobrevivência, enquanto o chakra do coração é verde e está associado ao amor e às emoções. A proporção áurea está presente na disposição dos pétalas dos chakras, que geralmente são dispostas em um número que corresponde à sequência da proporção áurea.
Os planetas também estão associados aos chakras. Cada planeta é regido por um dos sete chakras, e suas características e energia estão relacionadas ao chakra correspondente. Por exemplo, o planeta Vênus está associado ao chakra do coração, que governa as emoções, o amor e a compaixão. Já o planeta Saturno está associado ao chakra da coroa, que governa a consciência e a espiritualidade.
Ao explorar a relação entre a proporção áurea, os chakras e os planetas, podemos acessar uma fonte de autoconhecimento e crescimento espiritual. Ao meditar sobre cada chakra e sua correspondência com os planetas, podemos nos conectar com as energias que governam nossas emoções, pensamentos e ações. Podemos também explorar as correspondências com as cores e elementos associados a cada chakra e planeta, incorporando essas qualidades em nossas vidas.
Além disso, a proporção áurea está presente em muitas formas de arte, como a música e a arquitetura. Ao criar e apreciar obras de arte que incorporam a proporção áurea, podemos acessar um estado de harmonia e beleza que nos ajuda a nos conectar com nossa própria essência espiritual.
Por fim, a exploração da relação entre a proporção áurea, os chakras, os planetas e o autoconhecimento é uma jornada pessoal que pode trazer inúmeros benefícios. Ao nos conectarmos com as energias sutis que governam nosso ser, podemos nos tornar mais conscientes de nossos pensamentos, emoções e comportamentos, e assim, transformá-los em algo mais positivo e significativo em nossas vidas.
]]>Algumas pessoas têm interpretado alguns princípios da física quântica, como a superposição quântica e a interação quântica, como tendo implicações para a consciência e a espiritualidade. Essas interpretações geralmente são chamadas de “física quântica espiritual” ou “física quântica new age” e não são amplamente aceitas pela comunidade científica.
Em resumo, enquanto a física quântica é uma área da ciência com base em evidências e princípios científicos, o espiritualismo é uma coleção de crenças e práticas baseadas em mitos e superstições. Embora possa haver alguma semelhança superficial entre alguns conceitos dos dois campos, eles não têm relação direta.
Algumas das semelhanças superficiais entre alguns conceitos da física quântica e do espiritualismo incluem:
A Glandula Pineal é uma glandula neurossensorial, descoberta apenas nos anos 50. Conhecida como “terceiro olho” devido à sua localização, durante o desenvolvimento do embrião, no diencéfalo se formam 3 brotos, 2 dão origem aos olhos e o terceiro, a glandula pineal. Na antiga tradição da Índia, o chakra do terceiro olho é o responsável pelo desenvolvimento da espiritualidade, clarividência e criatividade.
A glândula pineal é uma glândula endócrina, que tem o formato de uma pinha, localizada no epitálamo, próximo ao centro do cérebro. Ela tem cerca de 5 milímetros de diâmetro.
Os praticantes do yoga indiano afirmam que ela é a janela do Brahma, chamado de Olho de Diamante, poderíamos ser capazes de treinar e estimular essa glândula para percebermos uma realidade transcendental. Do ponto de vista dos hindus, a glândula pineal é um órgão essencial do organismo humano, detentor de dois chacras ou centros energéticos muito importantes – o do terceiro olho, localiza do na região central da fronte; e o coronário, também situado no campo encefálico.
A glândula seria um receptor das dimensões astronômicas, ou seja, um órgão sensorial. Ela sintetiza a luz porque é feita de microcristais de apatita. Ela prepara o corpo para os efeitos celestiais transformando magnetismo em neuroquímica. Muito conhecida como terceiro olho. A medida que a retina detecta luz, Parte da luz que entra em nossos olhos vai para a glândula pineal, pq ela é uma glândula reguladora dos ciclos de vigília e so a no. Ela é responsável pela produção de melatononia, que é estimulada pela escuridão e inibida pela luz.
Dizem que a Pineal é uma grande antena e por existir a presença de cristais de apatita neste órgão, quando estimuladas vibrariam de acordo com as ondas eletromagnéticas por eles atraídas. No Homem esta glândula estaria em conexão direta com outras regiões do cérebro, tais como o córtex cerebral, que teria a capacidade de traduzir as mensagens transmitidas por ela. Assim seria possível explicar eventos considerados paranormais, como a clarividência, a telepatia e a mediunidade.
Várias pesquisas entram em concordância com relação a estimulação da pineal, podendo ser através de certas vibrações: músicas, sons graves e vibrantes, meditação, e luz solar durante o dia e escuridão ao dormir.
A pineal está localizada no meio do cérebro, na altura dos olhos. Ela são consideradas cronobiologicos, pois Captam as radiações do Sol e da Lua, Obedecendo os chamados Zeitbergers. que são como sincronizadores, sujeitos a uma alteração ambiental sincronizam com os ritmos biológicos do corpo.
O Olho que Tudo Vê é também conhecido pelos maçons e outros grupos esotéricos como o olho da providência. Ele pode ser encontrado esculpido em igrejas medievais de toda a Europa. Ele pode ser visto acima da Declaração Francesa dos Direitos Humanos numa pintura de 1789. Ele também é claramente ilustrado na parte de trás da nota de um dólar nos EUA, flutuando acima de uma pirâmide egípcia. Um exemplo exacto da simbologia maçónica.
A Glândula Pineal ou o Terceiro Olho de cada ser humano pode ser activado para as frequências do mundo espiritual e permite que se tenha a sensação de conhecimento profundo, euforia divina e da capacidade de amar incondicionalmente. Quando a glândula pineal está sintonizada a frequências apropriadas com a ajuda da meditação, yoga ou vários métodos esótericos, permite à pessoa viajar para outras dimensões. Isto é mais conhecido como viagem astral, projeção astral, visualização remota ou desdobramento.
]]>Todos os nadis acabam na coluna vertebral, que é o canal de energia por excelência. Aqui a energia flui através dos três principais nadis: ida, pingala e sushumna. Os chakras estão na coluna e são centros onde a energia é armazenada e redistribuída.
A meditação e o yoga derivam do entendimento do fluxo de energia entre os principais chakras. A consciência individual está espalhada por todos os sete chakras e alinhar todos eles traz um estado de harmonia e bem-estar. Nesse sentido, alinhar seus chakras é como estar em um estado de meditação o tempo todo, permitindo que alcance a calma sem esforço e tenha uma vida rica em beleza e felicidade.
Dedicando alguns minutos todos os dias para focar sua consciência em cada um dos sete chakras, você promove sutilmente, mas seguramente, os atributos que ele representa.
O ideal é que a gente consiga manter os nossos chakras em equilíbrio. Porém, algumas situações da nossa vida como, alimentação, pensamentos e outros fatores podem deixar os chakras em desarmonia. Cada chakra tem uma cor diferente e possui uma função.
Entender as características de cada chakra nos ajuda em um processo de autoconhecimento e por consequência, nos ajuda a saber qual área da nossa vida precisa de mais atenção.
Chakras
Chakra Base (MULADHARA):
Muladhara significa “o suporte da raiz”, “o responsável pelas origens” ou “o portador dos alicerces”. As necessidades do primeiro chakra são instintivas: abrigo e alimento e a procriação. Os atributos positivos do Muladhara nos propiciam capacidade de sobreviver em situações extremas.

Mudras:

Chakra Muladhara – Básico
Localização: Base da Coluna Vertebral
Coloração: Vermelha
Mantra: LAM
Elemento: Terra
Planetas: Marte e Saturno
Aroma: madeira de cedro, patchouli, mirra.
Alimentos: alimentos de cor vermelho como tomates, beterrabas, cerejas, romãs, morangos e maçãs vão ajudar a equilibrar este chacra. Também comer raízes como rabanetes, nabos, cenouras, alho e cebola, aipim, batata.
Função: Representa a conexão do ser humano com o planeta Terra, mundo material e físico. Tem a função de trazer vitalidade e saúde para o corpo físico e está relacionado com a sobrevivência.
Equilíbrio: Coragem, paciência, saúde, sucesso e segurança.
Desequilíbrio: Problemas sexuais, insegurança, medo, raiva, tensão e violência.
Chakra Sacral (SVADHISTHANA):
Por ele penetram as energias cósmicas mais sutis, que a seguir são distribuídas pelo corpo. Quando esse chakra é estimulado, propicia uma boa captação energética.
As imagens de nossa existência, de vidas passadas e traumas ficam guardadas nesse Chakra. A capacidade de dissipar antigas emoções também está ligada a ele. A palavra Svadhisthana também é traduzida como a “doce casa”, e é ali que está abrigado aquela potência, aquela força que chamamos desejo. O ímpeto criativo de semear uma vida, ou o desejo de concretizar sonhos.

Mudras:

Chakra Svadhistana – Sacral
Localização: Dois dedos abaixo do umbigo
Coloração: Laranja
Mantra: VAM
Elemento: Água
Planetas: Lua, Vênus e Urano
Aroma: sândalo, ylang-ylang, amêndoa amarga, jasmim e óleo de rosa
Alimentos: reforçar a ingestão de líquidos.
Função: Chakra da reprodução. Está relacionado com a sexualidade, curiosidade e prazer material.
Equilíbrio: Favorece aspectos como força, vitalidade física e reprodução; assim como assimilação de novas ideias, desejo, emoções, mudanças, prazer, saúde e tolerância.
Desequilíbrio: Podem ocorrer problemas sexuais e de bexiga. Pode gerar falta de inspiração e dificuldade nos relacionamentos; e se estiver aberto demais, pode levar a confusão, ciúmes e impotência.
Chakra Umbilical ou Plexo Solar (MANIPURA):
O chakra Manipura é também conhecido como chakra do plexo solar e em algumas tradições Indianas e Tibetanas, ele é chamado de “lugar das gemas” ou “cidade das jóias”. Pense no Manipura como o Sol em seu corpo. Ele recolhe radiação solar como se fosse um tipo de prana (energia vital) e converte-a num estado que permite a regulação do fluxo de energias vitais por todo o corpo físico. Ele é um ponto de união das linhas de energia sutil (as nadis) que controlam todas as funções corporais e ao mesmo tempo é um plexo nervoso poderoso.

Mudras:

Chakra Manipura – Plexo Solar
Localização: Boca do Estomago
Coloração: Amarelo
Mantra: RAM
Elemento: Fogo
Planetas: Sol, Júpiter e Marte
Alimentos: Balancear a ingestão de alimentos ricos em amido e carboidratos, bem como os alimentos de cor amarela: milho, batata salsa, batata doce, cenoura, abóbora, manteiga, gema de ovo, banana, abacaxi, melão, pêssego, manga;
Aroma: de lavanda e bergamota, sálvia e gerânio. Pode-se usar a planta na forma de erva (fortalecendo corpo físico) ou como essência floral fortalecendo o campo energético.
Função: Representa a personalidade do ser humano. Está relacionado com as qualidades da mente, vitalidade, saber aprender, comunicar. Esse Chakra possui importante papel na digestão, nas emoções e no metabolismo.
Equilíbrio: Quanto mais alinhado esse chakra está, mais ele contribui para o reforço de qualidades como autocontrole, autoridade, energia, humor, vontade e poder pessoal.
Desequilíbrio: Pode acarretar problemas estomacais e digestivos. A sua ausência pode gerar medo e o seu excesso pode desencadear ódio e raiva.
Chakra Cardíaco (ANAHATA):
Também conhecido como Chakra cardíaco, ele é o ponto de equilíbrio, um intermediário entre as energias terrenas e espirituais. O Anahata é também conhecido como chakra cardíaco. Dentro da tradição Hindu ele é dito “o Intocado” ou “invicto”. Ele é o ponto de equilíbrio entre os chakras inferiores e superiores.

Mudras:

Chakra Anahata – Cardíaco
Localização: Região Cardíaca
Coloração: Verde ou Rosa
Mantra: YAM
Elemento: Ar
Planetas: Sol, Vênus e Mercúrio
Alimentos: folhas e legumes são os alimentos mais indicados! Frutas como maça, morango e romã.
Aroma: Florais, rosa, melissa, camomila, flor de laranjeira, flor de pêra.
Função: Tem como função energizar o sangue e o corpo físico. Elo de ligação de energia dos chakras inferiores e superiores. Chakra onde passa toda a nossa energia.
Equilíbrio: Mais qualidades de amor incondicional, compaixão, equilíbrio, harmonia e paz são evidenciadas.
Desequilíbrio: Instabilidade emocional, problemas de coração e circulação. A ausência pode causar baixa autoestima e o excesso pode causar preocupação demasiada com os outros.
Chakra Laríngeo (VISHUDDHA):
O chacra Vishuddha é também conhecido como chacra laríngeo, em sânscrito significa “o purificador”. Conhecido ainda pelo nome de Akasha, ele governa o pescoço, os ombros, os brônquios, além da voz. Se constantemente alinhado, auxilia no tratamento às disfunções digestivas. É de frequência vibratória superior.

Mudras:

Chakra Visuddha – Laríngeo
Localização: Garganta
Coloração: Azul Claro
Mantra: HAM
Elemento: Éter
Planetas: Marte, Vênus e Urano
Alimentos: comer todos os tipos de frutas, das mais variadas cores.
Aroma: qualquer óleo essencial que ajude na auto expressão são adequados para o chacra laríngeo. Camomila romana, camomila alemã, raiz de angélica, pau rosa e tomilho são especialmente eficazes. Alecrim, lavanda e hortelã-pimenta também são excelentes opções.
Função: Representa a comunicação, criatividade, som, vibração e capacidade de receber e assimilar. Relaciona-se com o paladar, audição e olfato.
Equilíbrio: Favorece qualidades de comunicação, criatividade, conhecimento, honestidade, integração, lealdade e paz.
Desequilíbrio: Quando em desequilíbrio pode causar depressão, ignorância e problemas na comunicação. Pode causar dificuldade na comunicação e no receber benefícios. E estiver aberto em demasia, pode causar inquietação e ansiedade.
Chakra Frontal ou 3º Olho (AJNA):
Este chacra está intimamente ligado à nossa intuição, também chamada visão interior. O sexto chacra, também conhecido por ajña que em sânscrito, significa o chacra do comando. Este é o famoso “terceiro olho”, que os hindus destacam através do uso de joias ou tatuagens no meio da testa.
Recebe dos olhos informações ativadas pela luz exterior através do hipotálamo e envia mensagens hormonais, que afetam a mente e permitem que o corpo se adeque ao meio ambiente. Funciona como glândula e como órgão e secreta a melatonina.

Mudras:

Chakra Ajna – Frontal ou Terceiro Olho
Localização: Entre as sobrancelhas
Coloração: Azul Índigo
Mantra: Om
Elemento: Éter
Planetas: Mercúrio, Vênus e Urano
Aroma: Todos os óleos essenciais que ajudem na concentração, visão e intuição são apropriados para o chacra do terceiro olho. Helichrysium, alecrim, manjericão, junípero, olíbano, mirra e tomilho são especialmente eficazes. Você pode usar o óleo essencial associado com o chacra do terceiro olho parafortalecer qualquer fraqueza ou para corrigir desequilíbrios energéticos. Por exemplo, uma pessoa espiritualmente não evoluída, que está preocupado com o materialismo, pode amadurecer espiritualmente através da cura do chacra do terceiro olho.
Alimentos: os alimentos responsáveis por sua harmonia são aqueles ricos em vitamina B e frutas como framboesa, figo, uva roxa, jabuticaba, amora.
Função: Chakra dos sentidos. Relaciona-se com a intuição, vidência, audiência no campo da paranormalidade. Dentre suas funções, ele é responsável por revitalizar o sistema nervoso e a visão.
Equilíbrio: Evidencia qualidades como concentração, devoção, intuição, imaginação, realização da alma e sabedoria.
Desequilíbrio: Quando em desequilíbrio, pode causar dores de cabeça, falta de concentração, problema nos olhos, pesadelos e tensão. A ausência pode causar falta de inteligência e pensamentos depressivos e o excesso pode causar estresse e desequilíbrio psíquico.
Chakra Coronário (SAHASRARA):
Sahasrara é o lugar da pura consciência, a sede da espiritualidade e está ligado ao funcionamento do cérebro. O Chakra Sahasrara ou da coroa ou ainda coronário é também conhecido como o “Lótus, das mil pétalas”.

Mudras:

Chakra Sahasrara – Coronário
Localização: Topo da Cabeça
Coloração: Branco / Dourado / Violeta
Mantra: Ahm
Elemento: Éter
Planetas: Saturno e Netuno
Aroma: em forma de óleo essencial pode-se usar o de lótus, Ylang-ylang, paurosa, tília ou flor do limoeiro. Na forma de ervas: hamamélis, o confrei, a espinheira e a lavanda.
Alimentos: o alimento é o espiritual: oração, meditação, leituras e filmes edificantes.
Função: Chakra da luz do conhecimento, consciência, visão do Universo. Chakra complexo que permite a ligação do ser às energias Superiores. Suas principais funções é revitalizar o cérebro e a conexão com o Divino.
Equilíbrio: Favorece a percepção além do tempo e espaço e a abertura da consciência para o infinito.
Desequilíbrio: Pode provocar alienação, confusão, depressão e falta de inspiração. Com sua ausência pode haver falta de fé e com seu excesso, fanatismo religioso.
Como alinhar os Chakras
De acordo os diversas referências e estudos, para a ativação dos Chakras e seu alinhamento é necessário a concentração e o sentir da energia de cada cor específica, em suas respectivas localizações.
Realinhar os chakras proporciona a livre circulação de energia no corpo, isso engloba corpos sutis, energéticos, áurea e corpo físico. Com o desbloqueio, a energia consegue fluir por todos os chakras livremente e cada um pode então cumprir a sua função.
O alinhamento dos Chakras pode ser feito sozinho ou com o auxílio de um terapeuta especializado, por meio da Meditação, de pedras ou cristais, florais, ou técnicas como Reiki, Radiestesia, Mesa Radiônica e etc.
Para te ajudar separamos mais informações sobre alguns deles:
Pedras ou cristais além de servirem como ótimos amuletos, possuem a função de revigorar e equilibrar os chakras e estimular o poder de auto-cura. Eles emitem vibrações e interagem por eletromagnetismo.
Isso porque a natureza trabalha naturalmente e consegue afetar certas frequências energéticas, respondendo através dos espectros coloridos.
Muitos terapeutas holísticos, trabalham o alinhamento dos chakras pelo o uso desses elementos.
É sempre importante observar sua cor. Cada uma corresponde a um chakra diferente. Veja só:
• Chakra da Terra (Básico): Rubi, Turmalina Vermelha, Granada Vermelha e Quartzo Vermelho.
• Chakra da Água (Umbilical): Topázio Imperial, Pedra do Sol e Cornalina
• Chakra do Fogo (Plexo solar): Jaspe Amarelo, Topázio Amarelo e Âmbar
• Chakra do Ar (Cardíaco): Quartzo Verde, Esmeralda e Turmalina Verde
• Chakra do Éter (Laríngeo): Água Marinha, Turquesa, Quartzo Azul e Quartzo Lavanda
• Chakra frontal: Safira, Sodalita, Quartzo Azul Intenso
• Chakra coronário: Ametista, Lolita e Flurolita
Para utilizar as pedras ou cristais, basta posicioná-los perto dos chakras por alguns minutos. Feito isso, ao sentar para meditar, coloque-as ao redor de você, como se fossem o centro de energia que te dão a força desejada. É por meio delas que os chakras receberão a carga que precisam para se reconstruírem e agirem sobre nós.
Lembre-se que essas pedras e cristais precisam ser limpos e energizados para que possam ser utilizados. Na limpeza basta lavá-los em água corrente juntamente com sal grosso ou marinho. A fim de recarregá-los, os deixe descansando no sol entre 30 minutos a 1 hora.
Conectar-se com a natureza é uma forma de se manter equilibrado. Sentar na grama ou andar descalço são ótimas maneiras de se sentir mais conectado e absorver a energia curativa vinda da natureza. Outra opção também é colocar flores e plantas pela casa.
Limpar a mente de conversas negativas é o primeiro passo para uma visualização bem-sucedida. Quando sua mente estiver clara, tente visualizar imagens que representam felicidade ou amor. Por exemplo, você pode visualizar uma abertura de flor ou um coração abençoando cada um dos seus chakras.
Respirar com uma intenção é uma das maneiras mais fáceis e eficazes de restaurar seus chakras.
Para ajudar a trazer seus chakras para o equilíbrio natural e harmônico, toda vez que for inspirar, direcione a energia da respiração para um dos chakras. Ao expirar, permita que a consciência foque no chakra escolhido.
Nenhuma dos modos citados é melhor ou pior que outro. Basta identificar aquele que mais combina com o seu estilo de vida e com o que busca.
]]>Usando um termo da Teosofia, a egrégora é uma “forma-pensamento”. Ela nasce como uma ideia, um pensamento, e se desenvolve gradativamente, assim como pode também se diluir e extinguir-se. Ou seja, egrégoras nascem e morrem. Mas também crescem e podem alcançar estágios bem desenvolvidos a ponto de se tornarem “formas divinas”.
O ponto de vista defendido pela teosofia encontra eco em diversas outras linhas de pensamento, especialmente religiosas. O conceito de egrégora, como forma-pensamento de grupo, foi desenvolvido em trabalhos da Ordem Hermética da Golden Dawn e dos Rosacruzes .
Uma egrégora seria capaz de realizar, no mundo visível e palpável, as aspirações transmitidas ao mundo invisível pela coletividade geradora. Quando a energia é deliberadamente gerada, ela formaria um padrão, ou seja, teria a tendência de se manter como está e de influenciar o meio ao seu redor. No mais, as egrégoras podem ser descritas como concentrações ou esferas energéticas criadas quando várias pessoas têm um mesmo objetivo. Trata-se de um conceito místico-filosófico na qual todo pensamento e energia gerada têm existência, podendo circular livremente pelo cosmo.
É o caso, muito comum, em ambiente de trabalho, onde os pensamentos que as pessoas que trabalham naquele local alimentam, formam um “clima”, seja bom ou ruim, naquele ambiente. Ou da pessoa piedosa que faz orações pelo bem de alguém. O chamado “mau olhado” também é uma egrégora: um pensamento maligno, de inveja ou de destruição, que, dependendo do poder da pessoa que o produz e da sintonia que o alvo está, pode afetar a pessoa ou até objetos.
Também é possível a egrégora prejudicar seu próprio criador, onde são ‘envenenadas’ pela própria egrégora. Pessoas de consciência bruta, pouco desenvolvida, facilmente criam egrégoras grotescas que vivem à sua volta, provocando sentimentos viciantes, rancor, desejos descontrolados, autodesprezo, ganância e vícios que acorrentam a alma.
A egrégora pode também ser criada coletivamente. Uma religião, uma ideologia, uma tradição, uma marca, um time, um ideal, uma luta de classes, uma sociedade secreta, um exército, tudo isto envolve a criação de um pensamento em comum, alimentado por todos, que fica cada vez mais forte. Quando a egrégora cresce demais, deixa de ser serva dos que a criaram e pode assumir uma ‘forma divina’.
Daí uma ideia se tornar superior a quem a gerou e até mesmo se torna um ‘mestre’, ‘senhor’, um ‘anjo’ou um ‘deus’. Assim surgiram algumas divindades veneradas por religiões. Mas não se engane, os deuses surgem por muitos meios. Nem todos os deuses são egrégoras superdesenvolvidas. Há deuses autogerados e estes são muito superiores a qualquer egrégora.
O padrão vibratório de uma casa tem relação direta com a energia e o estado de espírito de seus moradores. O que poucos sabem é que as paredes, objetos e a atmosfera de um ambiente registram as energias de todos os acontecimentos e de estado de espírito dos frequentadores daquele ambiente.
Quando se pensa em saúde energética, tome a iniciativa básica e vital de impregnar sua atmosfera apenas com bons pensamentos e boas vibrações. Evite discussões, palavras ásperas e brigas. Não pense mal dos outros, bata a porta ou jogue pragas. Nos ‘transformando’, transformamos o ‘mundo’ a nossa volta. Cada um faz sua parte.
Paramahansa Yogananda (1893-1952) foi um iogue e guru indiano, considerado um dos maiores emissários da antiga filosofia da Índia para o Ocidente.
Paramahansa Yogananda nasceu em Gorakhpur, Índia, no dia 5 de janeiro de 1893. Ainda menino já mostrava sua espiritualidade e conseguia ter lembranças de suas vidas passadas.
Durante a juventude procurou vários sábios buscando encontrar um mestre iluminado para guiá-lo em sua busca espiritual.
Em 1910, teve um encontro com Swami Sir Yukteswar e sua busca cessou. Durante os 10 anos seguintes recebeu disciplina rígida enquanto se preparava e adquiria experiências da realidade do espírito.
Em 1915, depois de sua formatura na Universidade de Calcutá fez seus votos formais como monge da Ordem Monástica dos Swami, ocasião em que recebeu o nome de Yogananda, que significa bem-aventurança (ananda), por meio da união divina (Yoga).
Em 1917, iniciou a importante obra com a fundação de uma escola denominada “Como Viver”, onde se misturavam as tradicionais matérias curriculares com o treinamento em ioga e instruções sobre ideias espirituais.
Logo a instituição estava formada com vinte e um estabelecimentos espalhados por toda a Índia.
Em 1920, foi convidado a representar a Índia no Congresso Internacional dos Liberais Religiosos, realizado em Boston. Suas palestras realizadas na conferência e posteriormente na Costa Leste dos Estados Unidos foram muito bem acolhidas.
Nesse mesmo ano, estabeleceu na cidade de Los Angeles a Sede Internacional da Self-Realization Fillowship, que se tornou o coração administrativo e espiritual da sua crescente missão.
Em 1924 ele partiu para uma turnê de conferências através do continente. Durante as três décadas seguintes, Paramahansa Yogananda contribuiu de maneira profunda no sentido de criar no Ocidente uma percepção e apreciação mais aguda da sabedoria espiritual do Oriente.
Através de suas obras escritas, das palestras e seminários realizados em suas longas viagens, e da criação de centros de meditação e templos da Self-Realization Fellowship, ele apresentou a milhares de buscadores da verdade a antiga ciência e filosofia da yoga, com os seus métodos de meditação universalmente aplicáveis.
Em 1935, Yogananda iniciou uma viagem de 18 meses pela Europa, Oriente Médio e Índia. Durante sua permanência na Índia, ele realizou palestras em diversas cidades e teve um encontro com Mahatma Gandhi.
Recebeu de seu guru o título espiritual da Índia, “Paramahansa” (cisne supremo), que significa aquele que manifesta o estado supremo de comunhão ininterrupta com Deus.
Em 1946, Paramahansa publicou “Autobiografia de Um Yogue”, onde explica com clareza as leis sutis e mais definidas, pelas quais os verdadeiros iogues realizam milagres e atingem o autodomínio.
Paramahansa Yogananda faleceu em Los Angeles, Califórnia, Estados Unidos, no dia 7 de março de 1952.
]]>A Pedra Filosofal é, portanto, muito semelhante ao símbolo da rosa e da cruz (onde a cruz representa o corpo e a rosa representa o desdobramento da consciência do indivíduo).
Na idade média ela era tida como o Santo Graal e tornou-se não só a chave para a transmutação dos metais básicos em ouro, mas também guardava o segredo da vida eterna, a cura de todas as doenças e o caminho para a perfeição espiritual.
Acredita-se que a pedra filosofal transforma metal em ouro e curava doenças – seu significado real é a pureza e imortalidade.
Na modernidade, entre outras coisas, a Pedra também ganhou conceitos como “Iluminação”, “Consciência Cósmica”, “Cálice Sagrado”, etc.
Os alquimistas acreditavam que o ouro era um metal perfeito por causa de seu brilho e resistência à ferrugem.
No verdadeiro sentido: ouro significa buscar espiritualidade. Seu símbolo consiste em um triângulo que representam sal, enxofre e mercúrio, o quadrado que representa os quatro elementos e o círculo que representa o conceito de unidade.
Esses termos ― Mercúrio, Enxofre e Sal ― são apenas “códigos” usados para definir o espírito, a alma e o corpo das substâncias.
O Enxofre alquímico é a alma de qualquer material, ou, a consciência da matéria. É o princípio ardente, ativo, solar, masculino que dá a uma substância suas propriedades ativas em relação a outras subtâncias.
Nas obras alquímicas, o Mercúrio é o Espírito das coisas, sejam elas vegetais, metais ou psicológicas. Tendo Espírito como a parte não-física de uma pessoa, sede de suas emoções e caráter. Princípio aguado, passivo, lunar, feminino que representa a essência oculta e fonte criativa de vida que existe em todas as coisas.
Na Alquimia, o Sal simboliza o corpo físico e a matéria do qual a alma e sua força vital funcionam. O Sal representa a fixação, a materialização e a formação de corpos, e incorpora essas características que associamos à ideia de massa ou matérias.
Esta Pedra, uma vez adquirida, daria ao seu dono uma série de “poderes especiais”, entre eles a “transmutação da matéria”, o “elixir da vida eterna”, a “panaceia universa”l e o “poder de criação do homúnculo”.
Transmutação da Matéria: O famoso “transformar chumbo em ouro” é uma forma de descrever a ascensão da consciência a níveis mais nobres. Significa a elevação da consciência vulgar a níveis mais elevados. É equivalente ao processo de iluminação budista ou de santificação cristã.
Panaceia Universal: Também chamado de Azoth, é um remédio que cura todas as doenças físicas, mentais e espirituais. Significa que todo os males do ego são obliterados pela imensidão da Consciência Cósmica.
Uma consciência elevada por definição está acima dos apegos e dos sofrimentos próprios da personalidade abandonada em sua ignorância.
Elixir da Eterna Juventude: Poção da vida eterna. Enquanto a Panaceia Universal garante uma boa vida, o Elixir da Eterna Juventude garante que esta vida não terá fim. Significa que a Consciência Cósmica conduz à percepção da imortalidade na medida em que a identificação vulgar com o corpo e com a mente são transcendidos. Velhice e morte tornam-se conceitos ultrapassados.
Criação do Homúnculo: Criação de uma vida humana no laboratório. Significa a construção de um novo ser com o alquimista como arquiteto da sua própria existência. No processo alquímico, o antigo eu dá origem e lugar a uma nova forma.
A Pedra Filosofal é o objetivo maior por trás da Alquimia. Apesar das lendas atribuírem à Alquimia uma origem mais antiga (Antigo Egito) que os historiadores (Século I e II), a ideia de Pedra Filosofal originou-se com os alquimistas de Alexandria.
A saúde seria o equilíbrio e a doença seria o desequilíbrio de todas as energias presentes no ser humano, tanto no corpo físico como espiritual. Na alquimia não existe matéria morta e todas as substâncias, animal, vegetal ou mineral, são dotadas de vida e movimento, ou seja, possuem suas energias características.
Segundo Hermes Trimegistro em sua frase: “O que está em cima é semelhante ao que está em baixo”. Tudo o que existe material ou espiritual constitui uma unidade. O mundo terreno é constituído pelos mesmos componentes que o mundo celeste.
O símbolo alquímico do ouroboros, que é a figura de uma serpente mordendo a própria calda formando um círculo, representa estas constantes transformações em que nada desaparece nem é criado, tudo é transformado como o princípio da conservação de energia, ou a primeira lei da termodinâmica.
Na maçonaria, no rito chamada Câmara de Reflexão, o candidato à iniciação permanece, em meditação, antes da cerimônia, representa o útero (da terra), do qual o candidato nasce para uma nova vida, representa a “prova da terra”, um dos quatro elementos aristotélicos. Nela, entre diversos símbolos representativos da espiritualidade e do valor da vida honrada, encontram-se as substâncias necessárias à Grande Obra — sal, enxofre e mercúrio — para lembrar, ao candidato, que ele deve percorrer o caminho do conhecimento para chegar ao aperfeiçoamento espiritual e moral, que é a Grande Obra da vida.

A palavra Kundalini é derivada do sânscrito e significa “enrolado como uma cobra” ou “aquela que tem a forma de uma serpente”. O nome faz alusão à Energia Cósmica que se concentrada em cada existência.
Quando uma pessoa desperta a Kundalini, ativa um fluxo de energia, semelhante a uma serpente, que começa no chakra básico, na base da coluna, e sobe pela medula espinhal, aumentando assim a rotação dos chakras, onde sentidos e faculdades surgem ou se acentuam.
A ativação de Kundalini faz subir a energia ígnea, partindo do Chakra Muladhara, passando por cada um dos 6 chakras: Swadisthana, Manipura, Anahata, Vishuddhi, Ajna e Sahasrara.
Desde os tempos antigos, em escolas e templos iniciáticos no Egito e na Índia, tem havido uma prática de vigor e desenvolvimento espiritual dessa poderosa energia chamada Kundalini.
Quando sobe para a coluna, a energia Kundalini atinge o sétimo chakra, que tem um efeito esclarecedor no discipulado dando a iluminação (Samadhi ou Nirvana) ou ativação da glândula pineal e liberação de endorfinas, trazendo uma forte consciência, Iluminação, poder, espiritual habilidade, onisciência, intuição, clarividência, telepatia, etc. A cobra encapuzada simboliza a expansão da consciência, que é o resultado da ascensão da serpente.
A subida gradativa da Kundalini vai mexer no seu campo emocional e energético. Muitas memórias arquivadas em seu inconsciente e sub-consciente vêm à tona, trazendo consigo fortes cargas emocionais, positivas ou negativas, que precisarão ser observadas, enfrentadas, resignificadas e purificadas, para que continuemos caminhando em direção ao conhecimento integral do ser Divino que somos.
Aqueles que são bem sucedidos na elevação da energia serpentina tornam-se aptos a mais facilmente adentrar níveis espirituais mais elevados e transcendentes e iluminarem-se.
Ao longo do corpo temos dutos energéticos, Nadis, é uma espécie de sistema circulatório do duplo etérico.

Há inúmeros nádis, mas os principais para fins de kundalini, são o IDA e o PINGALA (transportam o prana – energia até o chakra básico – Muladhara) e o SUSHUMNA (transforma a Shakti-Kundalini ativada , do chakra básico ao coronário, no raro processo que se chama de ascensão da kundalini, e que provoca o SAMADHIS, que promove a re-integração com a divindade e plenitude). O Sushumna é considerado o nádis mais importante, pois representa a energia neutra e pura.
Ida e Pingala correm num movimento de espiral ascendente ao longo do canal central, Sushumna, se unem no chakra Ajna, localizado entre as sobrancelhas na região do terceiro olho, entrando através das narinas esquerda e direita. Ida é a narina esquerda e Pingala é a narina direita. Partindo do chakra básico, Ida e Pingala se cruzam 4 vezes ao longo da coluna, na região de encontro ao segundo, terceiro, quarto e quinto chacras.
Existem dois tipos de kundalini: inferior e superior. A kundalini inferior é a energia cósmica criadora e feminina Shakti, e sua porta de entrada é o chakra básico. Esta energia flui normalmente de forma moderada através do Sushumna. Entretanto, com o aumento do desenvolvimento consciente (expansão da consciência), através de diversas práticas físicas ou meditativas, Shakti sobe num fluxo crescente, ativando os diversos chakras pelo seu caminho, levando-nos ao máximo desenvolvimento espiritual e consciencial.
A kundalini superior – a energia do ser puro – flui a partir do chakra coronário para baixo através do sushumna e dissolve bloqueios nos demais chakras. Na doutrina hindu, essa energia é denominada Shiva, a divindade masculina que aniquila a ignorância. Assim, Shiva e Shakti são as principais energias que atuam em prol do desenvolvimento espiritual do ser humano.
BÁSICO (1°) ou Múládhára – Conexão com à Terra
SACRO (2°) ou Swádhisthána – Sexualidade e Alegria
PLEXO SOLAR (3°) ou Manipura – Emoção e Poder
CARDÍACO (4°) ou Anáhata – Sentimentos
LARÍNGEO (5°) ou Vishuddha – Comunicação e Criatividade
FRONTAL (6°) ou Ájña – Intelecto e Intuição
CORONÁRIO (7°) ou Saháshara – Conexão com o Divino
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