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hinduismo – Ciência do autoconhecimento https://cienciadoautoconhecimento.com.br Autoconhecimento * Expansão Consciência * Física Quântica * Espiritualidade Sun, 24 Nov 2024 01:14:51 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.3 https://cienciadoautoconhecimento.com.br/wp-content/uploads/2021/05/cropped-logo_branco_arvore-removebg-preview-1-1-32x32.png hinduismo – Ciência do autoconhecimento https://cienciadoautoconhecimento.com.br 32 32 Ciclo de Vida, Morte e Renascimento: O que Dizem as Tradições Espirituais https://cienciadoautoconhecimento.com.br/ciclo-de-vida-morte-e-renascimento/ https://cienciadoautoconhecimento.com.br/ciclo-de-vida-morte-e-renascimento/#respond Fri, 04 Oct 2024 10:51:00 +0000 https://cienciadoautoconhecimento.com.br/?p=5844 Continue lendo...Ciclo de Vida, Morte e Renascimento: O que Dizem as Tradições Espirituais

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– Uma Visão Geral de Como Diferentes Culturas Entendem a Reencarnação

A morte é um dos temas mais universais e intrigantes da experiência humana, e as diferentes tradições espirituais ao redor do mundo abordam esse fenômeno de maneiras únicas. A ideia de que a vida é um ciclo contínuo de nascimento, morte e renascimento — conhecido como reencarnação — tem sido uma fonte de ensinamentos e reflexões em muitas culturas. Neste artigo, exploraremos as perspectivas sobre o ciclo de vida, morte e renascimento em várias tradições espirituais, revelando como elas entendem a reencarnação e o que isso significa para a jornada da alma.

O Ciclo da Vida nas Tradições Espirituais

1. Hinduísmo

No Hinduísmo, a reencarnação é uma crença fundamental, enraizada na filosofia do samsara, que se refere ao ciclo contínuo de nascimento, vida, morte e renascimento. Acredita-se que a alma (ou atman) é imortal e passa por várias vidas em diferentes formas, dependendo de seu karma acumulado em vidas passadas. O karma é visto como a soma das ações de uma pessoa, que determina seu destino nas próximas vidas. O objetivo final é atingir a moksha, a liberação do ciclo de samsara, onde a alma se une com Brahman, a realidade suprema.

2. Budismo

O Budismo compartilha a ideia de samsara, mas a entende de maneira diferente. Para os budistas, a reencarnação é o resultado do desejo e da ignorância. O ciclo de renascimentos é marcado pelo sofrimento (dukkha), e a libertação desse ciclo é alcançada através da compreensão das Quatro Nobres Verdades e do Caminho Óctuplo. A prática da meditação e a busca pelo entendimento são fundamentais para alcançar o Nirvana, que é a cessação do sofrimento e a libertação do ciclo de vida e morte.

3. Espiritismo

O Espiritismo, codificado por Allan Kardec no século XIX, propõe uma visão da reencarnação como um processo de evolução moral e intelectual. De acordo com essa tradição, as almas reencarnam em diferentes corpos para aprender e se desenvolver. Cada vida é uma oportunidade de crescimento, e as dificuldades enfrentadas são vistas como lições que a alma precisa para progredir. A comunicação com os espíritos também é uma parte importante do Espiritismo, permitindo que os vivos aprendam com as experiências dos mortos.

4. Tradições Indígenas

Muitas culturas indígenas também possuem uma visão cíclica da vida e da morte. Para essas tradições, a natureza é vista como um ciclo interminável de vida e morte, e a reencarnação é frequentemente entendida como um retorno à terra ou à comunidade espiritual. Em algumas culturas, acredita-se que os ancestrais permanecem presentes na vida dos vivos, orientando e protegendo suas famílias. A relação com os ciclos naturais é central para a compreensão de vida e morte nessas culturas.

Morte e Renascimento

A morte, em muitas tradições espirituais, não é vista como um fim, mas como uma transição. O conceito de renascimento é fundamental para entender essa transformação:

1. Rituais de Transição

Em várias culturas, rituais de morte são celebrados como uma forma de honrar o falecido e facilitar sua passagem para o outro mundo. Por exemplo, no Hinduísmo, o ritual de cremação é realizado para liberar a alma do corpo físico e permitir seu renascimento. Nas tradições indígenas, as cerimônias de luto e celebração da vida são importantes para ajudar os membros da comunidade a lidar com a perda e a transição.

2. Símbolos de Renascimento

O renascimento é simbolizado de diferentes formas nas tradições espirituais. Na mitologia egípcia, o deus Osíris representa a ressurreição e a vida após a morte. No Cristianismo, a ressurreição de Jesus é um símbolo central de esperança e renovação. Essas histórias ilustram a crença de que a morte não é um fim, mas uma nova oportunidade de vida.

O Significado da Reencarnação

A reencarnação traz um sentido profundo de responsabilidade e propósito para a vida. Ao entender que nossas ações têm consequências que se estendem para além desta vida, somos incentivados a viver de maneira mais consciente e ética. Essa consciência pode nos motivar a buscar crescimento pessoal e espiritual, contribuindo para um mundo mais harmonioso.

Conclusão

O ciclo de vida, morte e renascimento é uma questão complexa e multifacetada que é abordada de maneiras diversas nas tradições espirituais ao redor do mundo. Desde o Hinduísmo e o Budismo até o Espiritismo e as tradições indígenas, a reencarnação oferece uma perspectiva que nos convida a refletir sobre a natureza da existência e nosso papel nela.

Compreender essas crenças pode enriquecer nossa experiência humana, ajudando-nos a lidar com a morte e a vida de forma mais significativa. Cada tradição oferece um caminho único para explorar a conexão entre a vida e a morte, revelando que a jornada da alma é um ciclo interminável de aprendizado e evolução. Ao nos conectarmos com essas sabedorias ancestrais, podemos encontrar conforto e inspiração para nossa própria jornada.

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Karma e Dharma: Conceitos Fundamentais nas Religiões Orientais https://cienciadoautoconhecimento.com.br/karma-e-dharma-conceitos-fundamentais-nas-religioes-orientais/ https://cienciadoautoconhecimento.com.br/karma-e-dharma-conceitos-fundamentais-nas-religioes-orientais/#respond Thu, 13 Apr 2023 06:12:00 +0000 https://cienciadoautoconhecimento.com.br/?p=4289 Continue lendo...Karma e Dharma: Conceitos Fundamentais nas Religiões Orientais

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Karma e Dharma são conceitos fundamentais presentes nas religiões orientais, especialmente no hinduísmo, no budismo e no jainismo. Essas tradições espirituais desenvolveram uma compreensão profunda do funcionamento do universo e da natureza humana, e estes conceitos são centrais para essa compreensão.

O surgimento desses conceitos está relacionado com a história dessas religiões e com o desenvolvimento da filosofia e espiritualidade da Índia. O hinduísmo, por exemplo, é uma das religiões mais antigas do mundo e tem suas raízes na antiga civilização do Vale do Indo, que existiu há mais de 5.000 anos. O budismo, por sua vez, surgiu na Índia no século VI a.C., como uma reação contra a tradição religiosa e filosófica hindu. Já o jainismo, outra tradição espiritual indiana, teve sua origem no mesmo período que o budismo.

Karma é um termo sânscrito que significa “ação” ou “obra”. De acordo com a tradição hindu, todas as ações humanas têm uma consequência, que pode ser positiva ou negativa. Essa consequência é chamada de karma, e é determinada pela natureza da ação em si. Em outras palavras, o que uma pessoa faz, ela colhe. Assim, se alguém pratica boas ações, como a caridade, a bondade e a compaixão, receberá boas consequências em sua vida, enquanto as más ações, como a violência e a crueldade, trarão consequências negativas.

No budismo, o conceito de karma é um pouco diferente. A tradição budista ensina que todas as ações humanas têm uma consequência, mas que essa consequência não é determinada pela natureza da ação em si, mas pela intenção que a motiva. Se a intenção é positiva, a consequência também será positiva, e vice-versa. Além disso, o budismo ensina que o karma não é algo absoluto, mas sim algo que pode ser modificado por meio de ações positivas, como a meditação e a prática da compaixão.

Já o Dharma é um conceito que se refere ao dever ou à lei natural que governa o universo. No hinduísmo, o Dharma é a ordem cósmica que governa o universo e que deve ser seguida por todos os seres humanos. Isso inclui não só os deveres sociais e religiosos, mas também os deveres pessoais e espirituais de cada indivíduo. Seguir o Dharma significa viver em harmonia com o universo e com os outros seres humanos.

No budismo, o Dharma tem um significado um pouco diferente. Para os budistas, o Dharma é a verdade ou a lei que governa o universo e que foi ensinada por Buda. Seguir o Dharma significa seguir o caminho ensinado por Buda para alcançar a iluminação e a libertação do sofrimento.

No jainismo, o Dharma é visto como um conjunto de princípios morais e éticos que governam a vida humana e que devem ser seguidos por todos os seres vivos. Esses princípios incluem a não-violência, a não-posse, a verdade e a disciplina espiritual. Seguir o Dharma significa viver em harmonia com a natureza e com os outros seres vivos.

Além disso, o conceito de karma e dharma está intimamente ligado à reencarnação, uma crença compartilhada pelas três tradições espirituais orientais mencionadas. Segundo essa crença, a alma humana é imortal e passa por uma série de encarnações, até que alcance a iluminação ou a libertação do ciclo de nascimento e morte.

Assim, as ações que uma pessoa realiza em uma vida têm consequências não só nesta vida, mas também nas vidas futuras. Seguir o Dharma e praticar ações positivas pode levar a uma vida futura melhor, enquanto o mau karma pode levar a uma vida futura pior.

Em resumo, o conceito de karma e dharma é central para as religiões orientais, e representa uma compreensão profunda da natureza humana e do universo. Embora haja diferenças nas definições e interpretações desses conceitos em cada tradição espiritual, o objetivo final é o mesmo: viver em harmonia com o universo e alcançar a iluminação e a libertação do sofrimento.

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Como alcançar o estado de Nirvana? https://cienciadoautoconhecimento.com.br/como-alcancar-o-estado-de-nirvana/ https://cienciadoautoconhecimento.com.br/como-alcancar-o-estado-de-nirvana/#comments Wed, 16 Mar 2022 22:32:47 +0000 https://cienciadoautoconhecimento.com.br/?p=1537 Continue lendo...Como alcançar o estado de Nirvana?

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Conhecido também como Samadhi, ou Satori; o Nirvana origina-se do sânscrito e significa “extinção do sofrimento”, ou dukkha. Conceitos encontrados nas religiões indianas (budismo, hinduísmo, jainismo, sikhismo) e também no xamanismo. É um estado de espírito em que o indivíduo sente plena paz, realização e felicidade, mesmo diante das adversidades de sua vida.

No Budismo, este conceito representa a extinção definitiva do sofrimento humano por meio do autoconhecimento e consciência individual física e espiritual. Podendo ser alcançado por meio de diferentes práticas e técnicas espirituais, no qual se encontra livre de qualquer tipo de apego, abrindo a porta para uma paz integral, alheia a qualquer tipo de circunstância externa.

E segundo o Budismo, para alcançar esse status, é preciso se livrar de 3 males psicológicos – Raga (ganância, desejo), Dwesha (raiva) e Moha (ilusão); rompendo os laços com o ciclo de Samsara (ciclos de renascimento e ‘sofrimentos’, fruto do karma, que todas as pessoas do mundo estão sujeitas a passar).

A partir de um ponto de vista psicológico, corresponderia a um estado de calma, de conciliação consigo mesmo, onde o conflito deixa de ser um peso.

No Hinduísmo, encontrado em textos como o Bhagavad Gita, Nirvana é o conhecimento do verdadeiro Eu (Atman) e a aceitação de sua universalidade e unidade com Brahman (o Todo, o Absoluto).

Nas tradições, dentro do hinduísmo, afirmam que existem múltiplos caminhos para moksha (libertação):

– jnana-marga (o caminho do conhecimento);

– bhakti-marga (o caminho da devoção) e

– karma-marga (o caminho da ação).

Diferente do que muitos pensam, qualquer pessoa está apta a acessar o estado de Nirvana. Mas, como se diz, nada é permanente e tudo está em constante movimento; assim acontece com esse estado. Somente com o treino/constância no estado nirvânico é que estradas se formarão, abrindo o caminho para a iluminação.

Como alcançar o estado de Nirvana?

A meditação é a chave para mudar o funcionamento da sua mente, permitindo que você ande pelo caminho da tranquilidade e paz interior, e desperte seu eu interno, trazendo assim diversos outros benefícios. O ato de meditar deve ser diário.
Os ensinamentos são a lente que permite olhar através do mundo. A prática, estudos e aprendizados são a base do caminho.
Comprometa-se a desenvolver uma atitude compatível com o sistema da sua crença. Rejeite pensamentos como o egoísmo, a violência e o ódio. Amor e não violência devem ser imperantes. Na prática: não minta, difame, fofoque, ou fale com agressividade; fale palavras boas e verdadeiras. Suas palavras devem apoiar e animar os outros, mas também é importante saber o momento de ficar em silêncio.
Elimine crenças e pensamentos negativos da sua mente. Pratique o “Mindfulness”: as quatro bases do mindfulness são: contemplação do corpo, sentimentos, estados mentais e fenômenos. Quando você está com a mente plena, você vive o momento e se abre para a experiência completa. Você deve se focar no presente, não no passado ou futuro. Fique atento ao seu corpo, seus sentimentos, pensamentos, ideias e tudo que estiver ao seu redor.

Os estados nirvânicos não fazem a pessoa se tornar um outro ser, e sim, permite o ser se conhecer melhor e fazer escolhas mais adequadas, estando mais consciente das suas emoções, sentimentos e ações tendo aí uma Grande diferença, imperceptível e imensa ao mesmo tempo.

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O por quê da CARIDADE & DOAÇÃO https://cienciadoautoconhecimento.com.br/o-por-que-da-caridade-doacao/ https://cienciadoautoconhecimento.com.br/o-por-que-da-caridade-doacao/#respond Wed, 01 Sep 2021 08:24:00 +0000 https://cienciadoautoconhecimento.com.br/?p=1228 Continue lendo...O por quê da CARIDADE & DOAÇÃO

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A caridade pode ser entendida como um sentimento ou ação altruísta de ajuda a alguém sem busca de qualquer recompensa. A caridade verdadeira é aquela que se pratica com a renúncia constante dos interesses egoístas.

Para o espíritas acredita-se que a vida terrena deve servir unicamente para o aperfeiçoamento moral do homem e consegue-se mais facilmente com o auxílio do corpo físico e das exigências do mundo material, porém ao sacríficio do egoísmo, do orgulho e da vaidade.

A verdadeira caridade não consiste em apenas dar esmola ou coisas materiais aos mais necessitados e sim, consiste em ser bondoso para com tudo aquilo que diga respeito ao próximo, a doação de amor e carinho, de consolo ou encorajamento, de tempo, de atenção, de boas vibrações, ou mesmo uma pequena ação.

Se a caridade tem como princípio amar o próximo, amar os inimigos é a mais sublime aplicação desse princípio. A virtude de amar os inimigos é uma das maiores vitórias alcançadas sobre o egoísmo e o orgulho.

Amemos-nos uns aos outros e façamos aos outros o que gostaríamos que os outros nos fizessem. Toda religião e toda moral se encontram contidas nesses dois ensinamentos e por muitas vezes são esquecidos.

Segundo espiritismo, sabendo-se entender que o espírito que já passou e passará pelas mais diversas situações em diferentes encarnações no caminho da evolução, qualquer prejuízo que gere a outrem será um prejuízo causado contra si; de forma contrária, qualquer auxílio prestado a outrem será também um auxílio prestado a si.

Assim como no hermetismo pelo seu “Princípio do Ritmo”, conhecido por muitos como a “Lei do Retorno” ou comumente chamada de “Lei da Causa e Efeito” ou assim com a lei áurea da prosperidade: “Dás e Receberás”. Todos estes exemplos mostram que a caridade forma um ciclo virtuoso de progresso geral e traz para o campo científico-filosófico o que era apenas matéria religiosa.

Há também o que é chamada de caridade moral, aquela que qualquer um pode fazer, porque não custa dinheiro ou bens materiais, e ainda assim é a mais difícil de ser praticada.

A caridade moral consiste em ser tolerante uns com os outros, e é o que menos fazem nesse mundo inferior.

“Posssui um grande mérito, o homem que sabe calar-se para deixar falar um outro que seja mais tolo que ele. Agir assim é uma forma de praticar a caridade.”

Não dêem ouvidos quando um palavra de menosprezo escapa de uma boca acostumada a zombrar. Ignorem o sorriso desdenhoso com que muitos os recebem por se acreditarem superiores.

Não se rebater o mal com outro mal. Na vida espiritual, essas pessoas frequentemente estão muito abaixo em questões de níveis energéticos. E valendo-se de que o perdão também é uma forma de caridade moral ou o não observar o erro dos outros – nesses casos: doa-se a paciência e compreensão.

Segundo o Budismo e Hiduísmo, o ato de doar gera um kharma positivo ao ser que o pratica, pois tudo o que fazemos gera consequências boas, ruins ou neutras. Assim como na Terceira Lei de Newton (Princípio da Ação e Reação) diz que para toda força de ação existe uma força de reação que possui o mesmo módulo e direção.

Traduções mais antigas da Bíblia muitas vezes usavam a palavra “caridade” para significar “amor”. Atualmente, o termo “caridade” é mais usado no sentido de fazer o bem e ser generoso para com os necessitados, mas vemos que não se baseia apenas nessas pequenas ações.

A caridade pode ser feito de mil maneiras. Podem praticá-las por pensamento, por palavras e/ou por ações. Em preces e orações pelo próximo que necessita das boas vibrações, dirigindo aos companheiros do dia a dia conselhos benéficos, oferecendo aos irmãos um sorriso, tendo para com eles um gesto afetuoso, dispensando-lhes singelas atenções, prestando-lhes pequenos favores, enfim, procurando tratá-los como gostariam de ser tratados.

Para compreender as coisas mais elevadas, acima do conhecimento comum do povo, é preciso elevar-se acima da vida presente.

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Véu de Maya https://cienciadoautoconhecimento.com.br/veu-de-maya/ https://cienciadoautoconhecimento.com.br/veu-de-maya/#comments Tue, 08 Jun 2021 10:57:00 +0000 https://cienciadoautoconhecimento.com.br/?p=897 Continue lendo...Véu de Maya

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A palavra “Maya” é chamada de “ilusão”, então o véu de maya é um véu que cobre a realidade. A medida que tomamos consciência, vemos a coisa como realmente são.

Este conceito foi criado pelo filósofo indiano Adi Shankara no século IX e absorvido pelas religiões e filosofias orientais. A partir daí, foi introduzido no Ocidente no século XIX e tornou-se parte da linguagem atual entre os devotos às religiões orientais e círculos esotéricos. Sob essas idéias, Maya se tornou o principal obstáculo para escapar da tentação do mundo sensorial, superar os erros causados ​​pelo dualismo e alcançar a verdadeira iluminação.

De acordo com a filosofia oriental, é o véu de Maya, o véu da ignorância que nos mantém em Dukkha: sofrimento, insatisfação.

Por meio de sua meditação, o Buda ensinou algumas nobres verdades para eliminar Dukkha: “Sabedoria correta: Desenvolver completa consciência de todas as ações do corpo, fala e mente para evitar atos insanos, através da contemplação da natureza verdadeira de todas as coisas.”

O ato de nos autoconhecer é prestar atenção às nossas ações, fatos e pensamentos; assim, com o Autoconhecimento podemos exercer o Autocontrole. No próprio budismo, o véu maia está relacionado ao esquecimento de reencarnações passadas quando nascemos.

De acordo com os Vedas, Maya é o nome da deusa indiana que representa o mundo fictício e ilusório, onde esta lançou um véu sob o deus Brahma, considerado pelos hindus, a representação da força criadora ativa no universo.

Os hindus estabeleceram a noção de que nosso mundo não é exatamente o que vemos e que somos levados a acreditar. Segundo eles, o mundo real seria algo escondido aos olhos das pessoas comuns, e dando acesso somente aqueles que conseguirem ultrapassar o “véu de maya”.

Arthur Schopenhauer foi um dos primeiros pensadores da filosofia ocidental a compartilhar e afirmar dogmas significativos da filosofia indiana, como ascetismo , negação de si mesmo e a noção do mundo como aparência.

Desenvolveu uma teoria com base nesses pensamentos de que algo impede a compreensão dessa realidade e tudo o que nos rodeia, só podem ser ilusões e aparências.

De acordo com Samādhi, no hinduísmo, jainismo, budismo, sikhismo e escolas de ioga, somos a causa e, através do samadhi, a solução para todo o nosso sofrimento.

A palavra Samadhi é a representação de um estado místico humano que é a raiz de toda espiritualidade e auto questionamento. Muitas vezes, é o estado que muitos buscam como o objetivo final da meditação.

Muitas pessoas não se veem como seres espirituais, não dedicam um tempo para explorar seu mundo interior, ou se importam em entender a verdadeira razão de sua existência. Em vez disto, eles estão envolvidos somente em suas vidas diárias e distraídos com o mundo exterior. Como resultado, coloca-se todos os tipos de limitações em si mesmos e ficam envolvidos na construção e manutenção do ego, inconscientemente conectados pela história da humanidade e pelo condicionamento cultural.

Nós definimos nossa existência, nosso “ser”, por nossas ações e pensamentos. No entanto, na maioria das vezes, os desejos e medos mundanos controlam estas ações e pensamentos. Por causa da ilusão do eu, ou nos véus de Maya, muitos vivem no sofrimento. Muitos caem na depressão ou acham que seus desejos nunca estão saciados. Consequentemente, as pessoas buscam respostas em coisas externas, seja através da religião ou de outras práticas espirituais.

As ideias que nos são apresentadas por influências externas ou pela mente humana, não podem resolver o sofrimento sozinhas. Elas não são a nossa vontade maior, a vontade verdadeira do nosso EU superior. Em vez disto, elas são a vontade das construções condicionadas do ego.

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O Livro: O Tao da Física https://cienciadoautoconhecimento.com.br/o-tao-da-fisica/ https://cienciadoautoconhecimento.com.br/o-tao-da-fisica/#respond Wed, 19 May 2021 02:04:34 +0000 https://cienciadoautoconhecimento.com.br/?p=1072 Continue lendo...O Livro: O Tao da Física

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Em um linguajar simples e de fácil acesso até para leigos da física, com gráficos e fotografias, Fritjof Capra explica de maneira concisa as teorias da física atômica e subatômica, a teoria da relatividade e a astrofísica e a relação entre as filosofias orientais (ou também chamados de misticismo). Utiliza com maestria uma vasta explicação sobre o Universo físico a qual fazemos parte, no campo onde muitos ainda questionam essa relação da ciência com a espiritualidade.

Capra busca demonstrar o poder da mente, idéias, inteligência e vontade sobre a consciência e o cotidiano. Doutrina semelhante aos ensinamentos do Budismo Tibetano, Hinduísmo, Taoismo, do Zen e do I Ching para ser mais específico.

Cita no livro conversas com Heisenberg, a qual ambos concordavam sobre ideias dentro das culturas orientais acima citadas afirmando estes terem respostas para muitas das questões que desafiam a ciência atualmente, ampliando o campo de visão, horizontes e percepção sobre a vida.

O autor defende a emergência de uma nova ciência; uma ciência dirigida por elementos aparentemente não-científicos, como a consciência e a auto-consistência; uma ciência que, assim como as técnicas do misticismo oriental, conduz o homem à verdade das coisas e o leve a abandonar a ordem mecanicista e absoluta dos fenômenos físicos em favor da interdependência e do relativismo dos processos naturais, como os sustentados pela cultura do ocidente.

Um livro apaixonante e edificante; uma leitura necessária, não só aos amantes da Física, mas àqueles que têm a certeza que todas as coisas do mundo estão ligadas a uma ordem maior e transcendental.

Este e outros livros podem ser encontrados em nossa Livraria ou pelo botão abaixo:

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A Grande Fraternidade Branca https://cienciadoautoconhecimento.com.br/a-grande-fraternidade-branca/ https://cienciadoautoconhecimento.com.br/a-grande-fraternidade-branca/#respond Fri, 14 May 2021 20:55:42 +0000 https://cienciadoautoconhecimento.com.br/?p=1057 Continue lendo...A Grande Fraternidade Branca

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Mestres Ascensionados ou Mestres da Sabedoria Antiga, assim chamados segundo a Teosofia, portadores de conhecimentos esotéricos puros – o saber interior – que estão por trás das escolas de mistério e das religiões do mundo todo que é capaz de liberar os homens do estado animal, superando as sombras em direção à ascensão na luz. Pessoas que fizeram grandes feitos espirituais no mundo, líderes e mestres de todas as etnias que conseguiram atingir um alto grau de avanço espiritual, aproximando-se de um ideal divino. O grande objetivo dessa Grande Fraternidade Branca é justamente o avanço espiritual da humanidade, por isso esses mestres utilizam o corpo e a vida de outros “mestres” para transmitirem as mensagens pelo mundo.

Helena Blavatsky foi a primeira pessoa a transmitir e espalhar os ensinamentos pelo Ocidente. Iniciado em 1876, quando o mestre chamado El Morya que trabalhou com Helena na fundação da Teosofia, que inspirou muitas ideias sobre Karma e Reencarnação, levando outras doutrinas e religiões no mundo todo a surgirem a partir dos ensinamentos e ações da grande fraternidade branca.

Não são simplesmente médiuns ou pessoas com poderes psíquicos, mas humanos escolhidos especialmente para levarem mensagens cósmicas para as pessoas.

Na doutrina da Grande Fraternidade Branca, existem sete raios, cada qual com sete cores e que se relacionam aos sete chakras do corpo humano. Cada raio tem um mestre ascensionado responsável e um arcanjo, refletindo na guia de aspectos específicos do espírito humano.

1º raio – Direcionado ao chakra da garganta e seu mestre ascensionado é El Morya, representando força de vontade, fé, proteção, poder. Foi encarnado em Abraão, Rei Artur e Thomas More. A religião que surge desse raio é o Judaísmo.

2º raio – Direcionado ao chakra da coroa e seu mestre ascensionado é Lanto, caracterizado a compreensão, a sabedoria, conscientiza-nos que somos mestre da própria vida. Encarnado como o “Imperador Amarelo”, o Duque de Chou da China. A religião que surge desse raio é o Budismo.

3º raio – Direcionado ao chakra do coração e sua mestra ascensionada é Rowena, ser ligado ao planeta Vênus, ao amor divino e a compreensão dos problemas mundanos, da caridade e paciência. Encarnado no pintor Paolo Veronese em 1528. A religião que surge desse raio é o Cristianismo.

4º raio –Direcionado ao chakra da base da espinha. Seu mestre ascensionado é Serapis Bey, ligado a pureza, harmonia e a disciplina. Encarnado no rei de Esparta, Leônidas. A religião que surge desse raio é o Hinduísmo.

5º raio – Direcionado ao chakra do terceiro olho. Ligado à visão e a abundância do mundo espiritual e invisível, também associado ao poder da cura. O mestre ascensionado é Hilarion, o mais alto sacerdote do templo de Atlantis e também encarnou em Paulo, um dos apóstolos de Jesus. A religião que surge desse raio é o Confucionismo.

6º raio – Direcionado ao chakra do plexo solar. Ligada à uma forma especial de paz, que nos coloca em um lugar de refúgio e calma entre forças conflituosas ou contrastantes, possibilitando agir sem a influência do ego. A mestra ascensionada desse raio é chamada Mestra Nada. Diz-se que ela sucedeu Jesus como mestre desse raio, incorporando os valores da devoção ao amor e ao serviço. A religião que surge desse raio é o Islamismo.

7º raio – Direcionado ao chakra da base da espinha. Suas qualidades são expressas por sentimentos como perdão, piedade e liberdade espiritual. Seu mestre ascensionado é Saint Germain, símbolo da nova era de Aquário, uma figura ligada a libertação da luz da alma, da alquimia que transforma nossa sombra em raios de existência livre. A religião que surge desse raio é o Taoísmo.

Em estudos, diz existir um 8º raio, o qual surgiu o Zoroastrismo, religião e filosofia fundada na antiga Pérsia. Um chakra da câmara secreta do coração. Este é um raio intermediário, que ativa os dos cinco chakras secretos.

Várias outras sociedades hoje se proclamam descendentes dessa Fraternidade, dentre elas a Ordem Rosacruz, Maçonaria, Movimento Eu Sou, Agni Yoga, Movimento da Consciência Suprema Una, a Summit Lighthouse.

De acordo com informações reveladas por Koot Hoomi, interessante saber que os membros de alto nível das organizações místicas na Índia e Tibet mantinham contato telepático regular entre si, sem a necessidade de comunicações escritas ou orais, e de uma maneira semelhante à forma como o meio espiritual afirmou se comunicar com os espíritos dos mortos. Para quem acompanha nossos posts, Koot Hoomi foi um Mahatma que inspirou a fundação da Sociedade Teosófica. No livro “Isis sem véu”, Blavatsky revela os ensinamentos dos Mahatmas, os chamados “Mestres da Irmandade Oculta”. Afirma no livro ter feito contato físico com os representantes desses adeptos no Tibete; mas também, que ela continuou a receber ensinamentos a partir deles através de canais psíquicos.

Em resumo, A Grande Fraternidade Branca, atuaram na Terra como mensageiros a fim de ajudar na evolução/salvação da raça humana. Entendam a ‘evolução/salvação’ como algo espiritual e, não, físico.

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