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iluminação – Ciência do autoconhecimento https://cienciadoautoconhecimento.com.br Autoconhecimento * Expansão Consciência * Física Quântica * Espiritualidade Thu, 30 Oct 2025 12:25:11 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.3 https://cienciadoautoconhecimento.com.br/wp-content/uploads/2021/05/cropped-logo_branco_arvore-removebg-preview-1-1-32x32.png iluminação – Ciência do autoconhecimento https://cienciadoautoconhecimento.com.br 32 32 Elixir da Vida – Significados esotéricos e mitos associados https://cienciadoautoconhecimento.com.br/elixir-da-vida/ https://cienciadoautoconhecimento.com.br/elixir-da-vida/#respond Thu, 03 Oct 2024 10:13:00 +0000 https://cienciadoautoconhecimento.com.br/?p=5820 Continue lendo...Elixir da Vida – Significados esotéricos e mitos associados

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A busca pelo Elixir da Vida é uma das mais fascinantes e misteriosas histórias dentro do universo da alquimia. Esses dois elementos são símbolos poderosos, carregados de mitologia, e representam não apenas a transmutação de metais em ouro, mas também a transformação do espírito humano em algo divino e imortal. Neste artigo, vamos explorar os significados esotéricos e os mitos associados à Pedra Filosofal e ao Elixir da Vida, analisando suas origens, interpretações simbólicas e a relevância que mantêm até hoje.

A Pedra Filosofal: A Chave da Transmutação

A Pedra Filosofal é o mais cobiçado objeto da alquimia, muitas vezes descrito como uma substância misteriosa capaz de transformar metais vis, como o chumbo, em ouro puro. No entanto, essa interpretação materialista é apenas a superfície de seu verdadeiro significado. A Pedra Filosofal é um símbolo da perfeição espiritual e da iluminação.

Alquimistas como Nicolas Flamel e Paracelso mencionaram a Pedra Filosofal como uma metáfora para o processo de purificação e aperfeiçoamento da alma. Na visão esotérica, a transmutação dos metais representa a transformação interna que o ser humano deve realizar, abandonando seus defeitos e imperfeições, simbolizados pelos metais inferiores, para alcançar o ouro espiritual, ou seja, o estado de iluminação e unidade com o divino.

Simbolismo da Pedra Filosofal

A Pedra Filosofal está cercada de simbologia complexa, e seu significado transcende o físico. Alguns dos principais símbolos associados a ela incluem:

  1. O Ouro e a Imortalidade: O ouro alquímico simboliza o estado mais elevado da alma, algo puro, imutável e incorruptível. O processo de transformar metais inferiores em ouro representa o caminho de aperfeiçoamento interior, no qual a mente e o espírito se tornam imortais e livres das limitações materiais.
  2. A Unificação dos Opostos: A Pedra Filosofal é vista como o resultado da união entre os opostos, uma fusão entre o masculino e o feminino, o espírito e a matéria, a luz e a escuridão. Esse conceito é refletido na ideia de equilíbrio interior, onde as dualidades dentro de nós mesmos são reconciliadas, levando-nos a um estado de harmonia.
  3. A Obra Alquímica: A busca pela Pedra Filosofal é chamada de Magnum Opus, ou Grande Obra. Essa obra refere-se ao processo de evolução da alma, desde os estágios iniciais de purificação (nigredo) até a iluminação (rubedo). O trabalho espiritual é longo e árduo, exigindo paciência, autoconsciência e disciplina.

O Elixir da Vida: A Fonte da Imortalidade

O Elixir da Vida, muitas vezes associado à Pedra Filosofal, é descrito como uma substância mágica capaz de curar todas as doenças, rejuvenescer o corpo e conceder a imortalidade. Assim como a pedra, o elixir tem um duplo significado: um literal, relacionado à saúde física e longevidade, e um simbólico, associado à vida eterna da alma.

Nos textos alquímicos, o Elixir da Vida é frequentemente descrito como uma poção capaz de curar não apenas o corpo físico, mas também o espírito, representando a ideia de uma renovação completa do ser. No entanto, a imortalidade concedida pelo elixir não é apenas o prolongamento da vida física, mas sim a realização da eternidade interior, onde o ser alcança a integração plena com o divino.

Mitos Associados à Pedra Filosofal e ao Elixir da Vida

Ao longo da história, surgiram vários mitos e lendas em torno da Pedra Filosofal e do Elixir da Vida, muitos dos quais influenciaram a literatura e o pensamento esotérico ocidental.

1. Nicolas Flamel: O Alquimista Imortal

Um dos mitos mais conhecidos é o de Nicolas Flamel, um famoso alquimista francês do século XIV, que teria descoberto o segredo da Pedra Filosofal. De acordo com as lendas, Flamel teria conseguido transformar metais em ouro e criar o Elixir da Vida, prolongando sua vida por séculos. Flamel é frequentemente retratado em obras de ficção como um alquimista imortal, um arquétipo do buscador que atinge a sabedoria suprema.

Embora existam evidências históricas de que Flamel foi uma pessoa real e que estudou profundamente os textos alquímicos, muitos dos relatos sobre seus feitos são envoltos em mistério e fantasia. No entanto, o mito de Flamel continua a cativar a imaginação daqueles que se interessam pela alquimia e seus segredos ocultos.

2. Paracelso e o Elixir Universal

Outro alquimista lendário, Paracelso (1493-1541), acreditava firmemente na existência do Elixir da Vida e dedicou parte de sua obra a encontrar a fórmula para criar um elixir que curasse todas as doenças. Para Paracelso, a alquimia não era apenas uma ciência material, mas também uma prática espiritual. Ele acreditava que a verdadeira cura envolvia não apenas o corpo físico, mas também a alma e o espírito.

Paracelso escreveu que o Elixir da Vida, ou “Quinta Essentia”, poderia ser extraído da natureza e que, ao trabalhar em harmonia com os elementos, seria possível alcançar uma cura completa e o rejuvenescimento.

3. O Mito da Imortalidade

A imortalidade física tem sido uma busca constante da humanidade desde os tempos antigos, e a ideia de um Elixir da Vida capaz de proporcionar isso está presente em várias culturas. No Taoismo, por exemplo, encontramos o conceito do Dan, uma substância alquímica capaz de proporcionar a longevidade. Já no Egito Antigo, acredita-se que os faraós tentavam obter a imortalidade através de rituais e práticas espirituais.

O mito da imortalidade, no entanto, também tem seu lado esotérico, onde não se trata de prolongar a vida física indefinidamente, mas sim de alcançar uma imortalidade espiritual — a capacidade de transcender o ciclo de morte e renascimento (reencarnação) e viver em unidade com o divino.

A Pedra Filosofal na Psicologia de Carl Jung

O psicólogo suíço Carl Gustav Jung foi um dos primeiros estudiosos modernos a interpretar a alquimia sob uma luz psicológica. Para Jung, a Pedra Filosofal simboliza o Self, a totalidade da psique que inclui tanto o consciente quanto o inconsciente. Segundo ele, o processo alquímico refletia a jornada da individuação — o caminho pelo qual uma pessoa integra todos os aspectos da sua psique para alcançar a completude.

Jung via os símbolos alquímicos, como a Pedra Filosofal, o ouro e o Elixir da Vida, como representações dos processos psicológicos internos de transformação. Ao buscar a Pedra Filosofal, os alquimistas estavam, na verdade, buscando sua própria cura e iluminação interior.

Conclusão

A Pedra Filosofal e o Elixir da Vida são símbolos de uma busca espiritual profunda. Embora suas representações materiais, como a transmutação de metais ou a obtenção de imortalidade física, tenham capturado a imaginação ao longo dos séculos, seu verdadeiro significado reside no processo de transformação interna e evolução espiritual.

Na alquimia, a Pedra Filosofal é a realização do ser completo, a conquista da sabedoria e da eternidade. O Elixir da Vida, por sua vez, simboliza a renovação contínua do espírito e a cura de todas as feridas, tanto físicas quanto espirituais. Esses símbolos ainda ecoam no pensamento esotérico contemporâneo, nos convidando a buscar o ouro interior e a viver de forma mais plena e consciente.

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Karma e Dharma: Conceitos Fundamentais nas Religiões Orientais https://cienciadoautoconhecimento.com.br/karma-e-dharma-conceitos-fundamentais-nas-religioes-orientais/ https://cienciadoautoconhecimento.com.br/karma-e-dharma-conceitos-fundamentais-nas-religioes-orientais/#respond Thu, 13 Apr 2023 06:12:00 +0000 https://cienciadoautoconhecimento.com.br/?p=4289 Continue lendo...Karma e Dharma: Conceitos Fundamentais nas Religiões Orientais

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Karma e Dharma são conceitos fundamentais presentes nas religiões orientais, especialmente no hinduísmo, no budismo e no jainismo. Essas tradições espirituais desenvolveram uma compreensão profunda do funcionamento do universo e da natureza humana, e estes conceitos são centrais para essa compreensão.

O surgimento desses conceitos está relacionado com a história dessas religiões e com o desenvolvimento da filosofia e espiritualidade da Índia. O hinduísmo, por exemplo, é uma das religiões mais antigas do mundo e tem suas raízes na antiga civilização do Vale do Indo, que existiu há mais de 5.000 anos. O budismo, por sua vez, surgiu na Índia no século VI a.C., como uma reação contra a tradição religiosa e filosófica hindu. Já o jainismo, outra tradição espiritual indiana, teve sua origem no mesmo período que o budismo.

Karma é um termo sânscrito que significa “ação” ou “obra”. De acordo com a tradição hindu, todas as ações humanas têm uma consequência, que pode ser positiva ou negativa. Essa consequência é chamada de karma, e é determinada pela natureza da ação em si. Em outras palavras, o que uma pessoa faz, ela colhe. Assim, se alguém pratica boas ações, como a caridade, a bondade e a compaixão, receberá boas consequências em sua vida, enquanto as más ações, como a violência e a crueldade, trarão consequências negativas.

No budismo, o conceito de karma é um pouco diferente. A tradição budista ensina que todas as ações humanas têm uma consequência, mas que essa consequência não é determinada pela natureza da ação em si, mas pela intenção que a motiva. Se a intenção é positiva, a consequência também será positiva, e vice-versa. Além disso, o budismo ensina que o karma não é algo absoluto, mas sim algo que pode ser modificado por meio de ações positivas, como a meditação e a prática da compaixão.

Já o Dharma é um conceito que se refere ao dever ou à lei natural que governa o universo. No hinduísmo, o Dharma é a ordem cósmica que governa o universo e que deve ser seguida por todos os seres humanos. Isso inclui não só os deveres sociais e religiosos, mas também os deveres pessoais e espirituais de cada indivíduo. Seguir o Dharma significa viver em harmonia com o universo e com os outros seres humanos.

No budismo, o Dharma tem um significado um pouco diferente. Para os budistas, o Dharma é a verdade ou a lei que governa o universo e que foi ensinada por Buda. Seguir o Dharma significa seguir o caminho ensinado por Buda para alcançar a iluminação e a libertação do sofrimento.

No jainismo, o Dharma é visto como um conjunto de princípios morais e éticos que governam a vida humana e que devem ser seguidos por todos os seres vivos. Esses princípios incluem a não-violência, a não-posse, a verdade e a disciplina espiritual. Seguir o Dharma significa viver em harmonia com a natureza e com os outros seres vivos.

Além disso, o conceito de karma e dharma está intimamente ligado à reencarnação, uma crença compartilhada pelas três tradições espirituais orientais mencionadas. Segundo essa crença, a alma humana é imortal e passa por uma série de encarnações, até que alcance a iluminação ou a libertação do ciclo de nascimento e morte.

Assim, as ações que uma pessoa realiza em uma vida têm consequências não só nesta vida, mas também nas vidas futuras. Seguir o Dharma e praticar ações positivas pode levar a uma vida futura melhor, enquanto o mau karma pode levar a uma vida futura pior.

Em resumo, o conceito de karma e dharma é central para as religiões orientais, e representa uma compreensão profunda da natureza humana e do universo. Embora haja diferenças nas definições e interpretações desses conceitos em cada tradição espiritual, o objetivo final é o mesmo: viver em harmonia com o universo e alcançar a iluminação e a libertação do sofrimento.

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PRÁTICA BÁSICA DA ALQUIMIA https://cienciadoautoconhecimento.com.br/alquimia-ciencia-oculta-do-autoconhecimento/ https://cienciadoautoconhecimento.com.br/alquimia-ciencia-oculta-do-autoconhecimento/#respond Thu, 26 Jan 2023 23:50:00 +0000 https://cienciadoautoconhecimento.com.br/?p=3779 Continue lendo...PRÁTICA BÁSICA DA ALQUIMIA

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A alquimia é uma prática antiga que tem suas raízes no período medieval. É uma combinação de ciência, filosofia e espiritualidade que visa compreender a natureza da matéria e do universo. O objetivo final da alquimia era a criação da Pedra Filosofal, uma substância que se acreditava ter o poder de transformar metais básicos em ouro e criar um elixir da vida que concederia a imortalidade.

Os alquimistas eram conhecidos por seu sigilo e misticismo, e suas práticas eram muitas vezes envoltas em simbolismo e alegoria. Eles acreditavam que tudo no universo estava interligado e que a transformação de uma substância em outra era um reflexo da transformação espiritual do alquimista.

Um dos princípios-chave da alquimia era o conceito de correspondência, que sustenta que existe uma correspondência entre o macrocosmo (o universo) e o microcosmo (o ser humano). Os alquimistas acreditavam que ao compreender os processos de transformação no mundo natural, eles também poderiam entender os processos de transformação na alma humana.

A alquimia também desempenhou um papel importante no desenvolvimento da química moderna. Muitas das técnicas e métodos usados ​​pelos alquimistas, como destilação e sublimação, ainda são usados ​​em laboratórios modernos. Além disso, o trabalho dos alquimistas lançou as bases para o desenvolvimento do método científico e da ideia de experimentação.

Em resumo, a alquimia era uma prática complexa e multifacetada que visava compreender a natureza da matéria e do universo por meio de uma combinação de experimentação científica e contemplação espiritual. Embora possa parecer uma prática misteriosa do passado, o legado da alquimia ainda pode ser visto em muitos aspectos da ciência e da filosofia modernas.

Relação entre Alquimia, Hermetismo e Autoconhecimento

Alquimia, hermetismo e autoconhecimento são práticas intimamente relacionadas que compartilham muitos elementos comuns. Todos os três estão enraizados na crença de que a verdadeira compreensão e iluminação só podem ser alcançadas por meio de uma combinação de conhecimento espiritual e prático.

A alquimia, como sabemos, é uma prática milenar que visava transformar metais básicos em ouro e criar um elixir da vida. Também é conhecida como a “Arte Real” e é considerada uma precursora da química moderna. Os praticantes da alquimia eram chamados de alquimistas e eram conhecidos por seu sigilo e misticismo. Os fundamentos teóricos da alquimia estão enraizados em ideias antigas e medievais, como o hermetismo, o neoplatonismo e os conceitos de correspondência e transmutação.

Hermetismo é uma tradição espiritual e filosófica que foi desenvolvida no antigo Egito e na Grécia. Baseia-se nos ensinamentos de Hermes Trismegistus, uma figura divina que foi considerada o pai da alquimia e da sabedoria. O hermetismo enfatiza a ideia de que o universo está interconectado e que o ser humano é um microcosmo do universo. Também promove a ideia de autoconhecimento e a busca pela iluminação espiritual.

O autoconhecimento, ou autoconsciência, é o processo de compreensão dos próprios pensamentos, sentimentos e comportamentos. É frequentemente associado à busca de iluminação espiritual e crescimento pessoal. Segundo o Hermetismo, o caminho para o autoconhecimento passa pela compreensão e domínio de si mesmo, e é aí que entra a alquimia.

A alquimia e o hermetismo promovem a ideia de que a transformação da matéria se reflete na transformação da alma humana. Através da prática da alquimia, o alquimista procura compreender a natureza da matéria e do universo e, ao fazê-lo, obtém uma compreensão mais profunda de si mesmo. Dessa forma, a alquimia pode ser vista como uma ferramenta de autoconhecimento e crescimento pessoal.

Em resumo, alquimia, hermetismo e autoconhecimento são práticas intimamente relacionadas que compartilham muitos elementos comuns. Todos eles promovem a ideia de que a verdadeira compreensão e iluminação só podem ser alcançadas por meio de uma combinação de conhecimento espiritual e prático. A alquimia pode ser vista como uma ferramenta de autoconhecimento, sendo o hermetismo a filosofia que a sustenta.

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Pedra Filosofal https://cienciadoautoconhecimento.com.br/pedra-filosofal/ https://cienciadoautoconhecimento.com.br/pedra-filosofal/#respond Wed, 22 Sep 2021 22:57:09 +0000 https://cienciadoautoconhecimento.com.br/?p=1274 Continue lendo...Pedra Filosofal

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As descrições clássicas da Pedra Filosofal falam de uma pedra física que emite luz e calor, mas todas estas descrições falam de um aspecto bruto e sutil. Cada procedimento dentro da alquimia possui uma simbologia.

A Pedra Filosofal é, portanto, muito semelhante ao símbolo da rosa e da cruz (onde a cruz representa o corpo e a rosa representa o desdobramento da consciência do indivíduo).

Na idade média ela era tida como o Santo Graal e tornou-se não só a chave para a transmutação dos metais básicos em ouro, mas também guardava o segredo da vida eterna, a cura de todas as doenças e o caminho para a perfeição espiritual.

Acredita-se que a pedra filosofal transforma metal em ouro e curava doenças – seu significado real é a pureza e imortalidade.

Na modernidade, entre outras coisas, a Pedra também ganhou conceitos como “Iluminação”, “Consciência Cósmica”, “Cálice Sagrado”, etc.

Os alquimistas acreditavam que o ouro era um metal perfeito por causa de seu brilho e resistência à ferrugem.

No verdadeiro sentido: ouro significa buscar espiritualidade. Seu símbolo consiste em um triângulo que representam sal, enxofre e mercúrio, o quadrado que representa os quatro elementos e o círculo que representa o conceito de unidade.

Esses termos ― Mercúrio, Enxofre e Sal ― são apenas “códigos” usados para definir o espírito, a alma e o corpo das substâncias.

O Enxofre alquímico é a alma de qualquer material, ou, a consciência da matéria. É o princípio ardente, ativo, solar, masculino que dá a uma substância suas propriedades ativas em relação a outras subtâncias.

Nas obras alquímicas, o Mercúrio é o Espírito das coisas, sejam elas vegetais, metais ou psicológicas. Tendo Espírito como a parte não-física de uma pessoa, sede de suas emoções e caráter. Princípio aguado, passivo, lunar, feminino que representa a essência oculta e fonte criativa de vida que existe em todas as coisas.

Na Alquimia, o Sal simboliza o corpo físico e a matéria do qual a alma e sua força vital funcionam. O Sal representa a fixação, a materialização e a formação de corpos, e incorpora essas características que associamos à ideia de massa ou matérias.

Esta Pedra, uma vez adquirida, daria ao seu dono uma série de “poderes especiais”, entre eles a “transmutação da matéria”, o “elixir da vida eterna”, a “panaceia universa”l e o “poder de criação do homúnculo”.

Transmutação da Matéria: O famoso “transformar chumbo em ouro” é uma forma de descrever a ascensão da consciência a níveis mais nobres. Significa a elevação da consciência vulgar a níveis mais elevados. É equivalente ao processo de iluminação budista ou de santificação cristã.

Panaceia Universal: Também chamado de Azoth, é um remédio que cura todas as doenças físicas, mentais e espirituais. Significa que todo os males do ego são obliterados pela imensidão da Consciência Cósmica.

Uma consciência elevada por definição está acima dos apegos e dos sofrimentos próprios da personalidade abandonada em sua ignorância.

Elixir da Eterna Juventude: Poção da vida eterna. Enquanto a Panaceia Universal garante uma boa vida, o Elixir da Eterna Juventude garante que esta vida não terá fim. Significa que a Consciência Cósmica conduz à percepção da imortalidade na medida em que a identificação vulgar com o corpo e com a mente são transcendidos. Velhice e morte tornam-se conceitos ultrapassados.

Criação do Homúnculo: Criação de uma vida humana no laboratório. Significa a construção de um novo ser com o alquimista como arquiteto da sua própria existência. No processo alquímico, o antigo eu dá origem e lugar a uma nova forma.

A Pedra Filosofal é o objetivo maior por trás da Alquimia. Apesar das lendas atribuírem à Alquimia uma origem mais antiga (Antigo Egito) que os historiadores (Século I e II), a ideia de Pedra Filosofal originou-se com os alquimistas de Alexandria.

A saúde seria o equilíbrio e a doença seria o desequilíbrio de todas as energias presentes no ser humano, tanto no corpo físico como espiritual. Na alquimia não existe matéria morta e todas as substâncias, animal, vegetal ou mineral, são dotadas de vida e movimento, ou seja, possuem suas energias características.

Segundo Hermes Trimegistro em sua frase: “O que está em cima é semelhante ao que está em baixo”. Tudo o que existe material ou espiritual constitui uma unidade. O mundo terreno é constituído pelos mesmos componentes que o mundo celeste.

O símbolo alquímico do ouroboros, que é a figura de uma serpente mordendo a própria calda formando um círculo, representa estas constantes transformações em que nada desaparece nem é criado, tudo é transformado como o princípio da conservação de energia, ou a primeira lei da termodinâmica.

Na maçonaria, no rito chamada Câmara de Reflexão, o candidato à iniciação permanece, em meditação, antes da cerimônia, representa o útero (da terra), do qual o candidato nasce para uma nova vida, representa a “prova da terra”, um dos quatro elementos aristotélicos. Nela, entre diversos símbolos representativos da espiritualidade e do valor da vida honrada, encontram-se as substâncias necessárias à Grande Obra — sal, enxofre e mercúrio — para lembrar, ao candidato, que ele deve percorrer o caminho do conhecimento para chegar ao aperfeiçoamento espiritual e moral, que é a Grande Obra da vida.

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O Despertar da Kundalini https://cienciadoautoconhecimento.com.br/o-despertar-da-kundalini/ https://cienciadoautoconhecimento.com.br/o-despertar-da-kundalini/#comments Tue, 25 May 2021 18:49:10 +0000 https://cienciadoautoconhecimento.com.br/?p=1105 Continue lendo...O Despertar da Kundalini

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O Despertar da Kundalini

A palavra Kundalini é derivada do sânscrito e significa “enrolado como uma cobra” ou “aquela que tem a forma de uma serpente”. O nome faz alusão à Energia Cósmica que se concentrada em cada existência.

Quando uma pessoa desperta a Kundalini, ativa um fluxo de energia, semelhante a uma serpente, que começa no chakra básico, na base da coluna, e sobe pela medula espinhal, aumentando assim a rotação dos chakras, onde sentidos e faculdades surgem ou se acentuam.

A ativação de Kundalini faz subir a energia ígnea, partindo do Chakra Muladhara, passando por cada um dos 6 chakras: Swadisthana, Manipura, Anahata, Vishuddhi, Ajna e Sahasrara.

Desde os tempos antigos, em escolas e templos iniciáticos no Egito e na Índia, tem havido uma prática de vigor e desenvolvimento espiritual dessa poderosa energia chamada Kundalini.

Quando sobe para a coluna, a energia Kundalini atinge o sétimo chakra, que tem um efeito esclarecedor no discipulado dando a iluminação (Samadhi ou Nirvana) ou ativação da glândula pineal e liberação de endorfinas, trazendo uma forte consciência, Iluminação, poder, espiritual habilidade, onisciência, intuição, clarividência, telepatia, etc. A cobra encapuzada simboliza a expansão da consciência, que é o resultado da ascensão da serpente.

A subida gradativa da Kundalini vai mexer no seu campo emocional e energético. Muitas memórias arquivadas em seu inconsciente e sub-consciente vêm à tona, trazendo consigo fortes cargas emocionais, positivas ou negativas, que precisarão ser observadas, enfrentadas, resignificadas e purificadas, para que continuemos caminhando em direção ao conhecimento integral do ser Divino que somos.

Aqueles que são bem sucedidos na elevação da energia serpentina tornam-se aptos a mais facilmente adentrar níveis espirituais mais elevados e transcendentes e iluminarem-se.

Ao longo do corpo temos dutos energéticos, Nadis, é uma espécie de sistema circulatório do duplo etérico.

Há inúmeros nádis, mas os principais para fins de kundalini, são o IDA e o PINGALA (transportam o prana – energia até o chakra básico – Muladhara) e o SUSHUMNA (transforma a Shakti-Kundalini ativada , do chakra básico ao coronário, no raro processo que se chama de ascensão da kundalini, e que provoca o SAMADHIS, que promove a re-integração com a divindade e plenitude). O Sushumna é considerado o nádis mais importante, pois representa a energia neutra e pura.

Ida e Pingala correm num movimento de espiral ascendente ao longo do canal central, Sushumna, se unem no chakra Ajna, localizado entre as sobrancelhas na região do terceiro olho, entrando através das narinas esquerda e direita. Ida é a narina esquerda e Pingala é a narina direita. Partindo do chakra básico, Ida e Pingala se cruzam 4 vezes ao longo da coluna, na região de encontro ao segundo, terceiro, quarto e quinto chacras.

Existem dois tipos de kundalini: inferior e superior. A kundalini inferior é a energia cósmica criadora e feminina Shakti, e sua porta de entrada é o chakra básico. Esta energia flui normalmente de forma moderada através do Sushumna. Entretanto, com o aumento do desenvolvimento consciente (expansão da consciência), através de diversas práticas físicas ou meditativas, Shakti sobe num fluxo crescente, ativando os diversos chakras pelo seu caminho, levando-nos ao máximo desenvolvimento espiritual e consciencial.

A kundalini superior – a energia do ser puro – flui a partir do chakra coronário para baixo através do sushumna e dissolve bloqueios nos demais chakras. Na doutrina hindu, essa energia é denominada Shiva, a divindade masculina que aniquila a ignorância. Assim, Shiva e Shakti são as principais energias que atuam em prol do desenvolvimento espiritual do ser humano.

BÁSICO (1°) ou Múládhára – Conexão com à Terra

SACRO (2°) ou Swádhisthána – Sexualidade e Alegria

PLEXO SOLAR (3°) ou Manipura – Emoção e Poder

CARDÍACO (4°) ou Anáhata – Sentimentos

LARÍNGEO (5°) ou Vishuddha – Comunicação e Criatividade

FRONTAL (6°) ou Ájña – Intelecto e Intuição

CORONÁRIO (7°) ou Saháshara – Conexão com o Divino

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Livro: Consciência Quântica https://cienciadoautoconhecimento.com.br/livro-consciencia-quantica/ https://cienciadoautoconhecimento.com.br/livro-consciencia-quantica/#respond Mon, 24 May 2021 10:17:00 +0000 https://cienciadoautoconhecimento.com.br/?p=837 Continue lendo...Livro: Consciência Quântica

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Desde a antiguidade, temas como Deus, a morte e o sentido da vida são contemplados por diversas religiões e, mais recentemente, enquadrados pelo materialismo científico. No entanto, as duas visões de mundo parecem incapazes de dar um sentido satisfatório aos fenômenos da nossa existência.

Enquanto uma submete o mundo material a regras transmitidas por líderes religiosos que falam em nome de Deus, a outra suprime a espiritualidade e descarta tudo que não pode ser explicado pela lógica newtoniana. Nesse contexto, surge uma nova e integradora visão de nossa existência e da nossa origem com base nos princípios da física quântica, apresentada por Amit Goswami nesta obra.

Não somos apenas espírito, tampouco puramente matéria: somos todos consciência quântica, um conceito divisor de águas para a compreensão de nossa existência. A partir de temas como zen, sentimentos, pensamentos e intuição, sonhos, karma, morte e reencarnação, Goswami nos mostra, com dados científicos, que a nossa existência transcende a experiência física e, portanto, deve ser nutrida em todas as suas dimensões.

Na visão de mundo quântica, a transformação não se dá em busca da iluminação, mas do empoderamento individual e coletivo.

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Ativando a Kundalini https://cienciadoautoconhecimento.com.br/ativando-a-kundalini/ https://cienciadoautoconhecimento.com.br/ativando-a-kundalini/#respond Sun, 25 Oct 2020 18:55:43 +0000 https://cienciadoautoconhecimento.wordpress.com/?p=43 Continue lendo...Ativando a Kundalini

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A kundalini é o fenômeno bioelétrico e espiritual, cuja energia fica centrada na base da coluna. Com sua ativação, a kundalini sobe pelos chakras, pela coluna vertebral, abrindo e ativando cada um deles. Conhecida como “mão de Deus” em sânscrito significa “enrolada como uma cobra”.

Ela é uma energia adormecia e despertada através de uma consciência espiritual, conhecido por muitos, como o “despertar”.  É uma das manifestações de shakti, energia cósmica primordial, que está relacionado com nosso mundo material e liberada quando nos desconectamos da energia do medo. A energia do medo ou negatividade que é ligada por forças primitivas, ou padrões de controle, conforme nos conectados atraves da confiança, pratica essencial, os níveis de consciência começam a surgir no individuo, dando maior independência espiritual, energético, saúde física, maior iluminação, consequentemente desperta nossa felicidade e  força da Vida. Quando a energia expande, tudo expande. Uma habilidade de diferir entre a realidade temporal, o plano material e a realidade cósmica. Outra habilidade é ver a faísca de Deus igualmente em todas as pessoas.

A kundalini existe em todas as tradições, mas com diferentes nomes. Na Bíblica, este processo é conhecido como Ruach HaKodesh ou Espírito Santo; no budismo chama-se “iluminação”, no Yogue é conhecido como Shaktipat e dentro muitos outros nomes como o ‘processo de despertar’, ‘expansão de consciência’ e por aí vai.

Mas isso não significa alguém ser melhor que o outro, ou ser único e especial pois isso quem diz é para acariciar o ego. A evolução é contínua, constante e continua se expandindo. Nós buscamos sempre a melhora, a evolução de nosso SER, pois a vida na Terra é passageira, é um período de tempo muito curto para se dizer que você chegou onde tinha que chegar. Não há começo, meio e fim nessa nossa expansão.

A consciência é desperta quando, em real, entendemos que nós somos a causa de todas as manifestações físicas, deste mundo material, a qual sofremos, pois tudo que alimentamos, vibramos em pensamentos e palavras atraímos como consequência. Não importando ser vibrações boas ou ruins atraímos da mesma maneira: pessoas, fatos, coisas ou acontecimentos, tudo é reflexo daquilo que emanamos, ou seja, temos dentro de nós.

Somos energia vibrando em diferentes sintonias.

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