bold-photography foi accionado demasiado cedo. Isto é normalmente um indicador de que algum código no plugin ou tema está a ser executado demasiado cedo. As traduções devem ser carregadas na acção init ou mais tarde. Por favor veja Depuração no WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home2/cienc927/public_html/wp-includes/functions.php on line 6260Para alcançar a verdadeira riqueza, é preciso aprender a lidar com o dinheiro de forma consciente e entender que ele é uma energia que está sempre em movimento. Ser rico não significa apenas ter dinheiro, mas também outros bens que contribuem para a felicidade e realização pessoal. Muitos livros ensinam como transformar dinheiro em mais dinheiro, mas é importante questionar a verdadeira natureza da divindade à qual se sacrifica. O dinheiro é um símbolo de energia que nos liga aos objetos de nossos desejos, mas ele não é uma coisa, e sim uma transação, uma transferência, uma troca. Compreender que o dinheiro é apenas um meio para o intercâmbio de energias e valores humanos é o primeiro passo para resolver o “problema” do dinheiro em nossa vida. A relação com o dinheiro reflete com precisão o nível de nosso desenvolvimento espiritual e pode se tornar um aliado e até um professor no caminho espiritual, se compreendermos sua verdadeira natureza. Como toda energia, o dinheiro não tem consciência moral, e cabe a nós conferir-lhe moralidade através do uso que fazemos dele.
A consciência da prosperidade é a criação e o desenvolvimento de uma nova mentalidade que busca entender que o dinheiro é apenas uma forma de utilização da riqueza. A verdadeira abundância é a consciência da totalidade, da unicidade e da qualidade, e não a consciência da separatividade, da multiplicidade e da quantidade. Uma das primeiras etapas para a conquista dessa consciência é o despertar do sentimento de gratidão por tudo que já possuímos, em vez de nos concentrarmos naquilo que nos falta. Em segundo lugar, devemos entregar nosso projeto de vida a um Poder Maior do que nós mesmos, mas isso não significa que devemos ser passivos em relação a ele. Devemos nos esforçar para alcançar nossos objetivos e estar atentos às oportunidades que surgem. O pensamento positivo também é fundamental para a consciência da prosperidade, pois a qualidade do nosso pensamento determina não só a criatividade, mas também o sucesso ou o fracasso de nossos projetos financeiros.
A técnica de visualização é uma maneira eficaz de transformar padrões mentais negativos e reprogramar a mente inconsciente. Segundo Shakti Gawain em seu livro “Visualização Criativa”, existem quatro passos básicos para a consciência da prosperidade:
Apesar de serem ferramentas poderosas, é importante lembrar do ditado sábio: “Cuidado com o que deseja, pois pode se tornar realidade”. É necessário examinar cuidadosamente as implicações morais de seus desejos e verificar se eles realmente correspondem às suas necessidades. Conseguir algo importante, mas não realmente necessário, pode simplesmente adicionar mais peso ao fardo que você já carrega.
O conceito de viver bem não se resume a ter mais dinheiro ou posses. Caso você não tenha dinheiro suficiente, existem duas soluções: aumentar sua renda ou simplificar sua vida. A tendência atual em países desenvolvidos é seguir a segunda opção.
Richard Gregg, filósofo e discípulo de Gandhi, explica que a simplicidade voluntária envolve tanto condições externas quanto internas. Isso significa ter simplicidade de propósitos, honestidade consigo mesmo, evitar distrações do mundo e posses irrelevantes, além de controlar seus desejos e organizar sua vida para um propósito definido.
Gandhi levou a simplicidade ao extremo, comparecendo a um encontro com o rei da Inglaterra vestido apenas com um pano branco. Ele entendia a verdadeira natureza do dinheiro e sabia usá-lo adequadamente. O problema não é o dinheiro em si, mas o amor desmedido por ele e a crença equivocada de que ele é a chave para a felicidade.
Conforme a sabedoria do Talmude judaico, o verdadeiro homem rico é aquele que está satisfeito com o que possui. Viver bem não se trata de acumular bens, mas de encontrar satisfação e propósito na vida, independentemente do dinheiro que se possui.
O livro “As Sete Leis do Dinheiro” de Mike Phillips apresenta uma abordagem sobre como lidar com o dinheiro de maneira saudável. As sete leis que o autor destaca são fundamentais para uma relação equilibrada com a ilusão monetária:
Este conceito foi criado pelo filósofo indiano Adi Shankara no século IX e absorvido pelas religiões e filosofias orientais. A partir daí, foi introduzido no Ocidente no século XIX e tornou-se parte da linguagem atual entre os devotos às religiões orientais e círculos esotéricos. Sob essas idéias, Maya se tornou o principal obstáculo para escapar da tentação do mundo sensorial, superar os erros causados pelo dualismo e alcançar a verdadeira iluminação.
De acordo com a filosofia oriental, é o véu de Maya, o véu da ignorância que nos mantém em Dukkha: sofrimento, insatisfação.
Por meio de sua meditação, o Buda ensinou algumas nobres verdades para eliminar Dukkha: “Sabedoria correta: Desenvolver completa consciência de todas as ações do corpo, fala e mente para evitar atos insanos, através da contemplação da natureza verdadeira de todas as coisas.”
O ato de nos autoconhecer é prestar atenção às nossas ações, fatos e pensamentos; assim, com o Autoconhecimento podemos exercer o Autocontrole. No próprio budismo, o véu maia está relacionado ao esquecimento de reencarnações passadas quando nascemos.
De acordo com os Vedas, Maya é o nome da deusa indiana que representa o mundo fictício e ilusório, onde esta lançou um véu sob o deus Brahma, considerado pelos hindus, a representação da força criadora ativa no universo.
Os hindus estabeleceram a noção de que nosso mundo não é exatamente o que vemos e que somos levados a acreditar. Segundo eles, o mundo real seria algo escondido aos olhos das pessoas comuns, e dando acesso somente aqueles que conseguirem ultrapassar o “véu de maya”.
Arthur Schopenhauer foi um dos primeiros pensadores da filosofia ocidental a compartilhar e afirmar dogmas significativos da filosofia indiana, como ascetismo , negação de si mesmo e a noção do mundo como aparência.
Desenvolveu uma teoria com base nesses pensamentos de que algo impede a compreensão dessa realidade e tudo o que nos rodeia, só podem ser ilusões e aparências.
De acordo com Samādhi, no hinduísmo, jainismo, budismo, sikhismo e escolas de ioga, somos a causa e, através do samadhi, a solução para todo o nosso sofrimento.
A palavra Samadhi é a representação de um estado místico humano que é a raiz de toda espiritualidade e auto questionamento. Muitas vezes, é o estado que muitos buscam como o objetivo final da meditação.
Muitas pessoas não se veem como seres espirituais, não dedicam um tempo para explorar seu mundo interior, ou se importam em entender a verdadeira razão de sua existência. Em vez disto, eles estão envolvidos somente em suas vidas diárias e distraídos com o mundo exterior. Como resultado, coloca-se todos os tipos de limitações em si mesmos e ficam envolvidos na construção e manutenção do ego, inconscientemente conectados pela história da humanidade e pelo condicionamento cultural.
Nós definimos nossa existência, nosso “ser”, por nossas ações e pensamentos. No entanto, na maioria das vezes, os desejos e medos mundanos controlam estas ações e pensamentos. Por causa da ilusão do eu, ou nos véus de Maya, muitos vivem no sofrimento. Muitos caem na depressão ou acham que seus desejos nunca estão saciados. Consequentemente, as pessoas buscam respostas em coisas externas, seja através da religião ou de outras práticas espirituais.
As ideias que nos são apresentadas por influências externas ou pela mente humana, não podem resolver o sofrimento sozinhas. Elas não são a nossa vontade maior, a vontade verdadeira do nosso EU superior. Em vez disto, elas são a vontade das construções condicionadas do ego.