bold-photography foi accionado demasiado cedo. Isto é normalmente um indicador de que algum código no plugin ou tema está a ser executado demasiado cedo. As traduções devem ser carregadas na acção init ou mais tarde. Por favor veja Depuração no WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home2/cienc927/public_html/wp-includes/functions.php on line 6260Hellinger teve uma infância e juventude marcadas por eventos traumáticos devido ao contexto da Segunda Guerra Mundial e à sua participação como membro do clero católico.
Bert Hellinger nasceu em 16 de dezembro de 1925, em Leimen, na Alemanha. Sua infância foi influenciada pelos eventos tumultuosos da Segunda Guerra Mundial. Durante a guerra, Hellinger foi convocado para o serviço militar, onde serviu como soldado médico na Croácia e na Bósnia. Essa experiência expôs Hellinger a uma vasta gama de traumas e sofrimento humano.
Após a guerra, Hellinger decidiu seguir a carreira religiosa e ingressou em um seminário católico. Ele foi ordenado padre e passou anos estudando teologia e filosofia. Sua busca espiritual o levou a trabalhar como missionário na África do Sul, onde se envolveu profundamente com as questões das populações nativas.
No entanto, a vida religiosa de Hellinger deu uma guinada em direção à psicoterapia. Durante seu tempo na África do Sul, ele estudou psicanálise e terapia familiar. Essa mudança de direção o trouxe de volta à Alemanha, onde ele continuou seus estudos em psicoterapia.
Foi na década de 1970 que Hellinger começou a desenvolver o que mais tarde se tornou conhecido como constelações familiares. Sua abordagem inovadora envolveu a criação de representações tridimensionais das dinâmicas familiares, com participantes representando membros da família do cliente. Hellinger acreditava que muitos problemas emocionais e psicológicos tinham raízes profundas nas dinâmicas familiares e que uma abordagem terapêutica eficaz deveria levar em consideração essas dinâmicas sistêmicas.
Com o tempo, as constelações familiares começaram a ganhar reconhecimento internacional, à medida que terapeutas de todo o mundo adotavam essa abordagem inovadora. Hellinger escreveu diversos livros sobre o assunto, traduzidos para várias línguas, e ministrava workshops e palestras em muitos países.
A abordagem de Hellinger enfatizava princípios-chave, incluindo a “ordem do amor” nos sistemas familiares, a importância da lealdade aos membros da família e a busca por um “movimento de solução” que restaurasse a harmonia nas dinâmicas familiares
Apesar de sua crescente popularidade, as constelações familiares também receberam críticas. Alguns céticos questionam a falta de evidências científicas sólidas que respaldem sua eficácia. Além disso, a incorporação de elementos espirituais e místicos em algumas práticas de constelação familiar gerou controvérsias.
Hellinger introduziu a ideia de que problemas emocionais e psicológicos frequentemente têm raízes profundas nos sistemas familiares e que uma abordagem terapêutica eficaz deve levar em consideração essas dinâmicas sistêmicas.
Bert Hellinger faleceu em 2019, mas seu legado persiste. Suas ideias sobre a importância das dinâmicas familiares e a resolução de lealdades conflitantes continuam a ser exploradas e desenvolvidas por terapeutas em todo o mundo. Seu trabalho desafiador e inovador deixou uma marca indelével no campo da psicoterapia e na maneira como as pessoas abordam questões emocionais e relacionais profundas em suas vidas.
A história de Bert Hellinger é um testemunho de como uma jornada de vida incomum pode levar a contribuições significativas para o entendimento e a melhoria da saúde mental e emocional das pessoas.
O cerne da abordagem de Hellinger é a técnica das constelações familiares, que envolve a criação de representações tridimensionais dos sistemas familiares, onde os participantes representam membros da família do cliente. Por meio dessa representação visual, as dinâmicas ocultas e os conflitos subjacentes são revelados e podem ser explorados e resolvidos.
Essa técnica permite que os clientes vejam as relações entre os membros de sua família de uma perspectiva externa, o que muitas vezes leva a insights profundos e à resolução de problemas que antes pareciam insolúveis. As constelações familiares têm sido aplicadas não apenas na terapia individual, mas também na terapia de casais, terapia familiar e até mesmo em organizações para abordar questões sistêmicas.
Legado e Influência de Bert Hellinger
O trabalho de Bert Hellinger deixou uma marca duradoura no campo da terapia sistêmica. Suas ideias sobre a importância das dinâmicas familiares e a resolução de lealdades conflitantes continuam a ser exploradas e desenvolvidas por terapeutas em todo o mundo.
Muitos terapeutas têm adaptado e integrado os princípios das constelações familiares em suas práticas terapêuticas, criando uma variedade de abordagens e técnicas que evoluem continuamente. O legado de Bert Hellinger é, portanto, um testemunho de como suas ideias inovadoras têm moldado o campo da terapia sistêmica e continuam a influenciar a forma como entendemos e abordamos os problemas emocionais e relacionais.
Bert Hellinger, com sua vida repleta de experiências variadas e sua abordagem única para a terapia sistêmica, deixou uma marca indelével no campo da psicoterapia. Suas constelações familiares, embora não isentas de críticas, proporcionaram a muitos a oportunidade de explorar e resolver questões profundamente arraigadas em sistemas familiares e organizacionais. Seu legado continua a inspirar terapeutas e a influenciar a maneira como compreendemos as complexidades das relações humanas e das dinâmicas familiares. Bert Hellinger faleceu em 2019, mas sua influência e suas ideias perduram e continuam a ser exploradas e debatidas nos campos da psicologia e da terapia sistêmica.
]]>O termo “Egregora” é utilizado na filosofia esotérica e tem origem no antigo conceito grego de “Egregore”. Foi popularizada na Europa no século 19 com o surgimento do teosofismo, um movimento filosófico e espiritualista. Desde então, a noção de Egregora foi desenvolvida por filósofos, místicos e teólogos ao longo dos séculos, sendo incorporada em diferentes sistemas de pensamento e práticas espirituais.
Atualmente, o conceito é amplamente utilizado em diferentes vertentes, desde a filosofia esotérica até a psicologia e a antropologia, e é visto como uma forma de entender o poder coletivo da consciência humana.
A egregora é uma força coletiva que é criada através da união de pensamentos, sentimentos e ações de um grupo de pessoas.
Há vários tipos de egregoras, incluindo as negativas (como a de uma cidade violenta) e as positivas (como a de uma equipe esportiva vitoriosa).
Os benefícios de se alinhar a uma egregora positiva incluem aumento da motivação, da criatividade e da harmonia no grupo. Por outro lado, se estiver alinhado a uma egregora negativa, pode se sentir oprimido, desmotivado e cercado por energias negativas.
Para se alinhar a uma egregora positiva, é importante buscar grupos com pensamentos e objetivos semelhantes e dedicar tempo a praticar ações positivas e vibrar com boas emoções. Já para se desalinhar de uma egregora negativa, é importante praticar pensamentos positivos, fazer atividades que trazem alegria e procurar pessoas com energias positivas.
Existem vários tipos de Egregoras, incluindo:
Cada tipo de Egregora tem suas próprias características e pode influenciar positiva ou negativamente em nossa vida, dependendo de como estamos conectados a ela.
Quais os benefícios de uma Egrégora?
Em resumo, a conscientização sobre a existência e o poder da egregora é fundamental para direcionar nossa vida e escolher a melhor forma de estar conectado a ela. Conhecer e compreender a Egregora é uma forma de ter mais consciência sobre nossos pensamentos, sentimentos e ações e de escolher como queremos ser influenciados pela energia coletiva.
]]>A ideia de que a mente subconsciente é um agente poderoso na qual controlar seu poder é considerado vantajoso. Acredita-se que técnicas como autossugestão e afirmações podem ajudar o subconsciente a influenciar a vida de uma pessoa, até mesmo curando doenças.
Ao contrário do que a maioria das pessoas acredita, subconsciente e inconsciente não são a mesma coisa. O inconsciente é a área mais profunda do seu cérebro onde ficam memórias que não são resgatadas facilmente.

Segundo Freud, o inconsciente é uma proteção do nosso organismo. Ele esconde as piores situações que já passamos na vida e só pode ser acessado com um evento que traga essa lembrança ao consciente.
Em estudos da Neurociência descobriu-se que para tomar decisões nosso cérebro não necessita racionalizar cada uma das etapas da decisão e para isso o nosso subconsciente cria ‘padrões de comportamento’. Sabendo disso, diversas empresas usam essa informação para influenciar na compra e venda de seus produtos influenciando pessoas a tomarem uma decisão, ativando os famosos ‘gatilhos mentais’ para despertar esses padrões.
(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});Dentre a imensidão de informações que nosso subconsciente armazena, uma coisa é certa, o subconsciente não mente! Um exemplo muito claro está no nosso olhar. Sempre que estamos buscando uma informação no subconsciente, ou seja, na memória, nossos olhos se movem para o lado esquerdo e quando buscamos no constructo ou no imaginário, os olhos movem-se para o lado direito.
Em algumas poucas pessoas, esse modelo pode ser invertido, mas esse é o padrão da maior parte dos humanos. E para saber se a pessoa é invertida, basta fazer uma pergunta da qual você já sabe a resposta.
Sigmund Freud e especialistas de Neurociência concordam que o cérebro possui uma capacidade excepcional de realizar atividades sem o envolvimento da consciência — ou seja, sem você nem perceber.
Em livros como “Pense e enriqueça” e “A Lei do Triunfo”, Hill fala da importância que o subconsciente desempenha nos nossos resultados. Ele entende o cérebro como uma “Estação Emissora e Receptora do Pensamento”, e que as emoções positivas e negativas não podem ocupar a mente ao mesmo tempo. Nosso papel seria, portanto, garantir que as emoções positivas constituam a influência predominante na nossa mente.
Segundo Hill, quando conseguimos criar o hábito de cultivar emoções positivas na nossa mente consciente, abrimos espaço para que nosso subconsciente possa atuar de melhor maneira possível.
Outro escritor, Dr. Joseph Murphy, discorre em “O Poder do Subconsciente” sobre o poder ilimitado do subconsciente.
Segundo Murphy, o subconsciente tem um poder milagroso e é capaz de liberar forças existentes em você, ainda então desconhecidas, para conquistar o que se deseja. No livro “Telepsiquismo”, ele ensina e comprova com diversos relatos que muitas das coisas que vemos, ouvimos e afirmamos antes de adormecer abrem portas do subconsciente, onde essas informações ficam armazenadas, assim produzindo respostas ou soluções de questões a qual almejávamos.
O subconsciente não é racional, ou seja, tudo o que se impregna em sua mente subconsciente, o mesmo aceitará como verdade.
A mente subconsciente é responsável por nossas memórias de longo prazo e todas as nossas emoções e hábitos de nossa vida toda . É e a parte do cérebro responsável pelas crenças das pessoas, ou seja naquilo que elas acreditam..As decisões que tomamos no dia a dia, embora pareça que as tomamos de maneira consciente, são realmente muito influenciadas por nosso próprio subconsciente.
Existem diversos meios e técnicas que nos ajudam a conectar-se com nosso subconsciente, entre as mais conhecidas e aplicadas na terapia psicológica:
Esse tipo de método consiste em expressar sem utilizar a consciência e livremente todos aqueles pensamentos que vêm espontaneamente à mente. Essa técnica pode ser realizada utilizando algum elemento que dê base à associação, como por exemplo, o que outra pessoa nomeie alguma palavra, número, imagem, etc. ao qual você responderá instantaneamente sem parar para pensar.
(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});Essa técnica consiste em fazer com que o paciente entre em um estado mental que fica entre a vigília e o sono. Para isso, o paciente deve estar no sofá totalmente relaxado e com a atenção concentrada apenas em seu mundo interior. O terapeuta dirige uma fantasia na qual o paciente deve começar a visualizar (essas fantasias têm símbolos universais), como por exemplo, estar no mar, descobrir um tesouro, etc. O objetivo é estimular o paciente a interagir dentro de sua própria fantasia.
Um dos mecanismos de defesa que utilizamos para não assumir como nosso o que atribuímos aos outros é a projeção. Quando falamos de projeção, nos referimos ao processo inconsciente que utilizamos para nos libertar do peso gerado pela experiência de emoções ou ideias que não desejamos. Os testes projetivos têm como objetivo que a pessoa possa externalizar o que tem por dentro e que não pode perceber porque está em seu subconsciente, para que possa penetrar em sua personalidade e conseguir conhecer mais a si mesmo.
Entre os diferentes testes projetivos que existem, encontram-se os estruturais, temáticos, expressivos ou gráficos, construtivos, associativos e os relacionados ao movimento. O teste projetivo mais conhecido é o teste de Rorschach.
A hipnose é uma técnica que facilita a entrada em um profundo estado de relaxamento e nos permite focar em nós mesmos e em nossas vivências. Através da hipnose podemos acessar as informações que armazenamos no subconsciente e das quais, estando totalmente conscientes, não é tão difícil alcançá-las.
Na terapia, esse tipo de técnica é utilizado para identificar quais são as possíveis causas dos problemas e condições de uma pessoa, assim como também para assimilar aquelas experiências negativas que foram armazenadas lá e também reestruturá-las e convertê-las em outras mais positivas. É interessante mencionar que também existe a auto hipnose, onde somos nós que podemos nos induzir a esse estado de relaxamento e nos ajudar a reprogramar nossa mente.
A programação neurolinguística (PNL) foi criada por Richard Bandler e John Grinder na Califórnia (Estados Unidos) nos anos setenta. Seus criadores afirmam que existe uma conexão entre os procedimentos neurológicos, a linguagem e os padrões de comportamento aprendidos.
A PNL funciona como um manual de instrução do funcionamento do cérebro humano, da forma como ele capta e registra informações por meio dos cinco sentidos, como estrutura e processa essas informações.
Ela produz padrões de pensamentos emocionais, comportamentais e comunicacionais que se apresentam de forma consciente ou inconsciente no dia a dia. Com base nisso, é possível intervir nesses dados de modo a obter respostas emocionais ou comportamentais positivas, alterando padrões que limitam o crescimento pessoal ou profissional do indivíduo.
A partir de técnicas de PNL e ferramentas podemos “reprogramar” a nossa estrutura interna com foco nos resultados que queremos alcançar.
Acessar o inconsciente é uma maneira vantajosa, uma vez que muitos dos traumas, bloqueios, medos/inseguranças, ansiedades, tristezas, crenças e paradigmas foram armazenadas lá e podem ser trabalhadas a fim de quebrar essas barreiras que causam estagnação ou não progresso em nossa vida.
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