bold-photography foi accionado demasiado cedo. Isto é normalmente um indicador de que algum código no plugin ou tema está a ser executado demasiado cedo. As traduções devem ser carregadas na acção init ou mais tarde. Por favor veja Depuração no WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home2/cienc927/public_html/wp-includes/functions.php on line 6260Muitas vezes tendemos a culpar o destino pelos rumos de nossas vidas e esquecemos que todo o caminho que percorremos é trilhado única e exclusivamente por nós. Como maior prova de amor e benevolência divina é que, mesmo diante de designações ou missões a cumprir em Terra, cabe a nós aceitarmos e seguirmos ou não, por mais importante que esta seja.
Responsáveis pelas consequências dos nossos próprios atos, arcar e conviver com as escolhas que fizemos é uma das maiores dádivas que podemos receber: a liberdade. O uso dessa liberdade é o que nos leva a uma vida de angústias ou iluminação pois, quando a usamos em decisões equivocadas sem admitir que agimos contra o caminho da luz, o sentimento de frustração é imediato, diferente da paz que se encontra ao aceitar suas atitudes. Lembre-se: é você quem dá as rédeas de seu próprio destino, interligando sua missão na terra ao peso de suas ações.
O Dharma é uma das metades desse mesmo princípio, representando o caminho da verdade e a lei natural; como uma zona onde a luz flui naturalmente e trilha o caminho da virtude.
O Dharma é como entendemos o destino ou nossa missão na terra, e vive-lo é seguir o caminho indicado pelo universo. Àquele que segue seu Dharma encontra a paz e fluidez em sua vida, realizam suas ações com graça, beleza e naturalidade, assim como um pintor que cria seus quadros de maneira tão natural quanto o ato de respirar.
O Karma é erroneamente interpretado por nós como um vilão, como se fosse um peso ou um castigo por algo que fizemos, mas a realidade é bem diferente dessa interpretação. Somos levados a essa ideia da mesma maneira que nos esquecemos do que realmente é o livre arbítrio e culpamos o destino por nossos males. O Karma na verdade é a lei que completa o conceito do Dharma.
Assim como a lei que rege suas ações, ele representa as escolhas e, através dele recebemos as consequências pelas nossas ações; não como punição, mas como um simples resultado da decisão tomada. O Karma é a lei que determina o quão afastado ou próximos estaremos do nosso Dharma, portanto, um Karma em equilíbrio, iluminado com boas escolhas, nos torna cada vez mais próximos de sua outra metade da plenitude.
Karma é apenas uma lei de causa e efeito. Karma vem da raiz kr em sânscrito, que significa “fazer”, representando uma ação. Ele funciona como a lei da ação e reação, da física ocidental de Isaac Newton. Em outras palavras, significa que nossas ações físicas, verbais ou espirituais sempre trazem consequências. Desta maneira, quando fazemos o bem geramos felicidade e quando fazemos o mal produzimos dor e sofrimento.
O significado da palavra Dharma, em sânscrito refere-se principalmente à lei espiritual, moral e o cumprimento dos deveres que dela derivam. O cumprimento desses deveres constitui a base da vida espiritual e social.
No hiduísmo se o indivíduo vive no presente e em harmonia com a lei natural, sem apego aos frutos de suas ações, ele pode gradualmente se libertar do Saṃsāra, o ciclo de nascimentos e mortes. A palavra Dharma também indica os ensinamentos destinados a alcançar a libertação, enquanto Sangha significa todos os praticantes que têm o objetivo de aprender e praticar o Dharma.
No Budismo, Dharma é cultivar o conhecimento e a prática das leis e princípios que une a teia da realidade, os fenômenos naturais e da personalidade dos seres humanos na interdependência dinâmica e na harmonia. O dharma budista é baseado nos ensinamentos do Buddha Gautama, sendo uma espécie de guia para alcançar a verdade e a compreensão da vida. Ele pode ser chamado também de “lei natural” ou “lei cósmica”.
Cada indivíduo tem seu próprio karma dominante, sendo o único responsável sobre suas ações. No budismo, o caminho espiritual do dharma é o adequado para desenvolver um karma positivo.
Diversas vezes perdemos o controle sobre nós em alguns momentos, seja em extremos como raiva, fúria, desespero, frustração, ciúmes, culpa, ansiedade; como para outros extremos, como: depressão, tristeza, medo, insegurança…
Ter o autocontrole é primordialmente necessário para se ter uma vida equilibrada, e para que isso ocorra, você deve se autoconhecer, se compreender, ler suas entrelinhas.
Parece cômodo sempre culpar terceiros a sua volta, o mundo, sendo que a real “sujeira” esta dentro. Faça a limpeza de sua principal ‘casa’.
Quando guardamos a dor emocional dentro de nós e os deixando parados, essa emoção acaba acarretando o corpo. Por vezes nosso corpo reclama e não sabemos ouvir ou interpretar.
Mas como ter o controle emocional?
Compreenda seus sentimentos, reveja seus comportamentos, libere as energias paradas, assuma responsabilidades, tente sempre estar em vigília de seus pensamentos. Nós somos os donos de nosso próprio destino, nós comandamos o que está a nossa volta. O que está dentro de você é exatamente o que está fora. (“O que está em cima é como o que está embaixo. O que está dentro é como o que está fora.” – Lei da Correspondência)
Alimente-se saudável, faça exercícios, medite, jogue fora seus pensamentos barulhentos e julgadores, simplesmente solte-os. Pratique o desapego: não se restrinja a guardar emoções e sentimentos que não te fazem bem,
não alimente sua vida com julgamentos ou palavras tóxicas e/ou negativas. Saia da matrix.
Mostre esse ato de amor com seu próprio ser e verá que tudo e todos ao seu redor mudarão também.
Emane amor e gratidão que por si só são vibrações completas. A alegria e a felicidade vêm como consequência.
Faça exercícios respiratórios conscientes e perceba que tudo que entra, sai. Não só o ar, mais tudo está em um ciclo constante, na real, nada encontra-se ‘parado’. E PRATIQUE!
O autocontrole não anula suas emoções, mas as administra de maneira madura. Em outras palavras, isso é para melhorar o estado de clareza, consciência e percepção. Neste caso, existe uma estrutura mental que pode ser modificada, e quando você mudar essa estrutura, mudará sua experiência de vida.
Pratique o perdão, perdoe as pessoas e tudo aquilo que te fez mal no passado. Saiba que tudo que acontece em nossa vida são como aprendizados para nosso crescimento e evolução.
Perdoe-se também, pois no ‘passado’ não se tinha o conhecimento e a sabedoria o suficiente para lhe dar com a situação do momento. Mas pense que agora você tem experiência, você vibra um pouco mais alto, então liberte-se de tudo isso.
Não se autorestrinja. Se conheça, vá além, procure ajuda se achar necessário, mas saiba que todos temos potencial suficiente para bloquear ou soltar qualquer coisa em nossa vida.
Pratique. Pratique todos os dias, de maneira constante. Só a prática é que faz com que tenhamos o controle necessário sobre nós mesmos.