bold-photography foi accionado demasiado cedo. Isto é normalmente um indicador de que algum código no plugin ou tema está a ser executado demasiado cedo. As traduções devem ser carregadas na acção init ou mais tarde. Por favor veja Depuração no WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home2/cienc927/public_html/wp-includes/functions.php on line 6260Campbell tem uma longa carreira como cientista e físico. Seu Ph.D. major é física nuclear experimental com tese em colisão nuclear de baixa energia. Antes de entrar na pesquisa e desenvolvimento de tecnologia de suporte a sistemas de mísseis defensivos, ele atuou como analista de sistemas de inteligência técnica no Exército dos EUA por dez anos. Posteriormente, ele trabalhou como contratado para o Departamento de Defesa na indústria de defesa antimísseis dos EUA por quase 30 anos. Campbell trabalhou recentemente para a NASA no programa Ares I (Sequential Space Shuttle) para avaliar e resolver riscos e vulnerabilidades para garantir a sobrevivência e o sucesso de missões e tripulações.
Após obter o título de mestre em física em 1968, Campbell iniciou seu programa de doutorado com especialização em física nuclear experimental. Durante este período, Campbell fez um curso de meditação transcendental a fim de utilizar a técnica para encontrar erros em códigos de computador enquanto trabalhava para o Serviço de Inteligência do Exército dos EUA. Nessa época, conheceu o livro de Robert Monroe, Journeys Out Of The Body, (experiências fora do corpo).Depois de saber que Monroe estava procurando cientistas para ajudá-lo a estudar estados alterados de consciência, se candidatou a posição e mais tarde começou a trabalhar com Monroe em seu laboratório, intitulado mais tarde de Instituto Monroe.
Campbell e o engenheiro elétrico Dennis Mennerich foram fundamentais no desenvolvimento da tecnologia “Hemi-Sync” da TMI, baseada no método de batida binaural para a criação de estados alterados específicos de consciência em indivíduos. Campbell acredita que sua pesquisa com Monroe informou muitos de seus insights sobre a natureza da realidade e da mecânica do que ele chama de “o sistema de consciência mais amplo”.
A teoria de Campbell explica efeito placebo, o que precedeu ao Big Bang, sobre o Universo em expansão, como a Intenção Mental pode afetar a realidade, a nossa origem, natureza e objetivo, assim como nosso universo, o que acontece depois que morremos, porque a velocidade da luz é constante, independente do movimento da sua fonte.
Semelhante ao que vimos no filme Matrix, Campbell defende que vivemos em uma realidade virtual.
Para Campbell, as coisas só acontecem quando são observadas – e, portanto, nós vivemos dentro de uma simulação, que só gera os acontecimentos que podemos enxergar.
“A tarefa colocada à frente da humanidade, é evoluir de forma mais cooperativa, cuidadosa e com compaixão, sua interação com ela mesma e com outras espécies, com a própria terra, para se tornar um sistema mais amplo e efetivo. Este impulso para implantar uma união cooperativa e cuidadosa, representa o vetor do progresso evolucionário dentro de um sistema de consciência em evolução.” – Campbell
Ao observar uma coisa, você modifica essa coisa. E a realidade só se materializa, de fato, quando é observada ou medida de alguma forma. Cada um constrói sua própria realidade – inclusive ao tentar determinar o que é, ou não, real.
Em 1899, após pesquisar as radiações eletromagnéticas, descobriu a Constante de Planck, e que é usada, por exemplo, para calcular a energia do fóton. Um ano depois, descobriu a chamada Lei de Planck da Radiação, que serviu de base para teoria quântica, que deu seu real sentido com a colaboração de Albert Einstein e Niels Bohr. Assim, recebeu o Nobel de Física em 1918.
Quando uma grandeza é encontrada apenas em múltiplos inteiros de uma quantidade elementar (denominada de quantum), diz-se que ela é quantizada. No século XX, Albert Einstein (1879-1955) propôs que a radiação eletromagnética deveria ser quantizada e a quantidade elementar que definia a luz era o fóton.
As descobertas de Planck, resultaram no nascimento de um campo totalmente novo na física moderna, conhecido como mecânica quântica; e que forneceram a base para a investigação de áreas pouco exploradas até então, como por exemplo, a energia nuclear.
Em um trabalho sobre a radiação emitida por corpos aquecidos, deu origem a Teoria Quântica: “A radiação é absorvida ou emitida por um corpo aquecido não sob a forma de ondas, mas por meio de pequenos “pacotes” de energia.” Max havia descoberto que a menor quantidade de energia que pode ser emitida ou absorvida na forma de radiação eletromagnética é conhecida como quantum.
Sua ideia na época não foi muito bem aceita, porém alguns anos depois, Albert Einstein fez uso do mesmo argumento e obteve sucesso ao explicar o efeito fotoelétrico.
Em 1905, Einstein ganhou o prêmio Nobel de Física, por explicar o mecanismo por trás da fotoeletricidade. Einstein havia concluído que a luz tanto se comporta como partícula, quanto como onda. Esse comportamento ficou conhecido como a natureza dual da luz, uma das ideias principais que sustentam a Física Quântica.
A constante de Planck é uma das mais importantes constantes no mundo quântico, pois ela é fundamental para o entendimento de vários conceitos e interpretações físicas e químicas.
A Teoria Quântica é um estudo científico que observa os fenômenos que ocorrem com as partículas menores que os átomos, as chamadas partículas atômicas e subatômicas, (elétrons, prótons e fótons).
Durante muito tempo acreditava-se que os átomos eram feitos de matéria, e depois foi detectado que a maior parte de um átomo é vácuo, ou seja, não é matéria e sim uma energia condensada.
Observe que tudo que existe no campo material é composto por partes menores que são os átomos, e se um átomo não é algo material logo tudo que existe é energia.
Tudo o que compõe a realidade que estamos vivendo são ondas colapsadas, ou seja, existiam como possibilidades no Universo e foram trazidas para a realidade física no momento do colapso da função de onda.
A realização de um desejo nada mais é do que o colapso de todas as ondas que envolvem a realização desse desejo.
Cita no livro conversas com Heisenberg, a qual ambos concordavam sobre ideias dentro das culturas orientais acima citadas afirmando estes terem respostas para muitas das questões que desafiam a ciência atualmente, ampliando o campo de visão, horizontes e percepção sobre a vida.
O autor defende a emergência de uma nova ciência; uma ciência dirigida por elementos aparentemente não-científicos, como a consciência e a auto-consistência; uma ciência que, assim como as técnicas do misticismo oriental, conduz o homem à verdade das coisas e o leve a abandonar a ordem mecanicista e absoluta dos fenômenos físicos em favor da interdependência e do relativismo dos processos naturais, como os sustentados pela cultura do ocidente.
Um livro apaixonante e edificante; uma leitura necessária, não só aos amantes da Física, mas àqueles que têm a certeza que todas as coisas do mundo estão ligadas a uma ordem maior e transcendental.
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Escrita pelo Nobel de Física Leon Lederman, em 1993, a obra se chamaria The Goddamn Particle (“A Partícula Maldita”), em referência à dificuldade de encontrar o bóson,
que só aparece em níveis de energia realmente altos e se transforma em outras partículas muito rapidamente.
O que ele comprova Segundo o Modelo Padrão, o Universo é formado por 17 partículas básicas: o bóson, 6 quarks, 6 léptons e 4 partículas mediadoras.
O bóson de higgs recebeu o nome, em homenagem ao físico britânico Peter Higgs, que propôs sua existência em um artigo publicado em 1964, no Physical Review Letters.
É uma das teorias aceitas para explicar a composição material do Universo.
De acordo com a teoria que envolve o Bóson de Higgs, as partículas formam átomos e as forças agem sobre a matéria. A teoria afirma que as partículas não têm massa inerente, pois elas ganham massa quando passam pelo campo de Higgs, ou passam por ele sem interagir, continuando sem massa.
O Campo de Higgs teria surgido logo após o Big Bang e, após o esfriamento do universo, o campo foi criado e concedeu massa às partículas.
Assim como todo campo de força, o Campo de Higgs precisa ter uma partícula correspondente que, no caso, é o Bóson de Higgs.
O primeiro experimento capaz de comprovar a existência dessa partícula só foi realizado em 2013, por meio do maior acelerador de partículas do mundo, o LHC (Large Hadrons Collider). No ano de 2012, o LHC já era capaz de atingir energias de até 8 TeV (teraelétron-volts) ao acelerar e colidir feixes de prótons em sentidos contrários, movendo-se em velocidades próximas da velocidade da luz, circulando em seus enormes anéis. Atualmente os cosmólogos acreditam que 25% de toda a massa do Universo sejam feitos de matéria escura, cuja existência pode ser relacionada ao bóson.
Recentemente o bóson de Higgs ganhou grande destaque após lançada a série pela Netflix: Dark. Na série, o bóson de Higgs, que também é chamado de ‘Matéria Escura’ pelas personagens, é capaz de abrir túneis através do espaço-tempo (buracos de minhoca), levando o protagonista a diferentes épocas e realidades.
O ‘Modelo Padrão’ é uma teoria que descreve as forças fundamentais forte, fraca e eletromagnética, bem como as partículas fundamentais (férmions e bósons) que constituem toda a matéria.
Hoje, acredita-se que nem mesmo o espaço vazio é completamente vazio, pois todo o espaço é permeado por um “mar” de bósons de Higgs e outras partículas.
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