bold-photography foi accionado demasiado cedo. Isto é normalmente um indicador de que algum código no plugin ou tema está a ser executado demasiado cedo. As traduções devem ser carregadas na acção init ou mais tarde. Por favor veja Depuração no WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home2/cienc927/public_html/wp-includes/functions.php on line 6260O termo “ocultismo” refere-se a um conjunto de práticas e crenças que buscam acessar conhecimentos secretos ou sobrenaturais. O ocultismo envolve a utilização de rituais, feitiços e símbolos para influenciar a realidade ao nosso redor. Para muitos praticantes, a magia é tanto uma arte quanto uma ciência, onde a intenção e o conhecimento são fundamentais para a realização de seus objetivos.
A história do ocultismo é rica e complexa, com raízes que remontam a milênios. A antiga civilização egípcia desempenhou um papel crucial no desenvolvimento de práticas ocultistas. Os egípcios acreditavam que o conhecimento era sagrado e que os deuses se comunicavam através de sinais e símbolos. Um dos principais deuses associados à magia era Thoth, conhecido como o deus da escrita e da sabedoria.
Os egípcios desenvolveram um sistema complexo de astrologia, astronomia e rituais mágicos. Eles viam os movimentos dos planetas como reflexos da vontade divina, e a adivinhação era uma prática comum para entender esses sinais. Essa busca por conhecimento e compreensão da realidade foi fundamental para a formação de culturas posteriores, como a babilônica e a grega.
Os babilônios, que viveram aproximadamente em 4000 a.C., foram pioneiros em várias áreas do conhecimento. Eles inventaram o ábaco, desenvolveram sistemas numéricos e foram os primeiros a praticar astrologia. Esse conhecimento se espalhou pelo Egito, influenciando profundamente a cultura e as práticas ocultistas da região.
Com a ascensão da Grécia, pensadores como Pitágoras e Platão começaram a integrar os ensinamentos ocultistas em suas filosofias. Pitágoras, em particular, acreditava que os números eram a chave para entender o universo. Ele fundou uma escola onde seus discípulos eram ensinados a ver a matemática como uma linguagem divina.
Pitágoras via a matemática e a filosofia como inseparáveis. Ele acreditava que toda a criação poderia ser explicada através de números e proporções. Sua escola em Crotona era conhecida por seu rigoroso treinamento, que incluía anos de silêncio e disciplina. Essa abordagem se refletiu em muitas das crenças ocultistas que surgiram posteriormente.
Com o advento do cristianismo, o ocultismo passou a ser visto com desconfiança. Durante a Idade Média, a Igreja Católica consolidou seu poder e a magia foi rotulada como heresia. Práticas ocultistas foram perseguidas, e muitos ocultistas foram executados. No entanto, o conhecimento oculto não desapareceu completamente; ele se refugiou em sociedades secretas e na clandestinidade.
A descoberta de textos antigos durante as cruzadas reacendeu o interesse pelo ocultismo. Documentos que haviam sido preservados em monastérios contavam sobre as tradições egípcias, gregas e romanas, trazendo à tona um novo renascimento cultural.
O Renascimento foi um período de redescoberta e valorização do conhecimento antigo. Filósofos e cientistas começaram a integrar os ensinamentos ocultistas em suas pesquisas. A tábua esmeraldina, um texto fundamental dos alquimistas, afirmava que “assim como é em cima, é embaixo”, sugerindo que os padrões do universo se repetem em todas as coisas.
Durante essa época, alquimistas como Paracelso e outros buscavam entender a natureza do mundo físico e espiritual. A alquimia, que visava transformar metais e alcançar a imortalidade, também lançou as bases para a química moderna.
A alquimia era uma prática que combinava filosofia, espiritualidade e experimentação científica. Os alquimistas eram vistos como os primeiros cientistas, explorando a natureza e a transformação de substâncias. Eles descobriram processos como a destilação e a natureza microscópica das doenças, contribuindo significativamente para o avanço da ciência.
No século XIX, o ocultismo começou a ganhar popularidade novamente, especialmente com o surgimento do espiritismo. As irmãs Fox, nos Estados Unidos, atraíram a atenção do público ao afirmarem ter contato com espíritos. Esse fenômeno gerou um movimento espiritualista que buscava comunicação com os mortos.
Com a chegada de Madame Blavatsky, o ocultismo se tornou uma prática mais organizada. Ela fundou a Sociedade Teosófica e introduziu conceitos orientais no ocidental, argumentando que todas as religiões têm uma raiz comum. Sua obra influenciou muitos pensadores e buscadores espirituais no Ocidente.
A Sociedade Teosófica promovia a ideia de que todos os seres humanos têm uma conexão direta com o divino. Blavatsky enfatizava a unidade entre as religiões e a importância do autoconhecimento. No entanto, sua popularidade também trouxe críticas e controvérsias, especialmente quando suas práticas foram questionadas.
Com o passar do tempo, o ocultismo evoluiu e se adaptou às novas realidades culturais. Durante os anos 60, o movimento hippie trouxe uma nova onda de interesse por práticas espirituais e ocultistas. Artistas e músicos começaram a explorar essas ideias, buscando formas alternativas de consciência.
Hoje, o ocultismo é visto de maneira mais aberta e aceita. Muitas pessoas se identificam como praticantes de novas formas de espiritualidade, utilizando ensinamentos ocultistas para compreender melhor a si mesmas e o mundo ao seu redor.
O ocultismo, apesar de sua história tumultuada, deixou um legado significativo na cultura e na ciência. Muitas das ideias que hoje consideramos científicas foram, em algum momento, parte de práticas ocultistas. A busca pelo conhecimento e pela compreensão do universo continua a ser uma motivação central para muitos.
Os segredos do ocultismo permanecem um campo fascinante de estudo e exploração. Desde as antigas civilizações até os dias atuais, a busca por conhecimento oculto e a compreensão do sobrenatural continuam a inspirar e intrigar a humanidade. A interseção entre ciência, espiritualidade e ocultismo nos convida a refletir sobre o nosso lugar no universo e a natureza da realidade.
Seja através da astrologia, alquimia ou práticas mágicas, o ocultismo oferece um caminho para aqueles que buscam respostas e uma conexão mais profunda com o divino. À medida que continuamos nossa jornada de autoconhecimento, é essencial manter a mente aberta para as possibilidades que o ocultismo pode nos oferecer.

Alice Bailey teve uma infância infeliz, ficando órfã desde pequena e sendo criada por parentes. Na adolescência, teve uma experiência espiritual aos 15 anos, que a afetou consideravelmente e moldou as linhas mestras de sua vida. Ela foi para os Estados Unidos em 1907, onde continuou seu trabalho espiritual e se casou com Foster Bailey, um conhecido associado, seu segundo marido.
Unidos, Alice e Foster Bailey estabeleceram a Escola Arcana, um grupo que pesquisou e implementou os princípios esotéricos. Alice era autora de numerosos tópicos relacionados à espiritualidade, como meditação, cura, astrologia e o destino espiritual do homem. Todos os seus mais de vinte livros foram em grande parte feitos em cooperação com o mestre tibetano Djwhal Khul.
Baseada nos seus escritos, Alice Bailey é famosa por ser a profetisa da Nova Era, o tempo de uma crescente revelação espiritual e renovação global. Nesse sentido, ela abriu o caminho para muitos movimentos religiosos e espirituais modernos e é uma inspiração para todos os buscadores espirituais em todo o mundo ainda hoje.
Em resumo, a vida de Alice Bailey foi toda sobre a busca contínua de uma espiritualidade autêntica e a instrução da sabedoria esotérica. Seu trabalho monumental e abundantes escritos são lembrados e lidos mesmo agora, e ela é reconhecida como uma lenda na longa tradição de pensamento em espiritualidade contemporânea.
Este conceito foi criado pelo filósofo indiano Adi Shankara no século IX e absorvido pelas religiões e filosofias orientais. A partir daí, foi introduzido no Ocidente no século XIX e tornou-se parte da linguagem atual entre os devotos às religiões orientais e círculos esotéricos. Sob essas idéias, Maya se tornou o principal obstáculo para escapar da tentação do mundo sensorial, superar os erros causados pelo dualismo e alcançar a verdadeira iluminação.
De acordo com a filosofia oriental, é o véu de Maya, o véu da ignorância que nos mantém em Dukkha: sofrimento, insatisfação.
Por meio de sua meditação, o Buda ensinou algumas nobres verdades para eliminar Dukkha: “Sabedoria correta: Desenvolver completa consciência de todas as ações do corpo, fala e mente para evitar atos insanos, através da contemplação da natureza verdadeira de todas as coisas.”
O ato de nos autoconhecer é prestar atenção às nossas ações, fatos e pensamentos; assim, com o Autoconhecimento podemos exercer o Autocontrole. No próprio budismo, o véu maia está relacionado ao esquecimento de reencarnações passadas quando nascemos.
De acordo com os Vedas, Maya é o nome da deusa indiana que representa o mundo fictício e ilusório, onde esta lançou um véu sob o deus Brahma, considerado pelos hindus, a representação da força criadora ativa no universo.
Os hindus estabeleceram a noção de que nosso mundo não é exatamente o que vemos e que somos levados a acreditar. Segundo eles, o mundo real seria algo escondido aos olhos das pessoas comuns, e dando acesso somente aqueles que conseguirem ultrapassar o “véu de maya”.
Arthur Schopenhauer foi um dos primeiros pensadores da filosofia ocidental a compartilhar e afirmar dogmas significativos da filosofia indiana, como ascetismo , negação de si mesmo e a noção do mundo como aparência.
Desenvolveu uma teoria com base nesses pensamentos de que algo impede a compreensão dessa realidade e tudo o que nos rodeia, só podem ser ilusões e aparências.
De acordo com Samādhi, no hinduísmo, jainismo, budismo, sikhismo e escolas de ioga, somos a causa e, através do samadhi, a solução para todo o nosso sofrimento.
A palavra Samadhi é a representação de um estado místico humano que é a raiz de toda espiritualidade e auto questionamento. Muitas vezes, é o estado que muitos buscam como o objetivo final da meditação.
Muitas pessoas não se veem como seres espirituais, não dedicam um tempo para explorar seu mundo interior, ou se importam em entender a verdadeira razão de sua existência. Em vez disto, eles estão envolvidos somente em suas vidas diárias e distraídos com o mundo exterior. Como resultado, coloca-se todos os tipos de limitações em si mesmos e ficam envolvidos na construção e manutenção do ego, inconscientemente conectados pela história da humanidade e pelo condicionamento cultural.
Nós definimos nossa existência, nosso “ser”, por nossas ações e pensamentos. No entanto, na maioria das vezes, os desejos e medos mundanos controlam estas ações e pensamentos. Por causa da ilusão do eu, ou nos véus de Maya, muitos vivem no sofrimento. Muitos caem na depressão ou acham que seus desejos nunca estão saciados. Consequentemente, as pessoas buscam respostas em coisas externas, seja através da religião ou de outras práticas espirituais.
As ideias que nos são apresentadas por influências externas ou pela mente humana, não podem resolver o sofrimento sozinhas. Elas não são a nossa vontade maior, a vontade verdadeira do nosso EU superior. Em vez disto, elas são a vontade das construções condicionadas do ego.
1 – O Princípio do MENTALISMO: “O Todo é Mente; o Universo é mental.” Refere-se ao poder da mente: tudo o que pensamos e o que está a nossa volta é fruto do Mental. O universo é um campo de energia mental em dimensões particulares.
2 – O Princípio da CORRESPONDÊNCIA: “O que está em cima é como o que está embaixo. O que está dentro é como o que está fora.” Nesta segunda lei, refletido na analogia da Bíblia: “Deus cria os homens à sua imagem e semelhança”. Para compreendermos tudo aquilo que nos cerca, temos que olhar para a sua correspondência e padrões. São como reflexos que são transmitidos. O mesmo se entende quando se diz que: ‘O outro é reflexo do que você tem dentro de si’.
3 – O Princípio da VIBRAÇÃO: “Nada está parado, tudo se move, tudo vibra.” Amplamente aceita pela ciência moderna e trata do movimento inerente ao Universo. Tudo é Energia viva. Por meio das vibrações, podemos estar mais próximos do caos ou da harmonia, e isso pode ser controlado. Nas frequências mais altas estão aquilo que não é visto; nas frequências mais baixas estão as vibrações da matéria.
4 – O Princípio da POLARIDADE: “Tudo é duplo, tudo tem dois pólos, tudo tem o seu oposto. O igual e o desigual são a mesma coisa. Os extremos se tocam. Todas as verdades são meias-verdades. Todos os paradoxos podem ser reconciliáveis.” Entende-se nesse princípio que vivemos em um mundo polarizado, onde tudo tem dualidade.
Assim como ‘ying-yang’: o quente e o frio, o claro e o escuro, esquerda e direita, bem e mal… As dualidades são duas faces da mesma moeda – em graus diferentes. O escuro não é nada além da luz ausente; a saúde é ausência de doença. A dualidade representa também a unidade.
5 – O Princípio do RITMO: “Tudo tem fluxo e refluxo, tudo tem suas marés, tudo sobe e desce, o ritmo é a compensação.“
Como uma dinâmica de ciclos. Tudo o que vai, volta, e vivemos em uma vibração eterna de atração e repulsão, de inspiração e expiração. Por meio da Neutralização, é possível conquistar maior estabilidade dos ritmos.
6 – O Princípio de CAUSA E EFEITO: “Toda causa tem seu efeito, todo o efeito tem sua causa, existem muitos planos de causalidade, mas nada escapa à Lei.” Nada é por acaso, toda ação tem uma reação. É possível dominar os princípios desta lei observando o agente causador, para assim sermos mestres de nós mesmos.
7 – O Princípio de GÊNERO: “O Gênero está em tudo: tudo tem seus princípios Masculino e Feminino, o gênero manifesta-se em todos os planos da criação.” Entendemos que o gênero não está apenas naquilo que se reproduz fisicamente, mas também está em planos mentais, naturais e espirituais.
Apesar do nome ‘hermético’, para alguns já não são mais um segredo. Mas entendê-las e aprender seus ensinamentos são muito mais profundos e dominá-las é um desafio.
Os escritos herméticos são uma coleção de obras grego e egípcio, e as principais são o Corpus Hermeticum e a Tábua de Esmeralda, as quais são tradicionalmente atribuídas a Hermes Trismegisto, que combina aspectos do deus grego Hermes e do deus egípcio Thoth.
Estes princípios se baseiam no Livro “O Caibalion”, seria um derivado grego da mesma raiz da palavra Cabala, que em hebraico significa “recepção”.
Aprendizados mestres do ocultismo, maçonaria e gnóstica, essas Leis não param por aí. Abrangem sub-leis, mais complexas e profundas, sendo uma das mais conhecidas: a Lei da Atração.
O livro “O Caibalion” pode ser adquirido em nossa livraria, no site: www.cienciadoautoconhecimento.com.br/livros, ou através do botão abaixo:
