bold-photography foi accionado demasiado cedo. Isto é normalmente um indicador de que algum código no plugin ou tema está a ser executado demasiado cedo. As traduções devem ser carregadas na acção init ou mais tarde. Por favor veja Depuração no WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home2/cienc927/public_html/wp-includes/functions.php on line 6260O medo está presente em muitas situações, que vão desde dizer a verdade perante uma pessoa até enfrentar situações desagradáveis e arriscadas. Geralmente nossos medos vão em três direções: medo de perder, medo do processo e medo do fracasso. Existem diversos tipos de medo, aqueles que são racionais (consciência do risco), irracionais (sensação de insegurança), e as consideradas fobias – quando a mente estabelece o que seria “pensamento automático”.
No nível pessoal e psicológico, o medo pode se tornar uma relevante ferramenta de autoconhecimento e da compreensão de nossos limites. Para a maioria dos psicólogos, ele é um referencial do nosso ponto de partida para movimentos em escala evolutiva de nossa personalidade. Por isso, também é importante saber enfrentá-lo.

Qual a origem do medo?
O medo costuma ser uma herança dos nossos pais, de quando éramos crianças, nos ensinando a temer algumas coisas, ou então ser resultado de uma experiência negativa vivida.
Como o organismo reage ao medo?
O medo é uma sensação em consequência da liberação de hormônios como a adrenalina, que causam imediata aceleração dos batimentos cardíacos. É uma resposta do organismo a uma estimulação aversiva, física ou mental, cuja função é preparar o sujeito para uma possível luta ou fuga.
O medo deixa de ser saudável quando ele se torna excessivo. Não se fala em tratamento para o medo, a não ser nos casos em que ele se torna irracional, como na fobia.
Existe tratamento para o Medo?
A técnica mais utilizada pelos psicólogos para tratar o medo se chama Dessensibilização Sistemática. Com ela se constrói uma escala de medo, da leve ansiedade até o pavor, e, progressivamente, o paciente vai sendo encorajado a enfrentar o medo. Ao fazer isso o paciente passa, gradativamente, por um processo de reestruturação cognitiva em que ocorre uma reaprendizagem, ou ressignificação, da reação que anteriormente gerava a resposta de alerta no organismo para uma reação mais equilibrada.
Isso pode ser feito por conta própria ou com ajuda, caso a pessoa se sinta muito desconfortável. Muitos já devem ter ouvido o ditado: “Se estiver com medo, vai com medo mesmo” e isso é um dos aprendizado para se levar pra vida toda, uma vez que é através desses medos que temos guardados, consciente ou inconscientemente, que deixamos de fazer muitas coisas para crescermos e nos desenvolvermos como pessoa e/ou profissionalmente.
Outra técnica muito utilizada pelos orientais é você escrever em um papel todos os medos, aflições, tristezas e/ou raivas que você possui guardado dentro de si. Fatos que muitas vezes não contamos a ninguém e muito por muitas vezes transformado em doenças posteriormente. Escrevendo no papel, além de trazer para o consciente você elimina de si passando as aflições para o papel. Feito isso, queime-o imaginando a eliminação desses sentimentos ali escritos.
Há muitas outras técnicas e terapias que vão desde a consulta com um psicólogo ou realizando tratamentos com PNL, ressignificação, hipnose,
Dicas
Não deixe seu medo crescer
Medo não é oposto de coragem. Mesmo quem tem coragem tem medo. Diz Napoleon Hill “ medos são apenas estados mentais”. O medo é como uma planta, quanto mais você cultiva mas ela cresce. O medo cresce à medida que você não o enfrenta, que você procrastina o enfrentamento. Quanto você deixa o medo lá e se recusa a enfrentá-lo, mais ele cresce.
]]>A prática diária do silêncio, da meditação e do não julgamento é o que nos potencializa e nos alinha com o poder que tudo manifesta no Universo e assim, obtemos tudo o que desejamos. Vivenciarmos o momento presente, com o simples saborear de nossos sentidos faz com que nos conectemos com o resto do mundo.
2. Lei da Doação
Com o dar e receber é que mantemos o fluxo do Universo e sua energia ativa. Com essa troca constante mantemos a abundancia em nossas vidas, assim como a felicidade, o amor, a alegria… e sempre agradecer a tudo: pessoas, coisas e fatos. Pois até mesmo os fatos ruins servem como aprendizados para moldar quem somos.
3. Lei do Carma ou Causa e Efeito
Colhemos o que semeamos. Não se vitimize diante dos fatos e agradeça pela oportunidade de aprendizado. Toda ação gera uma força de energia que retorna de modo análogo. Somos responsáveis pelas nossas escolhas, assim, escolha de modo consciente e reflita. Se satisfaz a mim e ao próximo, então vamos semear o bem maior.
4. Lei do Mínimo Esforço
Deixar o fluir da vida com sabedoria, assim como o faz a Natureza, de forma natural. Praticar a aceitação e conseguir ver a beleza até nas imperfeições. Assumir nossas escolhas e suas consequências a partir dele. Não imponha seu ponto de vista, respeite o outro, saiba que cada um tem seu tempo e se você corrobora o seu pensamento, não é necessário prová-lo.
5. Lei da Intenção e do Desejo
No nível da mecânica quântica, o universo é uma extensão de nosso corpo, e nossa intenção é dotada de energia e informação que organiza sua realização. Na Programação Neuro-linguística (PNL) diz que o inconsciente trata como verdade absoluta toda palavra interiorizada, assim o consciente trabalha em prol deste fato.
6. Lei do Distanciamento
Se baseia em não criar apegos, pois os apegos são medos e inseguranças que, por sua vez, criam ansiedade ou o vazio. Na lei do distanciamento está a sabedoria da incerteza. Quando nos abrimos ao desconhecido, ao campo de infinitas possibilidades, nos entregamos à mente criativa que orquestra a ‘dança’ do Universo.
7. Lei do Darma ou do Propósito de Vida
Alimente a divindade que há em você. “Todos temos um propósito na vida… algo único para dar aos outros. E quando misturamos este talento com o servir, experimentamos o êxtase de nosso próprio espírito, o que é objetivo último de todos os objetivos”. Primeiro, devemos descobrir nosso verdadeiro eu; depois, expressar nossos talentos especiais; e finalmente, usar este nosso ‘dom’ para servir a humanidade.
Não viemos ao mundo ao acaso, todos temos algo a acrescentar. Pergunte-se: Qual a realidade que eu gostaria de mudar? Então acredite e mude. Todos somos dotados dessa capacidade e assim, crie abundância a partir desses talentos.
Reflexão importante para perceber o essencial. Para muitos o sucesso esta associado ao poder, ambição, ao material, ao trabalhar duro; porém se designa ao que cada indivíduo acredita ser importante em sua vida e de como alcançá-lo. Achar sua essência e trabalhá-lo é o sinônimo de sucesso.
Segundo Deepak, o esforço desesperado leva a uma certa ‘frustração’. O Universo e todas as coisas contidas nele foram criadas de forma natural, leve e facilmente. Deixe fluir o seu melhor, que assim, o sucesso é certo que estará esperando..
Basicamente nosso cérebro é dividido em 3 partes: Tronco Encefálico (ou Cérebro Reptiliano) – consciência irracional, Sistema Límbico – consciência emocional e Néocortex – consciência racional. Atuam sempre em conjunto, porém, cada uma possui uma função diferente no nosso cérebro. Em resumo, elas representam o instinto, a emoção e a razão, respectivamente.

Muitas mães têm dificuldade de conviver com os filhos quando eles ainda são bebês ou na adolescência. Isso porque, quando bebê, ainda não atingiu o pico de desenvolvimento do sistema límbico e, na adolescência, ainda não atingiu o pico de desenvolvimento do neocórtex. Nosso sistema límbico se desenvolve em média até os 5 anos de idade, e nosso neocórtex pode se desenvolver até os 20 anos. Por esses motivos, a puberdade é considerada até essa faixa etária.
O tronco encefálico ou cérebro reptiliano têm como principais fatores, que influenciam uma pessoa e que são emergidas de nossos instintos e percepções mais primitivas, tais como: medo, sono, fome (sobrevivência), proteção/defesa e ataque, (segurança – sistema ‘luta ou fuga’), ação e reação, reprodução, etc. Onde fome é adquirida através do dinheiro (abundância = segurança).
Também abrange de onde emerge nossa energia. Isto se traduz em diferentes comportamentos, tais como: intenção e temperamento.
Uma pessoa, por exemplo, com fome, ou sem dormir, ou ainda, com frio, não consegue avançar em nenhum raciocínio lógico sem antes não resolver tais necessidades irracionais.
No sistema Límbico (área de processamento de emoções), há duas emoções pertinentes: a dor e o prazer. Perante a dor, o límbico tem um sistema de proteção onde tenta sempre evitar a dor que sentiu no passado. Com relação ao prazer, ele libera o hormônio da dopamina, que faz com que queira produzir mais da mesma sensação que o proporcionou.
O neocórtex é a última camada do desenvolvimento do nosso cérebro após o nascimento. Basicamente, é a razão, sensação de que as decisões fazem sentido. Ela gosta de saber que estamos no controle das nossas decisões.
O estudo do cérebro triúno e suas ramificações de necessidades: irracional, emocional e racional pode-se complementar com o estudo da Piramide de Maslow onde as divisões de ambos encontram-se em concordância.
Com base nas psicologias, Freudiana e Junguiana, é possível conjugar que nosso neocórtex está mais relacionado com o ego (complexos), e a parte reptiliana, com o Self (arquétipos).
Em nossa natureza trina, é preciso frear alguns aspectos do cérebro reptiliano e ativar outros, justamente pelo fato de termos um neocórtex, racional, analítico e cartesiano, bem desenvolvido, para avaliar cada situação.
Conforme já citado por diversos autores históricos, o ser humano encontra-se em plena hipnose reptiliana, deixando-se, inconscientemente, dominar-se por seus instintos primitivos, em vez de explorar, justamente, o que nos diferencia de todas as outras espécies, que é o nosso potencial de consciência racional. O ser humano historicamente está automatizado, em padrões de ações e reações, defesas e ataques e proteções territoriais. Estas são características claramente reptilianas.
O cérebro reptiliano é o que mais exerce influência, sobre o sistema límbico e sobre o neocórtex, tão logo, sobre comportamento, imagem e comunicação de uma maneira geral.
Nos estudos da PNL (programação neurolinguística) ao analisarmos os movimentos involuntários de nossa linguagem corporal, como: respiração, postura, caminhar, etc, conclui-se que o cérebro reptiliano prevalece em nossa comunicação. Conforme vimos, percepções relativas à fome, sono, sobrevivência, podem afetar rápida e diretamente toda a racionalidade.
As necessidades humanas primordiais, precisam estar atendidas, para somente depois, poder se trabalhar no campo da racionalidade. Quanto mais se resolve necessidades, mas se evolui.
Muitos campos filosóficos têm enfatizado o quanto o ser humano não está utilizando o que se tem de melhor. Ao contrário de nossa maior vantagem biológica, estamos automatizados e agindo e reagindo sem raciocinar com a qualidade que podemos.
Devemos ter conhecimento do complexidade envolvida em nossa natureza psíquica e cerebral para que possamos equilibrar o eixo necessário de nossa existência, desde nossa racionalização até nossa evolução e realização. Portanto, vamos aprender e criar um equilíbrio entre nossos mundos externo e interno, entre nossos lados da irracionalidade, sensibilidade e razão; entre nossas necessidades; entre nosso consciente e inconsciente e mais importante criar um eixo pleno entre nosso cérebro triúno e nossa realidade.