bold-photography foi accionado demasiado cedo. Isto é normalmente um indicador de que algum código no plugin ou tema está a ser executado demasiado cedo. As traduções devem ser carregadas na acção init ou mais tarde. Por favor veja Depuração no WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home2/cienc927/public_html/wp-includes/functions.php on line 6260A Pedra Filosofal é, portanto, muito semelhante ao símbolo da rosa e da cruz (onde a cruz representa o corpo e a rosa representa o desdobramento da consciência do indivíduo).
Na idade média ela era tida como o Santo Graal e tornou-se não só a chave para a transmutação dos metais básicos em ouro, mas também guardava o segredo da vida eterna, a cura de todas as doenças e o caminho para a perfeição espiritual.
Acredita-se que a pedra filosofal transforma metal em ouro e curava doenças – seu significado real é a pureza e imortalidade.
Na modernidade, entre outras coisas, a Pedra também ganhou conceitos como “Iluminação”, “Consciência Cósmica”, “Cálice Sagrado”, etc.
Os alquimistas acreditavam que o ouro era um metal perfeito por causa de seu brilho e resistência à ferrugem.
No verdadeiro sentido: ouro significa buscar espiritualidade. Seu símbolo consiste em um triângulo que representam sal, enxofre e mercúrio, o quadrado que representa os quatro elementos e o círculo que representa o conceito de unidade.
Esses termos ― Mercúrio, Enxofre e Sal ― são apenas “códigos” usados para definir o espírito, a alma e o corpo das substâncias.
O Enxofre alquímico é a alma de qualquer material, ou, a consciência da matéria. É o princípio ardente, ativo, solar, masculino que dá a uma substância suas propriedades ativas em relação a outras subtâncias.
Nas obras alquímicas, o Mercúrio é o Espírito das coisas, sejam elas vegetais, metais ou psicológicas. Tendo Espírito como a parte não-física de uma pessoa, sede de suas emoções e caráter. Princípio aguado, passivo, lunar, feminino que representa a essência oculta e fonte criativa de vida que existe em todas as coisas.
Na Alquimia, o Sal simboliza o corpo físico e a matéria do qual a alma e sua força vital funcionam. O Sal representa a fixação, a materialização e a formação de corpos, e incorpora essas características que associamos à ideia de massa ou matérias.
Esta Pedra, uma vez adquirida, daria ao seu dono uma série de “poderes especiais”, entre eles a “transmutação da matéria”, o “elixir da vida eterna”, a “panaceia universa”l e o “poder de criação do homúnculo”.
Transmutação da Matéria: O famoso “transformar chumbo em ouro” é uma forma de descrever a ascensão da consciência a níveis mais nobres. Significa a elevação da consciência vulgar a níveis mais elevados. É equivalente ao processo de iluminação budista ou de santificação cristã.
Panaceia Universal: Também chamado de Azoth, é um remédio que cura todas as doenças físicas, mentais e espirituais. Significa que todo os males do ego são obliterados pela imensidão da Consciência Cósmica.
Uma consciência elevada por definição está acima dos apegos e dos sofrimentos próprios da personalidade abandonada em sua ignorância.
Elixir da Eterna Juventude: Poção da vida eterna. Enquanto a Panaceia Universal garante uma boa vida, o Elixir da Eterna Juventude garante que esta vida não terá fim. Significa que a Consciência Cósmica conduz à percepção da imortalidade na medida em que a identificação vulgar com o corpo e com a mente são transcendidos. Velhice e morte tornam-se conceitos ultrapassados.
Criação do Homúnculo: Criação de uma vida humana no laboratório. Significa a construção de um novo ser com o alquimista como arquiteto da sua própria existência. No processo alquímico, o antigo eu dá origem e lugar a uma nova forma.
A Pedra Filosofal é o objetivo maior por trás da Alquimia. Apesar das lendas atribuírem à Alquimia uma origem mais antiga (Antigo Egito) que os historiadores (Século I e II), a ideia de Pedra Filosofal originou-se com os alquimistas de Alexandria.
A saúde seria o equilíbrio e a doença seria o desequilíbrio de todas as energias presentes no ser humano, tanto no corpo físico como espiritual. Na alquimia não existe matéria morta e todas as substâncias, animal, vegetal ou mineral, são dotadas de vida e movimento, ou seja, possuem suas energias características.
Segundo Hermes Trimegistro em sua frase: “O que está em cima é semelhante ao que está em baixo”. Tudo o que existe material ou espiritual constitui uma unidade. O mundo terreno é constituído pelos mesmos componentes que o mundo celeste.
O símbolo alquímico do ouroboros, que é a figura de uma serpente mordendo a própria calda formando um círculo, representa estas constantes transformações em que nada desaparece nem é criado, tudo é transformado como o princípio da conservação de energia, ou a primeira lei da termodinâmica.
Na maçonaria, no rito chamada Câmara de Reflexão, o candidato à iniciação permanece, em meditação, antes da cerimônia, representa o útero (da terra), do qual o candidato nasce para uma nova vida, representa a “prova da terra”, um dos quatro elementos aristotélicos. Nela, entre diversos símbolos representativos da espiritualidade e do valor da vida honrada, encontram-se as substâncias necessárias à Grande Obra — sal, enxofre e mercúrio — para lembrar, ao candidato, que ele deve percorrer o caminho do conhecimento para chegar ao aperfeiçoamento espiritual e moral, que é a Grande Obra da vida.
Este conceito foi criado pelo filósofo indiano Adi Shankara no século IX e absorvido pelas religiões e filosofias orientais. A partir daí, foi introduzido no Ocidente no século XIX e tornou-se parte da linguagem atual entre os devotos às religiões orientais e círculos esotéricos. Sob essas idéias, Maya se tornou o principal obstáculo para escapar da tentação do mundo sensorial, superar os erros causados pelo dualismo e alcançar a verdadeira iluminação.
De acordo com a filosofia oriental, é o véu de Maya, o véu da ignorância que nos mantém em Dukkha: sofrimento, insatisfação.
Por meio de sua meditação, o Buda ensinou algumas nobres verdades para eliminar Dukkha: “Sabedoria correta: Desenvolver completa consciência de todas as ações do corpo, fala e mente para evitar atos insanos, através da contemplação da natureza verdadeira de todas as coisas.”
O ato de nos autoconhecer é prestar atenção às nossas ações, fatos e pensamentos; assim, com o Autoconhecimento podemos exercer o Autocontrole. No próprio budismo, o véu maia está relacionado ao esquecimento de reencarnações passadas quando nascemos.
De acordo com os Vedas, Maya é o nome da deusa indiana que representa o mundo fictício e ilusório, onde esta lançou um véu sob o deus Brahma, considerado pelos hindus, a representação da força criadora ativa no universo.
Os hindus estabeleceram a noção de que nosso mundo não é exatamente o que vemos e que somos levados a acreditar. Segundo eles, o mundo real seria algo escondido aos olhos das pessoas comuns, e dando acesso somente aqueles que conseguirem ultrapassar o “véu de maya”.
Arthur Schopenhauer foi um dos primeiros pensadores da filosofia ocidental a compartilhar e afirmar dogmas significativos da filosofia indiana, como ascetismo , negação de si mesmo e a noção do mundo como aparência.
Desenvolveu uma teoria com base nesses pensamentos de que algo impede a compreensão dessa realidade e tudo o que nos rodeia, só podem ser ilusões e aparências.
De acordo com Samādhi, no hinduísmo, jainismo, budismo, sikhismo e escolas de ioga, somos a causa e, através do samadhi, a solução para todo o nosso sofrimento.
A palavra Samadhi é a representação de um estado místico humano que é a raiz de toda espiritualidade e auto questionamento. Muitas vezes, é o estado que muitos buscam como o objetivo final da meditação.
Muitas pessoas não se veem como seres espirituais, não dedicam um tempo para explorar seu mundo interior, ou se importam em entender a verdadeira razão de sua existência. Em vez disto, eles estão envolvidos somente em suas vidas diárias e distraídos com o mundo exterior. Como resultado, coloca-se todos os tipos de limitações em si mesmos e ficam envolvidos na construção e manutenção do ego, inconscientemente conectados pela história da humanidade e pelo condicionamento cultural.
Nós definimos nossa existência, nosso “ser”, por nossas ações e pensamentos. No entanto, na maioria das vezes, os desejos e medos mundanos controlam estas ações e pensamentos. Por causa da ilusão do eu, ou nos véus de Maya, muitos vivem no sofrimento. Muitos caem na depressão ou acham que seus desejos nunca estão saciados. Consequentemente, as pessoas buscam respostas em coisas externas, seja através da religião ou de outras práticas espirituais.
As ideias que nos são apresentadas por influências externas ou pela mente humana, não podem resolver o sofrimento sozinhas. Elas não são a nossa vontade maior, a vontade verdadeira do nosso EU superior. Em vez disto, elas são a vontade das construções condicionadas do ego.