bold-photography foi accionado demasiado cedo. Isto é normalmente um indicador de que algum código no plugin ou tema está a ser executado demasiado cedo. As traduções devem ser carregadas na acção init ou mais tarde. Por favor veja Depuração no WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home2/cienc927/public_html/wp-includes/functions.php on line 6260Usando um termo da Teosofia, a egrégora é uma “forma-pensamento”. Ela nasce como uma ideia, um pensamento, e se desenvolve gradativamente, assim como pode também se diluir e extinguir-se. Ou seja, egrégoras nascem e morrem. Mas também crescem e podem alcançar estágios bem desenvolvidos a ponto de se tornarem “formas divinas”.
O ponto de vista defendido pela teosofia encontra eco em diversas outras linhas de pensamento, especialmente religiosas. O conceito de egrégora, como forma-pensamento de grupo, foi desenvolvido em trabalhos da Ordem Hermética da Golden Dawn e dos Rosacruzes .
Uma egrégora seria capaz de realizar, no mundo visível e palpável, as aspirações transmitidas ao mundo invisível pela coletividade geradora. Quando a energia é deliberadamente gerada, ela formaria um padrão, ou seja, teria a tendência de se manter como está e de influenciar o meio ao seu redor. No mais, as egrégoras podem ser descritas como concentrações ou esferas energéticas criadas quando várias pessoas têm um mesmo objetivo. Trata-se de um conceito místico-filosófico na qual todo pensamento e energia gerada têm existência, podendo circular livremente pelo cosmo.
É o caso, muito comum, em ambiente de trabalho, onde os pensamentos que as pessoas que trabalham naquele local alimentam, formam um “clima”, seja bom ou ruim, naquele ambiente. Ou da pessoa piedosa que faz orações pelo bem de alguém. O chamado “mau olhado” também é uma egrégora: um pensamento maligno, de inveja ou de destruição, que, dependendo do poder da pessoa que o produz e da sintonia que o alvo está, pode afetar a pessoa ou até objetos.
Também é possível a egrégora prejudicar seu próprio criador, onde são ‘envenenadas’ pela própria egrégora. Pessoas de consciência bruta, pouco desenvolvida, facilmente criam egrégoras grotescas que vivem à sua volta, provocando sentimentos viciantes, rancor, desejos descontrolados, autodesprezo, ganância e vícios que acorrentam a alma.
A egrégora pode também ser criada coletivamente. Uma religião, uma ideologia, uma tradição, uma marca, um time, um ideal, uma luta de classes, uma sociedade secreta, um exército, tudo isto envolve a criação de um pensamento em comum, alimentado por todos, que fica cada vez mais forte. Quando a egrégora cresce demais, deixa de ser serva dos que a criaram e pode assumir uma ‘forma divina’.
Daí uma ideia se tornar superior a quem a gerou e até mesmo se torna um ‘mestre’, ‘senhor’, um ‘anjo’ou um ‘deus’. Assim surgiram algumas divindades veneradas por religiões. Mas não se engane, os deuses surgem por muitos meios. Nem todos os deuses são egrégoras superdesenvolvidas. Há deuses autogerados e estes são muito superiores a qualquer egrégora.
O padrão vibratório de uma casa tem relação direta com a energia e o estado de espírito de seus moradores. O que poucos sabem é que as paredes, objetos e a atmosfera de um ambiente registram as energias de todos os acontecimentos e de estado de espírito dos frequentadores daquele ambiente.
Quando se pensa em saúde energética, tome a iniciativa básica e vital de impregnar sua atmosfera apenas com bons pensamentos e boas vibrações. Evite discussões, palavras ásperas e brigas. Não pense mal dos outros, bata a porta ou jogue pragas. Nos ‘transformando’, transformamos o ‘mundo’ a nossa volta. Cada um faz sua parte.
A Pedra Filosofal é, portanto, muito semelhante ao símbolo da rosa e da cruz (onde a cruz representa o corpo e a rosa representa o desdobramento da consciência do indivíduo).
Na idade média ela era tida como o Santo Graal e tornou-se não só a chave para a transmutação dos metais básicos em ouro, mas também guardava o segredo da vida eterna, a cura de todas as doenças e o caminho para a perfeição espiritual.
Acredita-se que a pedra filosofal transforma metal em ouro e curava doenças – seu significado real é a pureza e imortalidade.
Na modernidade, entre outras coisas, a Pedra também ganhou conceitos como “Iluminação”, “Consciência Cósmica”, “Cálice Sagrado”, etc.
Os alquimistas acreditavam que o ouro era um metal perfeito por causa de seu brilho e resistência à ferrugem.
No verdadeiro sentido: ouro significa buscar espiritualidade. Seu símbolo consiste em um triângulo que representam sal, enxofre e mercúrio, o quadrado que representa os quatro elementos e o círculo que representa o conceito de unidade.
Esses termos ― Mercúrio, Enxofre e Sal ― são apenas “códigos” usados para definir o espírito, a alma e o corpo das substâncias.
O Enxofre alquímico é a alma de qualquer material, ou, a consciência da matéria. É o princípio ardente, ativo, solar, masculino que dá a uma substância suas propriedades ativas em relação a outras subtâncias.
Nas obras alquímicas, o Mercúrio é o Espírito das coisas, sejam elas vegetais, metais ou psicológicas. Tendo Espírito como a parte não-física de uma pessoa, sede de suas emoções e caráter. Princípio aguado, passivo, lunar, feminino que representa a essência oculta e fonte criativa de vida que existe em todas as coisas.
Na Alquimia, o Sal simboliza o corpo físico e a matéria do qual a alma e sua força vital funcionam. O Sal representa a fixação, a materialização e a formação de corpos, e incorpora essas características que associamos à ideia de massa ou matérias.
Esta Pedra, uma vez adquirida, daria ao seu dono uma série de “poderes especiais”, entre eles a “transmutação da matéria”, o “elixir da vida eterna”, a “panaceia universa”l e o “poder de criação do homúnculo”.
Transmutação da Matéria: O famoso “transformar chumbo em ouro” é uma forma de descrever a ascensão da consciência a níveis mais nobres. Significa a elevação da consciência vulgar a níveis mais elevados. É equivalente ao processo de iluminação budista ou de santificação cristã.
Panaceia Universal: Também chamado de Azoth, é um remédio que cura todas as doenças físicas, mentais e espirituais. Significa que todo os males do ego são obliterados pela imensidão da Consciência Cósmica.
Uma consciência elevada por definição está acima dos apegos e dos sofrimentos próprios da personalidade abandonada em sua ignorância.
Elixir da Eterna Juventude: Poção da vida eterna. Enquanto a Panaceia Universal garante uma boa vida, o Elixir da Eterna Juventude garante que esta vida não terá fim. Significa que a Consciência Cósmica conduz à percepção da imortalidade na medida em que a identificação vulgar com o corpo e com a mente são transcendidos. Velhice e morte tornam-se conceitos ultrapassados.
Criação do Homúnculo: Criação de uma vida humana no laboratório. Significa a construção de um novo ser com o alquimista como arquiteto da sua própria existência. No processo alquímico, o antigo eu dá origem e lugar a uma nova forma.
A Pedra Filosofal é o objetivo maior por trás da Alquimia. Apesar das lendas atribuírem à Alquimia uma origem mais antiga (Antigo Egito) que os historiadores (Século I e II), a ideia de Pedra Filosofal originou-se com os alquimistas de Alexandria.
A saúde seria o equilíbrio e a doença seria o desequilíbrio de todas as energias presentes no ser humano, tanto no corpo físico como espiritual. Na alquimia não existe matéria morta e todas as substâncias, animal, vegetal ou mineral, são dotadas de vida e movimento, ou seja, possuem suas energias características.
Segundo Hermes Trimegistro em sua frase: “O que está em cima é semelhante ao que está em baixo”. Tudo o que existe material ou espiritual constitui uma unidade. O mundo terreno é constituído pelos mesmos componentes que o mundo celeste.
O símbolo alquímico do ouroboros, que é a figura de uma serpente mordendo a própria calda formando um círculo, representa estas constantes transformações em que nada desaparece nem é criado, tudo é transformado como o princípio da conservação de energia, ou a primeira lei da termodinâmica.
Na maçonaria, no rito chamada Câmara de Reflexão, o candidato à iniciação permanece, em meditação, antes da cerimônia, representa o útero (da terra), do qual o candidato nasce para uma nova vida, representa a “prova da terra”, um dos quatro elementos aristotélicos. Nela, entre diversos símbolos representativos da espiritualidade e do valor da vida honrada, encontram-se as substâncias necessárias à Grande Obra — sal, enxofre e mercúrio — para lembrar, ao candidato, que ele deve percorrer o caminho do conhecimento para chegar ao aperfeiçoamento espiritual e moral, que é a Grande Obra da vida.