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O Hinduísmo, religião de origem indiana, acredita na existência de um pouco mais de 33 milhões de deusas e deuses, conhecidos como Deva e Devi.
Em sânscrito, Shiva significa ‘O Auspicioso’, aquele que dá esperança. Também é conhecido como ‘Benigno’ (Shambu), ‘Beneficente’ (Shankara) e ‘Grande Deus’ (Mahadeva). É um dos principais deuses do hinduísmo, que juntamente Brahma (o Criador), Vishnu (o Conservador), Shiva é considerado ‘o Destruidor e Construtor’. Os três formam uma trimúrti, a trindade divina hindu. Shiva desintegra o velho para edificar o novo, representa a morte e dissolução. Enquanto Brahma cria e Vishnu preserva a vida, o papel de Shiva é destruir os mundos para que haja espaço para Brahma criar, mantendo um movimento circular constante.
Shiva é representado na figura de um homem, sentado em posição de lótus em cima de uma pele de tigre simbolizando a força e a vitória. O tridente que aparece nas ilustrações de Shiva é o trishula, arma que destrói a ignorância humana. Suas três pontas representam a inércia (tamas), o movimento (rajas) e o equilíbrio (sattva). Possui um jarro de água em sua cabeça, que representa a força desse elemento natural que foi concedido aos homens, e que segundo os hindus simboliza o rio Ganges, na Índia. A serpente simboliza o kundalini, energia vital. Quando o kundalini é despertado ativa centros de energia ou chakras. Na testa, seu terceiro olho simboliza sabedoria. Ainda há uma lua crescente acima da cabeça de Shiva, indicando que a natureza está em constante renovação.
Sua pele está azul por causa das substâncias tóxicas liberadas nas águas durante o movimento mitológico do oceano causado pelos deuses, e Shiva bebeu o veneno para proteger o planeta. Muitas vezes é representado com quatro braços, o que lhe confere um aspecto desportivo, porque, segundo os hindus, cria a realidade através da dança. A forma representativa original foi a Idade Neolítica (por volta de 4000 aC), que apareceu na forma de Pashupati, o Senhor dos Animais. Acredita-se que este homem divino foi visitado na Terra como um sábio yogi, em forma humana. Hoje, além de mestres e professores praticantes, os yogues também se referem a uma dos caminhos de evolução mental, que significa destruir algo e construir algo novo no mesmo lugar.
A metáfora da dança é usada em várias culturas para descrever o ciclo natural da vida e do Universo. De acordo com o hinduísmo, tudo faz parte do grande ritmo de criação e destruição, morte e renascimento. A dança de Shiva simboliza o ciclo eterno de vida e morte.
Além disso, a dança da criação e da destruição também se baseia na existência da matéria, pois todas as partículas de matéria “se auto-interagem” por meio da emissão e absorção de partículas. O mundo subatômico é um mundo de ritmo, movimento e mudança constante. No entanto, nada realmente perece no Universo, só há mudança de plano e padrão vibracional. A energia não pode viver nem morrer, só pode ser transformada.
A ideia dessa mudança cíclica interminável, que traz consigo a ‘morte’ seguida do ‘renascimento’, sempre esteve presente em todas as culturas tradicionais. Através da sabedoria dos antigos, tudo é cíclico, tudo é fluxo e refluxo, nada está parado, mas tudo é movimento. .De acordo com as ideias de Heráclito, filósofo do século VI, “O mundo é um eterno devir”, onde ‘devir’ significa a mudança que acontece em todas as coisas, é sempre uma alternância entre contrários; nessa harmonia, os opostos coincidem da mesma forma que o princípio e o fim – em um círculo. A realidade se manifesta na mudança.Vemos os mesmos conceitos no Judaísmo, no Islamismo, no Taoísmo e no Budismo. Este último ainda ensina que o sofrimento deriva de nossa tentativa de reter as coisas materiais e que devemos nos adaptar às mudanças à medida que elas vão ocorrendo, para não sofrermos. O desapego é a chave. Sidharta Gautama, o Buda, afirmou que todas as coisas materiais são impermanentes e que o mundo material é SAMSARA, sendo que SAMSARA é o movimento incessante.
]]>*”Tulkus” é o termo utilizado para se referir a essa ‘linhagem’ de reencarnados.
Avalokiteshvara, em sânscrito, é “Aquele que enxerga os clamores do mundo” e Bodhisattva é o ser que está adiantado ou pronto para alcançar o estado de Buda.
Independente da religião, há uma aprendizado profundo em suas consciências e ensinamentos, onde pregam sobre o saber espiritual e de emoções, como: a tolerância, a compreensão, a resignação ativa, felicidade, amor profundo e, por incrível que pareça, através do meio científico. Incansáveis estudiosos, abriram caminhos para a união da ciência com a espiritualidade.
Para o Dalai, tudo é muito simples. Estar no mundo é fácil, viver é descomplicado. Segundo ele, ninguém precisa sair em peregrinação ou praticar mendicância para se tornar um ser humano melhor. Na filosofia, mais semelhante a um manual de condutas éticas, a verdadeira transformação espiritual está nas pequenas e fundamentais atitudes do dia-a-dia, independente do credo, do estilo de vida, das preferências sexuais ou políticas que se possa ter. Os Dalai Lamas acreditam que a paz mundial só pode ser baseada na paz interior: “Se perguntarmos o que destrói nossa paz interior, não são as armas e ameaças externas, mas nossas próprias falhas internas, como a raiva. Quando você conhece alguém de quem não gosta, ou alguém diz algo desagradável para você, é a sua própria resposta que perturba sua paz interior. É por isso que o amor e a compaixão são importantes, porque eles nos fortalecem – o que é uma fonte de esperança”
Dalai escreveu mais de 200 livros e apenas 20 traduzidos para o português. Para quem acha que usam suas palavras para pregar as ‘vantagens’ de se converter ao budismo, estão enganados. Dalai deixa muito claro em seus discursos que cada um deve seguir a fé que escolher. Ou até mesmo nenhuma, caso lhe pareça mais conveniente.
Em seus livros menciona muito a importância de se viver harmoniosamente com a qualquer um e com o próprio ser, a necessidade de prevalecer éticas e valores que deveriam ser cultuado por todos, diz muito sobre a diferença de amor e apego, ação e engajamento, compaixão, paciência, o que é a real felicidade e o como seguir o ‘Caminho do Meio’.
Cita no livro conversas com Heisenberg, a qual ambos concordavam sobre ideias dentro das culturas orientais acima citadas afirmando estes terem respostas para muitas das questões que desafiam a ciência atualmente, ampliando o campo de visão, horizontes e percepção sobre a vida.
O autor defende a emergência de uma nova ciência; uma ciência dirigida por elementos aparentemente não-científicos, como a consciência e a auto-consistência; uma ciência que, assim como as técnicas do misticismo oriental, conduz o homem à verdade das coisas e o leve a abandonar a ordem mecanicista e absoluta dos fenômenos físicos em favor da interdependência e do relativismo dos processos naturais, como os sustentados pela cultura do ocidente.
Um livro apaixonante e edificante; uma leitura necessária, não só aos amantes da Física, mas àqueles que têm a certeza que todas as coisas do mundo estão ligadas a uma ordem maior e transcendental.
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Para se aumentar esse potencial é necessário o Despertar. Estar consciente do Todo e de Tudo e abrir os olhos para enxergar além.
Ler o livro, será um passo para se conectar com o que significa despertar e perceberá a verdade em muito menos tempo. O livro condiz com quanto mais rapidamente o meta-humano surge na vida da pessoa, melhor.
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Thot teria sido o responsável pela criação da escrita hieroglífica, da matemática, arquitetura, medicina, e todas as demais ciência das quais os egípcios faziam uso. Essa divindade compreendida todos os mistérios da mente humana.
