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Nesse sentido, recitar regularmente essas afirmações, com fé e convicção, pode ajudá-lo a alinhar sua mente e suas energias com a prosperidade que deseja manifestar em sua vida.
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A bioeletricidade, também conhecida como electroma, é a forma pela qual as células do nosso corpo se comunicam por meio de sinais elétricos. Compreender e intervir nesse processo é fundamental para tratar doenças como o câncer. A bioeletricidade é gerada pelos íons presentes nos fluidos do corpo, que geram uma corrente de baixa potência. Esses sinais elétricos são essenciais para o funcionamento do organismo, permitindo a comunicação entre diferentes partes do corpo. A rede bioelétrica segue os princípios da lei de Ohm e utiliza canais iônicos para conduzir a corrente elétrica. Apesar de menos estudada em comparação ao genoma, a bioeletricidade apresenta uma única lei fundamental que se aplica a todos os sistemas do corpo humano. Desde neurônios e músculos até células cancerígenas, todas as células e tecidos utilizam o mesmo processo de comunicação elétrica.
O câncer Ao considerarmos a aplicação da bioeletricidade para conter o avanço do câncer, o tratamento inovador desenvolvido por Djamgoz está relacionado à transmissão dos sinais elétricos no corpo.
Como mencionado anteriormente, os íons (átomos com carga elétrica) usam canais iônicos para entrar e sair das células. Esses canais iônicos, presentes nas membranas celulares, funcionam como portões que se abrem para permitir a passagem dos íons.
No caso do câncer, que é essencialmente uma doença caracterizada pelo crescimento e propagação descontrolados das células, os canais iônicos desempenham um papel fundamental no controle da proliferação e migração das células, como explica o professor.
Graças às pesquisas iniciadas pelo especialista nos anos 90, ele e sua equipe fizeram uma descoberta reveladora: as células cancerígenas se tornam agressivas quando estão “eletricamente excitáveis”. Essa descoberta é significativa porque, segundo o professor, “o problema do câncer não é ter um tumor. É possível viver com um tumor, desde que seja localizado. O problema surge quando o câncer se espalha, um processo conhecido como metástase”.
Djamgoz descobriu que a chave para interromper esse crescimento hiperativo é fechar os portões elétricos das células, ou seja, bloquear os canais iônicos, especialmente os canais de íons de sódio, responsáveis pela “excitação elétrica” que impulsiona o crescimento do câncer.
Por meio do uso de medicamentos que bloqueiam esses canais, o professor conseguiu interromper a proliferação e a propagação de células cancerígenas em animais. O próximo passo é realizar testes em seres humanos, um processo muito mais complexo.
No entanto, ele acredita que já existem indícios de que essa técnica também possa funcionar em humanos. O especialista em ciências biomédicas William Brackenbury, ex-aluno de doutorado de Djamgoz e atualmente na Universidade de York, no Reino Unido, publicou um estudo em 2022 que analisou informações de 53.000 pacientes com câncer de mama, próstata e cólon.
Entre esses pacientes, cerca de 150 também tinham angina crônica, uma doença cardíaca tratada com um medicamento chamado ranolazina, que bloqueia os canais de íons de sódio em condições de baixo nível de oxigênio. Essas mesmas condições são encontradas em tumores em crescimento. Segundo o especialista, “medicamentos como a ranolazina podem transformar cânceres agressivos em tumores benignos, ou seja, sem metástase, permitindo que os pacientes vivam com o câncer de forma crônica, como acontece com o diabetes. Isso também elimina os efeitos colaterais tóxicos e indesejáveis de tratamentos como a quimioterapia”.
Djamgoz patenteou seu tratamento contra o câncer usando bloqueadores de canais de íons de sódio em vários
países, incluindo o Reino Unido, Japão, Canadá, Austrália e Estados Unidos.
Além do câncer, a bioeletricidade também possui potencial para outros usos médicos. A mesma “excitação elétrica” que impulsiona o crescimento das células cancerígenas pode ser aproveitada para a cura de feridas. Quando uma ferida ocorre, a corrente elétrica atrai células reparadoras, como macrófagos e fibroblastos, que ajudam no processo de cicatrização. Estudos mostraram que o estímulo elétrico pode acelerar significativamente a cura de feridas difíceis, como escaras e até mesmo fraturas ósseas.
No entanto, mesmo com o enorme potencial da bioeletricidade, existem razões pelas quais essas técnicas ainda não estão amplamente sendo aplicadas na prática médica. O professor Djamgoz aponta três principais motivos. Em primeiro lugar, existe uma certa resistência e conservadorismo na área médica quando se trata de adotar abordagens não convencionais. O medo de cometer erros e o apego a métodos tradicionais são fatores que influenciam essa resistência.
Em segundo lugar, a falta de financiamento é um obstáculo significativo. Muitas vezes, os tratamentos convencionais têm mais apoio financeiro e as grandes empresas farmacêuticas podem não estar interessadas em desenvolver medicamentos mais baratos baseados em bioeletricidade.
O terceiro motivo apontado pelo professor é o conhecimento limitado sobre física por parte dos médicos e biólogos. Embora tenham um entendimento básico da eletricidade, muitos profissionais de saúde podem sentir uma falta de conhecimento específico sobre as reações celulares à eletricidade. Além disso, a falta de ferramentas padronizadas e protocolos claros também dificulta a adoção generalizada dessas técnicas.
No entanto, os especialistas concordam que o campo da bioeletricidade possui um potencial imenso e que o financiamento nessa área está crescendo. Embora haja desafios a serem superados, é uma questão de tempo até que essas abordagens sejam mais amplamente aceitas e utilizadas na prática médica. À medida que a pesquisa avança e novas tecnologias são desenvolvidas, é provável que a eletricidade desempenhe um papel cada vez mais importante na cura de doenças e na promoção da saúde.
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Os nativos possuíam um profundo conhecimento das “energias emanadas da sagrada terra”. Além do aterramento, eles compreendiam que as orações, meditações e as propriedades curativas das plantas medicinais os curavam de todos os males físicos e espirituais. Essas eram dádivas da mãe-natureza.
Em 1891, Louis Kuhne publicou “A Nova Ciência da Cura” e, em 1896, escreveu “Retorno à Natureza”, incentivando as pessoas a caminharem descalças ao ar livre. Esse movimento de “retorno à natureza” surgiu na Alemanha. Na época, embora a teoria carecesse de fundamentos científicos sólidos, acredita-se que andar descalço na natureza trazia diversos benefícios à saúde.
Algumas décadas depois, o médico americano George Starr White começou a estudar os efeitos do sono enquanto conectado ao solo por fios de cobre fixados em tubulações residenciais. White comprovou que os elétrons da Terra poderiam reequilibrar a corrente elétrica do corpo e melhorar sua qualidade.
Considerado o pioneiro da nova era do aterramento, o americano Clint Ober trabalhou por 25 anos na indústria de telecomunicações, no setor de aterramento elétrico, que garante o funcionamento adequado de instalações e equipamentos. Após ser acometido por uma doença grave que quase lhe tirou a vida e ao perceber que ficar descalço lhe fazia bem, Ober convidou pesquisadores da área para comprovar sua tese.
Os resultados dos efeitos do aterramento na saúde física e mental daqueles que estão em contato direto com a Terra foram surpreendentes. Como resultado desse trabalho, Ober escreveu “Earthing: The Most Important Health Discovery Ever”.
Na indústria eletrônica e de telecomunicações, o aterramento é crucial para evitar descargas elétricas que podem ter consequências graves.
Em 1836, o cientista alemão Karl August Steiheil fez uma descoberta revolucionária ao perceber que a terra poderia servir como um caminho de retorno na telegrafia, desde que os terminais do cabo fossem enterrados no subsolo. Apesar da desconfiança inicial, Steiheil comprovou empiricamente sua teoria e assim surgiu o conceito de aterramento elétrico.
O aterramento desempenha um papel fundamental na proteção contra cargas elétricas indesejadas e interferências. Ele evita danos em televisores, aparelhos eletrônicos e nos sistemas de controle das torres de telefonia celular.
Graças ao aterramento, é possível alcançar uma transferência perfeita de dados na era atual da indústria de telecomunicações, utilizando a internet, cabos e telefones. Isso permite a complexidade necessária para a transmissão eficiente de informações.
EFEITOS DO ATERRAMENTO NO CÉREBRO HUMANO
O aterramento, cientificamente conhecido como “neuromodulação”, é um processo terapêutico que inibe, estimula, modifica e regula as atividades elétricas e químicas nos sistemas nervosos periféricos, centrais e autônomos. Ao estabelecer uma conexão direta entre o organismo humano e a Terra, ocorrem alterações tanto na superfície como no interior do corpo, aumentando seu potencial eletromagnético. Essa é uma síntese do artigo publicado pela National Library of Medicine intitulado “The Neuromodulative role of Earthing”.
Em termos simples, o aterramento restaura o estado natural do ambiente elétrico do organismo e do sistema nervoso, o que se reflete na atividade elétrica do cérebro. Esse “aumento sináptico” auxilia na redução da dor, tanto aguda quanto crônica, e dos processos inflamatórios, fortalecendo assim o sistema imunológico.
Os seres humanos são seres elétricos compostos por átomos com carga líquida positiva, negativa ou neutra. Assim como ocorre com equipamentos elétricos, se o corpo humano não estiver aterrado, ocorre um acúmulo de íons positivos que causa desequilíbrios orgânicos, incluindo os processos inflamatórios mencionados anteriormente.
Mas como ocorre a inflamação? Principalmente, ela é causada pelos neutrófilos, um tipo de glóbulo branco que o corpo libera quando detecta uma célula danificada. Quando ocorre o dano, os neutrófilos são ativados para resolver o problema, encapsulando a célula danificada e liberando moléculas de oxigênio reativas, que possuem uma deficiência de elétrons.
Essa deficiência de elétrons ocorre porque eles são roubados de células saudáveis. Como resultado, o sistema imunológico entra em ação, liberando mais neutrófilos para tratar as células doentes. Isso cria um ciclo vicioso que resulta em uma inflamação silenciosa, que pode se tornar crônica e durar por vários anos sem ser percebida. O aterramento pode prevenir essa ocorrência.
Alguns sintomas que podem ser aliviados pelo aterramento, juntamente com o acompanhamento médico adequado, incluem ansiedade ou depressão, fadiga crônica, alterações cardiovasculares, transtorno de estresse pós-traumático ou memórias traumáticas, além de dores e inflamações.
O aterramento oferece uma série de benefícios, tais como:
A Terra conecta todas as células através de uma matriz viva que é mantida e unida pela condutividade elétrica. Isso funciona de maneira semelhante aos antioxidantes, que atuam como um sistema de defesa para restaurar a imunidade natural do corpo.
É claro que sempre haverá aqueles que criticam o aterramento como uma forma eficaz de cura, alegando que é apenas um efeito placebo. Mas e daí? Será que esse efeito não é simplesmente uma maneira de encobrir a realidade incontestável do poder da natureza em harmonia com a mente?
Não há como negar. Indivíduos conscientes estão em um nível de conhecimento mais elevado, reconhecendo que a natureza é o melhor remédio. A tendência atual é clara e evidente: a sustentabilidade planetária ocorrerá naturalmente, quer os menos interessados queiram ou não.
]]>A princcípio, a prática meditativa é uma ferramenta poderosa que pode transformar significativamente a forma como você vive o seu dia a dia. Ao incorporar a meditação em sua rotina, você não só aprimora seu foco e concentração, mas também desenvolve um equilíbrio emocional mais robusto e uma conexão mais profunda com seu “EU” interior.
Ao sentar-se em uma posição confortável, com a postura ereta e relaxada, e direcionar sua atenção para a respiração — no ar que entra e sai — você inicia um processo de relaxamento que afeta tanto a mente quanto o corpo. Esse simples ato de atenção à respiração cria um espaço de tranquilidade, onde a mente é capaz de se acalmar e o corpo de relaxar. A sensação de limpeza e paz que resulta dessa prática é muitas vezes acompanhada por uma alegria interior que contribui para o seu despertar espiritual.
Durante a meditação, é essencial deixar de lado os problemas e preocupações, permitindo que a mente flua livremente. À medida que pensamentos surgem, substitua-os por sentimentos que elevem seu estado mental. Esse processo não só promove uma sensação de paz, mas também ajuda a limpar a mente de pensamentos intrusivos e estressantes.
A prática meditativa oferece uma conexão profunda com o “TODO” e com o seu “EU DIVINO”. É um momento de escuta atenta ao seu corpo e de trabalho com suas energias internas. Muitas vezes, durante a meditação, você pode encontrar respostas para dúvidas do cotidiano, iniciar processos de cura, gerar visualizações que ajudam na concretização de desejos e criar ideias inovadoras. O estado meditativo abre portas para uma maior compreensão e integração com o seu eu interior e com o universo ao seu redor.
Embora muitas pessoas relatem dificuldade em meditar, é importante lembrar que a meditação é uma habilidade que se desenvolve com o tempo. A prática constante e a persistência são fundamentais para superar desafios iniciais. Nesse sentido, existem diversas técnicas e abordagens para a meditação, e encontrar aquela que melhor se adapta a você pode exigir algum tempo e experimentação.
Além das práticas tradicionais, você também pode cultivar um estado meditativo ao focar no momento presente. Isso pode ocorrer enquanto saboreia uma refeição, brinca com um filho ou simplesmente contempla um pôr do sol. Nesse sentido, a chave é estar plenamente consciente e presente em cada momento, permitindo que a experiência se desdobre com amorosidade e gratidão. Essa presença no momento é uma forma de meditação que promove uma conexão mais profunda com seu eu interior e com o universo.
Paramahansa Yogananda, um dos mestres espirituais mais influentes do século XX, considerava a meditação uma prática essencial para o autoconhecimento e a realização espiritual.
Yogananda ensinava que a meditação ajuda a silenciar a mente e a acalmar as ondas de pensamentos turbulentos, alcançando assim um estado de paz interior e clareza mental, fundamentais para o desenvolvimento espiritual e pessoal. Ele introduziu técnicas específicas, como o “Kriya Yoga”, que considerava particularmente eficaz para acelerar o progresso espiritual. O Kriya Yoga envolve respiração controlada e meditação para purificar a mente e elevar a consciência.
Posição dos olhos: Yogananda ensina que ao meditar, os olhos serrados devem ficar posicionados a 15º acima da linha do horizonte, como se olhando para o terceiro olho.
Além de ensinar técnicas de meditação, Yogananda incentivava a integração da prática meditativa na vida cotidiana. Para ele, a meditação não deveria se limitar a momentos específicos, mas deveria permeiar todas as atividades diárias, ajudando a manter um estado de consciência elevada e paz interior.
Em resumo, para aqueles que estão começando, a meditação guiada pode ser uma excelente ferramenta. Disponível pessoalmente ou através de aplicativos, a meditação guiada oferece instruções verbais e sons que facilitam a prática. Aromas, músicas, mantras e o conforto da sua posição também podem enriquecer a experiência meditativa.
No Canal Ciência do Autoconhecimento, você encontrará um vídeo de Meditação Guiada projetado para ajudá-lo a incorporar a meditação em sua rotina diária. Este recurso pode ser um ponto de partida valioso para desenvolver uma prática consistente e alcançar um estado de equilíbrio e clareza interior.