bold-photography foi accionado demasiado cedo. Isto é normalmente um indicador de que algum código no plugin ou tema está a ser executado demasiado cedo. As traduções devem ser carregadas na acção init ou mais tarde. Por favor veja Depuração no WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home2/cienc927/public_html/wp-includes/functions.php on line 6260*”Tulkus” é o termo utilizado para se referir a essa ‘linhagem’ de reencarnados.
Avalokiteshvara, em sânscrito, é “Aquele que enxerga os clamores do mundo” e Bodhisattva é o ser que está adiantado ou pronto para alcançar o estado de Buda.
Independente da religião, há uma aprendizado profundo em suas consciências e ensinamentos, onde pregam sobre o saber espiritual e de emoções, como: a tolerância, a compreensão, a resignação ativa, felicidade, amor profundo e, por incrível que pareça, através do meio científico. Incansáveis estudiosos, abriram caminhos para a união da ciência com a espiritualidade.
Para o Dalai, tudo é muito simples. Estar no mundo é fácil, viver é descomplicado. Segundo ele, ninguém precisa sair em peregrinação ou praticar mendicância para se tornar um ser humano melhor. Na filosofia, mais semelhante a um manual de condutas éticas, a verdadeira transformação espiritual está nas pequenas e fundamentais atitudes do dia-a-dia, independente do credo, do estilo de vida, das preferências sexuais ou políticas que se possa ter. Os Dalai Lamas acreditam que a paz mundial só pode ser baseada na paz interior: “Se perguntarmos o que destrói nossa paz interior, não são as armas e ameaças externas, mas nossas próprias falhas internas, como a raiva. Quando você conhece alguém de quem não gosta, ou alguém diz algo desagradável para você, é a sua própria resposta que perturba sua paz interior. É por isso que o amor e a compaixão são importantes, porque eles nos fortalecem – o que é uma fonte de esperança”
Dalai escreveu mais de 200 livros e apenas 20 traduzidos para o português. Para quem acha que usam suas palavras para pregar as ‘vantagens’ de se converter ao budismo, estão enganados. Dalai deixa muito claro em seus discursos que cada um deve seguir a fé que escolher. Ou até mesmo nenhuma, caso lhe pareça mais conveniente.
Em seus livros menciona muito a importância de se viver harmoniosamente com a qualquer um e com o próprio ser, a necessidade de prevalecer éticas e valores que deveriam ser cultuado por todos, diz muito sobre a diferença de amor e apego, ação e engajamento, compaixão, paciência, o que é a real felicidade e o como seguir o ‘Caminho do Meio’.
Surgida do Caos, ela é a origem de tudo, a fonte de toda a matéria: do céu, das montanhas e dos mares. Além de criadora, protetora, geratriz era e é considerada também como uma divindade funerária. Da mesma forma que Gaia gera, dando início ao ciclo da vida, também tem papel no encerramento desse ciclo. Uma das práticas dos gregos eram enterrar os mortos para assegurar o retorno ao seio materno.
Na maçonaria e teosofia, acredita-se que além de gerar frutos, ela se ‘oferece’ para o sacríficio, no momento a qual é ceifada para que haja a colheita.
Gaia é a personificação do antigo poder matriarcal das antigas cultura Indo-Européias. É a Grande Mãe que dá e tira, que nutre e depois devora os próprios filhos após sua morte. É a força elementar que dá sustento e possibilita a ordem do mundo.
Quando falamos do arquétipo da Terra, nos referindo ao arquétipo do Céu, e à relação entre os dois. É só depois que separamos o que está aqui embaixo com o que está lá em cima, que entenderemos o simbolismo do que está acima que é leve, claro, masculino e ativo, e a Terra, que está abaixo e é pesada, escura, feminina e passiva (princípios também conhecimentos no hermetismo). A humanidade como um todo está associada tanto à este mundo que é corpóreo, tangível, material e estático, quando ao seu simbolismo oposto do Céu que está ligado ao outro mundo, incorpóreo, intangível, espiritual e dinâmico.
Reverenciar os princípios femininos e a consciência da Deusa Gaia, permite o contato com a beleza e a energia da natureza e todas as suas criaturas. Reconhecer esta Deusa da Natureza, como nossa Mãe Terra amorosa, ajuda a expandir nosso respeito ao meio ambiente e nossa busca do equilíbrio entre as energias masculinas e femininas, para que, em lugar de competir, trabalhemos juntos, para o bem individual e coletivo. Devido a esse princípio do equilíbrio entre o que esta em cima é como está embaixo, o feminino e o masculino, acredita-se que Gaia rege também os matrimônios.
Existe a “Hipótese de Gaia” do físico James Lovelock, que propõe que o planeta terra seja um sistema auto-regulado; a “consciência de Gai”, que instiga para que a terra e suas criaturas sejam consideradas um todo e simplesmente e o termo “Gaia”, que expressa reverência faz do planeta um ser vivo de que toda a vida depende.
Essa consciência de que Gaia ser a Mãe Suprema perdeu-se nas referências judias e cristãs, e essa perda se faz evidente no modo em que passamos a tratar a terra como se fosse matéria morta. Fica óbvio portanto, que Maria, a Deusa Mãe reconhecida pela igreja cristã, tenha adquirido todos os atributos das Deusas Mães, exceto o de Deusa da Terra.