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shiva – Ciência do autoconhecimento https://cienciadoautoconhecimento.com.br Autoconhecimento * Expansão Consciência * Física Quântica * Espiritualidade Sun, 24 Nov 2024 00:53:53 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.3 https://cienciadoautoconhecimento.com.br/wp-content/uploads/2021/05/cropped-logo_branco_arvore-removebg-preview-1-1-32x32.png shiva – Ciência do autoconhecimento https://cienciadoautoconhecimento.com.br 32 32 Shiva https://cienciadoautoconhecimento.com.br/shiva/ https://cienciadoautoconhecimento.com.br/shiva/#respond Sat, 23 Nov 2024 01:56:34 +0000 https://cienciadoautoconhecimento.com.br/?p=1068 Continue lendo...Shiva

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Fonte: www.significados.com.br/shiva/

O Hinduísmo, religião de origem indiana, acredita na existência de um pouco mais de 33 milhões de deusas e deuses, conhecidos como Deva e Devi.

Em sânscrito, Shiva significa ‘O Auspicioso’, aquele que dá esperança. Também é conhecido como ‘Benigno’ (Shambu), ‘Beneficente’ (Shankara) e ‘Grande Deus’ (Mahadeva). É um dos principais deuses do hinduísmo, que juntamente Brahma (o Criador), Vishnu (o Conservador), Shiva é considerado ‘o Destruidor e Construtor’. Os três formam uma trimúrti, a trindade divina hindu. Shiva desintegra o velho para edificar o novo, representa a morte e dissolução. Enquanto Brahma cria e Vishnu preserva a vida, o papel de Shiva é destruir os mundos para que haja espaço para Brahma criar, mantendo um movimento circular constante.

Shiva é representado na figura de um homem, sentado em posição de lótus em cima de uma pele de tigre simbolizando a força e a vitória. O tridente que aparece nas ilustrações de Shiva é o trishula, arma que destrói a ignorância humana. Suas três pontas representam a inércia (tamas), o movimento (rajas) e o equilíbrio (sattva). Possui um jarro de água em sua cabeça, que representa a força desse elemento natural que foi concedido aos homens, e que segundo os hindus simboliza o rio Ganges, na Índia. A serpente simboliza o kundalini, energia vital. Quando o kundalini é despertado ativa centros de energia ou chakras. Na testa, seu terceiro olho simboliza sabedoria. Ainda há uma lua crescente acima da cabeça de Shiva, indicando que a natureza está em constante renovação.

Sua pele está azul por causa das substâncias tóxicas liberadas nas águas durante o movimento mitológico do oceano causado pelos deuses, e Shiva bebeu o veneno para proteger o planeta. Muitas vezes é representado com quatro braços, o que lhe confere um aspecto desportivo, porque, segundo os hindus, cria a realidade através da dança. A forma representativa original foi a Idade Neolítica (por volta de 4000 aC), que apareceu na forma de Pashupati, o Senhor dos Animais. Acredita-se que este homem divino foi visitado na Terra como um sábio yogi, em forma humana. Hoje, além de mestres e professores praticantes, os yogues também se referem a uma dos caminhos de evolução mental, que significa destruir algo e construir algo novo no mesmo lugar.

A metáfora da dança é usada em várias culturas para descrever o ciclo natural da vida e do Universo. De acordo com o hinduísmo, tudo faz parte do grande ritmo de criação e destruição, morte e renascimento. A dança de Shiva simboliza o ciclo eterno de vida e morte.

Além disso, a dança da criação e da destruição também se baseia na existência da matéria, pois todas as partículas de matéria “se auto-interagem” por meio da emissão e absorção de partículas. O mundo subatômico é um mundo de ritmo, movimento e mudança constante. No entanto, nada realmente perece no Universo, só há mudança de plano e padrão vibracional. A energia não pode viver nem morrer, só pode ser transformada.

A ideia dessa mudança cíclica interminável, que traz consigo a ‘morte’ seguida do ‘renascimento’, sempre esteve presente em todas as culturas tradicionais. Através da sabedoria dos antigos, tudo é cíclico, tudo é fluxo e refluxo, nada está parado, mas tudo é movimento. .De acordo com as ideias de Heráclito, filósofo do século VI, “O mundo é um eterno devir”, onde ‘devir’ significa a mudança que acontece em todas as coisas, é sempre uma alternância entre contrários; nessa harmonia, os opostos coincidem da mesma forma que o princípio e o fim – em um círculo. A realidade se manifesta na mudança.Vemos os mesmos conceitos no Judaísmo, no Islamismo, no Taoísmo e no Budismo. Este último ainda ensina que o sofrimento deriva de nossa tentativa de reter as coisas materiais e que devemos nos adaptar às mudanças à medida que elas vão ocorrendo, para não sofrermos. O desapego é a chave. Sidharta Gautama, o Buda, afirmou que todas as coisas materiais são impermanentes e que o mundo material é SAMSARA, sendo que SAMSARA é o movimento incessante.

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O poder da Japamala https://cienciadoautoconhecimento.com.br/o-poder-da-japamala/ https://cienciadoautoconhecimento.com.br/o-poder-da-japamala/#respond Wed, 23 Nov 2022 06:38:00 +0000 https://cienciadoautoconhecimento.com.br/?p=3653 Continue lendo...O poder da Japamala

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Japamala é um cordão sagrado eito de contas usadas para ajudar os meditadores a entrar em um estado meditativo.

A palavra Japamala vem do sânscrito, onde “japa” nada mais é do que o ato de cantar um mantra, e “mala” significa uma coroa ou cordão. Já a palavra mantra vem do sânscrito, “man” que significa “mente” ou “pensamento” e “tra” significa “proteger” “socorrer”. Assim, mantra quer dizer : proteger nossas mentes de maus pensamentos.

Usado em outras culturas e religiões, mas com nomes diferentes, como contas de rosário, terço.

Seu uso parece que se originou na Índia, por volta do século VIII aC. Ao longo de nossa história, os malas foram usados ​​como amuletos de proteção, amuletos de sorte, símbolos de status de riqueza e autoridade, ferramentas espirituais e religiosas e na forma de escambo. É um artesanato muito utilizado para auxiliar na oração e na mentalização como marcador.

No hinduísmo, o japamala possui 108 contas e é usado principalmente na Sadhana ou Abhyasa, termo sânscrito que significa prática espiritual, usada pelo praticante a alcançar o Moksha – grande “meta” do yogui. Também é amplamente usado como amuleto de proteção ou objeto de decoração apenas.

Já os malas budistas são usados em muitas formas do Budismo Mahayana e adquiriram variações conforme suas ramificações. No budismo chinês é chamado de pinyin; No japonês é chamado de juzu; No tibetano é chamado de mala.

Este objeto sagrado foi trazido para o Ocidente pelos Romanos e como o nome Japa é muito idêntico a Jap (Rosa), deram o nome de Rosarium, que atualmente podemos ver nos ditos “terços”.

Os maometanos também têm um “mala” que se chama “tasbi”, eles mantém nas mãos enquanto repetem suas orações. Rolam as contas entre os dedos enquanto repetem o nome de Allah.

Imagem: sonhoastral.com

Por que o número 108?

De acordo com a filosofia yogue, quando um ciclo de 108 repetições de uma oração, mentalização ou mantra é concluído, um estágio superior de consciência chamado transcendência é alcançado (o estágio de transcender a fixação da mente, permitindo que a consciência se concentre em si mesma).

Além disso, o número “108” é considerado um número sagrado: o alfabeto sânscrito possui 54 letra-fonemas masculinos e 54 letras-fonemas femininos, resultando em 108 fonemas no total.

O número 108 também aparece como a representação do chacra cardíaco nos texto védicos, onde 108 é o número em que se divide o tempo entre passado, presente e futuro.

O número, 108 tem um significado poderoso na sabedoria Indiana, tanto no Budismo como no hinduísmo. Alguns fatos sobre o número:

  • A deusa Krishna possui 108 nomes
  • Na Índia, existem 108 locais sagrados
  • Os templos budistas e hinduístas possuem 108 degraus
  • A acupuntura utiliza 108 pontos
  • Existem 108 textos sagrados na tradição Yoga
  • Na visão budista, existem 108 virtudes que precisam ser cultivadas, para se alcançar a iluminação

O poder da Japamala

A meditação com Japamala e a prática de mantras são utilizadas há séculos como uma poderosa ferramenta para acalmar, focar, curar e colaborar na evolução espiritual a fim de caminharmos em busca do melhor de nós.

É fundamental que toda esta energia esteja em movimento constante. Assim, é nossa prática regular e disciplinada que coloca tudo isso em harmonia – o misticismo do japamala, com as atribuições tradicionais dos materiais somadas as energias das pedras – e confere o verdadeiro poder do japamala.

Os mantras podem ser cantados em voz alta, sussurrados ou apenas mentalizados. Eles tem sido usados ao longo dos séculos e acredita-se que o poder sagrado das palavras e dos sons que os acompanham auxiliam na progressão espiritual (transcendendo para estados mais elevados de consciência) e para efetivar a cura nos corpos físico e energético.

Material da Japamala

O material utilizado para a confecção dos Japamalas é madeira, sementes ou pedras semipreciosas. Ou seja, elementos naturais, nada de plástico, assim, as propriedades energéticas são maiores.

Entre os muitos materiais dos quais o japamala pode ser feito, os mais famosos são as sementes de rudraksha, também conhecidas como lágrimas de Shiva (Rudra significa Senhor Shiva e Aksha significa lágrimas), uma planta nativa da Ásia.

De acordo com as crenças indianas, Buda alcançou a iluminação enquanto meditava sob a árvore rudraksha. A partir desta crença, foram atribuídas à rudraksha propriedades medicinais que vão desde o controle do estresse e redução de problemas circulatórios até a cura de doenças mais severas.

No budismo, o sândalo é mencionado em várias escrituras (sutras). Em algumas linhagens budistas o sândalo é associado à família de Lótus (Padma) e diretamente relacionado ao Buda Amitaba. Acredita-se que sua fragrância ajuda a manter a mente alerta durante a prática da meditação. O sândalo é uma madeira nobre e possui um perfume muito característico. É usado para inúmeras finalidades que vão desde a confecção de malas até a fabricação de incensos e a extração de óleo essencial.

A semente de lótus – que tem origem a partir da flor de lótus – é um símbolo de poder espiritual presente tanto no hinduísmo como no budismo. Em sânscrito, diz-se “Kamala”. Planta aquática, o lótus finca suas raízes na lama, no fundo de riachos e lagoas. Mas ela cresce para se tornar a mais bela flor, apesar de suas origens. Ela simboliza como é possível superar os obstáculos de nossa jornada através da vida e florescer lindamente. Também representa crescimento e desenvolvimento espiritual.

Como diz o pensamento budista, “da lama e do lodo nasce o lótus”.

Além disso, é amplamente utilizada pela ayurveda – medicina tradicional indiana – para inúmeros tratamentos. Cada parte da planta, da raiz às sementes, possui aplicações terapêuticas diversas.

As pedras representam um capítulo à parte neste universo energético. Todas elas possuem características especiais que vão muito além da sua cor. Há inúmeras publicações que tratam de descrever as propriedades energéticas das pedras e outras que buscam fazer relatos históricos sobre seus usos e aplicações.

Embora seja um objeto intimamente ligado a práticas mentais e espirituais há muito tempo, nunca podemos nos esquecer de que o japamala é apenas um instrumento de contagem. Com ele, os praticantes de diversas tradições e doutrinas fazem a contagem de suas mentalizações.

Entonação de Mantras

No geral, a repetição de mantras é uma técnica muito poderosa, que nos ajuda a elevar a consciência espiritual e acalmar a mente.

Abaixo alguns mantras poderosos que podem incremetar suas praticas.

Om Shanti: é o mantra da paz. Significa: “Om que haja paz, paz, a mais perfeita paz.” Om é considerado como o som do universo. Shanti significa paz.

Om Gam Ganapataye Namaha: mantra dedicado ao Ganesha, um dos deuses hindus mais reverenciados, ajuda na evolução espiritual removendo obstáculos da nossa jornada.  É um mantra poderoso para remover obstáculos e abre caminhos para a prosperidade também.

Om Mani Padme Hum: Um dos mantras mais praticados pelo budismo, em especial, da linhagem tibetana. Mantra da compaixão e misericórdia, também é muito poderoso contra a negatividade. Ao entoar este mantra, você se abre para receber energias positivas, limpando sua mente da negatividade e consequentemente, abrindo-se para atingir suas metas.

Om Namah Shivaya: Mantra em homenagem a Shiva – a divindade da construção e destruição. Mantra da salvação, significa “Om, inclino-me perante Shiva” ou “Inclino-me perante ao meu divino Ser interior”. Tem o poder de trazer alegria, calma e controle das emoções, dando sabedoria para enfrentar todas as dificuldades. 

Om Tare Tuttare Ture Svaha: De origem tibetana, este mantra é capaz de produzir modificações profundas no nosso interior e em nosso entorno.Também empregado para modificar cenários desagradáveis e alterar ambientes pesados, transmutando energias densas e facilitando o fluxo de energia purificada.

Om Shreem Mahalakshmiyei Namaha: Reverência a deusa mãe Lakshmi, é o mantra da prosperidade e abundância em ambos os níveis espirituais e materiais. Lakshmi é o principal arquétipo do potencial feminino e venerada por sua jovialidade e beleza. Ao invocar seu nome, é atraída uma enorme energia criativa.

Crie o seu mantra: você também pode entoar frases positivas em português, já que o mantra tem o poder de alterar nossas frequências mentais.

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O Despertar da Kundalini https://cienciadoautoconhecimento.com.br/o-despertar-da-kundalini/ https://cienciadoautoconhecimento.com.br/o-despertar-da-kundalini/#comments Tue, 25 May 2021 18:49:10 +0000 https://cienciadoautoconhecimento.com.br/?p=1105 Continue lendo...O Despertar da Kundalini

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O Despertar da Kundalini

A palavra Kundalini é derivada do sânscrito e significa “enrolado como uma cobra” ou “aquela que tem a forma de uma serpente”. O nome faz alusão à Energia Cósmica que se concentrada em cada existência.

Quando uma pessoa desperta a Kundalini, ativa um fluxo de energia, semelhante a uma serpente, que começa no chakra básico, na base da coluna, e sobe pela medula espinhal, aumentando assim a rotação dos chakras, onde sentidos e faculdades surgem ou se acentuam.

A ativação de Kundalini faz subir a energia ígnea, partindo do Chakra Muladhara, passando por cada um dos 6 chakras: Swadisthana, Manipura, Anahata, Vishuddhi, Ajna e Sahasrara.

Desde os tempos antigos, em escolas e templos iniciáticos no Egito e na Índia, tem havido uma prática de vigor e desenvolvimento espiritual dessa poderosa energia chamada Kundalini.

Quando sobe para a coluna, a energia Kundalini atinge o sétimo chakra, que tem um efeito esclarecedor no discipulado dando a iluminação (Samadhi ou Nirvana) ou ativação da glândula pineal e liberação de endorfinas, trazendo uma forte consciência, Iluminação, poder, espiritual habilidade, onisciência, intuição, clarividência, telepatia, etc. A cobra encapuzada simboliza a expansão da consciência, que é o resultado da ascensão da serpente.

A subida gradativa da Kundalini vai mexer no seu campo emocional e energético. Muitas memórias arquivadas em seu inconsciente e sub-consciente vêm à tona, trazendo consigo fortes cargas emocionais, positivas ou negativas, que precisarão ser observadas, enfrentadas, resignificadas e purificadas, para que continuemos caminhando em direção ao conhecimento integral do ser Divino que somos.

Aqueles que são bem sucedidos na elevação da energia serpentina tornam-se aptos a mais facilmente adentrar níveis espirituais mais elevados e transcendentes e iluminarem-se.

Ao longo do corpo temos dutos energéticos, Nadis, é uma espécie de sistema circulatório do duplo etérico.

Há inúmeros nádis, mas os principais para fins de kundalini, são o IDA e o PINGALA (transportam o prana – energia até o chakra básico – Muladhara) e o SUSHUMNA (transforma a Shakti-Kundalini ativada , do chakra básico ao coronário, no raro processo que se chama de ascensão da kundalini, e que provoca o SAMADHIS, que promove a re-integração com a divindade e plenitude). O Sushumna é considerado o nádis mais importante, pois representa a energia neutra e pura.

Ida e Pingala correm num movimento de espiral ascendente ao longo do canal central, Sushumna, se unem no chakra Ajna, localizado entre as sobrancelhas na região do terceiro olho, entrando através das narinas esquerda e direita. Ida é a narina esquerda e Pingala é a narina direita. Partindo do chakra básico, Ida e Pingala se cruzam 4 vezes ao longo da coluna, na região de encontro ao segundo, terceiro, quarto e quinto chacras.

Existem dois tipos de kundalini: inferior e superior. A kundalini inferior é a energia cósmica criadora e feminina Shakti, e sua porta de entrada é o chakra básico. Esta energia flui normalmente de forma moderada através do Sushumna. Entretanto, com o aumento do desenvolvimento consciente (expansão da consciência), através de diversas práticas físicas ou meditativas, Shakti sobe num fluxo crescente, ativando os diversos chakras pelo seu caminho, levando-nos ao máximo desenvolvimento espiritual e consciencial.

A kundalini superior – a energia do ser puro – flui a partir do chakra coronário para baixo através do sushumna e dissolve bloqueios nos demais chakras. Na doutrina hindu, essa energia é denominada Shiva, a divindade masculina que aniquila a ignorância. Assim, Shiva e Shakti são as principais energias que atuam em prol do desenvolvimento espiritual do ser humano.

BÁSICO (1°) ou Múládhára – Conexão com à Terra

SACRO (2°) ou Swádhisthána – Sexualidade e Alegria

PLEXO SOLAR (3°) ou Manipura – Emoção e Poder

CARDÍACO (4°) ou Anáhata – Sentimentos

LARÍNGEO (5°) ou Vishuddha – Comunicação e Criatividade

FRONTAL (6°) ou Ájña – Intelecto e Intuição

CORONÁRIO (7°) ou Saháshara – Conexão com o Divino

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A Deusa Hindu Shakti https://cienciadoautoconhecimento.com.br/a-deusa-hindu-shakti/ https://cienciadoautoconhecimento.com.br/a-deusa-hindu-shakti/#respond Thu, 20 May 2021 10:11:00 +0000 https://cienciadoautoconhecimento.com.br/?p=825 Continue lendo...A Deusa Hindu Shakti

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Segundo o hinduísmo, Shakti é a deusa da força divina, além de representar a própria energia que dá poderes a todos os seres. Ela é capaz de destruir forças demoníacas e aplicar o equilíbrio ao universo. Como deusa mãe e fonte de tudo, também é responsável pela mudança do mundo.

Shakti é a personificação da energia que é criativa, sustentadora, chamada de fonte de energia. A deusa, ou energia divina, também é chamada de Devi ou Mahadevi.

Em cada plano da criação, a energia se manifesta em todas as formas de matéria, energia térmica, energia potencial, energia gravitacional, etc. Todas são consideradas formas infinitas de Paraa Shakti. Mas sua verdadeira forma é desconhecida e além da compreensão humana. Ela é Anaadi (sem começo, sem fim) e Nitya (para sempre).

Uma das mais antigas representações da deusa na Índia tem a forma triangular.

De acordo Mahatma Gandhi são os oito principais potências: Indrani, Vaishnavi, Shanta, Brahmani, Kaumari, Narasimhi, Varahi.

No Tantra fala-se de dois poloneses, de Shiva e Shakti. Aqui, Shiva representa o pólo estático, para aquilo que não muda, isto é, a consciência pura que se revela como Sat Chid e Ananda – como Ser Absoluto , Conhecimento e Bem – aventurança. Shakti representa tudo o que muda – assim, para todo o universo.

Shakti criou os 7 níveis do cosmos – e se manifesta como esses 7 níveis. Estes sete níveis correspondem aos 7 chakras :

  • Sahasrara Chakra – corresponde à unidade original;
  • Ajna Chakra – corresponde ao mundo causal mais elevado;
  • Vishuddha Chakra – corresponde ao mundo causal inferior;
  • Anahata Chakra – corresponde ao mundo astral superior;
  • Manipura Chakra – corresponde ao mundo astral médio;
  • Swadhisthana Chakra – corresponde ao mundo astral inferior, o mundo de Prana;
  • Muladhara Chakra – corresponde ao plano da Terra, o mundo físico.
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