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Teosofia – Ciência do autoconhecimento https://cienciadoautoconhecimento.com.br Autoconhecimento * Expansão Consciência * Física Quântica * Espiritualidade Sun, 24 Nov 2024 01:17:12 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.3 https://cienciadoautoconhecimento.com.br/wp-content/uploads/2021/05/cropped-logo_branco_arvore-removebg-preview-1-1-32x32.png Teosofia – Ciência do autoconhecimento https://cienciadoautoconhecimento.com.br 32 32 Alice Bailey: A Profetisa da Nova Era https://cienciadoautoconhecimento.com.br/alice-bailey-a-profetisa-da-nova-era/ https://cienciadoautoconhecimento.com.br/alice-bailey-a-profetisa-da-nova-era/#respond Wed, 10 Jul 2024 15:44:30 +0000 https://cienciadoautoconhecimento.com.br/?p=5300 Continue lendo...Alice Bailey: A Profetisa da Nova Era

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Alice Bailey foi uma das figuras mais importantes do mundo da teosofia e do ocultismo no século XX. Ela nasceu em 16 de junho de 1880 em Manchester, Inglaterra, e passou a se tornar uma das principais autoras e instrutoras de assuntos ocultos do mundo. Sua vida e trabalho continuam a moldar a corrente da espiritualidade moderna.

Alice Bailey: A Profetisa da Nova Era

Alice Bailey teve uma infância infeliz, ficando órfã desde pequena e sendo criada por parentes. Na adolescência, teve uma experiência espiritual aos 15 anos, que a afetou consideravelmente e moldou as linhas mestras de sua vida. Ela foi para os Estados Unidos em 1907, onde continuou seu trabalho espiritual e se casou com Foster Bailey, um conhecido associado, seu segundo marido.

Unidos, Alice e Foster Bailey estabeleceram a Escola Arcana, um grupo que pesquisou e implementou os princípios esotéricos. Alice era autora de numerosos tópicos relacionados à espiritualidade, como meditação, cura, astrologia e o destino espiritual do homem. Todos os seus mais de vinte livros foram em grande parte feitos em cooperação com o mestre tibetano Djwhal Khul.

Baseada nos seus escritos, Alice Bailey é famosa por ser a profetisa da Nova Era, o tempo de uma crescente revelação espiritual e renovação global. Nesse sentido, ela abriu o caminho para muitos movimentos religiosos e espirituais modernos e é uma inspiração para todos os buscadores espirituais em todo o mundo ainda hoje.

Em resumo, a vida de Alice Bailey foi toda sobre a busca contínua de uma espiritualidade autêntica e a instrução da sabedoria esotérica. Seu trabalho monumental e abundantes escritos são lembrados e lidos mesmo agora, e ela é reconhecida como uma lenda na longa tradição de pensamento em espiritualidade contemporânea.





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O que são Mônodas? https://cienciadoautoconhecimento.com.br/o-que-sao-monodas/ https://cienciadoautoconhecimento.com.br/o-que-sao-monodas/#comments Fri, 06 May 2022 01:57:38 +0000 https://cienciadoautoconhecimento.com.br/?p=1970 Continue lendo...O que são Mônodas?

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‘Mônoda’ é um termo criado pelo filósofo alemão, Wilhelm Leibniz (1646-1716). A ‘Teoria das Mônadas’, foi proposta pelo Dr. Joshua David Stone, Ph. D. em psicologia transpessoal, a qual é sustentada também pelos ensinamentos da britânica Alice Bayley (1880-1949) e o tibetano Djwhal Khul (um dos criadores da Sociedade Teosófica, ao lado dos mestres El Morya Khan e Koot Hoomi). Segundo esta teoria, estamos em uma experiência terrena condicionados ao Eu, um condicionamento necessário à evolução e expansão do Todo. Este condicionamento permite-nos viver e experienciar a vida na Terra como seres individuais, fazendo-nos esquecer um pouco da nossa existência primordial e da nossa ligação ao Todo.

Segundo esta teoria, existe uma energia (mônada), que se divide em 12 extensões, chamada ‘alma’. Cada alma se subdivide em outras 12 extensões da alma que experienciam a densidade, seja na Terra, seja em outro plano material (outro planeta); assim sendo, cada um de nós, que experiencia a vida na Terra, é uma extensão de uma energia Superior (que por si só também é completa).

Assim como um imã quando cortado ao meio, as duas partes subdivididas possui pólos: negativo e positivo como o imã inteiro; assim é com a mônoda, ao se subdividir permanece inteira por si só. Poderíamos exprimir que cada mônada é um espelho vivo e perpétuo do universo, e este é regulado uma ordem perfeita.

Mônadas são substâncias indivisíveis; não foram formados a partir de outros elementos mais básico nem podem ser destruídos (decompostos), elementos simples que compõem todas as coisas. Conhecida também como Centelha Divina, ou presença do Eu Sou (Eu Superior).

Cada mônada apresenta-se, neste sentido, como um mundo distinto, à parte, próprio – mas também como unidade primordial que compõe todos os corpos.

Uma mônada é assim constituída por um total de 144 extensões, que constantemente partilham experiências entre si, na sua ligação com todas as outras mônadas, evoluindo e fazendo evoluir cada alma e consequentemente cada mônada.

Figura 1. – Subdivisão das Mônodas

Em Filosofia, ‘mônoda’ designa a união perfeita do espírito e da matéria, conforme teoria que remonta a Pitágoras, ou, de acordo com as ideias de Leibnitz, a substância simples, criada desde o princípio, inacessível a quanto existe e incorruptível, mas sujeita a evoluções e desenvolvimento até alcançar o intelectual.

Termo também utilizado por André Luiz em sua obra intitulada ‘Evolução em Dois Mundos’, psicografada pelos médiuns Waldo Vieira e Francisco Cândido Xavier: “Sob a orientação das Inteligências Superiores, congregam-se os átomos em colmeias imensas e, sob a pressão, espiritualmente dirigida, de ondas eletromagnéticas, são controladamente reduzidas as áreas espaciais intra-atômicas, sem perda de movimento, para que se transformem na massa nuclear adensada, de que se esculpem os planetas, em cujo seio as mônadas celestes encontrarão adequado berço ao desenvolvimento.” (Evolução em Dois Mundos – Primeira Parte: cap. 1 – Fluido Cósmico.)

Constituição do Figura 2. – A Constitução do “Homem”

A centelha divina, também chamada de espírito, é a nossa identidade verdadeira. A mônoda, ou Centelha Divina, decidiu com seu livre-arbítrio que queria experienciar uma forma no universo material. Criando com sua mente as doze almas, conhecidas como Eu Superior, que por sua vez, cada alma querendo experimentar uma forma mais densa do universo material deu origem a 12 personalidades, ou extensoes da alma. Atraves dessa divisão, o objetivo era experienciar o plano físico e a evoluação através desse processo. Assim considerando, o homem é um fragmento de 144 almas, surgindo então o termo “almas-gêmeas”, que por assim dizer são personalidades partes de uma mesma mônoda.

As outras onze extensões de alma podem estar encarnadas aqui ou em algum lugar no infinito universo de Deus. As outras extensões de nossa alma podem não estar num corpo físico neste momento, podendo estar habitando um de outros planos espirituais de existência.

Esta teoria explica também determinadas dores ou efeitos físicos sem causa aparente, que acontecem inexplicavelmente e desaparecem conforme surgiram. Por exemplo, se uma das extensões da Alma está a experienciar uma morte traumática, ou dolorosa fisicamente, essa dor pode ser experienciada, ainda que a um nível subtil, pelas outras 11 extensões da mesma alma, ou mesmo, por todas as outras 132 extensões das outras 11 almas pertencentes à mesma mônada.

Esta teoria diz-nos ainda que, quando se entra em processo de regressão, está-se não só a aceder aos nossos registos akáshicos, mas, se necessário, aos registos das outras 143 extensões da mônada, caso por exemplo, se uma experiência doutra extensão influenciou duma forma marcada, a nossa vida atual.

Almas-Gêmeas

Quando esta alma se divide, para que tenham suas experiências independentes em suas jornadas, acabam ganhando níveis de consciência e evolução diferentes, principalmente, porque, podem ou não, estarem encarnadas ao mesmo tempo e a reunião das duas partes é extremamente dificultosa, justamente, porque pode haver um abismo consciencial entre elas, dentro de suas experiências no “período do esquecimento”, ou seja, quando não lembramos quem somos e nossa origem, que é o que acontece no processo de reencarnação e então essas almas passam por sete etapas até sua reunião e então “fusão”, pra que possam voltar para a mônada superior.

Teoricamente, as almas que decidem ter a experiência de chama gêmea, são almas antigas, já com muitas vivências e evolução, que partem pra esse desafio. Elas se encontram, com o objetivo de fusão, geralmente na fase de suas últimas vidas no ciclo reencarnatório.

Alguns defendem que existe uma espécie de contrato entre elas, ajuizada pela consciência superior, que pode ser a mônada matriz ou o próprio criador, onde ambas acordam uma série de experiências, pré determinadas, antes do nascimento, no caminho da evolução e não é um caminho fácil.

As chamas gêmeas, têm o grande desafio de passar por uma árdua compreensão de si, curar as feridas psíquicas e emocionais de muitas vidas, zerar seus karmas e fechar o ciclo reencarnatório, quando alcançam a expansão da consciência na transcendência do ego, o que pode ser o desafio de muitos aqui na Terra, independente de suas missões ou origens. No caso das chamas gêmeas, muito dessa transformação, ocorre justamente quando se encontram, porque as questões a serem resolvidas estão intrinsecamente co-relacionadas, é quando começam os maiores desafios individuais, pois, apesar de serem complementares, são absolutamente opostas e uma, é um grande catalisador na vida da outra, tudo muda e se transforma depois do encontro, porque, o que existe entre elas. É um amor incondicional e um magnetismo incontrolável, porém, as centenas de desafios, as separam, propositalmente, de forma acordada, como mencionado antes.

Por fim, essa Teoria nos mostra que somos todos um, porque todas as mônadas estão também ligadas entre si, evoluindo e trabalhando constantemente para a evolução e expansão do Todo, como o chamado Entrelaçamento Quântico. Desta forma, temos uma visão geral de que todos fazemos parte do Todo e um dia voltaremos ao seu seio, podendo ser um processo é longo e lento. Por isso somos eternos e somos deuses também, pois afinal somos sua centelha em ação e que nos dá a responsabilidade de co-criadores.

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Você sabe o que é uma EGRÉGORA? https://cienciadoautoconhecimento.com.br/voce-sabe-o-que-e-uma-egregora/ https://cienciadoautoconhecimento.com.br/voce-sabe-o-que-e-uma-egregora/#respond Fri, 11 Mar 2022 21:19:51 +0000 https://cienciadoautoconhecimento.com.br/?p=1530 Continue lendo...Você sabe o que é uma EGRÉGORA?

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Egrégora provém do grego “egrégoroi” e designa a um campo energético gerada pelo somatório de energias físicas, emocionais e mentais de duas ou mais pessoas, quando se reúnem com qualquer finalidade, em outras palavras, é uma força extrafísica formada a partir de um conjunto de energias/vibrações, em forma pensamento, de uma pessoa ou grupo de pessoas, podendo ser tanto positiva quanto negativa, isso depende das pessoas que a estão criando.

Usando um termo da Teosofia, a egrégora é uma “forma-pensamento”. Ela nasce como uma ideia, um pensamento, e se desenvolve gradativamente, assim como pode também se diluir e extinguir-se. Ou seja, egrégoras nascem e morrem. Mas também crescem e podem alcançar estágios bem desenvolvidos a ponto de se tornarem “formas divinas”.

O ponto de vista defendido pela teosofia encontra eco em diversas outras linhas de pensamento, especialmente religiosas. O conceito de egrégora, como forma-pensamento de grupo, foi desenvolvido em trabalhos da Ordem Hermética da Golden Dawn e dos Rosacruzes .

Uma egrégora seria capaz de realizar, no mundo visível e palpável, as aspirações transmitidas ao mundo invisível pela coletividade geradora. Quando a energia é deliberadamente gerada, ela formaria um padrão, ou seja, teria a tendência de se manter como está e de influenciar o meio ao seu redor. No mais, as egrégoras podem ser descritas como concentrações ou esferas energéticas criadas quando várias pessoas têm um mesmo objetivo. Trata-se de um conceito místico-filosófico na qual todo pensamento e energia gerada têm existência, podendo circular livremente pelo cosmo.

É o caso, muito comum, em ambiente de trabalho, onde os pensamentos que as pessoas que trabalham naquele local alimentam, formam um “clima”, seja bom ou ruim, naquele ambiente. Ou da pessoa piedosa que faz orações pelo bem de alguém. O chamado “mau olhado” também é uma egrégora: um pensamento maligno, de inveja ou de destruição, que, dependendo do poder da pessoa que o produz e da sintonia que o alvo está, pode afetar a pessoa ou até objetos.

Também é possível a egrégora prejudicar seu próprio criador, onde são ‘envenenadas’ pela própria egrégora. Pessoas de consciência bruta, pouco desenvolvida, facilmente criam egrégoras grotescas que vivem à sua volta, provocando sentimentos viciantes, rancor, desejos descontrolados, autodesprezo, ganância e vícios que acorrentam a alma.

A egrégora pode também ser criada coletivamente. Uma religião, uma ideologia, uma tradição, uma marca, um time, um ideal, uma luta de classes, uma sociedade secreta, um exército, tudo isto envolve a criação de um pensamento em comum, alimentado por todos, que fica cada vez mais forte. Quando a egrégora cresce demais, deixa de ser serva dos que a criaram e pode assumir uma ‘forma divina’.

Daí uma ideia se tornar superior a quem a gerou e até mesmo se torna um ‘mestre’, ‘senhor’, um ‘anjo’ou um ‘deus’. Assim surgiram algumas divindades veneradas por religiões. Mas não se engane, os deuses surgem por muitos meios. Nem todos os deuses são egrégoras superdesenvolvidas. Há deuses autogerados e estes são muito superiores a qualquer egrégora.


O padrão vibratório de uma casa tem relação direta com a energia e o estado de espírito de seus moradores. O que poucos sabem é que as paredes, objetos e a atmosfera de um ambiente registram as energias de todos os acontecimentos e de estado de espírito dos frequentadores daquele ambiente.

Quando se pensa em saúde energética, tome a iniciativa básica e vital de impregnar sua atmosfera apenas com bons pensamentos e boas vibrações. Evite discussões, palavras ásperas e brigas. Não pense mal dos outros, bata a porta ou jogue pragas. Nos ‘transformando’, transformamos o ‘mundo’ a nossa volta. Cada um faz sua parte.

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Véu de Maya https://cienciadoautoconhecimento.com.br/veu-de-maya/ https://cienciadoautoconhecimento.com.br/veu-de-maya/#comments Tue, 08 Jun 2021 10:57:00 +0000 https://cienciadoautoconhecimento.com.br/?p=897 Continue lendo...Véu de Maya

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A palavra “Maya” é chamada de “ilusão”, então o véu de maya é um véu que cobre a realidade. A medida que tomamos consciência, vemos a coisa como realmente são.

Este conceito foi criado pelo filósofo indiano Adi Shankara no século IX e absorvido pelas religiões e filosofias orientais. A partir daí, foi introduzido no Ocidente no século XIX e tornou-se parte da linguagem atual entre os devotos às religiões orientais e círculos esotéricos. Sob essas idéias, Maya se tornou o principal obstáculo para escapar da tentação do mundo sensorial, superar os erros causados ​​pelo dualismo e alcançar a verdadeira iluminação.

De acordo com a filosofia oriental, é o véu de Maya, o véu da ignorância que nos mantém em Dukkha: sofrimento, insatisfação.

Por meio de sua meditação, o Buda ensinou algumas nobres verdades para eliminar Dukkha: “Sabedoria correta: Desenvolver completa consciência de todas as ações do corpo, fala e mente para evitar atos insanos, através da contemplação da natureza verdadeira de todas as coisas.”

O ato de nos autoconhecer é prestar atenção às nossas ações, fatos e pensamentos; assim, com o Autoconhecimento podemos exercer o Autocontrole. No próprio budismo, o véu maia está relacionado ao esquecimento de reencarnações passadas quando nascemos.

De acordo com os Vedas, Maya é o nome da deusa indiana que representa o mundo fictício e ilusório, onde esta lançou um véu sob o deus Brahma, considerado pelos hindus, a representação da força criadora ativa no universo.

Os hindus estabeleceram a noção de que nosso mundo não é exatamente o que vemos e que somos levados a acreditar. Segundo eles, o mundo real seria algo escondido aos olhos das pessoas comuns, e dando acesso somente aqueles que conseguirem ultrapassar o “véu de maya”.

Arthur Schopenhauer foi um dos primeiros pensadores da filosofia ocidental a compartilhar e afirmar dogmas significativos da filosofia indiana, como ascetismo , negação de si mesmo e a noção do mundo como aparência.

Desenvolveu uma teoria com base nesses pensamentos de que algo impede a compreensão dessa realidade e tudo o que nos rodeia, só podem ser ilusões e aparências.

De acordo com Samādhi, no hinduísmo, jainismo, budismo, sikhismo e escolas de ioga, somos a causa e, através do samadhi, a solução para todo o nosso sofrimento.

A palavra Samadhi é a representação de um estado místico humano que é a raiz de toda espiritualidade e auto questionamento. Muitas vezes, é o estado que muitos buscam como o objetivo final da meditação.

Muitas pessoas não se veem como seres espirituais, não dedicam um tempo para explorar seu mundo interior, ou se importam em entender a verdadeira razão de sua existência. Em vez disto, eles estão envolvidos somente em suas vidas diárias e distraídos com o mundo exterior. Como resultado, coloca-se todos os tipos de limitações em si mesmos e ficam envolvidos na construção e manutenção do ego, inconscientemente conectados pela história da humanidade e pelo condicionamento cultural.

Nós definimos nossa existência, nosso “ser”, por nossas ações e pensamentos. No entanto, na maioria das vezes, os desejos e medos mundanos controlam estas ações e pensamentos. Por causa da ilusão do eu, ou nos véus de Maya, muitos vivem no sofrimento. Muitos caem na depressão ou acham que seus desejos nunca estão saciados. Consequentemente, as pessoas buscam respostas em coisas externas, seja através da religião ou de outras práticas espirituais.

As ideias que nos são apresentadas por influências externas ou pela mente humana, não podem resolver o sofrimento sozinhas. Elas não são a nossa vontade maior, a vontade verdadeira do nosso EU superior. Em vez disto, elas são a vontade das construções condicionadas do ego.

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Os segredos de Helena Blavatsky https://cienciadoautoconhecimento.com.br/os-segredos-de-helena-blavatsky/ https://cienciadoautoconhecimento.com.br/os-segredos-de-helena-blavatsky/#comments Fri, 28 May 2021 10:32:00 +0000 https://cienciadoautoconhecimento.com.br/?p=859 Continue lendo...Os segredos de Helena Blavatsky

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Helena Petrovna Blavatski, conhecida como Madame Blavatsky, nasceu em Yekaterinoslav, em 30 de julho de 1831, na época no Império Russo (hoje território da Ucrânia). Pertencia a uma família culta De aristocrata russo-alemã e a qual surpreendeu com sua enorme inteligência e poderes psíquicos. O pai de Helena, Pyotr, era capitão da Artilharia Montada Real Russa, cuja carreira exigia que sua família se mudasse com frequência. De acordo com seus escritos posteriores, foi em Saratov que Blavatsky descobriu a biblioteca de livros esotéricos de seu bisavô. Desenvolveu um interesse pelo esoterismo ocidental durante sua adolescência. Ela também afirmou ter tido visões de um “índio misterioso”, um oriental alto de olhos penetrante.

Após se casar, com 17 anos, com  Nikifor Vladimirovich Blavatsky, um oficial militar russo e vice-governador da província de Eriyan, uma área que inclui partes da Armênia, Turquia e Azerbaijão modernos. por formalidade e tradição da família, casou-se porém não encontrou a felicidade que desejava, e através da sua emancipação partiu iniciando uma viagem sozinha. Peregrinou pela Asia, Afria, extreno oriente médio, próximo a Europa e nas Americas.

Em 12 de agosto de 1851, aos 20 anos, Blavatsky teve sua surpresa onde contemplava encantada uma comitiva de príncipes indianos em visita a sede do império britânico, um dos delegados indianos se dirigiu a ela. Ela o reconheceu de suas visões de infancia> o oriental alto de olhos penetrantes. O homem indiano, aparentando uns 40 anos, de aparência venerável de um pouco mais de 2 metros de altura havia nascido em Punjab na India, e era conhecido como Mestre Morya.

Ele Revelou a Blavtsky seu proposito de vida e por que ela havia sido escolhida pela hierarquia oculta, selada desde sua infância. Iniciou um treinamento místico a qual ele foi a razão de suas inúmeras viagens pelo mundo.

Tratando-se de uma fase preparatória, suas faculdades psíquicas e poderosas foram postas sob seu controle e entendimento. Foi treinada nos maiores arcanos do conhecimento esotérico. Encontrou um grupo de adeptos espirituais, os ” Mestres da Sabedoria Antiga”, ou Mahatmas. Se deslocou para o Tibet e Lá, ela permaneceu por 3 anos em treinamentos. Foi considerada a primeira mulher ocidental a entrar no proibido país. Treinada para desenvolver uma compreensão mais profunda da síntese de religião, filosofia e ciência; foi submetida a provas, uma vez que o conhecimento, guardado com muito zelo, não era distribuído abertamente para ‘qualquer um’, pois acreditavam que aquele conhecido em mãos erradas poderia fazer mal não apenas a pessoa quanto a sociedade. Lá, ela e seu “Mestre” indiano, Morya, ficaram com o “Mestre” Koot Hoomi. Ela também afirmou ter estudado com monges NO mosteiro tibetano, E APRENDIDO a misteriosa língua Senzar – que ela associou ao continente perdido de Atlântida.

Estudou manuscritos antigos em sânscrito tibetano, recebeu apoio de seus mestres, de varias nacionalidades da grande fraternidade branca, além de seu mestre pessoal. Considerada pronta, após números anos de preparação, foi enviada de volta ao ocidente, cujo propósito era cumprir com sua responsabilidade e missão.

Depois de voltar para casa e embarcar em novas viagens, Blavatsky chegou à cidade de Nova York em 1873. Ela se tornou amiga do jornalista Henry Steel Olcott e chamou a atenção do público como médium espírita. Dizia ter a missão de divulgar o mundo espiritual para o Ocidente. 

Recebeu ordens de mostrar ao publico a verdade sobre os fenômenos espiritas de fato, conseguia reproduzir todos os fenômenos espiritas, mas oferecia explicação esotérica para os fenômenos a qual residia no próprio homem e não nos mortos.

Filosofos viam nela o gênio da filosofia, Ocultistas reconheceram nela uma mestra única. Todas as ciências ocultas não só eram por ela conhecida, como podiam demonstrar por maravilhosos fenômenos tudo que afirmava. Suas inúmeras comparações a uma mesma identidade falava de sufismo como centro do islamismo, da cabala como centro do judaísmo, da dignose como centro do cristianismo, da mística dos vedas como centro do hinduísmo, como o budismo. Explicava ainda o yoga em termos profundos e o comparava com o saber de velhas regioes nórdicas do ocidente.

Seu conhecimento era graças aos mestres que a instruíram e que por sua vez estava na hora de abrir um pouco as portas daquele ocultismo. Desse fato, surgiu a sociedade teosófica em 8 de setembro de 1875 fundada por Blavatsky, Olcot e William. A palavra “teosofia” é baseada nas palavras gregas theos e sophia e, portanto, significa “sabedoria dos deuses” e cujo lema, o qual foi traduzido do sânscrito Satyan nasti para Dharmah – “Nenhuma religião é superior a verdade” A palavra Dharma foi traduzida como religião, mas também significa, entre outras coisas, doutrina, lei, dever, direito, justiça, virtude. Assim, num sentido mais amplo, o lema da Sociedade Teosófica afirma que não há dever ou doutrina superior à Verdade

Construiram sua sede na India. Em 1877, ela publicou “Isis sem veu”, que se tornou um bestseller, um livro cujo proposito foi de delinear sua visão do mundo esotérico. Este enorme volume revelaria os “mistérios antigos” que, ela afirmava, terem sido revelados a ela no Tibete . Associando a estreitamente as doutrinas esotéricas onde explica os sete corpos sutis do ser humano e sua ligação com as sete raças e os sete chakras difundida nos livros de blavatsy que hoje torno-se vários volumes.

Em 1879, Helena começou uma temporada de seis anos vivendo na Índia. Fez tanto sucesso que, em 1885, dos 121 escritórios da sociedade teosófica no mundo, 106 estavam na Índia e nos arredores.

Em 1880, ela e Olcott se mudaram para a Índia, onde a Sociedade se aliou ao Arya Samaj , um movimento reformista hindu . Nesse mesmo ano, ela e Olcott se tornaram as primeiras pessoas dos Estados Unidos a se converter formalmente ao budismo   Apesar da oposição da administração britânica, a Teosofia se espalhou rapidamente na Índia, mas experimentou problemas internos depois que Blavatsky foi acusado de produzir fenômenos paranormais fraudulentos. Com a saúde debilitada, em 1885 ela retornou à Europa, estabelecendo a Loja Blavatsky em Londres. Ali, publicou A Doutrina Secreta, um comentário sobre o que ela alegou serem antigos manuscritos tibetanos, bem como dois outros livros, A Chave para a Teosofia e A Voz do Silêncio.

Numa época em que ainda se acreditava que algumas raças eram mais inteligentes que outras, sua doutrina pregava a irmandade universal. Quando ela viveu na Índia, o país era colônia britânica. Pois afrontou as autoridades ao falar a favor das religiões locais. Helena Petrovna Blavtksy morreu em 8 de maio de 1891, na Inglaterra, seu ultimo destino. Helena falava sete idiomas e conheceu dezenas de países. Sua teoria espiritual se apoiou em todas essas tradições diferentes.

Blavatsky foi uma mulher maravilhosa, tinha poderes psíquicos, muita coragem e dedicou sua vida a demonstrar os poderes latentes no ser humano de amor, compaixão, solidariedade, amizade. Fora uma Grande propagadora de conhecimentos ocultos no ocidente.

Uma das obras de relevância da autora é a “Doutrina Secreta”, a qual foi baseada em um dos manuscritos mais antigo do mundo, o “Livro de Dzyan”, Esse livro conta que antes da existência do universo, cerca de 3 bilhoes de anos, existiam seres inteligentes, seres que não possuíam ossos e tinham condições de se replicarem por si só, conhecidos por nossas historias de ficção como ‘gigantes’, mas um dado momento desapareceram. Com o tempo surgiram outros novos seres inteligentes e novos mundos. O conteúdo do livro abrange uma diversidade de conhecimentos de difícil aceitação, porém pode se dizer além de nosso entendimento ou mesmo NÃO COMPROVADOS pela ciência.

Segundo relatos, um investigador retirou fragmentos do livro antes que ele fosse removido para o Tibete, e lá constava que  “A raça dos seres vindos das estrelas, os “Iniciados”, denominavam a si mesmos CAINA ou INCA, e chegaram a reger os passos da humanidade. Logo voltaram a seus refúgios sbterraneos para seguir manejando até nossos dias os vacilantes passos de um mundo em decadência que é a Terra.” Coronel Olcott” e coincidentemente, a própria religiao do Incas chamava-se Dzyan. A doutrina Secreta também conta a Origem do Universo e humanidade, atra´ves de 7 raças raízes, onde nossa raça , chamada ariana, formada por 7 corpos: o divino, o espiritual, o intuitivo, o mental, o emocional, o etérico e o físico.

Acredita-se que o livro a Doutrina Secreta foi estudada até por Albert Einstein e utilizada como inspiração para o desenvolvimento da Teoria da Relatividade. Outras pessoas da história que também usufruíram da Teosofia foram Yogananda, Gandhi e Fernando pessoa.

Embora a própria Blavatsky tivesse crenças controversas e se envolvesse em uma ampla gama de atividades psíquicas, a filosofia básica da teosofia (conforme expressa no site da Sociedade Teosófica atual ) é bastante simples:

Uma ideia primária é a  unidade essencial  de todos os seres. A vida está em todos os lugares do cosmos porque tudo se origina da mesma fonte divina incognoscível. Conseqüentemente, tudo, do subatômico às plantas, animais, humanos, planetas, estrelas e galáxias, está vivo e evoluindo. Cada um é divino em sua raiz e se expressa por meio de faixas espirituais, intelectuais, psicológicas, etéreas e materiais de consciência e substância. A evolução reflete essa auto-expressão emergente de faculdades que se diferenciam em formas materiais; desenvolve aspectos espirituais e conscientes; e, ao longo dos períodos de tempo cósmico, retorna à fonte divina. A vida do indivíduo, da humanidade e de toda a Terra faz parte desse processo cósmico.

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Gaia, a Mãe Terra https://cienciadoautoconhecimento.com.br/gaia-a-mae-terra/ https://cienciadoautoconhecimento.com.br/gaia-a-mae-terra/#respond Fri, 21 May 2021 10:12:00 +0000 https://cienciadoautoconhecimento.com.br/?p=828 Continue lendo...Gaia, a Mãe Terra

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Gaia, desde os tempos da Grécia e Roma Antiga, é considerada a Mãe-Terra, como elemento primordial e latente de uma potencialidade geradora imensa. Segundo Hesíodo, Gaia é a personificação do mundo se formando. É a própria Terra divinizada, base de todas as outras coisas que vieram depois dela.

Surgida do Caos, ela é a origem de tudo, a fonte de toda a matéria: do céu, das montanhas e dos mares. Além de criadora, protetora, geratriz era e é considerada também como uma divindade funerária. Da mesma forma que Gaia gera, dando início ao ciclo da vida, também tem papel no encerramento desse ciclo. Uma das práticas dos gregos eram enterrar os mortos para assegurar o retorno ao seio materno.

Na maçonaria e teosofia, acredita-se que além de gerar frutos, ela se ‘oferece’ para o sacríficio, no momento a qual é ceifada para que haja a colheita.

Gaia é a personificação do antigo poder matriarcal das antigas cultura Indo-Européias. É a Grande Mãe que dá e tira, que nutre e depois devora os próprios filhos após sua morte. É a força elementar que dá sustento e possibilita a ordem do mundo.

Quando falamos do arquétipo da Terra, nos referindo ao arquétipo do Céu, e à relação entre os dois. É só depois que separamos o que está aqui embaixo com o que está lá em cima, que entenderemos o simbolismo do que está acima que é leve, claro, masculino e ativo, e a Terra, que está abaixo e é pesada, escura, feminina e passiva (princípios também conhecimentos no hermetismo). A humanidade como um todo está associada tanto à este mundo que é corpóreo, tangível, material e estático, quando ao seu simbolismo oposto do Céu que está ligado ao outro mundo, incorpóreo, intangível, espiritual e dinâmico.

Reverenciar os princípios femininos e a consciência da Deusa Gaia, permite o contato com a beleza e a energia da natureza e todas as suas criaturas. Reconhecer esta Deusa da Natureza, como nossa Mãe Terra amorosa, ajuda a expandir nosso respeito ao meio ambiente e nossa busca do equilíbrio entre as energias masculinas e femininas, para que, em lugar de competir, trabalhemos juntos, para o bem individual e coletivo. Devido a esse princípio do equilíbrio entre o que esta em cima é como está embaixo, o feminino e o masculino, acredita-se que Gaia rege também os matrimônios.

Existe a “Hipótese de Gaia” do físico James Lovelock, que propõe que o planeta terra seja um sistema auto-regulado; a “consciência de Gai”, que instiga para que a terra e suas criaturas sejam consideradas um todo e simplesmente e o termo “Gaia”, que expressa reverência faz do planeta um ser vivo de que toda a vida depende.

Essa consciência de que Gaia ser a Mãe Suprema perdeu-se nas referências judias e cristãs, e essa perda se faz evidente no modo em que passamos a tratar a terra como se fosse matéria morta. Fica óbvio portanto, que Maria, a Deusa Mãe reconhecida pela igreja cristã, tenha adquirido todos os atributos das Deusas Mães, exceto o de Deusa da Terra.


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A Grande Fraternidade Branca https://cienciadoautoconhecimento.com.br/a-grande-fraternidade-branca/ https://cienciadoautoconhecimento.com.br/a-grande-fraternidade-branca/#respond Fri, 14 May 2021 20:55:42 +0000 https://cienciadoautoconhecimento.com.br/?p=1057 Continue lendo...A Grande Fraternidade Branca

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Mestres Ascensionados ou Mestres da Sabedoria Antiga, assim chamados segundo a Teosofia, portadores de conhecimentos esotéricos puros – o saber interior – que estão por trás das escolas de mistério e das religiões do mundo todo que é capaz de liberar os homens do estado animal, superando as sombras em direção à ascensão na luz. Pessoas que fizeram grandes feitos espirituais no mundo, líderes e mestres de todas as etnias que conseguiram atingir um alto grau de avanço espiritual, aproximando-se de um ideal divino. O grande objetivo dessa Grande Fraternidade Branca é justamente o avanço espiritual da humanidade, por isso esses mestres utilizam o corpo e a vida de outros “mestres” para transmitirem as mensagens pelo mundo.

Helena Blavatsky foi a primeira pessoa a transmitir e espalhar os ensinamentos pelo Ocidente. Iniciado em 1876, quando o mestre chamado El Morya que trabalhou com Helena na fundação da Teosofia, que inspirou muitas ideias sobre Karma e Reencarnação, levando outras doutrinas e religiões no mundo todo a surgirem a partir dos ensinamentos e ações da grande fraternidade branca.

Não são simplesmente médiuns ou pessoas com poderes psíquicos, mas humanos escolhidos especialmente para levarem mensagens cósmicas para as pessoas.

Na doutrina da Grande Fraternidade Branca, existem sete raios, cada qual com sete cores e que se relacionam aos sete chakras do corpo humano. Cada raio tem um mestre ascensionado responsável e um arcanjo, refletindo na guia de aspectos específicos do espírito humano.

1º raio – Direcionado ao chakra da garganta e seu mestre ascensionado é El Morya, representando força de vontade, fé, proteção, poder. Foi encarnado em Abraão, Rei Artur e Thomas More. A religião que surge desse raio é o Judaísmo.

2º raio – Direcionado ao chakra da coroa e seu mestre ascensionado é Lanto, caracterizado a compreensão, a sabedoria, conscientiza-nos que somos mestre da própria vida. Encarnado como o “Imperador Amarelo”, o Duque de Chou da China. A religião que surge desse raio é o Budismo.

3º raio – Direcionado ao chakra do coração e sua mestra ascensionada é Rowena, ser ligado ao planeta Vênus, ao amor divino e a compreensão dos problemas mundanos, da caridade e paciência. Encarnado no pintor Paolo Veronese em 1528. A religião que surge desse raio é o Cristianismo.

4º raio –Direcionado ao chakra da base da espinha. Seu mestre ascensionado é Serapis Bey, ligado a pureza, harmonia e a disciplina. Encarnado no rei de Esparta, Leônidas. A religião que surge desse raio é o Hinduísmo.

5º raio – Direcionado ao chakra do terceiro olho. Ligado à visão e a abundância do mundo espiritual e invisível, também associado ao poder da cura. O mestre ascensionado é Hilarion, o mais alto sacerdote do templo de Atlantis e também encarnou em Paulo, um dos apóstolos de Jesus. A religião que surge desse raio é o Confucionismo.

6º raio – Direcionado ao chakra do plexo solar. Ligada à uma forma especial de paz, que nos coloca em um lugar de refúgio e calma entre forças conflituosas ou contrastantes, possibilitando agir sem a influência do ego. A mestra ascensionada desse raio é chamada Mestra Nada. Diz-se que ela sucedeu Jesus como mestre desse raio, incorporando os valores da devoção ao amor e ao serviço. A religião que surge desse raio é o Islamismo.

7º raio – Direcionado ao chakra da base da espinha. Suas qualidades são expressas por sentimentos como perdão, piedade e liberdade espiritual. Seu mestre ascensionado é Saint Germain, símbolo da nova era de Aquário, uma figura ligada a libertação da luz da alma, da alquimia que transforma nossa sombra em raios de existência livre. A religião que surge desse raio é o Taoísmo.

Em estudos, diz existir um 8º raio, o qual surgiu o Zoroastrismo, religião e filosofia fundada na antiga Pérsia. Um chakra da câmara secreta do coração. Este é um raio intermediário, que ativa os dos cinco chakras secretos.

Várias outras sociedades hoje se proclamam descendentes dessa Fraternidade, dentre elas a Ordem Rosacruz, Maçonaria, Movimento Eu Sou, Agni Yoga, Movimento da Consciência Suprema Una, a Summit Lighthouse.

De acordo com informações reveladas por Koot Hoomi, interessante saber que os membros de alto nível das organizações místicas na Índia e Tibet mantinham contato telepático regular entre si, sem a necessidade de comunicações escritas ou orais, e de uma maneira semelhante à forma como o meio espiritual afirmou se comunicar com os espíritos dos mortos. Para quem acompanha nossos posts, Koot Hoomi foi um Mahatma que inspirou a fundação da Sociedade Teosófica. No livro “Isis sem véu”, Blavatsky revela os ensinamentos dos Mahatmas, os chamados “Mestres da Irmandade Oculta”. Afirma no livro ter feito contato físico com os representantes desses adeptos no Tibete; mas também, que ela continuou a receber ensinamentos a partir deles através de canais psíquicos.

Em resumo, A Grande Fraternidade Branca, atuaram na Terra como mensageiros a fim de ajudar na evolução/salvação da raça humana. Entendam a ‘evolução/salvação’ como algo espiritual e, não, físico.

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