bold-photography foi accionado demasiado cedo. Isto é normalmente um indicador de que algum código no plugin ou tema está a ser executado demasiado cedo. As traduções devem ser carregadas na acção init ou mais tarde. Por favor veja Depuração no WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home2/cienc927/public_html/wp-includes/functions.php on line 6260Helene Hadsell é uma figura lendária no mundo dos concursos, conhecida por sua impressionante capacidade de ganhar prêmios de forma consistente. Sua história não é apenas sobre sorte, mas sobre a aplicação consciente da Lei da Atração. Neste artigo, exploraremos sua jornada, as técnicas que ela usou e como sua filosofia pode ser aplicada na vida de todos nós.
Helene começou sua jornada em 1958, ao ler um livro de Norman Vincent Peale intitulado “O Poder do Pensamento Positivo”. Essa leitura foi um divisor de águas em sua vida, levando-a a descobrir o potencial da Lei da Atração. Desde então, Helene se dedicou a participar de concursos e, surpreendentemente, venceu todos os que entrou.
Ao longo de sua vida, ela ganhou mais de 5.000 prêmios, incluindo eletrodomésticos, viagens e muito mais. Sua história é um testemunho de como o pensamento positivo e a visualização podem transformar sonhos em realidade.
A Lei da Atração é um conceito que sugere que pensamentos e sentimentos positivos atraem experiências positivas. Helene adotou essa filosofia e a aplicou em sua vida de maneira prática. Ela sempre enfatizou que a sorte não era um fator em suas vitórias. Cada prêmio que ela ganhou era o resultado de um pensamento positivo e de um foco claro em seus objetivos.
Helene sintetizou sua abordagem em uma fórmula de quatro etapas, conhecida como sistema SPEC: Selecionar, Projetar, Esperar e Coletar. Vamos explorar cada uma dessas etapas:
O primeiro passo no sistema SPEC é selecionar o que você realmente deseja. Helene acreditava que quanto mais detalhes você puder fornecer sobre seu desejo, melhor. Isso inclui:
Por exemplo, se você deseja um carro novo, pense em todos os detalhes: a cor, o modelo e até como você se sente ao dirigir.
Após selecionar seu desejo, o próximo passo é projetar essa visão em sua mente. Helene recomendava imaginar-se já vivendo a experiência desejada. Isso inclui:
A visualização deve ser rica em detalhes e acompanhada de emoções positivas. Quanto mais realista for a imagem em sua mente, mais potente será sua manifestação.
O terceiro passo é esperar. Helene sempre enfatizou a importância da fé. Você deve acreditar que o que deseja já é seu. Qualquer dúvida ou pensamento negativo pode neutralizar todo o trabalho positivo que você fez até então. É fundamental manter-se positivo e confiante.
Helene costumava dizer que:
“Não há falha, apenas demora nos resultados.”
Finalmente, o último passo é coletar os resultados. Isso significa estar aberto para receber o que você manifestou. Muitas vezes, é necessário realizar pequenas ações que o ajudem a alcançar seu desejo. Manter o foco no resultado final, sem se preocupar com os meios de alcançá-lo, é essencial.
Helene Hadsell acreditava firmemente na importância da persistência. Mesmo quando os resultados não aparecem imediatamente, é crucial continuar acreditando. A paciência é uma virtude que deve ser cultivada durante o processo de manifestação.
Ela incentivava as pessoas a continuarem a visualizar seus desejos, mesmo quando não havia sinais imediatos de que eles estavam se concretizando. Nesse sentido, a ideia de que a manifestação pode levar tempo é algo que muitos aspirantes a manifestadores devem considerar.
Helene nunca escondeu suas técnicas e sempre esteve disposta a compartilhar seu conhecimento. Ela deu palestras ao redor do mundo e publicou um livro em 1971, onde detalhou suas estratégias de manifestação. O objetivo dela sempre foi ajudar outras pessoas a alcançarem seus próprios sucessos.
A história de Helene é inspiradora e mostra como é possível transformar a vida através do pensamento positivo e da visualização. Seu legado continua a inspirar muitos a acreditar na Lei da Atração e em seu potencial para criar a vida que desejam.
Se você deseja aplicar as técnicas de Helene Hadsell em sua vida, aqui estão algumas dicas práticas:
Concluindo, a história de Helene Hadsell é um poderoso lembrete de que o pensamento positivo e a visualização podem levar a resultados extraordinários. Ao seguir sua fórmula de quatro etapas e acreditar em nosso potencial, podemos transformar nossos desejos em realidade. Lembre-se, como Helene dizia, não há falha, apenas demora nos resultados. Mantenha-se focado, positivo e aberto para receber tudo o que você deseja.
]]>
O modelo atômico de Bohr
Antes de Bohr, a teoria atômica mais aceita era a teoria de Thomson, que descrevia o átomo como uma esfera maciça positiva, com elétrons incrustados. No entanto, a teoria de Thomson não explicava como os elétrons poderiam ser mantidos em órbita ao redor do núcleo, já que deveriam emitir energia e se chocar com o núcleo.
Bohr resolveu esse problema sugerindo que os elétrons só poderiam estar em certas órbitas discretas ao redor do núcleo do átomo. Essas órbitas eram chamadas de “níveis de energia”. Cada nível de energia correspondia a um estado eletrônico quantizado. Isso significava que os elétrons só podiam ter energia em quantidades específicas.
Bohr também propôs que os elétrons só podiam mudar de um nível de energia para outro emitindo ou absorvendo fótons. Quando um elétron absorvia um fóton, ele saltava para um nível de energia mais alto. Quando um elétron emitia um fóton, ele saltava para um nível de energia mais baixo.
O modelo atômico de Bohr explicava muitas das propriedades observadas do átomo de hidrogênio, como a emissão de luz por gases em tubos de descarga e a existência de linhas de espectro de absorção e emissão. No entanto, havia alguns problemas com a teoria de Bohr, que foram resolvidos pela teoria da mecânica quântica.

A contribuição de Bohr para a física
A teoria atômica de Bohr foi uma contribuição fundamental para a física moderna. Ele foi o primeiro a propor que os elétrons só poderiam estar em certas órbitas discretas ao redor do núcleo do átomo. Isso levou à ideia de quantização da energia, que é um conceito fundamental da física quântica.
A teoria de Bohr também foi importante para o desenvolvimento da física nuclear. Ele foi um dos primeiros a reconhecer que o núcleo do átomo é composto de prótons e nêutrons e que a interação forte é responsável por manter o núcleo unido.
O modelo atômico de Bohr também teve implicações práticas importantes. Ele ajudou a explicar muitas das propriedades dos gases em tubos de descarga, como a luz emitida pelos gases. A teoria de Bohr também foi fundamental para o desenvolvimento da tecnologia de lasers.
A teoria atômica de Bohr é uma das teorias fundamentais da física moderna. Ele foi o primeiro a propor que os elétrons só poderiam estar em certas órbitas discretas ao redor do núcleo do átomo. Essa ideia levou à ideia de quantização da energia, que é um conceito fundamental da física quântica. O modelo atômico de Bohr foi importante para a compreensão de muitas propriedades dos gases em tubos de descarga, como a luz emitida pelos gases, e teve implicações práticas importantes, como no desenvolvimento da tecnologia de lasers.
No entanto, a teoria de Bohr também apresentou alguns problemas que foram posteriormente resolvidos pela mecânica quântica. A mecânica quântica é uma teoria mais geral que descreve não apenas o átomo de hidrogênio, mas também outros sistemas quânticos, como moléculas e partículas subatômicas.
Apesar desses problemas, a teoria atômica de Bohr foi uma das primeiras tentativas de explicar a estrutura do átomo e suas propriedades observáveis. Seu modelo atômico ajudou a estabelecer a base da física quântica e da física nuclear, e seu trabalho abriu novos caminhos de investigação que ainda são explorados pela física moderna.
Teoria de Bohr e a Espiritualidade
Bohr postulou que os elétrons em um átomo existem em níveis de energia discretos, e que eles emitem ou absorvem fótons de luz quando saltam de um nível para outro. Essa ideia de quantização da energia pode ser vista como uma evidência de que a energia é uma entidade fundamental e indivisível, o que pode ter implicações metafísicas e espirituais – ideia de que a estrutura do átomo reflete a estrutura do universo.
Alguns podem interpretar como uma analogia para a existência humana e a evolução espiritual, onde cada indivíduo tem níveis de consciência e deve progredir de um nível para outro para atingir um estado mais elevado de ser. Essa progressão pode ser vista como um salto de um nível para outro, onde o indivíduo emite ou absorve energia em diferentes formas, como amor, gratidão, compaixão, entre outros.
A estrutura do átomo pode representar a relação entre o microcosmo e o macrocosmo. Nessa interpretação, o átomo representaria o microcosmo e o universo representaria o macrocosmo. Assim como o átomo é composto por partículas subatômicas que interagem entre si, o universo é composto por galáxias, estrelas e planetas que interagem entre si.
O que está em cima é como o que está embaixo, e o que está embaixo é como o que está em cima.”
O Caibalion
Existe uma correspondência entre as leis e fenômenos de todos os planos de existência e de vida. O microcosmo humano é governado pelas mesmas regras que o macrocosmo universal e vice-versa.
Essa analogia pode ser vista como uma evidência de que todas as coisas estão interconectadas e que tudo faz parte de um todo maior. Isso pode ter implicações espirituais, como a ideia de que todos os seres vivos são iguais e que devemos tratar uns aos outros com amor e respeito, assim como interagimos com as partículas subatômicas em um átomo.
]]>Os Arcanos da Kaballah são símbolos sagrados que representam a relação entre Deus, o universo e o homem. Eles são divididos em dois grupos principais: os Arcanos Maiores e os Arcanos Menores.
Os Arcanos Maiores são 22 símbolos que representam aspectos fundamentais da Criação e da natureza humana. Cada um deles possui um significado profundo e complexo, que pode ser interpretado de diferentes maneiras. Entre os Arcanos Maiores mais conhecidos, estão o Louco, o Mago, a Imperatriz, o Imperador, o Hierofante, os Amantes, o Carro, a Justiça, o Eremita, a Roda da Fortuna, a Força, o Enforcado, a Morte, a Temperança, o Diabo, a Torre, a Estrela, a Lua, o Sol, o Julgamento e o Mundo.

Já os Arcanos Menores são 56 símbolos que representam aspectos mais específicos da vida humana e do universo. Eles são divididos em quatro naipes: Copas, Paus, Espadas e Ouros. Cada um dos naipes representa uma dimensão da vida: o amor e as emoções (Copas), a criatividade e a ação (Paus), a mente e a razão (Espadas) e a materialidade e a prosperidade (Ouros). Cada carta dos Arcanos Menores também possui um significado específico e pode ser interpretada de diversas maneiras, dependendo do contexto.
A interpretação dos Arcanos é uma prática complexa e exige muito estudo e conhecimento. Muitas pessoas buscam o conhecimento dos Arcanos da Kaballah para obter orientação espiritual e autoconhecimento. A leitura dos Arcanos pode ser feita por um especialista, mas também pode ser aprendida e praticada por qualquer pessoa interessada em explorar o seu significado e simbolismo.
Os Arcanos da Kaballah são símbolos sagrados que representam os segredos mais profundos da Criação e da natureza humana. Eles são divididos em Arcanos Maiores e Menores, que representam diferentes aspectos da vida e do universo. A interpretação dos Arcanos é uma prática complexa, mas pode trazer orientação espiritual e autoconhecimento para aqueles que se dedicam a ela.
]]>O surgimento desses conceitos está relacionado com a história dessas religiões e com o desenvolvimento da filosofia e espiritualidade da Índia. O hinduísmo, por exemplo, é uma das religiões mais antigas do mundo e tem suas raízes na antiga civilização do Vale do Indo, que existiu há mais de 5.000 anos. O budismo, por sua vez, surgiu na Índia no século VI a.C., como uma reação contra a tradição religiosa e filosófica hindu. Já o jainismo, outra tradição espiritual indiana, teve sua origem no mesmo período que o budismo.
Karma é um termo sânscrito que significa “ação” ou “obra”. De acordo com a tradição hindu, todas as ações humanas têm uma consequência, que pode ser positiva ou negativa. Essa consequência é chamada de karma, e é determinada pela natureza da ação em si. Em outras palavras, o que uma pessoa faz, ela colhe. Assim, se alguém pratica boas ações, como a caridade, a bondade e a compaixão, receberá boas consequências em sua vida, enquanto as más ações, como a violência e a crueldade, trarão consequências negativas.
No budismo, o conceito de karma é um pouco diferente. A tradição budista ensina que todas as ações humanas têm uma consequência, mas que essa consequência não é determinada pela natureza da ação em si, mas pela intenção que a motiva. Se a intenção é positiva, a consequência também será positiva, e vice-versa. Além disso, o budismo ensina que o karma não é algo absoluto, mas sim algo que pode ser modificado por meio de ações positivas, como a meditação e a prática da compaixão.
Já o Dharma é um conceito que se refere ao dever ou à lei natural que governa o universo. No hinduísmo, o Dharma é a ordem cósmica que governa o universo e que deve ser seguida por todos os seres humanos. Isso inclui não só os deveres sociais e religiosos, mas também os deveres pessoais e espirituais de cada indivíduo. Seguir o Dharma significa viver em harmonia com o universo e com os outros seres humanos.
No budismo, o Dharma tem um significado um pouco diferente. Para os budistas, o Dharma é a verdade ou a lei que governa o universo e que foi ensinada por Buda. Seguir o Dharma significa seguir o caminho ensinado por Buda para alcançar a iluminação e a libertação do sofrimento.
No jainismo, o Dharma é visto como um conjunto de princípios morais e éticos que governam a vida humana e que devem ser seguidos por todos os seres vivos. Esses princípios incluem a não-violência, a não-posse, a verdade e a disciplina espiritual. Seguir o Dharma significa viver em harmonia com a natureza e com os outros seres vivos.
Além disso, o conceito de karma e dharma está intimamente ligado à reencarnação, uma crença compartilhada pelas três tradições espirituais orientais mencionadas. Segundo essa crença, a alma humana é imortal e passa por uma série de encarnações, até que alcance a iluminação ou a libertação do ciclo de nascimento e morte.
Assim, as ações que uma pessoa realiza em uma vida têm consequências não só nesta vida, mas também nas vidas futuras. Seguir o Dharma e praticar ações positivas pode levar a uma vida futura melhor, enquanto o mau karma pode levar a uma vida futura pior.
Em resumo, o conceito de karma e dharma é central para as religiões orientais, e representa uma compreensão profunda da natureza humana e do universo. Embora haja diferenças nas definições e interpretações desses conceitos em cada tradição espiritual, o objetivo final é o mesmo: viver em harmonia com o universo e alcançar a iluminação e a libertação do sofrimento.
]]>A princípio a função de onda, representada por Ψ (psi), é a descrição matemática do estado de uma partícula ou sistema. Ao contrário da física clássica, onde objetos têm posições e velocidades bem definidas, na mecânica quântica, a função de onda nos oferece uma visão probabilística. Ela nos diz onde é mais provável encontrar uma partícula, mas não exatamente onde ela está até que a medição seja feita.
A saber, o colapso da função de onda é um conceito fundamental da mecânica quântica que descreve a maneira como as partículas subatômicas se comportam quando são observadas. Essa teoria surgiu a partir da ideia de que as partículas subatômicas existem em um estado quântico de superposição, ou seja, podem estar em mais de um estado simultaneamente. No entanto, quando uma medida é feita, a função de onda colapsa para um único estado.
Esse colapso é uma das características mais intrigantes e fascinantes da mecânica quântica e levanta muitas questões sobre a natureza da realidade. O colapso da função de onda foi inicialmente proposto pelo físico austríaco Erwin Schrödinger, que criou o famoso experimento mental do “gato de Schrödinger” para ilustrar o conceito.
A equação de Schrödinger, que descreve como o estado quântico do sistema muda ao longo do tempo. Nesse sentido, antes da medição, a função de onda pode abranger várias possibilidades simultaneamente, criando um “mar de probabilidades” que só se cristaliza em uma realidade definida quando observamos.
O experimento do gato de Schrödinger é um exemplo simples que ilustra o colapso da função de onda. No experimento, um gato é colocado em uma caixa com veneno que é ativado por um contador Geiger. Enquanto o contador está em superposição, o gato está simultaneamente vivo e morto. Ao abrir a caixa e medir, a função de onda colapsa, e o gato é encontrado em um estado definido, vivo ou morto.
Embora esse exemplo seja fictício, ele ilustra como o colapso da função de onda afeta a realidade do mundo subatômico. Em suma, esse fenômeno é fundamental para compreender aspectos do comportamento quântico, como o entrelaçamento quântico, onde a medição de uma partícula afeta instantaneamente o estado da outra, não importa a distância
No entanto, a natureza exata do colapso da função de onda continua sendo um dos maiores mistérios da física. Alguns físicos acreditam que o colapso resulta da interação com o ambiente ou a consciência humana. Outros o veem como uma consequência natural do comportamento quântico.
Independentemente da explicação, o colapso da função de onda tem implicações profundas para a nossa compreensão da natureza da realidade e do universo. É um dos mais fascinantes e desafiadores mistérios da física moderna e continua a desafiar a nossa compreensão da natureza do universo.
Diversas interpretações tentam explicar o colapso da função de onda e suas implicações. Aqui estão algumas das principais teorias:
Essa é uma proposta por Niels Bohr e Werner Heisenberg. A interpretação de Copenhague sugere que a função de onda não descreve a realidade em si, mas apenas nossas previsões sobre o que pode acontecer. A medição é o ato que transforma a função de onda em um estado definido. Para Bohr, a realidade quântica só assume uma forma concreta quando observada.
A interpretação dos muitos mundos, formulada por Hugh Everett III, oferece uma visão radicalmente diferente. Segundo essa teoria, toda vez que uma medição é realizada, o universo se divide em múltiplos ramos. Cada resultado possível da medição cria um novo universo paralelo, onde esse resultado específico se realiza. Assim, todas as possibilidades existem, mas em universos diferentes.
Nesssa teoria o colapso da função de onda não requer um observador consciente, mas ocorre devido à interação do sistema quântico com seu ambiente. À medida que o sistema interage com seu entorno, as diversas possibilidades se tornam correlacionadas. Sendo assim, a função de onda parece colapsar para um estado clássico. Esse processo fornece uma base física para o que parece ser o colapso.
A interpretação relacional, proposta por Carlo Rovelli, propõe que o colapso da função de onda é relativo ao observador. A realidade não é uma entidade fixa e objetiva, mas sim uma rede de relações entre sistemas. Assim, o colapso da função de onda é um processo que depende da interação entre o sistema e o observador, e não uma característica universal.
O conceito de colapso da função de onda tem sido investigado por meio de experimentos revolucionários. Um dos mais famosos é o experimento da dupla fenda. Portanto, quando uma partícula, como um elétron, passa por duas fendas, ela forma um padrão de interferência na tela de detecção, evidenciando uma superposição de estados. No entanto, quando tentamos medir por qual fenda a partícula passou, o padrão de interferência desaparece e a função de onda colapsa, demonstrando que a medição influencia diretamente o comportamento da partícula.
O colapso da função de onda não é apenas um conceito técnico; ele levanta questões filosóficas profundas sobre a natureza da realidade e o papel da observação. Nesse sentido, se a realidade é criada ou definida pela medição, isso sugere que nossa percepção e interação com o mundo têm um impacto fundamental na forma como as coisas acontecem. Isso desafia a visão tradicional de uma realidade objetiva e independente da observação.
Alguns autores, como Helio Couto e outros estudiosos de filosofias espirituais, acreditam que o colapso da função de onda pode ter implicações na espiritualidade e no autodesenvolvimento humano. De acordo com essa visão, o colapso da função de onda pode estar relacionado à capacidade do ser humano de criar sua própria realidade através de sua consciência e intenção.
Essa visão está baseada na ideia de que a realidade não é algo fixo e imutável, mas sim uma construção subjetiva que é moldada pela consciência humana. A partir disso, acreditam que a nossa intenção e foco podem influenciar a realidade em que vivemos, afetando o colapso da função de onda de partículas subatômicas, e consequentemente, a realidade que experimentamos.
Na visão de Helio Couto e outros autores, o autodesenvolvimento humano está diretamente relacionado à compreensão e aplicação desses conceitos. Acreditam que, ao se tornar consciente de como a nossa intenção e foco podem influenciar a realidade, podemos criar uma vida mais plena, feliz e significativa.
No entanto, é importante destacar que essas visões não são necessariamente endossadas pela comunidade científica. Embora o colapso da função de onda seja um conceito bem estabelecido na física quântica, a sua relação com a espiritualidade e autodesenvolvimento humano ainda é objeto de debate.
Concluindo, o colapso da função de onda é um conceito fascinante e essencial na mecânica quântica, revelando como o ato de medir pode transformar a probabilidade em realidade concreta. Embora o fenômeno continue a ser um dos maiores mistérios da física, ele oferece uma visão poderosa sobre a natureza do universo e o impacto da observação na construção da realidade. A exploração do colapso da função de onda não apenas amplia nosso entendimento da física quântica, mas também desafia nossa percepção sobre a natureza do mundo e nossa conexão com ele.
A vibração, na verdade, é o grau e frequência com que cada elemento se move. Vibrações mais rápidas, em alta frequência, são mais sutis; vibrações lentas, em baixa frequência, são consideradas densas.
Nada no universo está em repouso. O Todo se manifesta por esse princípio.
Quanto mais próximo da matéria, mais baixa é a vibração. Assim, os minerais possuem as vibrações mais baixas, seguidos dos vegetais, dos animais, dos humanos, dos espíritos e da mente. Já quanto mais alta for a vibração, menos perceptível ela é a olho nu, assim como ocorre com as ondas sonoras e eletromagnéticas.
Todos os elementos nada mais são do que vibrações energéticas em diferentes frequências e diferentes disposições. Todos os objetos são energia. Tudo é feito da mesma energia básica, mas trabalhada em diferentes grau. E assim, todas as coisas se movimentam e também vibram, sempre com seu próprio regime de vibração.
Todos os objetos materiais são feitos de átomos e a enorme variedade de estruturas moleculares não é rígida ou imóvel, mas oscila de acordo com as temperaturas e com harmonia.
A matéria não é passiva ou inerte, como nos pode parecer a nível material, mas cheia de movimento e ritmo.
O princípio da vibração também nos explica que, tal qual na física o movimento gera força centrípeta e centrífuga, nós também podemos atrair ou irradiar energia por meio de nossas vibrações e influenciar o mundo à nossa volta.
Os ensinamentos herméticos vão muito além dos da ciência moderna. Eles ensinam que toda a manifestação do pensamento, emoção, raciocínio, vontade, desejo, qualquer condição ou estado, são acompanhados por vibrações, uma porão das quais é expelida e tende a afetar a mente de outras pessoas por indução. Este é o princípio que produz os fenômenos de telepatia, influência mental e outras formas da ação e do poder da mente, com que se está acostumado rapidamente, por causa da completa disseminação dos conhecimentos ocultos pelas diversas escolas, cultos e instrutores na época atual.
Pelo conhecimento do Princípio da Vibração, aplicado aos Fenômenos Mentais, pode-se polarizar a sua mente no grau que quiser, adquirindo assim um perfeito domínio sobre os seus estados mentais, as disposições, etc.
Do mesmo modo pode afetar as mentes dos outros, produzindo nelas os estados desejados. Por fim, ele pode produzir no Plano Mental o que a ciência produz no Plano Físico, principalmente, vibrações à vontade.
Este poder pode ser adquirido somente pela instrução a própria, pelos exercícios, práticas, etc… da ciência da Transmutação Mental, um dos ramos da Arte Hermética.
Todos os pensamentos, todas as emoções ou estados mentais têm o seu grau e modo de vibração. E por um esforço da vontade da(s) pessoa(s), estes estados mentais podem ser reproduzidos, do mesmo modo que o tom musical pode ser reproduzido por meio da vibração de um instrumento em certo grau e assim como a cor pode ser reproduzida da mesma forma.
E, contudo este Princípio Hermético foi enunciado há milhares de anos pelos Mestres do antigo Egito.
Diz um dos velhos escritores herméticos: “Aquele que compreende o Princípio da Vibração alcançou o cetro do poder.”.
Na altas vibrações não são suscetíveis as baixas vibrações, gerando uma proteção ao ser. Cuide-se.
Este conceito foi criado pelo filósofo indiano Adi Shankara no século IX e absorvido pelas religiões e filosofias orientais. A partir daí, foi introduzido no Ocidente no século XIX e tornou-se parte da linguagem atual entre os devotos às religiões orientais e círculos esotéricos. Sob essas idéias, Maya se tornou o principal obstáculo para escapar da tentação do mundo sensorial, superar os erros causados pelo dualismo e alcançar a verdadeira iluminação.
De acordo com a filosofia oriental, é o véu de Maya, o véu da ignorância que nos mantém em Dukkha: sofrimento, insatisfação.
Por meio de sua meditação, o Buda ensinou algumas nobres verdades para eliminar Dukkha: “Sabedoria correta: Desenvolver completa consciência de todas as ações do corpo, fala e mente para evitar atos insanos, através da contemplação da natureza verdadeira de todas as coisas.”
O ato de nos autoconhecer é prestar atenção às nossas ações, fatos e pensamentos; assim, com o Autoconhecimento podemos exercer o Autocontrole. No próprio budismo, o véu maia está relacionado ao esquecimento de reencarnações passadas quando nascemos.
De acordo com os Vedas, Maya é o nome da deusa indiana que representa o mundo fictício e ilusório, onde esta lançou um véu sob o deus Brahma, considerado pelos hindus, a representação da força criadora ativa no universo.
Os hindus estabeleceram a noção de que nosso mundo não é exatamente o que vemos e que somos levados a acreditar. Segundo eles, o mundo real seria algo escondido aos olhos das pessoas comuns, e dando acesso somente aqueles que conseguirem ultrapassar o “véu de maya”.
Arthur Schopenhauer foi um dos primeiros pensadores da filosofia ocidental a compartilhar e afirmar dogmas significativos da filosofia indiana, como ascetismo , negação de si mesmo e a noção do mundo como aparência.
Desenvolveu uma teoria com base nesses pensamentos de que algo impede a compreensão dessa realidade e tudo o que nos rodeia, só podem ser ilusões e aparências.
De acordo com Samādhi, no hinduísmo, jainismo, budismo, sikhismo e escolas de ioga, somos a causa e, através do samadhi, a solução para todo o nosso sofrimento.
A palavra Samadhi é a representação de um estado místico humano que é a raiz de toda espiritualidade e auto questionamento. Muitas vezes, é o estado que muitos buscam como o objetivo final da meditação.
Muitas pessoas não se veem como seres espirituais, não dedicam um tempo para explorar seu mundo interior, ou se importam em entender a verdadeira razão de sua existência. Em vez disto, eles estão envolvidos somente em suas vidas diárias e distraídos com o mundo exterior. Como resultado, coloca-se todos os tipos de limitações em si mesmos e ficam envolvidos na construção e manutenção do ego, inconscientemente conectados pela história da humanidade e pelo condicionamento cultural.
Nós definimos nossa existência, nosso “ser”, por nossas ações e pensamentos. No entanto, na maioria das vezes, os desejos e medos mundanos controlam estas ações e pensamentos. Por causa da ilusão do eu, ou nos véus de Maya, muitos vivem no sofrimento. Muitos caem na depressão ou acham que seus desejos nunca estão saciados. Consequentemente, as pessoas buscam respostas em coisas externas, seja através da religião ou de outras práticas espirituais.
As ideias que nos são apresentadas por influências externas ou pela mente humana, não podem resolver o sofrimento sozinhas. Elas não são a nossa vontade maior, a vontade verdadeira do nosso EU superior. Em vez disto, elas são a vontade das construções condicionadas do ego.

A sequência de Fibonacci trata-se de uma frequência de números inteiros na qual cada termo subsequente corresponde à soma dos dois números anteriores. Sequência esta: 0, 1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55, 89, 144,…
A sequência de Fibonacci está intrinsecamente ligada à natureza. Essa sequência aparece no comportamento da refração da luz, dos átomos, no crescimento das plantas, nas espirais das galáxias, nas ondas no oceano, em nosso DNA, etc. Como esta proporção trata-se de uma sucessão numérica, é possível perceber, em vários traços notáveis, a manifestação desta em muitos aspectos da natureza de maneira estética e funcional.
O quociente de qualquer número de Fibonacci e seu antecessor, ao longo da sequência, se aproxima cada vez mais do Número de Ouro Phi (φ → lê-se “fi”), com um valor aproximado de 1,61803. Esse número é obtido a partir do cálculo da Proporção Áurea, expressa pela fórmula:

Melhor entendida geometricamente pelo chamado Retângulo de ouro. Um retângulo desigualmente dividido, resultante em um quadrado e um retângulo, onde os lados do quadrado têm a relação de 1: 1, e o novo retângulo formado, exatamente proporcional ao retângulo original – 1: 1618. Esta subdivisão é bilateralmente infinita.

Não apenas a matéria “sólida”, mas todas as formas de energia são compostas de ondas, o que significa dizer, de vibrações. Todo os diferentes tipos de energia eletromagnética, incluindo as ondas rádio, calor, raios-x, raios cósmicos, luz visível, infra-vermelhos, ultravioletas, são compostos de tipos de ondas ou atividade vibratória, estas vibrações viajam através do universo a 300.000 Kms-1. A única diferença entre cada um destes fenômenos é a sua frequência de vibração ou comprimento de onda. Todas as vibrações estão alinhadas na harmonia do espectro eletromagnético. A matemática que descreve a radiação de energia através do vasto espectro de vibração do universo é a espiral de ouro (conjetura baseada na ciência morta da antiga Atlântida).
Os antigos viam a Matemática e a Geometria um esforço em contemplar e visualizar a ordem pura e simétrica que brota da Unidade. União do que é Matéria e do que é Espiritual. Tudo na natureza nasce e se manifesta através de princípio matemático: plantas, animais, nós seres humanos, as ondas do mar. Tudo está se formando e se organizando através dessa ordem natural de desenvolvimento. Nosso planeta Terra está vibrando e se sustentando através dessa maravilhosa sequência/frequência porque é ela que impulsiona nossa galáxia e nossa galáxia se desenvolve pela força natural e vibratória dessa lei universal! Nada está separado. Todos estamos ligados, interconectados por um único princípio, uma única força que nos faz existir e se manifestar.
Segundo Pitágoras disse “Tudo está organizado de acordo com os números e as formas matemáticas”.
Assim como na Geometria Sagrada onde é considerada o modelo da geometria natural no mundo e a base de todas as formas. A Geometria Sagrada é uma ciência antiga que explora e explica os padrões de energia que criam e unificam todas as coisas e revela a maneira precisa pela qual a energia do universo se organiza. Em todas as escalas, todo padrão natural de crescimento ou movimento se conforma inevitavelmente a uma ou mais formas geométricas.
Essa geometria e razões matemáticas, harmônicos e proporção também são encontrados na música, luz e na cosmologia.
A matemática é uma ciência interessante que flerta no espaço entre físico e não-físico.
A geometria sagrada revela que há padrões matemáticos ou abstratos por baixo de tudo o que vemos. Freqüências mais altas de energia e consciência são transmitidas através da geometria sagrada.
Nossas crenças internas criam padrões que lentamente ondulam para fora de nós e se manifestam em experiências do mundo real. O invisível informa o visível. A geometria sagrada é uma visualização e metáfora da conectividade de toda vida, a interface entre abstração e realidade física. Este é o ensinamento de muitos místicos.
A proporção de ouro, ou Phi, foi reverenciada como a lei matemática ou representação da beleza pelos gregos. A suposta perfeição da proporção de Ouro pode ser observada pela forma como esta permite uma replicação exata da proporção anterior através de dimensões (ou valores).
Em aspectos mais avançados, na sequência de Fibonaci, os termos das dimensões superiores como os de dimensões inferiores contêm a in-formação criadora (ou proporção) dos restantes, inferiores ou superiores, respetivamente…, o que, por um lado nos faz lembrar as palavras de Hermes Trimegistus, e por outro, os aspetos científicos como a questão dos hologramas e dos fractais que estão relacionados com a própria memória.
Pode parecer confuso, mas resumindo, tudo gira em um padrão universal, onde tudo está conectado. Assim como na matemática, física, místicos, ou antigos, tudo recai sobre o mesmo ensinamento milenar.

Escrita pelo Nobel de Física Leon Lederman, em 1993, a obra se chamaria The Goddamn Particle (“A Partícula Maldita”), em referência à dificuldade de encontrar o bóson,
que só aparece em níveis de energia realmente altos e se transforma em outras partículas muito rapidamente.
O que ele comprova Segundo o Modelo Padrão, o Universo é formado por 17 partículas básicas: o bóson, 6 quarks, 6 léptons e 4 partículas mediadoras.
O bóson de higgs recebeu o nome, em homenagem ao físico britânico Peter Higgs, que propôs sua existência em um artigo publicado em 1964, no Physical Review Letters.
É uma das teorias aceitas para explicar a composição material do Universo.
De acordo com a teoria que envolve o Bóson de Higgs, as partículas formam átomos e as forças agem sobre a matéria. A teoria afirma que as partículas não têm massa inerente, pois elas ganham massa quando passam pelo campo de Higgs, ou passam por ele sem interagir, continuando sem massa.
O Campo de Higgs teria surgido logo após o Big Bang e, após o esfriamento do universo, o campo foi criado e concedeu massa às partículas.
Assim como todo campo de força, o Campo de Higgs precisa ter uma partícula correspondente que, no caso, é o Bóson de Higgs.
O primeiro experimento capaz de comprovar a existência dessa partícula só foi realizado em 2013, por meio do maior acelerador de partículas do mundo, o LHC (Large Hadrons Collider). No ano de 2012, o LHC já era capaz de atingir energias de até 8 TeV (teraelétron-volts) ao acelerar e colidir feixes de prótons em sentidos contrários, movendo-se em velocidades próximas da velocidade da luz, circulando em seus enormes anéis. Atualmente os cosmólogos acreditam que 25% de toda a massa do Universo sejam feitos de matéria escura, cuja existência pode ser relacionada ao bóson.
Recentemente o bóson de Higgs ganhou grande destaque após lançada a série pela Netflix: Dark. Na série, o bóson de Higgs, que também é chamado de ‘Matéria Escura’ pelas personagens, é capaz de abrir túneis através do espaço-tempo (buracos de minhoca), levando o protagonista a diferentes épocas e realidades.
O ‘Modelo Padrão’ é uma teoria que descreve as forças fundamentais forte, fraca e eletromagnética, bem como as partículas fundamentais (férmions e bósons) que constituem toda a matéria.
Hoje, acredita-se que nem mesmo o espaço vazio é completamente vazio, pois todo o espaço é permeado por um “mar” de bósons de Higgs e outras partículas.
]]>