bold-photography foi accionado demasiado cedo. Isto é normalmente um indicador de que algum código no plugin ou tema está a ser executado demasiado cedo. As traduções devem ser carregadas na acção init ou mais tarde. Por favor veja Depuração no WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home2/cienc927/public_html/wp-includes/functions.php on line 6260Iniciada em 1919, por Theodor Kaluza, e continuando a evoluir até os dias de hoje.Theodor sugeriu que o nosso Universo pudesse ter mais do que 4 dimensões. Outros físicos, como Oscar Klein, que em 1926, propôs que as dimensões do Universo pudessem estar dobradas umas sobre as outras.
Por volta de 1970, os físicos Yoichiro Nambu (1921-2015), Holger Bech Nielsen e Leonard Susskind propuseram que cordas vibrantes pudessem ser descritas por funções matemáticas já conhecidas pelos físicos da época, dando origem à teoria das cordas.
Segundo a Teoria, a matéria é formada por moléculas, essas moléculas possui átomos, compostos por prótons, neutrons e elétrons; que por sua vez, são formados por quarks. Esses quarks são formados por pequenos filamentos de energia semelhantes a pequenas cordas vibrantes. Essas cordas estariam vibrando em diferentes padrões, em diferentes frequências, produzindo as diferentes partículas (matéria) que compõem o nosso mundo.
Em 1984, pelas mãos de Schwartz e Michael B. Green, surgiu a teoria das supercordas, cordas cósmicas ou superstrings, reúne a teoria das cordas à supersimetria (partículas do Universo que se dividem em bóson e férmions).
A última inovação foi proposta por Edward Witten em 1994, o qual sugeriu uma teoria unificada de todas interpretações anteriores, chamando-o de teoria-M. Uma das suposições que emergem dessa teoria é a possibilidade de existirem universos “paralelos” ao nosso.
Atualmente, existem diversos estudos feitos com base na teoria das supercordas. Em alguns deles, existem interpretações que exigem a existência de 11 dimensões, e alguns outros, propõem a existência de 27 dimensões de espaço-tempo.
Multiverso – Segundo essa teoria, nosso universo não é o único. Esta inserido numa membrana paralela a outras membranas que contém outros universos.
O Universo pode ser infinito, é possível que existam outros planetas exatamente iguais a nossa Terra. De acordo com as probabilidades que regem a mecânica quântica, há precedentes que suportem a existência de outros universos coexistentes com o nosso.
Um estudo recente realizado na Antartica, de acordo com dados obtidos através de uma antena, chamada Anita, possibilitou averiguar alguns eventos ‘anômalos’ de neutrinos atravessando o interior da Terra, vindo de um ‘ângulo estranho’.
Explicando melhor, o neutrino é uma partícula subatômica que não possui carga magnética. Isso faz com que ele não seja repelido ou atraído por outras partículas da natureza, sendo inclusive apelidada de ‘partícula fantasma’.
Cita no livro conversas com Heisenberg, a qual ambos concordavam sobre ideias dentro das culturas orientais acima citadas afirmando estes terem respostas para muitas das questões que desafiam a ciência atualmente, ampliando o campo de visão, horizontes e percepção sobre a vida.
O autor defende a emergência de uma nova ciência; uma ciência dirigida por elementos aparentemente não-científicos, como a consciência e a auto-consistência; uma ciência que, assim como as técnicas do misticismo oriental, conduz o homem à verdade das coisas e o leve a abandonar a ordem mecanicista e absoluta dos fenômenos físicos em favor da interdependência e do relativismo dos processos naturais, como os sustentados pela cultura do ocidente.
Um livro apaixonante e edificante; uma leitura necessária, não só aos amantes da Física, mas àqueles que têm a certeza que todas as coisas do mundo estão ligadas a uma ordem maior e transcendental.
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