bold-photography foi accionado demasiado cedo. Isto é normalmente um indicador de que algum código no plugin ou tema está a ser executado demasiado cedo. As traduções devem ser carregadas na acção init ou mais tarde. Por favor veja Depuração no WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home2/cienc927/public_html/wp-includes/functions.php on line 6260As plantas sagradas são consideradas portadoras de sabedoria e poder, capazes de proporcionar experiências místicas e profundas. Em muitas tradições xamânicas, o uso dessas plantas é um elemento central para acessar estados alterados de consciência e promover a cura. O xamanismo é, em essência, uma prática que busca a harmonia entre o ser humano, a natureza e o mundo espiritual, e as plantas sagradas desempenham um papel vital nesse processo.
A Ayahuasca, uma infusão feita a partir de duas plantas nativas da Amazônia, é uma das mais conhecidas entre as plantas sagradas. Ela é utilizada em cerimônias de cura xamânica para acessar visões e insights profundos sobre a vida, a morte e a própria existência. Os efeitos psicoativos da Ayahuasca são frequentemente descritos como uma jornada interior, permitindo que os participantes confrontem medos, traumas e questões não resolvidas. A medicina da Ayahuasca é considerada um poderoso agente de transformação, facilitando a limpeza emocional e espiritual.
O Peyote, um cacto sagrado encontrado principalmente no México, é utilizado por várias culturas indígenas em rituais espirituais. Contendo o alcaloide mescalina, o Peyote induz estados alterados de consciência que permitem a conexão com o divino e a exploração do eu interior. Os rituais com Peyote são frequentemente realizados para buscar orientação espiritual, cura e comunhão com os ancestrais.
O Santo Daime é uma tradição sincrética que combina elementos do cristianismo, do xamanismo e da cultura indígena. O uso do chá de Ayahuasca é central nas cerimônias do Santo Daime, onde os participantes se reúnem para cantar, dançar e meditar. Outro chá, feito a partir da planta Jurema, é utilizado em algumas tradições, especialmente no Nordeste do Brasil. Assim como a Ayahuasca, esses chás proporcionam experiências de autoconhecimento e espiritualidade.
Kava, uma planta nativa do Pacífico Sul, é conhecida por suas propriedades relaxantes e é frequentemente utilizada em cerimônias comunitárias. Embora não seja uma planta visionária como a Ayahuasca ou o Peyote, o Kava ajuda a promover um estado de calma e introspecção, facilitando a abertura para experiências espirituais e a conexão com a comunidade.
As plantas sagradas têm um papel fundamental no despertar espiritual. Elas atuam como catalisadores que ajudam os indivíduos a acessar dimensões mais profundas da consciência e a se conectar com o sagrado. Aqui estão algumas das maneiras como essas plantas contribuem para o despertar espiritual:
O uso de plantas sagradas muitas vezes leva a uma jornada de autoconhecimento, onde os participantes confrontam aspectos de si mesmos que podem estar ocultos. Esse processo pode resultar em uma maior compreensão de padrões comportamentais, traumas passados e desafios emocionais, promovendo assim a cura e a transformação pessoal.
As plantas sagradas são frequentemente vistas como portais para o mundo espiritual. Elas ajudam os praticantes a se conectar com a espiritualidade, a divindade e os seres espirituais. Essa conexão pode ser uma fonte de força e inspiração, guiando os indivíduos em suas jornadas de vida.
Em muitas tradições xamânicas, as plantas sagradas são usadas como ferramentas de cura. Elas ajudam os indivíduos a liberar emoções reprimidas e a curar feridas emocionais e espirituais. Esse processo de cura pode incluir a liberação de padrões negativos e a promoção de um estado de bem-estar holístico.
O uso de plantas sagradas também fortalece a conexão com a natureza. Os xamãs e os praticantes reconhecem a sabedoria e o poder das plantas e a importância de cuidar do meio ambiente. Essa relação simbiótica com a natureza é um aspecto central do xamanismo, refletindo a interconexão entre todos os seres vivos.
É importante abordar o uso de plantas sagradas com respeito e consideração pelas culturas que as utilizam. A apropriação cultural e a exploração comercial dessas práticas podem levar à desvalorização e à perda de seu significado profundo. Os praticantes devem se esforçar para aprender com os detentores do conhecimento, respeitando suas tradições e ensinamentos.
O uso de plantas sagradas nas tradições xamânicas é um testemunho do poder da natureza em nossa busca pelo autoconhecimento e pela espiritualidade. Essas plantas oferecem caminhos para a cura, a transformação e a conexão com o divino. À medida que continuamos a explorar essas práticas ancestrais, é essencial fazê-lo com respeito, reverência e uma vontade genuína de aprender e crescer.
As plantas sagradas nos lembram que somos parte de um todo interconectado e que a jornada espiritual é, em última análise, uma busca pela harmonia entre nós mesmos, a natureza e o cosmos.
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A energia é uma das forças mais essenciais do universo. Tudo que existe – desde as menores partículas subatômicas até as galáxias mais vastas – é composto de energia. A física moderna confirma que a matéria não é algo fixo, mas sim uma forma de energia vibracional. Albert Einstein, em sua famosa equação (E=mc^2), demonstrou que a energia e a massa são intercambiáveis. Isso significa que, em um nível fundamental, tudo é energia.
Na metafísica, a energia é frequentemente vista como a força vital que permeia todos os seres e objetos. Essa energia pode assumir diversas formas: energia física, emocional, espiritual e mental. A forma como percebemos e interagimos com essa energia pode influenciar nossa saúde, bem-estar e realidade.
Cada forma de energia ressoa em uma frequência específica, o que leva ao conceito de vibração. Vibração é o movimento ou a oscilação de uma partícula ou objeto. Assim como cada nota musical tem uma frequência única, cada pensamento, emoção e ação também possui uma vibração correspondente.
As vibrações podem ser classificadas em altas e baixas. Vibrações altas são frequentemente associadas a sentimentos de amor, alegria e compaixão, enquanto vibrações baixas estão relacionadas a emoções negativas, como medo, raiva e tristeza. A qualidade da vibração de uma pessoa pode impactar não apenas seu próprio estado emocional e físico, mas também as energias ao seu redor.
A frequência é a medida de quantas vezes uma onda vibra em um determinado período. Em termos metafísicos, a frequência refere-se à taxa de vibração de um objeto ou ser. Assim, ao compreender a frequência de nossas próprias energias, podemos modificar nossa realidade.
Quando dizemos que algo “está na mesma frequência”, estamos nos referindo à sincronicidade de energias. Isso se aplica às relações interpessoais, experiências de vida e até mesmo às leis de atração. Quando alinhamos nossas vibrações e frequências com o que desejamos, abrimos caminho para manifestar nossos objetivos e intenções.
A interconexão entre energia, vibração e frequência é fundamental para entender as leis universais. Cada um desses princípios não pode ser compreendido isoladamente; juntos, eles formam a base do funcionamento do universo. Vamos explorar como essa interconexão se manifesta em várias áreas da vida.
Um dos princípios mais conhecidos na metafísica é a Lei da Atração, que afirma que “semelhante atrai semelhante”. Essa lei sugere que nossas vibrações pessoais influenciam as experiências que atraímos. Se você está vibrando em uma frequência alta, atrairá situações e pessoas que ressoam na mesma frequência. Por outro lado, vibrações baixas podem atrair desafios e experiências negativas.
Ao trabalhar com energia, vibração e frequência, podemos se tornar co-criadores de nossa realidade. A prática de visualizar e sentir emoções positivas enquanto mantemos um estado vibracional elevado pode facilitar a manifestação de nossos desejos. Técnicas como meditação, afirmações e visualizações são ferramentas poderosas que ajudam a elevar nossas frequências.
Nossas emoções e pensamentos têm um impacto direto em nossa frequência. Quando nos concentramos em emoções positivas, como gratidão e amor, aumentamos nossa vibração e, consequentemente, nossa frequência. Isso não só melhora nosso estado mental e emocional, mas também influencia a energia das pessoas e ambientes ao nosso redor.
Existem leis universais que operam em níveis mais profundos e invisíveis. Além da Lei da Atração, outras leis, como a Lei da Causa e Efeito e a Lei da Correspondência, também refletem a interconexão entre energia, vibração e frequência.
Esta lei estabelece que toda ação tem uma reação correspondente. Nossas vibrações e frequências afetam não apenas nossa vida, mas também a vida das pessoas ao nosso redor. A energia que emitimos se reflete em nossas interações e experiências, criando um ciclo contínuo de causa e efeito.
A Lei da Correspondência, resumida na frase “como é acima, é abaixo”, sugere que o microcosmo (nós mesmos) reflete o macrocosmo (o universo). Essa lei reforça a ideia de que, ao elevar nossa própria energia e vibração, podemos influenciar e criar mudanças em nosso ambiente e no mundo.
Para navegar pelas leis universais invisíveis e alinhar-se com energias mais elevadas, aqui estão algumas práticas que podem ajudá-lo a elevar sua energia, vibração e frequência:
A meditação é uma prática poderosa para acalmar a mente, elevar a frequência e sintonizar-se com a energia do universo. Reserve alguns minutos diariamente para meditar, focando em sua respiração e permitindo que sua mente se torne um espaço de paz.
Cultivar a gratidão é uma maneira eficaz de elevar sua vibração. Reserve um tempo diariamente para refletir sobre as coisas pelas quais você é grato, o que ajudará a sintonizar suas energias com o positivo.
A atividade física, como dança, ioga ou qualquer forma de exercício, é uma excelente maneira de mover e elevar sua energia. O movimento ajuda a liberar tensões e a aumentar a circulação de energia pelo corpo.
Passar tempo na natureza pode ajudar a restaurar sua energia e elevar sua frequência. A natureza tem um efeito curativo e, ao se conectar com ela, você pode sintonizar-se com as vibrações naturais do universo.
O que você come também impacta sua energia. Optar por alimentos frescos e saudáveis pode elevar sua vibração. Alimentos processados e pesados podem diminuir sua frequência, então procure nutrir seu corpo com o que é mais saudável e energizante.
Os princípios metafísicos de energia, vibração e frequência são fundamentais para a compreensão das leis universais que moldam nossa realidade. Ao reconhecer a interconexão entre esses conceitos, podemos nos tornar mais conscientes de como nossas ações, pensamentos e emoções influenciam nosso ambiente e as experiências que atraímos.
A prática de elevar nossa energia e frequência nos permite não apenas viver de forma mais plena, mas também co-criar uma realidade que ressoe com nossos desejos mais profundos. Através de práticas como meditação, gratidão e conexão com a natureza, podemos sintonizar-nos com as energias do universo e navegar pelas leis invisíveis que governam a vida. Ao abraçar esses princípios, abrimos as portas para um mundo de possibilidades, transformação e crescimento espiritual.
]]>O termo “ocultismo” refere-se a um conjunto de práticas e crenças que buscam acessar conhecimentos secretos ou sobrenaturais. O ocultismo envolve a utilização de rituais, feitiços e símbolos para influenciar a realidade ao nosso redor. Para muitos praticantes, a magia é tanto uma arte quanto uma ciência, onde a intenção e o conhecimento são fundamentais para a realização de seus objetivos.
A história do ocultismo é rica e complexa, com raízes que remontam a milênios. A antiga civilização egípcia desempenhou um papel crucial no desenvolvimento de práticas ocultistas. Os egípcios acreditavam que o conhecimento era sagrado e que os deuses se comunicavam através de sinais e símbolos. Um dos principais deuses associados à magia era Thoth, conhecido como o deus da escrita e da sabedoria.
Os egípcios desenvolveram um sistema complexo de astrologia, astronomia e rituais mágicos. Eles viam os movimentos dos planetas como reflexos da vontade divina, e a adivinhação era uma prática comum para entender esses sinais. Essa busca por conhecimento e compreensão da realidade foi fundamental para a formação de culturas posteriores, como a babilônica e a grega.
Os babilônios, que viveram aproximadamente em 4000 a.C., foram pioneiros em várias áreas do conhecimento. Eles inventaram o ábaco, desenvolveram sistemas numéricos e foram os primeiros a praticar astrologia. Esse conhecimento se espalhou pelo Egito, influenciando profundamente a cultura e as práticas ocultistas da região.
Com a ascensão da Grécia, pensadores como Pitágoras e Platão começaram a integrar os ensinamentos ocultistas em suas filosofias. Pitágoras, em particular, acreditava que os números eram a chave para entender o universo. Ele fundou uma escola onde seus discípulos eram ensinados a ver a matemática como uma linguagem divina.
Pitágoras via a matemática e a filosofia como inseparáveis. Ele acreditava que toda a criação poderia ser explicada através de números e proporções. Sua escola em Crotona era conhecida por seu rigoroso treinamento, que incluía anos de silêncio e disciplina. Essa abordagem se refletiu em muitas das crenças ocultistas que surgiram posteriormente.
Com o advento do cristianismo, o ocultismo passou a ser visto com desconfiança. Durante a Idade Média, a Igreja Católica consolidou seu poder e a magia foi rotulada como heresia. Práticas ocultistas foram perseguidas, e muitos ocultistas foram executados. No entanto, o conhecimento oculto não desapareceu completamente; ele se refugiou em sociedades secretas e na clandestinidade.
A descoberta de textos antigos durante as cruzadas reacendeu o interesse pelo ocultismo. Documentos que haviam sido preservados em monastérios contavam sobre as tradições egípcias, gregas e romanas, trazendo à tona um novo renascimento cultural.
O Renascimento foi um período de redescoberta e valorização do conhecimento antigo. Filósofos e cientistas começaram a integrar os ensinamentos ocultistas em suas pesquisas. A tábua esmeraldina, um texto fundamental dos alquimistas, afirmava que “assim como é em cima, é embaixo”, sugerindo que os padrões do universo se repetem em todas as coisas.
Durante essa época, alquimistas como Paracelso e outros buscavam entender a natureza do mundo físico e espiritual. A alquimia, que visava transformar metais e alcançar a imortalidade, também lançou as bases para a química moderna.
A alquimia era uma prática que combinava filosofia, espiritualidade e experimentação científica. Os alquimistas eram vistos como os primeiros cientistas, explorando a natureza e a transformação de substâncias. Eles descobriram processos como a destilação e a natureza microscópica das doenças, contribuindo significativamente para o avanço da ciência.
No século XIX, o ocultismo começou a ganhar popularidade novamente, especialmente com o surgimento do espiritismo. As irmãs Fox, nos Estados Unidos, atraíram a atenção do público ao afirmarem ter contato com espíritos. Esse fenômeno gerou um movimento espiritualista que buscava comunicação com os mortos.
Com a chegada de Madame Blavatsky, o ocultismo se tornou uma prática mais organizada. Ela fundou a Sociedade Teosófica e introduziu conceitos orientais no ocidental, argumentando que todas as religiões têm uma raiz comum. Sua obra influenciou muitos pensadores e buscadores espirituais no Ocidente.
A Sociedade Teosófica promovia a ideia de que todos os seres humanos têm uma conexão direta com o divino. Blavatsky enfatizava a unidade entre as religiões e a importância do autoconhecimento. No entanto, sua popularidade também trouxe críticas e controvérsias, especialmente quando suas práticas foram questionadas.
Com o passar do tempo, o ocultismo evoluiu e se adaptou às novas realidades culturais. Durante os anos 60, o movimento hippie trouxe uma nova onda de interesse por práticas espirituais e ocultistas. Artistas e músicos começaram a explorar essas ideias, buscando formas alternativas de consciência.
Hoje, o ocultismo é visto de maneira mais aberta e aceita. Muitas pessoas se identificam como praticantes de novas formas de espiritualidade, utilizando ensinamentos ocultistas para compreender melhor a si mesmas e o mundo ao seu redor.
O ocultismo, apesar de sua história tumultuada, deixou um legado significativo na cultura e na ciência. Muitas das ideias que hoje consideramos científicas foram, em algum momento, parte de práticas ocultistas. A busca pelo conhecimento e pela compreensão do universo continua a ser uma motivação central para muitos.
Os segredos do ocultismo permanecem um campo fascinante de estudo e exploração. Desde as antigas civilizações até os dias atuais, a busca por conhecimento oculto e a compreensão do sobrenatural continuam a inspirar e intrigar a humanidade. A interseção entre ciência, espiritualidade e ocultismo nos convida a refletir sobre o nosso lugar no universo e a natureza da realidade.
Seja através da astrologia, alquimia ou práticas mágicas, o ocultismo oferece um caminho para aqueles que buscam respostas e uma conexão mais profunda com o divino. À medida que continuamos nossa jornada de autoconhecimento, é essencial manter a mente aberta para as possibilidades que o ocultismo pode nos oferecer.
No Budismo, este conceito representa a extinção definitiva do sofrimento humano por meio do autoconhecimento e consciência individual física e espiritual. Podendo ser alcançado por meio de diferentes práticas e técnicas espirituais, no qual se encontra livre de qualquer tipo de apego, abrindo a porta para uma paz integral, alheia a qualquer tipo de circunstância externa.
E segundo o Budismo, para alcançar esse status, é preciso se livrar de 3 males psicológicos – Raga (ganância, desejo), Dwesha (raiva) e Moha (ilusão); rompendo os laços com o ciclo de Samsara (ciclos de renascimento e ‘sofrimentos’, fruto do karma, que todas as pessoas do mundo estão sujeitas a passar).
A partir de um ponto de vista psicológico, corresponderia a um estado de calma, de conciliação consigo mesmo, onde o conflito deixa de ser um peso.
No Hinduísmo, encontrado em textos como o Bhagavad Gita, Nirvana é o conhecimento do verdadeiro Eu (Atman) e a aceitação de sua universalidade e unidade com Brahman (o Todo, o Absoluto).
Nas tradições, dentro do hinduísmo, afirmam que existem múltiplos caminhos para moksha (libertação):
– jnana-marga (o caminho do conhecimento);
– bhakti-marga (o caminho da devoção) e
– karma-marga (o caminho da ação).
Diferente do que muitos pensam, qualquer pessoa está apta a acessar o estado de Nirvana. Mas, como se diz, nada é permanente e tudo está em constante movimento; assim acontece com esse estado. Somente com o treino/constância no estado nirvânico é que estradas se formarão, abrindo o caminho para a iluminação.
Como alcançar o estado de Nirvana?
A meditação é a chave para mudar o funcionamento da sua mente, permitindo que você ande pelo caminho da tranquilidade e paz interior, e desperte seu eu interno, trazendo assim diversos outros benefícios. O ato de meditar deve ser diário.
Os ensinamentos são a lente que permite olhar através do mundo. A prática, estudos e aprendizados são a base do caminho.
Comprometa-se a desenvolver uma atitude compatível com o sistema da sua crença. Rejeite pensamentos como o egoísmo, a violência e o ódio. Amor e não violência devem ser imperantes. Na prática: não minta, difame, fofoque, ou fale com agressividade; fale palavras boas e verdadeiras. Suas palavras devem apoiar e animar os outros, mas também é importante saber o momento de ficar em silêncio.
Elimine crenças e pensamentos negativos da sua mente. Pratique o “Mindfulness”: as quatro bases do mindfulness são: contemplação do corpo, sentimentos, estados mentais e fenômenos. Quando você está com a mente plena, você vive o momento e se abre para a experiência completa. Você deve se focar no presente, não no passado ou futuro. Fique atento ao seu corpo, seus sentimentos, pensamentos, ideias e tudo que estiver ao seu redor.
Os estados nirvânicos não fazem a pessoa se tornar um outro ser, e sim, permite o ser se conhecer melhor e fazer escolhas mais adequadas, estando mais consciente das suas emoções, sentimentos e ações tendo aí uma Grande diferença, imperceptível e imensa ao mesmo tempo.
Surgida do Caos, ela é a origem de tudo, a fonte de toda a matéria: do céu, das montanhas e dos mares. Além de criadora, protetora, geratriz era e é considerada também como uma divindade funerária. Da mesma forma que Gaia gera, dando início ao ciclo da vida, também tem papel no encerramento desse ciclo. Uma das práticas dos gregos eram enterrar os mortos para assegurar o retorno ao seio materno.
Na maçonaria e teosofia, acredita-se que além de gerar frutos, ela se ‘oferece’ para o sacríficio, no momento a qual é ceifada para que haja a colheita.
Gaia é a personificação do antigo poder matriarcal das antigas cultura Indo-Européias. É a Grande Mãe que dá e tira, que nutre e depois devora os próprios filhos após sua morte. É a força elementar que dá sustento e possibilita a ordem do mundo.
Quando falamos do arquétipo da Terra, nos referindo ao arquétipo do Céu, e à relação entre os dois. É só depois que separamos o que está aqui embaixo com o que está lá em cima, que entenderemos o simbolismo do que está acima que é leve, claro, masculino e ativo, e a Terra, que está abaixo e é pesada, escura, feminina e passiva (princípios também conhecimentos no hermetismo). A humanidade como um todo está associada tanto à este mundo que é corpóreo, tangível, material e estático, quando ao seu simbolismo oposto do Céu que está ligado ao outro mundo, incorpóreo, intangível, espiritual e dinâmico.
Reverenciar os princípios femininos e a consciência da Deusa Gaia, permite o contato com a beleza e a energia da natureza e todas as suas criaturas. Reconhecer esta Deusa da Natureza, como nossa Mãe Terra amorosa, ajuda a expandir nosso respeito ao meio ambiente e nossa busca do equilíbrio entre as energias masculinas e femininas, para que, em lugar de competir, trabalhemos juntos, para o bem individual e coletivo. Devido a esse princípio do equilíbrio entre o que esta em cima é como está embaixo, o feminino e o masculino, acredita-se que Gaia rege também os matrimônios.
Existe a “Hipótese de Gaia” do físico James Lovelock, que propõe que o planeta terra seja um sistema auto-regulado; a “consciência de Gai”, que instiga para que a terra e suas criaturas sejam consideradas um todo e simplesmente e o termo “Gaia”, que expressa reverência faz do planeta um ser vivo de que toda a vida depende.
Essa consciência de que Gaia ser a Mãe Suprema perdeu-se nas referências judias e cristãs, e essa perda se faz evidente no modo em que passamos a tratar a terra como se fosse matéria morta. Fica óbvio portanto, que Maria, a Deusa Mãe reconhecida pela igreja cristã, tenha adquirido todos os atributos das Deusas Mães, exceto o de Deusa da Terra.
A palavra “xamã” vem de “saman”, termo usado pelos tungues, povo do nordeste da Sibéria, para se referirem “àquele que conhece” ou “o sábio”. A palavra “pajé”, de origem Tupi, se popularizou na literatura de língua portuguesa em referência ao xamã.
O xamanismo é considerado como “mãe de todas as nações” por anteceder as doutrinas criadas. Podem ser vistos práticas xamânicas em diversos credos: a defumação nas cerimônias católicas, o banho de ervas no candomblé, o passe no espiritismo, a meditação no budismo…e de muitas outras formas, como o uso de plantas para cura através de nossa medicina.
O xamã, podendo ser homem ou mulher, é tido como um profundo conhecedor da natureza humana, tanto na parte física quanto psíquica. Este, possui capacidade de se conectar com o mundo espiritual, ter contato com outros planos de consciência, através da recepção de uma natureza transcendental e tem o intuito de estabelecer uma ponte entre o natural e o espiritual.
Esse conjunto de práticas se transformou em uma filosofia de vida, através da qual as pessoas buscam equilíbrio, saúde, conhecimento, tranquilidade, paz, auto-empoderamento, profunda concentração, bem-estar físico, psicológico e espiritual.
A sabedoria milenar e os ensinamentos passados através de gerações levam o praticante a experimentar uma transformação interior o levando ao um reencontro dessa com os ensinamentos da natureza.
Para os adeptos do xamanismo, a cura para todos os males está dentro de cada ser.
De acordo com a prática, os animais têm uma grande relevância, um indivíduo pode descobrir o animal guardião que existe no interior de cada um. Esse animal guardião pode também ser conhecido como animal de poder, aliado a um totem, nagual ou espírito protetor. Como os conceitos criados por Carl Jung, o termo de origem grega usado na filosofia, psicologia e crítica literária, Arquétipos, (arkhétypon que significa modelo primitivo).
Praticar xamanismo é ir em busca da excelência espiritual, é enxergar a realidade existente por trás dos conceitos, é se harmonizar com as marés naturais da vida. É trilhar o Caminho Sagrado, atravessando os portais da mente, das emoções, do corpo e do espírito.
Para a expansão da consciência, muitos grupos utilizam de ervas psicotrópicas. Na Sibéria, toma-se chá do cogumelo durante o solstício de inverno. No Brasil, uma bebida mais conhecida, feita da mistura do cipó-mariri com o arbusto chacrona, a Ayahuasca serve a adeptos do Santo Daime e a tribos como os Caxinauás. Para a expansão realizam rituais de purificação e limpeza geralmente envolvem defumação – de um local ou de uma pessoa – e queima de incenso e de ervas.
Há uma longa preparação para aquele que possui o sinal para se tornar xamã para que conheça profundamente as plantas medicinais e a natureza em sua totalidade, pois ninguém pode se autopromover xamã. Consideram os planetas, as pedras, a terra, o céu e os animais como partes conectadas e sagradas e por isso utilizam ervas, direções sagradas, rituais, cristais, argila, fogo, cirurgias espirituais e técnicas de purificação.
Hoje, chamado de neo-xamanismo, se leva em consideração os ensinamentos antigos e utiliza adaptações urbanas em suas práticas terapêuticas. Existem regiões que unem o xamanismo tradicional e o neo-xamanismo como a junção de diversos conhecimentos.
O maior obstáculo para o crescimento é a inércia, que cria a insensibilidade, pois priva o indivíduo de novas possibilidades, cria passividade com relação à vida. Cria falta de vitalidade, limita a criatividade e predispõe ao papel de vítima. A consciência se limita a fugir, a ter medo. A vítima fica sempre vivendo as sombras do passado e com medo do futuro.
As práticas xamânicas compelem a mente a viver dentro do coração, até que a mente ignorante seja destruída. Isso se manifesta quando o ser se revela espontaneamente. Na verdade, o antigo modo de viver acaba, abrindo caminho para um jeito mais consciente.
Quando se aproxima o verdadeiro propósito da alma, tudo da natureza interior vem a tona. A pessoa entra em um processo mais rápido de transformação pessoal. Quando convidamos o amor para despertar poderes mais profundos, trabalhar nos desafios torna-se uma aventura.
O praticante explora a estrutura de sua própria consciência e vai compreendendo como os fatos acontecem na sua vida, deixando de ser vítima das circunstâncias. Sente-se inspirado pelos desafios e aprende a utilizar a energia de forma a caminhar no Amor – Paz e Luz.
Praticando a sabedoria das antigas tradições adaptadas ao mundo atual e ao estado atual da alma humana, o trabalho é feito com tambores, canções, meditações, instrumentos de poder, danças, respirações, visualizações, histórias, vivências e muito, muito amor.
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